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30 de setembro de 2020 | 09:30 pm

CLIENTE É PRESA APÓS SE RECUSAR A SER ATENDIDA POR NEGROS EM DELICATESSEN

Tempo de leitura: 2 minutos

Acusada de racismo é conduzida para a delegacia|| Foto leitor Correio

Uma mulher aparentando ter cerca de 60 anos foi presa, na tarde deste sábado (6), em uma delicatessen do bairro da Pituba, em Salvador, após se recusar a ser atendida por dois funcionários do estabelecimento, que são negros. A agressora e as vítimas foram ouvidas no início da noite. Ela foi identificada como Heloisa Onaga Kawachiya.
O fato aconteceu na delicatessen Bonjour, rua São Paulo. A cliente se recusou a ser atendida pelos funcionários Daniel Pereira da Silva, de 23 anos, e Ubiratan Santos Souza, de 22 anos. Daniel, que trabalha no restaurante há 3 anos, diz que o fato se repetiu algumas vezes ao longo dos últimos seis meses. “Nunca tratamos ela de forma diferente, ela dizia que não queria ser atendida por ‘pretos’, não queria que tocássemos nos talheres dela. Me senti realmente humilhado pois acho que nenhum ser humano deve ser tratado dessa maneira”, afirma.
Ubiratan relatou que a cliente só aceitava ser atendida por pessoas de pele clara e ignorava qualquer tentativa de assistência por negros. “Sempre que nos aproximávamos, ela virava as costas, fazia de conta que não tinha ninguém ali falando com ela. Se um colega de cor mais clara se aproximasse, ela aceitava o atendimento. Dessa vez foi necessário uma outra cliente se revoltar com a atitude dela para que a polícia fosse chamada”, disse.
SARGENTO NEGRO FOI IGNORADO PELA AGRESSORA
O chamado policial foi atendido por um grupamento que precisou conter a fuga da agressora, e durante a tentativa de condução à delegacia, um sargento da PM que preferiu não se identificar, foi ignorado por ser negro. “Todas as vezes que tentava conversar, ela subia o vidro do carro, daí quando um colega de pele clara se aproximava e fazia uma tentativa de diálogo, ela aceitava”, relatou o PM.
Segundo Paulo Sérgio, gerente da delicatessen, a cliente já havia destratado funcionários do local em ao menos outras duas ocasiões, com comentários considerados preconceituosos, mas desta vez passou dos limites. Foi ele que chamou a polícia depois que outra cliente se irritou com o comportamento da mulher. Leia mais no Correio 24h
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Esta publicação possui 0 comentários
  1. Sou negro, olhos claros esverdeados, cabelos lisos quase loiros, pele bem clara, traços fisionômicos turco/africanizados; um negrão, como se diz no jargão e prosódia do belíssimo Português. Tenho orgulho da Mama e do Papa africanos da gema!
    Se puxarem o mapeamento genético do genoma dessa suposta ariana/caucasiana, presunçosa, esnobe e elitista, vai se encontrar, bem grande, a sequencia completa dos cromossomos da nossa prolífica e adorada Mama África! Alguém bem poderia indicar que ela fosse tomar no Curdistão. Afinal, somos todos seres humanos, não indivíduos – porco, galinha, jumento, bode, – como ela nos quer.

  2. “Infelizmente em algumas partes do mundo acontece desas coisas,porém, esta gaza precisa provar uma coisa preta,talvez quem sabe seria uma injeção nas nádegas e ser curada essa coisa de besteirol”,só existe uma raça humana na terra de cor única”. Autor desconhecido.

  3. Por várias vezes, durante 6 meses, insistiam em atender a essa cliente que sempre recusava. Faltou o “se mancol” ou era messo assedio?
    Agora,desde o momento em que ela questionou a cor ou origem dos funcionários, errou demasiadamente.
    A cena se repetir durante 6 meses é merecedora do Livros dos Recordes.

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