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6 de julho de 2020 | 05:01 am

JEQUITIBÁ PARTICIPA DO MAIOR EVENTO DE VAREJO DA AMÉRICA LATINA

Tempo de leitura: 2 minutos
Chaves Neto, Jorge Lizan, do ICSC, Vera Guimarães (Jequitibá) e Luiz Alberto Marinho, diretor da GS&Malls || Divulgação

Chaves Neto, Jorge Lizan, do ICSC, Vera Guimarães (Jequitibá) e Luiz Marinho, da GS&Malls

Vera e Neto, do Shopping Jequitibá.

Vera Guimarães e Neto, do Shopping Jequitibá.

Maior evento de varejo, shoppings centers, franchising e e-comerce da América Latina, o Congresso Latam Retail, em São Paulo, teve a participação de diretores do Shopping Jequitibá, de Itabuna. O evento, realizado de 29 a 31 de agosto neste ano, conta com área ampla de exposição de fornecedores, produtos e serviços.

Para o empresário Manoel Chaves Neto, diretor da Jesci, empresa que administra o Shopping Jequitibá, sua participação no Congresso ratifica e aprimora o conhecimento, dando novas perspectivas para o setor no sul da Bahia. “Podemos comprovar que estamos no caminho certo para tornar nosso Shopping Jequitibá um shopping regional, dominante no sul da Bahia”, ressalta.

Vários painéis abordam temas como ações inovadoras em shoppings da América Latina, consumidor empoderado digital, experiências, entretenimento, varejo baseado em serviços; conveniência e hospitalidade.

O evento é um grande momento para a comunidade de profissionais de shoppings centers compartilhar conhecimento, fazer network e repensar novas estratégias para o varejo no Brasil.

UM PASSO EFETIVO NO CAMINHO DE UMA UNIVERSIDADE DE FATO INCLUSIVA…

Tempo de leitura: 5 minutos

…E, PARA TANTO, FOI PRECISO QUE OS ESTUDANTES CHUTASSEM A PORTA DO PALÁCIO

sandro ferreiraSandro Ferreira | sandrosf@gmail.com

Era preciso radicalizar ainda mais o caráter inclusivo da UFSB para aqueles que aqui já estavam – em sua ampla maioria cotistas – e para aqueles que aqui ainda não estavam, por conta das próprias limitações da lei, como quilombolas, indígenas aldeados e populações transgêneros.

 

Nenhum intelectual sério, nenhum pesquisador dedicado, nega o papel fundamental das Ações Afirmativas na transformação simbólica da universidade brasileira. Mas ainda temos a difícil tarefa de reconhecer o potencial (e fazer valer) deste processo, ainda em curso, para uma transformação epistemológica do nosso principal espaço de produção de conhecimento: a UNIVERSIDADE PÚBLICA.

O último ciclo de expansão do ensino superior brasileiro, entre 2012 e 2014, produziu quatro novas universidades públicas, todas no eixo histórico da exclusão política e educacional, no Norte-Nordeste. As escolhas das regiões, onde cada uma das quatro novas universidades se instalaria, guardavam consigo enorme simbolismo e potencial transformador da própria concepção de universidade.

A região do Cariri, no Ceará, com o simbolismo político e religioso de Juazeiro do Norte; a região do sul e sudeste do Pará, com a luta pela resistência ecológica dos povos de Marabá e região; a região do oeste baiano, marcado por um desenvolvimento predatório e excludente do agronegócio do entorno de Barreiras; e a região do sul da Bahia, com toda sua beleza cultural articulada a toda a sua sabedoria ancestral, fruto dos povos indígenas e quilombolas que ainda resistem entre Itabuna e Teixeira de Freitas.

Neste sentido, é preciso esperar mais das universidades, mais do que apenas a oferta de vagas e a reprodução dos modelos clássicos de ensino universitário direcionado para os setores sociais que só pensam suas vidas e trajetórias por meio do saber moderno acadêmico.

A UFSB em sua construção inicial se propôs esta tarefa. Reuniu colaborações diversas vindas dos quatro cantos do Brasil, com experiências ímpares e interessadas em construir uma universidade inclusiva e democrática, mas, sobretudo, crítica dos saberes constituídos na universidade moderna. Mas, nesta crítica, deveria caber o novo, resultante da articulação do acúmulo teórico-epistemológico da universidade moderna com os saberes pluriepistêmicos ofertados na região por meio de suas comunidades tradicionais. Alguns percalços no caminho nos fizeram desviar um pouco desta potencialidade. Precisamos radicalizar a democracia interna para reascender esta tarefa.

Em outro campo, não menos importante, a UFSB produziu ainda em 2013 uma adesão ampla aos mecanismos recém-consolidados de inclusão e ação afirmativa: o ENEM, o SISU e a Lei de Cotas. Sobre esta última, a opção por aplicar integralmente a lei (que só previa a obrigatoriedade da aplicação integral em 2016) já no primeiro processo seletivo, foi efetivada por meio da ampliação simbólica da reserva de 50% para 55%, acompanhado da criação dos Colégios Universitários, enquanto mecanismo de aproximação com os egressos de escola pública (refletido na cota específica de 85%).Desde então, pouco avançamos em nossa adesão à Lei de Cotas. Demoramos, e eu diria, até resistimos ao imperativo legal da aplicação da Lei 12.711/2012 também na transição do primeiro ao segundo ciclo da graduação.

Talvez influenciados por uma leitura romântica e antissociológica da formação geral e da formação interdisciplinar do primeiro ciclo – que teria o potencial de equalizar desigualdades de oportunidades educacionais que reconhecíamos existir na passagem do ensino médio para a universidade – acabamos induzidos a esta demora excessiva para discutir tal questão.

Há que se dizer que esta vacilação foi encontrada também na UFBA, que só passou a aplicar a lei de cotas na passagem ao segundo ciclo agora em 2017, e em outras universidades baianas que também têm regime de ciclos (de modo complementar), como a UFOB e a UNILAB.

Mas, na UFSB, o incômodo quanto à possibilidade de termos uma representação étnico-racial no segundo ciclo – especialmente em áreas simbolicamente tão importantes na reprodução de status quo como a Medicina -, bem distinta daquela que efetivamos no primeiro ciclo com a Lei de Cotas, chamou a atenção de uma parte dos professores e gestores, bem pequena, diga-se de passagem. Eu mesmo, que passei os últimos dois anos estudando e militando por esta causa, fui instado a esta reflexão pela professora Joana Angélica, vice-reitora, que, após um conjunto de reuniões com os estudantes, me solicitou a produção de um estudo sobre o perfil provável dos ocupantes das vagas na Medicina sem a aplicação da Lei de Cotas. Pouco ou nenhum efeito teve este estudo.

Reunião do Conselho Universitário em que foi aprovado percentual de cotas para o segundo ciclo ||Foto Saulo Carneiro

Reunião do Conselho Universitário em que foi aprovado percentual de cotas para o segundo ciclo ||Foto Saulo Carneiro

Os estudantes, empoderados justamente pelo ideal de inclusão proposto em nossos documentos oficiais, resolveram comprar esta briga. E em junho de 2016 iniciaram a qualificação do debate por meio de um grupo de discussão no Facebook, chamado Cotando UFSB. E, aqui, cabe o registro histórico, para a devida localização daqueles sujeitos responsáveis por um conquista que, no futuro, terá papel fundamental na transformação social e política do sul-baiano.

Nomes como Letícia Lacerda, Emerson Mendes, Kaline Goncalves, Jorge Miguel, Vicente Izidro e Saulo Carneiro, dentre muitos outros, precisam ser lembrados por mim – enquanto pesquisador do tema – enquanto sujeitos destacados deste processo. Com estes, tive a oportunidade de discutir diversas vezes, muitas madrugadas inclusive, cada aspecto legal, cada demanda específica e cada estratégia política diante da tarefa de garantir o óbvio: a aplicação do que determinava a Lei de Cotas em seu Artigo 1o.

As instituições federais de educação superior vinculadas ao Ministério da Educação reservarão, em cada concurso seletivo para ingresso nos cursos de graduação, por curso e turno, no mínimo 50% (cinquenta por cento) de suas vagas para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas. (grifo nosso)

Mas se para mim já era um grande feito garantir os 55%, já aplicados no primeiro ciclo, na passagem aos cursos do segundo ciclo, para estes estudantes isso era pouco. Era preciso radicalizar ainda mais o caráter inclusivo da UFSB para aqueles que aqui já estavam – em sua ampla maioria cotistas – e para aqueles que aqui ainda não estavam, por conta das próprias limitações da lei, como quilombolas, indígenas aldeados e populações transgêneros.

E, nesta direção, demostrando uma coragem ímpar, insistiram na proposição de 75% de reserva para egressos de escola pública, apoiados nos dados da composição atual dos estudantes da UFSB; apoiados no fato de termos muitos estudantes ingressos através da ABI com sua cota de 85%; e apoiados nos dados dos egressos de escola pública e da população preta, parda e indígena da região sul da Bahia.

E, no histórico dia 1º de setembro de 2017, foi aprovado o novo sistema de reserva de vagas da UFSB, com 75% para egressos de Escola Pública e adoção de vagas supranumerárias para outros segmentos que não são especificamente citados pela lei.

Cabe também o destaque acerca da sensibilidade demostrada pela maioria do Consuni sobre a necessidade de um programa de transição, que considere o direito dos estudantes já ingressos na UFSB pela ampla concorrência de alcançarem o seu lugar no segundo ciclo, a partir de parâmetros condizentes com aqueles previstos na sua entrada. É preciso como passo urgente, formalizar e organizar estas normativas internas, sob pena de aumentarmos as condições de angústia e adoecimento em curso por conta da demora institucional em organizar este processo.

Agora, cabe aos gestores, aos estudantes e aos demais interessados no tema a tarefa de consolidar esta conquista e qualificar os mecanismos de seleção e subdivisões internas, garantindo ao máximo os resultados desejados com o novo sistema de cotas da UFSB.

Vida longa ao desejo de fazer desta universidade um instrumento real de transformação social, uma coisa pública que ajude a superar o histórico de desigualdades do sul da Bahia, sobretudo sobre a sua população majoritariamente negra e indígena.

Vida longa aos estudantes que lideraram esta batalha. Que estes nomes sejam lembrados, como sujeitos históricos em luta, nos livros que virão a contar os caminhos desta conquista.

Sandro Ferreira é professor da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

IF BAIANO OFERECE 2.900 VAGAS PARA CURSOS TÉCNICOS; SÃO 260 EM URUÇUCA

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IF Baiano em Uruçuca oferece 260 vagas

IF Baiano em Uruçuca oferece 260 vagas

Os candidatos que sonham em ingressar no Instituto Federal Baiano (IF Baiano) já podem se inscrever para um dos cursos técnicos de nível médio nos campi de Uruçuca, Alagoinhas, Bom Jesus da Lapa, Catu, Governador Mangabeira, Guanambi, Itaberaba, Itapetinga, Santa Inês, Senhor do Bonfim, Serrinha, Teixeira de Freitas, Valença e Xique-Xique.

São oferecidas 2.910 vagas para o ano letivo de 2018 nesses campi. Para o campus de Uruçuca são 260 vagas para os cursos de Guia de Turismo, Técnico de Informática, Alimentos, Agrimensura e Agropecuária, com vagas para os turnos da manhã e tarde. Para os demais campi existem outras opções de cursos técnicos.

Os candidatos têm até o dia 9 de outubro para se cadastrar pela internet, no endereço ifbaiano.edu.br. São oferecidas vagas em duas modalidades. Na subsequente, as vagas são para estudantes que possuem o ensino médio completo ou que concluirão neste ano. Já na modalidade integrada as vagas são para estudantes que tenham terminado o ensino fundamental ou esteja em via de conclusão.

Ao se inscrever o candidato deverá preencher o formulário online com seus dados pessoais e socioeconômicos, o curso escolhido e optar entre ampla concorrência, cotas para estudantes oriundos de escolas públicas ou cotas para candidatos com deficiência.

Os candidatos devem apresentar a documentação listada pelos editais no campus para qual fez a opção de curso, presencialmente ou pelos Correios. Essas outras informações podem ser consultadas no edital disponível no site do IF Baiano.

MAIS DE 400 MUNICÍPIOS BAIANOS MANTÊM FPM PARA 2018, DIZ UPB

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Barreiras, no Oeste da Bahia, é um dos municípios que terá mais recursos do FPM

Barreiras, no oeste da Bahia, é um dos municípios que terão mais recursos do FPM

De acordo com levantamento da União dos Municípios da Bahia (UPB), 407 dos 417 municípios no estado mantiveram para o próximo ano o percentual de recursos referentes ao Fundo de Participação Municípios (FPM). O estudo, feito com base nos dados divulgados na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indica que Coronel João Sá e Ibiassucê podem receber menos dinheiro.

A UPB orienta que os prefeitos dos municípios prejudicados entrem com recurso junto ao IBGE para tentativa de revisão da estimativa populacional. Com a revisão, os municípios manterão para o próximo ano os mesmos valores do FPM repassados hoje. A entidade informou que a assessoria jurídica está à disposição para tirar dúvidas.

Segundo a UPB, oito municípios baianos obtiveram ganho populacional significativo, que mudou o coeficiente de distribuição do FPM positivamente, resultando no acréscimo do repasse para 2018. São eles: Barreiras, Caculé, Esplanada, Itambé, Macaúbas, Maiquinique, Nordestina e Rio de Contas.

O levantamento da UPB indica ainda que 135 municípios tiveram redução populacional e outros 279 registraram crescimento.  As alterações no número de moradores não foram suficientes para aumento ou redução no percentual do FPM. Somente 3 municípios mantiveram a população da estimativa anterior do IBGE.

Na estimativa do IBGE, a Bahia atingiu 15.344.447 habitantes em seu território. A contagem populacional é um dos parâmetros usados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo do Fundo de Participação de Estados (FPE) e Municípios (FPM). É por meio dessa estimativa e de indicadores econômicos e sociodemográficos que é distribuído o recurso do fundo.

BAHIA TEM 7 PARLAMENTARES ENTRE OS 100 MAIS INFLUENTES DO CONGRESSO

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Alice, Florence, Aleluia, Daniel, Otto, Maia e Rocha integram lista seleta || Montagem Pimenta

Alice, Florence, Aleluia, Daniel, Otto, Maia e Rocha entre os 100 mais

Sete parlamentares baianos estão entre os 100 mais influentes do Brasil, segundo levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). A Bahia é o quatro estado com maior número de deputados e senadores com destaque no Congresso, empatado com o Rio Grande do Sul.

Os deputados Afonso Florence (PT), José Carlos Aleluia (DEM), Alice Portugal (PCdoB), Daniel Almeida (PCdoB), Arthur Maia (PPS) e José Rocha (PR) são os representantes do estado no estudo da Diap. Completa a lista o senador Otto Alencar, que comanda o PSD na Bahia.

Entre os baianos, apenas José Rocha e Otto não figuravam no levantamento do ano passado. O senador, em 2016, era considerado em ascensão. Deixaram a lista a senadora Lídice da Mata (PSB) e os deputados Lúcio Vieira Lima (PMDB) e Antônio Imbassahy, que assumiu a Secretaria de Governo. Confira no Satélito, do Correio*

CURSO DE MEDICINA DA UESC É UM DOS 20 MELHORES DO BRASIL, APONTA MEC

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Curso de Medicina da Uesc entre os melhores

Curso de Medicina da Uesc entre os melhores

O curso de Medicina da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) obteve nota 3,5922 pontos e conceito 4, numa escala de zero a 5 pontos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2016. A instituição ficou na 13ª colocação no “Conceito Enade” divulgado na sexta-feira (1ª) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação (MEC).

O curso de Medicina da Uesc foi segundo mais bem avaliado no Nordeste, atrás apenas da Universidade Estadual do Ceará (Uece), que ficou com conceito 5 no Enade e nota 3,9851 pontos. Na Bahia,  a Uesc teve o melhor resultado entre instituições públicas e privadas,  conforme apurou o PIMENTA.

Outra instituição pública que também apresentou bom resultado no curso de Medicina foi a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), campus de Vitória da Conquista, com conceito 4 (nota 3,5273 pontos). Entre os 20 melhores cursos aparece ainda a Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), de Salvador, com Conceito Enade 4 (3,497 0 pontos).

O curso de Medicina da Universidade Federal da Bahia não ficou entre os 20 melhores do País, mas foi bem avaliado, com nota 2,9986 e conceito 4. Como se percebe, a diferença na classificação deve-se aos décimos. As notas são arredondadas pelo MEC.

No topo da lista no país ficou o curso de Medicina da Universidade Federal de Viçosa (UFV), de Viçosa, em  Minas Gerais, com Conceito Enade 5 (4,8308 pontos). O Enade avalia o conhecimento, competência e habilidades dos estudantes. A nota varia de zero a 5 pontos.

COMO É FEITA A AVALIAÇÃO

O Enem é composto de 40 questões, divididas em duas partes: Formação Geral (FG) e Componente Específico (CE). A primeira tem dez questões, sendo oito de múltipla escolha e duas discursivas, que contempla temas como sociodiversidade, biodiversidade, globalização, cidadania e problemas contemporâneos.

Essas perguntas equivalem a 25% da nota da prova. A segunda visa aferir as competências, habilidades e o domínio de conhecimentos necessários para o exercício da profissão e é composta por 30 questões, sendo 27 questões de múltipla escolha e três discursivas, o que equivale a 75% da nota da prova.

 

RAI DA MACH SOM MORRE AOS 71 ANOS

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O corpo do empresário Raimundo Carlos Silva Menezes, Rai da Mach Som, será enterrado no Cemitério Campo Santo, em Itabuna, às 15h desta segunda (4).

Rai faleceu ao meio-dia de ontem (3), no Hospital São Lucas, em Itabuna, onde estava internado.  O empresário, que atuava na área de sonorização e iluminação, deixa esposa e duas filhas.

Há pouco, o prefeito Fernando Gomes lamentou, por meio de nota de pesar, o falecimento do empresário. O gestor itabunense  lembrou a “capacidade empreendedora e pioneirismo na prestação de serviços de comunicação, onde também atuou como locutor”.

HELENILSON CHAVES, UM NOME QUE ITABUNA JAMAIS DEVE ESQUECER

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silvioportoSílvio Porto

 

Um pioneiro na escalada imobiliária que alavancou Itabuna, a partir da década de 1980, e implantou, no Grupo Chaves, uma administração moderna e desenvolvimentista, expansionista e geradora de empregos da economia grapiúna.

 

 

Um homem que sempre luta pelo sul da Bahia e em especial Itabuna, que investe na região , e sempre foi um exemplo muito grande para os empresários baianos.

Conheço Helenilson desde os idos dos anos 60, quando chegou em Itabuna e foi apelidado de Botão. Eu era amigo de Nando e Bob irmão de Paulo Brito, que ao lado de Herlon Brandão e Humberto Gesteira eram os melhores amigos dele naquela época.

Manoel Chaves e Valtério Teixeira eram os empresários do cacau mais conhecidos de Itabuna.

O Grupo Chaves prosperou e criou muitos empregos em Itabuna e iniciou uma revolução imobiliária em Itabuna, construindo vários edifícios, e culminou com a construção do primeiro shopping da nossa região.

Sr. Manoel Chaves , sempre contou com a lealdade e astúcia para os negócios do seu filho Helenilson. Seu pai ao morrer, Ainda cedo com 65 anos, teve que assumir os destinos do grupo aos 40 anos. Herdou do seu pai uma grande virtude: a generosidade.

Apesar da vida ocupada com o trabalho, ele sempre encontra tempo para ajudar os mais necessitados. Passa grande parte da vida preocupado com a família e o progresso de Itabuna.

Empresário sério e audacioso, nunca se conforma com a “ciranda financeira”. Sempre diz que o importante para o País é ganhar dinheiro produzindo. Sem uma boa produção não há jeito de gerar emprego e desenvolvimento. Sempre foi o seu lema.

Eu tenho a honra de ser seu amigo e vivemos um bom tempo na ginástica do grupo Zumbi e, andando de manhã cedo, conversar muito com ele e aprendi muita coisa que depois apliquei na vida profissional e empresarial.

Recebi muito conselho, sempre para o meu bem, quando pensava em entrar para concorrer a um cargo político. Quando resolvi criar a cooperativa de crédito da saúde, me alertou muito para alguns perigos do mundo financeiro.
helenilson
Não conheci ninguém com a sua visão de homem voltado para a lavoura do cacau e a sua importância para a nossa economia. Sempre preocupado com a crise nefasta da vassoura de bruxa dos cacauais, tendo defendido energeticamente os cacauicultores junto aos governantes que não era responsabilidade dos mesmos a astronômica dívida rural da nossa região relacionada a esta praga, chamando atenção para punir os responsáveis e política equivocada do seu enfrentamento.

O artigo Treblinka ao céu azul foi a luz que me iluminou para falar da sua importância para Itabuna e da nossa sofrida região. Dono de uma intuição muito grande. Considero-o um homem de uma inteligência privilegiada.

Faz muito bem para a minha vida conhecer um homem como Helenilson.

Seria bom para nós termos muitos Helenilsons ao nosso lado para lutar por dias melhores.

Sempre foi uma fonte de inspiração para mim. Um pioneiro na escalada imobiliária que alavancou Itabuna, a partir da década de 1980, e implantou, no Grupo Chaves, uma administração moderna e desenvolvimentista, expansionista e geradora de empregos da economia grapiúna.

Conheci um homem de crença e coragem na defesa dos valores do investimento, do emprego e da produção, cujo foco sempre foi a nossa querida cidade Itabuna.

Que o exemplo de homem de fibra em defesa da região e a herança de seu trabalho como empresário do agronegócio e do ramo imobiliários prosperem com os seus descendentes , parentes e amigos.

Sílvio Porto é médico e fundador da Unimed Itabuna e Unicred Itabuna.

BIOFÁBRICA RECEBE VISITA TÉCNICA DA SDE

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Missão técnica visita o Instituto Biofábrica de Cacau, no sul da Bahia || Foto Mariana Ferreira

Missão técnica visita o Instituto Biofábrica de Cacau, no sul da Bahia || Foto Mariana Ferreira

O diretor de Estudos e Planos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE), Ricardo Vieira, e a economista Júlia Carvalho visitaram a Região do cacau na última semana. Eles concluíram no Instituto Biofábrica de Cacau (IBC), em Ilhéus, a missão iniciada no Baixo Sul.

O objetivo da visita técnica foi realizar levantamento de dados acerca da cultura do cacau. Está prevista para o início do mês de outubro deste ano, em Salvador, a realização de um encontro com os atores dessa cadeia produtiva.

“A partir do mapeamento de todos os agentes, vamos fazer um evento em outubro com os promotores e fomentadores desse desenvolvimento, seja na academia, seja no setor empresarial, na produção, no agronegócio, na agricultura familiar, no governo, para conversar e criar uma estratégia juntos”, explicou Vieira.

O diretor da SDE disse acreditar que a região está em um novo momento. “Hoje, eu acredito que existe uma nova história sendo contada aqui no sul da Bahia, que grande parte do país e os próprios baianos não conhecem. Existem múltiplos atores e a Biofábrica é o coração de tudo”, assinalou.

Para Vieira, a Biofábrica vai conseguir produzir todas as matrizes e todo material genético que precisa para o reflorestamento, aumentando a produtividade, a proteção ao meio ambiente. “Sem tecnologia, isso é muito difícil, e a Biofábrica, para mim, é a própria tecnologia”, completou o diretor da SDE.

A missão ainda visitou fazendas da região, o Assentamento Terra Vista (Arataca) e a fábrica de chocolate Cacau Bahia (Ibicaraí), além da Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e o Centro de Inovação do Cacau (CIC), ambos em Ilhéus.

PREFEITURA SUSPENDE 25 ALVARÁS DE TÁXIS EM ILHÉUS

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Gilson Nascimento anunciou a suspensão das isenções fiscais de taxistas

Gilson Nascimento anunciou a suspensão das isenções fiscais de taxistas

A Prefeitura de Ilhéus suspendeu as isenções fiscais de taxistas que obtiveram alvará no final do Governo Jabes, em 2016, ao cumprir liminar da Vara da Fazenda Pública. A justiça havia determinado a revogação do decreto que concedeu permissão ao grupo de taxistas para explorar o serviço. A ação judicial foi impetrada pelo Sindicato dos Taxistas de Ilhéus.

Hoje (4), a Superintendência de Transportes e Trânsito de Ilhéus, anunciou hoje (4) que vai informar ao Departamento Nacional do Trânsito (Detran) e à Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) as isenções. Os alvarás poderão ser cassados, caso o juiz Alex Venícius Miranda mantenha o mesmo entendimento liminar.

De acordo com a nota pública assinada pelo diretor da Sutran, Gilson Nascimento, caso, após o julgamento do mérito, sendo a decisão magistral contrária ao pedido do Sindicato dos Taxistas de Ilhéus, haverá a necessidade de emissão de um novo decreto, concedendo, novamente, a permissão do serviço público. A frota de táxis no município é composta de 450 veículos, segundo município.

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