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3 de agosto de 2020 | 08:38 pm

LILIAN CASAS PRESTA HOMENAGEM A LUCÍLIO BASTOS EM CONCLUSÃO DE CURSO

Tempo de leitura: 2 minutos
Lilian: homenagem a Lucílio Bastos.

Lilian: homenagem a Lucílio Bastos.

Luiz Conceição

Diz a sabedoria popular: “Filho de peixe, peixinho é” . Como a comprovar a certeza do adágio, a estudante do curso de Jornalismo Lilian Casas está às voltas com pesquisas em arquivos privados e públicos nas cidades de Itabuna, Ilhéus, Feira de Santana e Salvador. O lendário radialista Lucílio Bastos será tema do trabalho de conclusão de curso (TCC) na sua graduação em uma faculdade de Itabuna.

Atuando na Rádio Interativa FM (93,7 Mhz), Lilian Casas comprova o acerto de mais um adágio popular: Quem puxa aos seus não degenera”. Segue as pegadas de Lucílio ao promover o entretenimento dos ouvintes da primeira emissora do interior baiano a migrar do rádio AM para o FM, depois de ter operado na frequência 1.160 Khz.

Lucílio, o homenageado.

Lucílio, o homenageado.

E, mais uma vez, repete, no rádio, a forma que consagrou o pai, mas sem os ácidos comentários que ele fazia no popular e líder de audiência Falando Francamente, nas rádios Jornal de Itabuna, Difusora Sul da Bahia e na Rádio Nacional de Itabuna, Bahia, nos registros da Anatel, como passou a se denominar a extinta Rádio Clube de Itabuna, a pioneira.

Lucílio Bastos foi soberano no rádio itabunense nas décadas de 60, 70 e 80, tendo voltado ao rádio local depois, no ano de 2004. A sua filha caçula e estudante está ávida por receber a cooperação dos ouvintes de seu pai e dos amigos por meio de relatos que falem de sua trajetória, vídeos, fotografias etc.

Esta publicação possui 3 comentários
  1. Conheci Lucílio Bastos nos idos de 1979,então policial exercendo ofício Delegacia de Furtos e Roubos de Itabuna e o mesmo sempre frequentava a mesma, entrevistado o então delgado,Dr.Pedro Marques de Sá.

    Outras vezes passava as ocorrências do dia e da noite, quando não era Lucílio era seu então reporte Policial Valdenor Ferreira,enfim,Lucílio aqui não está mais com conosco,porém,seu então repórter policial vive graças a Deus,é o doce amigo Valdenor Ferreira e vinda loga meu caro.

    Lucílio Bastos tinha maior audiência em Itabuna e Região,o programa Falando Francamente era respeitado com extrema credibilidade, penso que era mais de 9O%
    de audiência.

    Uma certa vez fui na Rádio pedir-lhes um favor,para que não divulgasse o caso se o mesmo chegasse ao seu programa,ele disse: “pode ficar tranquilo,se chegar aqui não divulgarei”,este comentarista agradeceu e se despediu do mesmo.

    O fato foi este: o meu pai estava na Rua da Cabeça,na entrada de Mutuns com uma
    puta e um rapaz cujo apelido Mingau,tirou a podre e fez xixi próximo onde o meu
    pai estava agarrando a puta e chamou atenção de Mingau e o mesmo não gostou e o meu pai meteu bala em Mingau e o tiro de 38 atingiu o pé Mingau.

    Este comentarista pegou Mingau deu total apoio no Hospital e feira ao amigo,o mesmo disse que,só não iria se vingar do tiro por consideração de minha mãe e a este comentarista,enfim,Mingau ficou bom e era um cara trabalhador de roça muito
    legal.

    Comentei ao proprietário da Fazenda que pedir para Lucílio Bastos não divulgar se caso a notícia chegasse por lá,já pensou Lucílio com aquele vozeirão chamando
    meu doce papai de jagunço.

    Foi o que ocorreu com um colega policial,o mesmo trabalhava na Patrulha,a mesma
    era conhecida carinhosamente com “moreninha” era aqueles fusquinhas e o doce colega foi agressivo e bateu por motivo banal em uma pessoa e levou a mesma detida à delegacia.

    O ocorrido chegou ao conhecimento do lide em audiência Falando Francamente, que Itabuna e Região era como se fosse sagrado ouvir o programa de Lucílio Bastos e
    era comentado o que ocorria a tarde e pela noite.

    Lucílio comentou a respeito deste policial,”o nome dele é Espirito Santo,é Espirito Santo do Diabo”,este colega até hoje tem raiva de Lucílio e até hoje este comentarista goza dele chamando o mesmo de Espirito Santo do Diabo ele não
    gosta mas termina agente dando grande rizadas. Mas foi um aprendizado para Espirito Santo,nunca mais teve a mesma conduta agressiva.

    Um certo dia passando próximo ao Banco do Brasil,Praça Olinto Leone,já se faz os 13 anos mais ou menos,este comentarista entrou no Bar e o mesmo é Restaurante e
    foi comprar alguma coisa e viu Lucílio com a cabeça sobre a mesa e a mesma cheia
    de cerveja e comentei com a pessoa no Caixa que este homem foi o maior homem do Rádio de Itabuna em todos os tempos e perguntei quantas cervejas são dele,ele contou e paguei todas. Ele perguntou o que digo para ele,respondi: diga que é um amigo.

    Encontramos outras vezes e o mesmo nunca soube deste ocorrido,tomei conhecimento
    do falecimento do doce Lucílio bastos por meio deste imprescindível permanente e fui ao velório e sepultamento do imortal radialista de todos os tempos de Itabuna, Lucílio Bastos.

    Quero que esta pesquisa e homenagem se transforme num livro,irei comprar.
    Parabéns”

  2. Em Tempo: Sei que a Radio Cultura de Ilhéus nada tem a contribuir, mas talvez pessoas mais antigas da cidade de Ilhéus tenham recordações e quem quer desenvolver um bom trabalho de final decurso deve considerar e muito a história oral, segue a sugestão de um historiador.

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