skip to Main Content
8 de abril de 2020 | 11:09 am

APÓS CASOS DE ESTUPRO COLETIVO, ONU PEDE TOLERÂNCIA ZERO À VIOLÊNCIA

Tempo de leitura: 2 minutos

violencia mulherA ONU Mulheres Brasil divulgou, ontem (26), nota em que se solidariza com as jovens do Rio de Janeiro e do Piauí que foram vítimas de estupros coletivos e pede ao poder público dos dois estados que seja incorporada a perspectiva de gênero na investigação, processo e julgamento dos casos. A organização também pede à sociedade brasileira “tolerância zero” a todas as formas de violência contra as mulheres e a sua banalização.

Ontem (26), a Polícia Civil do Rio de Janeiro tomou depoimento de uma jovem de 16 anos que informou ter sido drogada e estuprada por diversos homens. O crime foi denunciado após um vídeo com imagens da jovem desacordada e com órgãos genitais expostos ter sido postado na internet. No vídeo, um homem diz que “uns 30 caras passaram por ela”.

Em Bom Jesus, sul do Piauí, uma jovem de 17 anos afirmou ter sido violentada por quatro adolescentes e um rapaz de 18 anos, na madrugada do dia 20. Após uma briga com o namorado, a jovem teria ingerido bebida alcoólica e os suspeitos se aproveitaram da embriaguez para cometer o crime. A jovem foi encontrada amarrada dentro de uma obra abandonada.

A nota, assinada pela representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman, observa que os dois casos “bárbaros” se assemelham pelo fato de que as duas adolescentes teriam sido atraídas pelos algozes em tramas premeditadas e por terem sido violentamente atacadas num contexto de uso de substâncias com álcool e drogas.

“Como crime hediondo, o estupro e suas consequências não podem ser tolerados nem justificados sob pena do comprometimento da saúde física e emocional das mulheres, as quais devem dispor de todas as condições para evitar a extensão do sofrimento das violências perpetradas”, registra o texto. Da Agência Brasil

Esta publicação possui 3 comentários
  1. “…Se as mulheres compreendessem de bioquímica – ou ao menos se dessem ao trabalho de ler manuais científicos – ao invés de ficar presas a panfletos marxistas, entenderiam quão provocador é uma fêmea atravessar a avenida, seminua, ou mesmo vestida, ofertando olhares. Os homens em sua maioria são bastante controlados, pois o desejo interno é de atacá-la, possuí-la ali mesmo, no meio da rua. Entretanto, dão-se ao trabalho de mandar poesia e flor antes. Um grupo menor (os estupradores) seguem a ancestralidade e agem com violência – um abuso, sem dúvida…”

    O nome disso é CULTURA DO ESTUPRO. Um péssimo dia a todos, sentir-se mal faz parte do processo de educar-se. Sintam-se péssimos homens, foram vocês que inventaram a cultura do estupro e são vocês que a justificam.

  2. Sociedade que legitima extermínio de moradores de periferias,negros,pobres,putas e homens que “viram mulheres”,no popular os “viados” no Ceará os baitolas,na Paraíba os maricas e por ai vai a violência das polícias militares do Brasil contra os nossos irmãos.

    O agravante desta violência torpe,vil,covarde,preconceituosa, racista e fascista conta com apoio da própria sociedade com agrante de extermínio de bandidos pelas polícias militares do Brasil sobre o manto de auto de resistência.

    A exemplo desta vítima de 16 anos,ser estuprada por dezenas de homens e a mesma-se encontrara em bale funk e usando droga,esta sociedade que legítima o extermínio de bandidos tende a legitimar o estupro da carato pelos os supostos “namorados”.

    A sociedade brasileira precisa refletir-se e encontrar um caminho seguro pra frear a violência dentro do ordenamento jurídico, que o império da lei seja temida pelos facínoras,sejam quem forem: policias,estupradores,criminosos,ladrão
    e bandidos em geral,não importa se mora nos palácios ou nas palafitas.

    A receita; restaurar a pena de morte ou pena perpétua,os crimes vão diminuir nos
    primeiros anos 8O%, esses selvagens que estupraram essa carato,se a pena de morte ou paredão tivesse em vigência jamais era praticada essa selvageria.

    Caso a pena de morte tivesse em vigência,sobre extermínio por parte das polícias
    militares do Brasil,sobre alegação de “auto de resistência” as polícias militares do Brasil,seria a melhor do mundo,era o medo do império da ordenação jurídica,que a mesma,disciplina a sociedade.

    Um exemplo que não está no texto,porém,está no contexto sobre o ordenamento jurídico no país,a operação lava jato,a mesma é uma lei mais que perfeita,o que
    inibe criar-se,uma rede de bandidos.

    A deleção premiada só quem pode ser contra,são os bandidos,esta lei é mais que perfeita,já faz parte do patrimônio cultural do povo brasileiro e a nação deve agarrá-la com unhas e dentes este bem jurídico e que mesma seja intocada.

    Todavia,cabe a sociedade brasileira ampliar está lei,inserido na mesma,a pena de
    morte ou prisão perpétua e que seja genéria,desta forma o povo brasileiro vai ficar 8O% seguro e precisa legitimar com inteligência e não será crime o estado
    levar bandidos pra o paredão ou pena perpétua e as polícia militar do Brasil,vai ser amada por todos.

    Países da ONU,recomendaram a abolição das polícias militares do Brasil,por assassinarem milhares de pessoas sobre o manto de auto de resistência e cuja execuções extra judiciais e os prepostos são inocentados pela própria instituição.

    A ONU processou as polícias do Brasil por serem as que mais matam no mundo,se arregimentou grupo de extermínio nas próprias polícias do Brasil.

    O que pode-se perceber neste caso específico dos estupradores da garota,uma vez que a polícia vá fazer justiça com as próprias mãos,sobre desculpa de auto de resistência e assassinar é crime e com agravante,fazer justiça com as próprias mãos e forja ação do crime. (Arts. 345,329,292 do CP.)

    Fonte: Revista,Carta Capital. O6/O6/2O15.
    Fonte: Estadão,março 2O16.
    Fonte: Gravação do operador do PMDB,sobre estancar a Lava Jato. Nem Dilma e Lula
    e seus antigos aliados não conseguiu. A lava jato é do povo brasileiro e só Deus
    pra frear esse estupro coletivo nos cofres público.

  3. Se as leis fossem cumpridas, isso não aconteceria, pois lei é instrumento de controle e educação, e as leis brasileiras nem educam, nem punem. Não há como entender um país tolerar a violência da forma como está. Nada a ver com o governo, mas com os que fazem as leis sem consultar a população, somente para acobertar os instintos bestiais e perversos deles mesmos. Leis que deixam brechas muito “bem” interpretadas por especialistas nisso, estão lotando os presídios, pois quem se entrega aos instintos, sabe que vai ter defensor, mesmo antes de ele chegar aos presídios.

    Se falta ética nas leis e nos seus operadores, já se sabe que não se pode contar com ninguém. Eles passarão por pessoas de bons antecedentes na frente da “justiça” e estarão a salvo do desastre que provocaram em uma Mulher e no outro dia continua sua saga monstruosa.

    A Cultura do estupro existe por isso. Outro dia aqui em Itabuna uma menina pacata foi retirada de sua casa, e enquanto os pais procuravam-na a noite inteira, às 5 da manhã ela era atirada na porta de casa, nua e morta. Outro dia, aqui no nordeste um rapaz sofreu estupro coletivo. Em cidade próxima, dias atrás, uma velha de 83 anos, presa porque o filho não pagou pensão, sofreu estupro por parte das detentas, dizem.

    A questão é muito mais complexa, do que se pensa, vai além do instinto macho diante da fêmea. O que motivou os três casos citados acima? Nudez, desejo de saciar a vontade na fêmea? Machismo? Desprezo de leis sacanas, feitas para beneficiar certos grupos humanos? O Brasil está muito abaixo da poeira, nas mãos de bandidos que não valorizam seu dever na defesa dos verdadeiros direitos humanos.

    Quando o deputado Bolsonaro se dirigiu monstruosamente à deputada Maria do Rosário ferindo profundamente a dignidade da espécie humana, mulheres e homens de bem, que é a maioria, ele deveria ter sido logo expulso daquela casa que devia ser honrada por aqueles… aqueles… aqueles… da mesma laia que ele. E o monstro teria repensado seu caráter hediondo, não teria a chance de agredir mulheres mais uma vez, se dirigindo à nação em “nome de Ustra, terror de Dilma Rousseff”, segundo ele, pois quem lê, e sabe a história recente, sabe muito bem dos estupros e assassinatos sob as práticas do tirano.

    Muito cuidado, crianças, velhos e velhas, mulheres e homens, os monstros podem atacar, porque para eles os direitos humanos em defesa legítima, para os agredidos somente a lei divina que é certa, mas não age na hora e bicho ignora o que espera eles e os calhordas acobertadores.

Deixe seu comentário:

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Back To Top