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25 de novembro de 2020 | 08:14 am

BAHIA ESTÁ ENTRE OS 10 MAIORES PRODUTORES DE CACHAÇA DO BRASIL

BAHIA ESTÁ ENTRE OS 10 MAIORES PRODUTORES DE CACHAÇA DO BRASIL
Tempo de leitura: 2 minutos

A Bahia está entre os 10 estados brasileiros com mais estabelecimentos registrados para a produção da cachaça e aguardente de cana. Os outros maiores fabricantes são Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Ceará, Pernambuco, Paraná e Rio de Janeiro

Brasil tem 4.003 marcas de produtos classificados como cachaça e 701 de aguardente de cana registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Os dados estão na publicação “A Cachaça no Brasil: Dados de Registro de Cachaças e Aguardentes” referente ao ano de 2019.

Estão registrados 1.086 produtores de aguardente e de cachaça, sendo que 165 produzem as duas bebidas; 192 produzem apenas aguardente e 729 produzem apenas cachaça.

Para comercializar aguardente e cachaça no Brasil, é obrigatório o registro no Mapa tanto do estabelecimento produtor, estandardizador e engarrafador como dos produtos.

CACHAÇA

O estado de Minas Gerais ocupa a primeira posição na produção de cachaças, sendo que o número de produtores registrados é quase o triplo do segundo colocado, São Paulo. A Região Sudeste concentra 622 estabelecimentos registrados, sendo que Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro juntos concentram cerca de 70% dos produtores de cachaça registrados.

A proporção foi igual ao ano anterior, com a região Nordeste com 129 estabelecimentos, correspondendo a 14,4%, a região Sul com 101, equivalendo a 11,3%, a região Centro-Oeste com 33, (3,7%) e, por fim, a região Norte, com 9 produtores, com a menor parcela, de 1%.

Em relação ao número de marcas de produtos de cachaças registrados, houve um aumento de 9,73% em relação ao ano de 2018.

O número de estabelecimentos registrados aptos a produzirem aguardente teve uma redução de 41,57% em relação ao ano anterior. Considerando o número de marcas de produto aguardente, (701) houve uma redução de 62,35% em relação ao ano anterior.

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