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24 de novembro de 2020 | 02:44 am

UESC FIGURA EM RANKING MUNDIAL DE ECONOMIAS EMERGENTES DA “TIMES HIGHER EDUCATION”

UESC FIGURA EM RANKING MUNDIAL DE ECONOMIAS EMERGENTES DA “TIMES HIGHER EDUCATION”
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A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) confirmou a ascensão registrada em 2019 e aparece, novamente, em ranking mundial universitário da Times Higher Education World (THE). Desta vez, na edição específica para instituições de ensino superior (IES) de economias emergentes, edição 2020.

De acordo com a assessora de Relações Internacionais da Uesc, Ticiana Grecco Zanon Moura, o ranking analisou 533 universidades de 47 países, incluindo China, Índia, México, Taiwan e Turquia. “Das 296 universidades públicas brasileiras, somente 46 preencheram os critérios de avaliação”, afirma a assessora de Relações Internacionais.

“Nesse grupo, a Uesc ocupa 38ª posição entre as brasileiras. No que concerne a região Nordeste do Brasil, a Uesc ocupa o 6º lugar, atrás de grandes universidades, como a Universidade Federal do Ceará (UFC), Universidade de Fortaleza (Unifor), Universidade Federal da Bahia (UFBA) a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Na Bahia, só a UFBA e a Uesc foram avaliadas”, explica a professora.

THE

Os Rankings Universitários da “Times Higher Education World” são as únicas tabelas de desempenho global que julgam as universidades por suas pesquisas em todas as principais missões: ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectivas internacionais.

A Times Higher Education World utiliza os mesmos 13 indicadores de desempenho cuidadosamente calibrados para fornecer as comparações mais abrangentes e equilibradas, confiáveis por estudantes, acadêmicos, líderes de universidades, indústria e até governos, mas as ponderações são especialmente direcionadas para refletir as características das universidades de economia emergente.

CRITÉRIOS

O estudo analisa cinco critérios principais: qualidade de ensino (ambiente de aprendizagem, reputação, desempenho estudantil, número de professores com doutorado, docentes premiados e renda institucional); volume de publicações de pesquisa; citações em artigos científicos; projeção internacional (número de alunos e de professores estrangeiros); e troca de conhecimento com outras instituições.

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