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27 de setembro de 2020 | 07:29 am

ESTUDANTES DE ITABUNA PARTICIPAM DE PROGRAMA DE CRIAÇÃO DE APLICATIVOS

Tempo de leitura: 2 minutos

Estudantes participam de desenvolvimento de aplicativo

Estudantes do Colégio Estadual Félix Mendonça, em Itabuna, participaram do programa Technovation. A iniciativa é uma competição de tecnologia e empreendedorismo na qual times formados por cinco garotas de 10 a 18 anos desenvolvem aplicativos que solucionam problemas sociais.
Cerca de 50  estudantes participaram do programa, que é promovido numa parceria entre a organização americana Technovation Iridescent e o Instituto Paramitas (Plataforma Google). Os grupos da escola de Itabuna estão cadastrados para participar da seleção nacional, que levará as finalistas ao Vale do Silício, na Califórnia.
Para a diretora do Colégio Félix Mendonça, Rosimeire Guerra, o projeto é muito importante porque estimula nas mulheres o interesse pela tecnologia e empreendedorismo. “A atividade, promovida por cinco dias, apresentou todas as possibilidades para o desenvolvimento de um aplicativo que tem uma relevância social. Então tivemos muitos projetos relacionados à saúde, direito das mulheres, segurança, entre outros. Ficamos muito felizes com a proposta e conseguimos mobilizar uma atividade durante as férias das estudantes”, declarou.
APLICATIVO PARA MELHORAR A EDUCAÇÃO
Para a estudante do 1º ano do Ensino Médio, Anna Karoline Alcântara, 14 anos, o interesse no programa Technovation surgiu a partir da curiosidade em conhecer o funcionamento de um aplicativo. “Sempre tive a vontade de conhecer como esses sistemas funcionam. E o programa foi bastante explicativo sobre como podíamos desenvolver os aplicativos”, disse.
Anna criou com seu grupo um aplicativo para os pais de alunos acompanharem os filhos na escola. “Com ele, os pais podem ver as notas e faltas, ou até mesmo se o estudante foi para a escola. Também podem conferir as datas das reuniões de pais e mestres e observações dos professores para a melhoria para o desenvolvimento do filho”, explicou.
As estudantes, além de programarem aplicativos para celular, desenvolvem um plano de negócios para lançá-los no mercado. Os times são orientados por facilitadores e mentores da área tecnológica. As finalistas viajarão para o Vale do Silício, onde apresentarão seus aplicativos e planos de negócios para investidores na final mundial.
Além disso, irão concorrer a um prêmio de 10 a 15 mil dólares e apoio para a finalização e o lançamento do aplicativo no mercado. As vencedoras farão parte de uma rede de contatos e recursos que as ajudarão a seguir na carreira.

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