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7 de março de 2021 | 05:05 am

POLÍCIA DIZ QUE EX-PREFEITO DE VALENÇA PASSOU POR DOIS CATIVEIROS NA BAHIA

Tempo de leitura: 2 minutos

Da direita para esquerda são Carlos Eduardo, Márcio, André e Geraldo|| Foto PC-BA

O titular do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco), delegado Cleandro Pimenta, afirmou nesta segunda-feira (19) que o empresário e ex-prefeito de Valença, Ramiro José Campêlo de Queiroz, 70 anos, passou por dois cativeiros na Bahia até ser liberado em Simões Filho. E não no Espírito Santo, como foi divulgado pela própria polícia logo após o fim do sequestro.
O delegado Cleandro Pimenta disse que os acusados usaram dois imóveis, mas que ainda não sabe a localização exata deles. A polícia suspeita que, inicialmente, o ex-prefeito tenha sido levado para um imóvel na zona rural de Valença e, depois, para Dias D’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador. A vítima foi sequestrada na manhã do dia 18 de janeiro, quando os bandidos invadiram a sua casa.
No dia 14 deste mês, no município Caçapava, em São Paulo, a polícia baiana prendeu em flagrante quatro dos acusados de envolvimento no crime. Eles foram identificados como Carlos Eduardo Rabello, Márcio Reis dos Santos, André Luís Maciel Santos e Geraldo Alves de Carvalho. O mineiro André Luís Maciel, um dos acusados do crime, cumpriu pena na Penitenciária Lemos Brito,  em Salvador, e nos últimos anos morava Guaibim, em Valença.

Sequestrado em janeiro, Ramiro foi liberado no dia 12 em Simões Filho

FORAM PRESOS ENQUANTO DIVIDIAM PARTE DO DINHEIRO
Os homens foram detidos em uma churrascaria no momento em que dividiam parte do dinheiro pago pelo resgate da vítima, liberada dois antes.  Depois de ser liberado pelos sequestradores, o empresário pegou um táxi e foi para a casa de um dos filhos em Salvador, chegando ao local por volta das 18 horas do dia 12. Ele levou uma queda no cativeiro e está com um dos braços machucado.
De acordo com a polícia, o resgate foi pago para integrantes da quadrilha no município de Taubaté, em São Paulo. A polícia já sabe que o bando foi divido em dois grupos, um que negociava com a família e outro que vigiava a vítima. Não foi informado quanto exatamente foi pago pelo resgate. Já foram recuperados quase meio milhão de dólares, além de apreendido dois veículos, modelo Honda Fit e HB20.

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