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8 de maio de 2021 | 09:54 pm

PROFISSIONAIS DO HOSPITAL COSTA DO CACAU RECEBEM A 2ª DOSE DA CORONAVAC

PROFISSIONAIS DO HOSPITAL COSTA DO CACAU RECEBEM A 2ª DOSE DA CORONAVAC
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Profissionais do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, já estão recebendo a segunda dose da CoronaVac, vacina de uso emergencial aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por determinação da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), todos os funcionários das unidades de saúde do estado devem receber a vacinação contra a Covid-19. A segunda dose começou a ser aplicada nos profissionais do hospital ilheense no dia 16.

As primeiras doses foram aplicadas ainda em janeiro, seguindo o fluxo de acordo com os protocolos estabelecidos de aprazamento para a segunda dose, que compreende o período de 14 a 28 dias para a sua aplicação. Estudos do Instituto Butantan, de São Paulo, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, apresentaram uma eficácia geral de 50,38% para casos muito leves, 78% para leves e 100% para moderados e graves.

Ainda em janeiro parte dos funcionários do HRCC recebeu a primeira dose da vacina Oxford/AstraZeneca. A segunda dose está prevista para ser aplicada dentro do prazo estabelecido de até 90 dias. O imunizante é desenvolvido pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a universidade de Oxford, da Inglaterra, e teve seu uso emergencial também autorizado pela Anvisa.

No Brasil, estudos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Rio de Janeiro, responsável pela produção da vacina Oxford/AstraZeneca no país, apresentaram eficácia geral de 76%, dos 22 aos 90 dias após a aplicação da primeira dose. Na segunda dose sua eficácia geral sobe para 82,4% e nos casos graves da doença, a eficácia apresentada foi de 100%.

De acordo com a enfermeira Indira Borges, coordenadora do Núcleo Epidemiologia Hospitalar (NHE) do HRCC, mesmo após a aplicação da segunda dose, as pessoas vacinadas devem continuar com os cuidados de prevenção contra a Covid-19. “Receber a vacinação não te livra da infecção, mas se o vacinado for infectado não terá quadros mais graves da doença, assim mostram os estudos. Além disso, o vacinado infectado pode transmitir o vírus para outra pessoa não vacinada, por isso é importante ainda os cuidados, como uso de máscara e higienização. Só atingiremos um nível de segurança maior, quando a maioria da população estiver imunizada”, explicou.

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