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14 de abril de 2021 | 02:59 am

A CORRENTE SOLIDÁRIA POR DONA MAURINA

A CORRENTE SOLIDÁRIA POR DONA MAURINA
Tempo de leitura: 2 minutos

Celina Santos

Uma mulher firme e, ao mesmo tempo, doce, que chega na próxima quarta-feira (10) aos 89 anos de vida. Para os moradores do Banco Raso, em Itabuna, dona Maurina dos Anjos Oliveira está no imaginário como aquela que costurou e lavou roupas para muitas famílias.

Mais recentemente, teve a imagem tornada pública, porque foi alvo de uma ação de despejo que lhe tirou a casa onde viveu por cerca de 60 anos e onde criou nove filhos. Aquele imóvel fora doado de forma verbal, como uma espécie de indenização trabalhista, ao marido dela, o saudoso seu Casé.

Esta jornalista que vos escreve traz a trajetória de dona Maurina neste Dia da Mulher, que transcorre em 08 de março. Dois dias antes do aniversário de 89 anos dela, hein? Em ligeiras palavras, é a história de uma figura feminina tão querida por onde passa.

Além disso, considero mais do que legítimo reiterar e – por que não dizer? – gritar a todos os ouvidos possíveis que essa personagem real foi injustiçada em plena pandemia. Um tempo que tanto motiva as mais diversas faces da vulnerabilidade de TODOS nós.

“VAKINHA” DE AMOR AO PRÓXIMO

Ao mesmo tempo, compartilhamos sobre um movimento de apoio nutrido entre família e amigos (braços tão fortes na construção das relações humanas).

Um conjunto de vozes que se levanta, inclusive no vasto espaço das redes sociais, para buscar apoio numa “vakinha” iniciada em janeiro, para contribuir com a compra de uma casa no bairro onde dona Maurina vive há décadas.

No link https://www.vakinha.com.br/vaquinha/idosa-de-itabuna-sonha-com-casa-propria é possível fazer parte desta corrente solidária.

EVENTOS PLANEJADOS

Outra frente planejada para reforçar o montante a ser adquirido com a citada vakinha é a realização de eventos virtuais, no esquema “drive-thru” ou para entrega em bairros vizinhos. É o caso de um leilão de tortas, feijoada, bazar, entre outras iniciativas possíveis neste momento norteado pelas medidas sanitárias.

Vale reiterar, ainda, que aqui se fala sobre uma construção coletiva de ideias frente à mais absoluta indignação ao ver uma adorável mulher ser despejada do seu lar. Junto a flores, frutas e um imenso manto de afeto testemunhado por todos que puderam frequentar aquele espaço.

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