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28 de novembro de 2020 | 02:12 pm

“O MUNDO É DOS INTRÉPIDOS”, DISSE-ME CIDA BERGER

“O MUNDO É DOS INTRÉPIDOS”, DISSE-ME CIDA BERGER
Tempo de leitura: 2 minutos

Cida Berger era corretora quando tomou a decisão de ir para a Europa tocar o próprio negócio e morar pertinho dos irmãos Bob e Adriana.

Manuela Berbert || manuelaberbert@yahoo.com.br

Dizem os especialistas em performance que somos a média das cinco pessoas com quem mais convivemos. Logo, se essas pessoas não nos inspiram, é hora de rever essas companhias! Particularmente acredito que somos as nossas conexões, afinal ninguém nasce pronto e os dispostos acabam entrelaçando a vida de alguma forma, em algum momento. (O que torna o fim destes ciclos algo comum também, com cada um seguindo seu baile com o seu “cada qual” do momento!) Ok, concordo que falamos quase a mesma coisa, mas acrescento a possibilidade dos rompimentos como algo natural!

E foi pensando nisso tudo que escrevi esse artigo sobre os intrépidos, que são, para quem não sabe, as pessoas arrojadas e corajosas. Aprendi esse termo com minha amiga Cida Berger, natural de Itabuna, hoje empresária do ramo alimentício em Portugal.

Eu fico num orgulho “da porra” (permitam-me a gíria baiana, mas o momento pede!), quando vejo outra amiga nossa, que mora na Espanha, reclamar no WhatsApp: “Não consigo comprar os queijos Estrela do Sul porque vivem esgotando no mercado daqui!” Cida sorri e pede paciência, afinal sua fábrica já não tem dado conta realmente de abastecer os mercados dos países vizinhos, mas a expansão da produção está sendo montada.

Cida Berger era corretora quando tomou a decisão de ir para a Europa tocar o próprio negócio e morar pertinho dos irmãos Bob e Adriana. Nós dividíamos apartamento em Salvador na época (mesmo eu não podendo pagar o aluguel), e escutava diariamente a frase “Manuca, o mundo é dos intrépidos!”, enquanto assistia TV e fazia companhia a ela, que passava horas sentada na mesa da sala planejando a futura empresa.

Cida foi, naturalmente, uma das primeiras pessoas a saber o rumo que a marca Cola Na Manu estava tomando, apesar da distância física atual. “Estamos abrindo duas lojas, com marca própria de camisetas, sandálias e outras coisinhas em Porto Seguro e Itacaré. Uma marca genuinamente baiana, com a nossa cara. Será que um dia você vai passar por um turista aí em Portugal usando uma tee-shirt Cola Na Manu Store?”, questionei, sorrindo. “Manuca, o mundo é dos intrépidos!”

Manuela Berbert é publicitária.

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