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10 de julho de 2020 | 02:19 am

CRISE CHEGOU À MESA DO BAR

Tempo de leitura: < 1 minuto
Para muitos, ir ao barzinho tomar aquela gelada deixou de ser um hábito na Bahia

Para muitos, ir ao barzinho tomar aquela gelada deixou de ser um hábito na Bahia

Essa é uma notícia que não vai descer redondo, principalmente numa sexta-feira… A crise econômica que atinge o Brasil já afeta seriamente o movimento nos bares, e a Bahia é um exemplo das dificuldades enfrentadas pelo setor.

Pelo que indicam os números da seção baiana da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-BA), nada menos que 1.185 bares e restaurantes encerraram suas atividades no Estado nos três primeiros meses de 2016.

Os estabelecimentos que resistem de pé estão cambaleantes e a previsão é de que muitos ainda fechem as portas a partir deste mês, principalmente porque a alta estação já ficou para trás há algum tempo.

Segundo a Abrasel, os clientes que se mantêm fiéis agora gastam em média 40% a menos. Como consequência inevitável, o setor passou a contribuir fortemente com o aumento do desemprego. Foram 4 mil demissões só no primeiro trimestre.

Pense numa ressaca daquelas… É esse o golpe que os bares e restaurantes da boa terra estão enfrentando.

Esta publicação possui 3 comentários
  1. Crise política que está desseminando o caos na economia, crise política que chama golpe de estado iniciado por 367 deputados federais sem compromisso com a. Nação sim com seus próprios benefícios $$$, rende se agravar o povo está com medo, está parando de consumir para enfrentar a a escuridão que vai pairar sobre o Brasil com o golpe concretizado, só nos resta confiar em Deus.

  2. A longa crise hídrica no Sudeste tem repercussão na economia do Brasil inteiro, principalmente porque São Paulo é o centro gerador de empregos e de recursos, além de Minas que passou pelo mesmo problema. As consequências disso repercutem no Brasil inteiro, chegando a alguns países da América latina.

    Por lá a produção de alimentos e o comércio em geral está combalido, tentando se reestruturar, mas sem água, nada se revigora. Os níveis do Cantareira já preocupa novamente. É preciso urgente “reprogramação mental” na qual todos se reconheçam dependentes – abaixo os egos – desse bem da natureza que ninguém sabe fabricar; nem ricos, nem pobres, portanto, todos estão no mesmo barco, com direito às doenças, que também são democráticas.

    A crise hídrica no nosso estado se acentua desde há muito nos municípios do semiárido, chegando ao nosso Sul com toda força. Os prejuízos ainda estão por vir. As cervejarias, empresas multinacionais, se apropriam da mão de obra e dos mananciais, sem nenhum cuidado, sequer contribuíram favoravelmente pelo novo Código florestal, que propõe a ampliação da proteção de nascentes e corpos d’água.

    Um punhado de fatores negativos contribuem para esse estado de coisas.

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