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16 de abril de 2021 | 01:20 pm

PRIMEIRAMENTE, NÃO TROQUEMOS DE CANAL. TROQUEMOS DE GOVERNANTES!

Tempo de leitura: 2 minutos

Manuela BerbertManuela Berbert | manuelaberbert@yahoo.com.br

A fala dos governantes é uma só: “Não há mais dinheiro para investir!” Como não, companheiros?! Todos os dias, são atiçados aos nossos olhos números exorbitantes de uma roubalheira descarada e sem fim. O pobre, que está adoecendo nas filas de espera por tratamentos e remédios, sequer sabe balbuciar tais valores.

Primeiramente, este é um texto apartidário! Diante do mar de lama em que a maioria dos partidos está imerso, fica um tanto complicado defender lados, e sim causas. E, claro, analisar as consequências de muitas delas no nosso dia a dia! É triste? É! É desestimulante? É! Mas é a nossa realidade, e é preciso encará-la de frente!

Começo falando de roubos e de propina, inversamente proporcional à miserabilidade que grande parte da população brasileira é exposta. Um país onde a gente acompanha os índices de descaso na saúde pública por causa do subfinanciamento do SUS, mas ao mesmo tempo vê, na mídia, o MEGA financiamento de campanhas eleitorais não pode dar muito certo, não é mesmo? A defasada tabela do SUS aponta para a ruína de um sistema que já está deficitário há muito tempo, pagando um valor cada vez menor pelos serviços prestados à população, forçando inúmeras instituições a fecharem as portas.

A fala dos governantes é uma só: “Não há mais dinheiro para investir!” Como não, companheiros?! Todos os dias, são atiçados aos nossos olhos números exorbitantes de uma roubalheira descarada e sem fim. O pobre, que está adoecendo nas filas de espera por tratamentos e remédios, sequer sabe balbuciar tais valores. Basta um pouquinho de bom senso para entender que a riqueza do nosso país é usurpada de quem tem direitos (e dos direitos) e concentrada no bolso de uma minoria mesquinha e inconsequente.

A consequência de um país sem condições básicas é uma classe imensa revoltada e sem perspectiva, convivendo com um índice de violência exorbitante, se matando por causa de drogas, de objetos nitidamente simples, de uma quantia inexpressiva de dinheiro. Uma verdadeira barbárie coletiva, que a gente troca de canal e deixa de olhar os sites e blogs “sensacionalistas” simplesmente para não ver e não acompanhar, como se fosse possível. Não tem sido, e se assim continuar, será cada vez pior!

Manuela Berbert é publicitária e colunista do Diário Bahia.

Este post tem um comentário
  1. desculpe, mas que texto simplista sem uma conexão com a realidade,e quanto não trocar de canal? que ingnorancia da manipulação dos meios de comunicação.

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