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13 de agosto de 2020 | 05:32 pm

CORPO DE MUNIZ É VELADO NO SAF; ONG COBRA APURAÇÃO RIGOROSA DE ASSASSINATO

Tempo de leitura: 2 minutos

Corpo de Muniz será enterrado em Itabuna nesta terça

O corpo do ex-assessor parlamentar Antônio Muniz está sendo velado no SAF, em Itabuna, e deverá ser enterrado nesta terça (5), às 10h, no Cemitério Campo Santo. Muniz tinha 49 anos e foi assassinado no final da noite deste domingo (3), no Semianel Rodoviário, próximo ao Condomínio Jardim América.
O corpo estava ao lado do carro da vítima e apresentava sinais de estrangulamento, de acordo com a Polícia Militar, que foi comunicada por volta das 22h50min de ontem, de acordo com o comandante do 15º Batalhão da PM, Daniel Riccio. Nenhum suspeito havia sido preso até esta noite de segunda.
De acordo com testemunhas, Muniz estava em um forró promovido por uma emissora de TV local, na Avenida Manoel Chaves (Kennedy), ontem à noite, de onde saiu com destino à residência, no Jardim América. O ex-assessor pode ter sido morto por uma pessoa a quem ele deu carona.
Muniz era figura querida tanto no meio político, quando assessorou por vários anos o ex-vereador Roberto de Souza (PSD) e continuou com ele, agora sendo produtor do Programa Resenha da Cidade, antes apresentado na Difusora e hoje na Rádio Nacional. Em 2016, Muniz também foi assessor da Prefeitura de Itabuna.
ONG COBRA APURAÇÃO RIGOROSA E JUSTIÇA
Antônio Muniz também foi fundador e era membro da ONG Acari. A instituição emitiu nota lamentando a morte do administrador de empresas. A ONG cobrou “apuração rigorosa” e informou que os seus membros estão “acompanhando o caso, para que os autores sejam devidamente punidos”.
Os dirigentes da ONG Acari também lembram do cidadão e do profissional Muniz. “Vítima da crescente onda violência urbana que grassa em nosso município, Muniz foi um cidadão que – como líder estudantil, assessor parlamentar, servidor municipal e produtor radiofônico – pregou a solidariedade, o valor da dignidade humana e o respeito ao semelhante; fez da atividade profissional instrumento de transformação social e lutou por uma Itabuna mais justa, igualitária e fraterna”, manifestou-se a diretoria da Acari, por meio de nota

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