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14 de junho de 2021 | 03:54 am

APÓS 7 ANOS COM TUMOR RARO NO CÉREBRO, MENINO PASSA POR CIRURGIA EM HOSPITAL ITABUNENSE

Tipo raro de tumor cerebral foi registrado 330 vezes em todo o mundo
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Nos últimos sete anos, a vida da dona de casa Luciana Martins dos Santos foi marcada por dias angustiantes e noites mal dormidas. Foi um período com idas e vindas aos postos de saúde, aos consultórios médicos e hospitais em busca de uma resposta para as crises convulsivas diárias que o filho, hoje com 13 anos, começou apresentar quando tinha seis anos.

Uma cirurgia realizada na Santa Casa de Misericórdia Itabuna (SCMI) pode mudar esse quadro. O procedimento – feito no Hospital Materno-Infantil Manoel Novaes –  ajudará no controle das crises convulsivas e amenizará o sofrimento da família, moradora do município de Gongogi, no sul da Bahia.

As crises que o menino sofria eram agravadas pelo denominado “Tumor Neuroepitelial Disembrioplásico”, considerado um tipo raro. O tumor foi confirmado por exame anatomopatológico. A cirurgia para a sua remoção foi custeada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O tumor cerebral raro se manifestava por meio de crises convulsivas recorrentes e de difícil controle. “A tendência é que esse paciente não sofra mais com as crises constantes e tenha melhor qualidade de vida”, adianta o chefe do serviço de Neurocirurgia da SCMI, o médico Sílvio Porto.

O médico neurocirurgião pediátrico Fernando Schmitz, responsável pela cirurgia, explica que, conforme estudos, foram registrados cerca de 330 casos deste tipo de tumor no mundo inteiro. O paciente já recebeu alta médica e seguirá acompanhado pela equipe de oncologia e de neurocirurgia Hospital Manoel Novaes para avaliação clínica periódica em relação a cirurgia e o controle das crises convulsivas.

QUALIDADE DE VIDA

Depois da cirurgia, a dona Luciana Martins espera que as idas ao médico para levar o filho não ocorra com tanta frequência. Ela conta que, por causa das crises convulsivas frequentes e violentas, nos últimos cinco anos, tem dedicado quase todo o tempo para cuidar do filho. “Ele não podia ficar 10 minutos sozinho porque eu tinha muito medo. Ele já foi levado algumas vezes para atendimento de urgência por cair e machucar a cabeça”.

O médico neurocirurgião pediátrico Fernando Schmitz explica que o paciente sofria de crises convulsivas de difícil controle. “A criança estava em uso de três medicações anticonvulsivantes, tomando vários comprimidos por dia e, mesmo assim, sem o controle total das crises. Por isso, mesmo com 13 anos de idade, ele necessitava de supervisão 24 horas por dia, devido as crises frequentes e risco constante de se machucar”.

O neurocirurgião explica que, conforme relatado na literatura, até 50% dos pacientes com o tipo de tumor detectado no menino tem controle total das crises após serem submetidos a cirurgia. A outra metade tem uma melhora no controle das crises convulsivas. “No caso desse paciente, ainda não podemos afirmar se ficará definitivamente livre das convulsões, caso não tenha a situação completamente sanada, sofrerá menos e terá uma melhor qualidade de vida”, adianta o médico.

HOSPITAL USA LEITURA E ARTES PARA ALIVIAR ANSIEDADE DE PACIENTES COM COVID-19

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Com apoio da Gerência de Enfermagem e do setor de Psicologia, enfermeiras da Unidade Covid do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, montaram um espaço de leitura, com jogos de caça palavras, livros diversos e de pintura para aliviar a ansiedade de pacientes em tratamento contra o novo coronavírus. Além disso, no ambiente, foi colocado um rádio para que os assistidos possam ouvir músicas.

O espaço para entretenimento, localizado na enfermaria da Unidade Covid, foi idealizado e sugerido pela enfermeira Roseane de Jesus Santos, que, atenta à humanização, percebeu a necessidade que esse paciente com quadro clínico mais estável – ou em melhoria – “pudesse ter momentos de distração, refletindo em sua recuperação e melhorando seu bem-estar”.

De acordo com a enfermeira Bianca Nascimento, coordenadora de Internamento do 1º andar do HRCC, o tempo de internação de um paciente na enfermaria da Unidade Covid dura cerca de 10 dias. “As enfermeiras do setor notaram que esses pacientes tendem a ficar ansiosos, pela ausência do convívio familiar, pela ausência de telefones celulares, ou pelo quadro clínico em si, e algumas medidas devem ser tomadas para o atendimento humanizado”, disse.

Bianca Nascimento reconheceu o trabalho das colegas e parabenizou a iniciativa. “A enfermaria conta com 26 leitos e sabemos que os pacientes Covid precisam de mais humanização em seu atendimento, a enfermagem está com paciente 24h e tem prestado um excelente trabalho. Parabéns a enfermeira Roseane e a todos os enfermeiros que têm tornado esse espaço mais alegre”, destacou.

GOVERNO DO ESTADO ENTREGARÁ GESTÃO DE NOVO HOSPITAL DE ILHÉUS À PREFEITURA NO DIA 28

Hospital materno-infantil deverá ser inaugurado no próximo dia 28
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O Governo da Bahia confirmou a entrega do novo hospital materno-infantil de Ilhéus para o próximo dia 28 de junho, aniversário do município. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), as obras já foram concluídas e os equipamentos estão em fase final de instalação.

A unidade de saúde, na Conquista, foi erguida no espaço do antigo Hospital Regional Luiz Viana Filho, fechado em 2017, quando o governo baiano inaugurou o Hospital Costa do Cacau, na Rodovia Ilhéus-Itabuna.

Segundo a Sesab, a unidade será administrada pela Prefeitura de Ilhéus. O estado fará a cessão do hospital em ato que aguarda a assinatura do prefeito Mário Alexandre. Após a assinatura, o município será o responsável pela gestão e operacionalização da unidade materno-infantil. Hoje, a Sesab anunciou que o sistema será de coparticipação entre município e estado.

A Prefeitura de Ilhéus ainda precisa definir a empresa que administrará o hospital materno-infantil. “A expectativa é que a prefeitura de Ilhéus faça a contratação de uma organização social para assumir a gestão da unidade nos próximos 15 dias, ainda a tempo da inauguração”, informou a Sesab em nota enviada aos meios de comunicação.

INAUGURAÇÃO ADIADA

A entrega estava prevista para maio. O hospital contará com 105 leitos e UTIs neonatal e pediátrica. A unidade será referência para o sul da Bahia em cirurgia pediátrica e parto de alto risco.

MP-BA RECORRE À JUSTIÇA PARA GARANTIR O FUNCIONAMENTO DE MATERNIDADE EM ILHÉUS

Maternidade suspendeu serviços alegando falta de repasses
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O Ministério Público da Bahia ajuizou ação civil contra o Município de Ilhéus e a Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus, mantenedora da maternidade Santa Helena. O MP-BA pediu que a justiça determine retorno do serviço de pediatria e neonatologia da unidade hospitalar até, pelo menos, a inauguração do Hospital de Referência Materno-Infantil da cidade, prevista para o final deste mês.

Segundo o promotor de Justiça Pedro Nogueira Coelho, um impasse quanto à destinação de verbas para pagamentos dos profissionais da maternidade levou à interrupção do serviço, a ponto de duas gestantes não terem sido atendidas na terça-feira em razão da falta de médicos.

Na ação, é solicitado à Justiça que determine, em decisão liminar, a retomada imediata do serviço, com corpo clínico adequado, composto de ao menos um pediatra, um obstetra e um anestesista. Solicita que seja enviada à Justiça a escala de plantão no prazo de 72 horas. “Indubitável que a interrupção das atividades por parte dos médicos da maternidade, antes da inauguração do novo hospital, coloca sob risco de grave lesão a saúde pública, gerando inaceitável desassistência às parturientes e nascituros”, afirmou o promotor.

O QUE DIZEM A PREFEITURA E A SANTA CASA DE ILHÉUS

De acordo com o MP-BA, a Santa Casa alega que o atraso das verbas federais pela Secretaria de Saúde de Ilhéus tem impossibilitado o pagamento dos médicos. Já a Secretaria nega ter pendências financeiras com a instituição e argumenta que houve redução dos valores dos repasses em razão da queda da produção da unidade hospitalar, o que teria gerado a redução do valor dos repasses efetuados.

Pedro Nogueira destaca que uma solução judicial é urgente para não “impor às parturientes locais que aguardem por ainda mais tempo a boa vontade do Município de Ilhéus e da Santa Casa de Misericórdia na solução do impasse”.

TEMENDO FALTA DE KIT INTUBAÇÃO, HOSPITAL DE BASE SUSPENDE CIRURGIAS ELETIVAS

Cirurgias eletivas são suspensas no Hospital de Base em Itabuna
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O Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, anunciou, nesta terça-feira (1º), suspendeu de cirurgias eletivas, ou seja, aquelas que são programadas pelos médicos. O motivo é o risco de faltar medicamentos do kit intubação, usados em pacientes com a Covid-19 e também em pessoas submetidas a procedimentos cirúrgicos.

O alerta para uma possível falta de medicações do kit, como sedativos e analgésicos, foi dos laboratórios que fornecem os remédios aos hospitais. “A direção do Base, junto à Fundação de Atenção à Saúde de Itabuna, avaliou que seria melhor manter apenas as cirurgias de emergência”, afirmou o médico Eduardo Kovalski, presidente da Fasi.

A falta dessas medicações ocorre por causa do aumento do número de casos da Covid-19 na Bahia. “Em lugares como Teixeira de Freitas e Barreiras, por exemplo, já não há mais leitos e muitos pacientes estão vindo para Itabuna, o que é um sinal de alerta”, disse Eduardo Kovalski.

No entanto, o Hospital de Base ainda tem medicamentos em estoque. “É uma medida preventiva”, ponderou a secretária municipal de Saúde, Lívia Mendes.

A unidade, que tem 20 leitos UTI exclusivos para o tratamento da Covid -19 está com 75% de ocupação. “Apenas um paciente é de Itabuna, o restante de outros municípios”, informou presidente da Fasi, Eduardo Kovalski.

De acordo com dados da Divisão de Vigilância Epidemiológica, 537 pessoas morreram por complicações da Covid -19 em Itabuna. No município do sul da Bahia há o registro mais de 400 casos ativos e quase quatro mil positivos.

AGLOMERAÇÕES EM CONDOMÍNIOS

Mesmo com o crescente número de casos da doença, provocada pelo coronavírus, algumas pessoas continuam realizando festas clandestinas e aglomerações, o que representa a maior causa da Covid-19.

No último domingo (31), a Polícia Militar acabou festas em dois condomínios de Itabuna. Nos dois locais havia aglomeração e as pessoas não usavam máscara. “É preciso consciência, principalmente da juventude que não foi vacinada. São necessários evitar aglomerações e manter o distanciamento”, orientou Kovalski

CIENTISTAS DA UESC COLABORAM PARA DOAÇÕES DE ÓRGÃOS EM ILHÉUS E ITABUNA

Equipe do Lafem
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O trabalho de análises laboratoriais para diagnóstico do novo coronavírus (SARS-CoV-2), que provoca a Covid-19, realizado pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) por meio do Laboratório de Farmacogenômica e Epidemiologia Molecular (Lafem), ganha importância ainda maior quando, pela proximidade com os hospitais de Ilhéus e Itabuna, possibilita a doação de órgãos de pacientes que tiveram morte encefálica comprovada.

Na última semana de maio, um doador teve diagnóstico de morte encefálica no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna (veja aqui). Após os procedimentos protocolares, foram feitos exames comprobatórios determinados pela Legislação Brasileira, inclusive o RT-PCR, viabilizando a captação de múltiplos órgãos para doação durante a pandemia.

A professora Ana Paula Melo Mariano, responsável técnica pelo Lafem, destaca que o trabalho do laboratório facilita muito a dinâmica das doações, já que o exame RT-PCR, usado para identificar o coronavírus, não precisa ser feito em Salvador. “Enviar as amostras para um local distante retarda o processo e essa demora pode não resultar em tempo hábil para a execução da captação dos órgãos e a concretização das doações”, explica.

“No momento em que temos um laboratório para otimizar o diagnóstico no tempo previsto, criamos possibilidade de salvar uma grande quantidade de vidas através da doação de órgãos. Isso é de grande valor para nossa região, para a Uesc, que viabilizou a operacionalidade do laboratório, e para toda população”, acrescenta.

SALVAR VIDAS É O OBJETIVO FUNDAMENTAL, AFIRMA REITOR

O reitor da Uesc, Alessandro Fernandes, ressalta o papel dos pesquisadores nos esforços de enfrentamento da pandemia. “A Universidade Estadual de Santa Cruz tem auxiliado ao Governo do Estado no diagnóstico do SARS-CoV-2. E, mais que isso, tem ajudado a salvar vidas preciosas para todos nós. Esse é o nosso objetivo fundamental”.

ITABUNA: BEBÊ PASSA POR CIRURGIA CARDÍACA INÉDITA NO SUL DA BAHIA

Thalia (à esquerda) diante da pequena Alice, sua filha, que passou por cirurgia cardíaca no Hospital Manoel Novaes
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Recupera-se bem uma bebê de 40 dias que foi submetida a uma cirurgia de correção de persistência do canal arterial, procedimento inédito no sul da Bahia. Prematura de 29 semanas e quatro dias, Alice está internada, desde o dia 17 de abril, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Manoel Novaes (HMN), em Itabuna, para ganhar peso, pois nasceu com 1,225 kg, e com problema de canal arterial persistente. Por isso, fora submetida a uma cirurgia de emergência.

Conduzido pelos médicos Sidnei Nardeli, coordenador do Serviço de Cirurgia Cardiovascular da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna (SCMI), e Pablo Namorato, cirurgião cardiovascular pediátrico da SCMI, o procedimento foi feito na noite da última quinta-feira (27) no Centro Cirúrgico do HMN. “Inicialmente, tentamos resolver o problema com medicamentos, mas sem o resultado esperado. Por isso, decidimos pela intervenção e o bebê está apresentando uma evolução muito boa”, relata Pablo Namorato.

Os médicos Pablo e Sidnei, que conduziram a operação da recém-nascida

De acordo com o médico Pablo Namorato, a persistência do canal arterial é necessária para o crescimento do bebê. “Depois do nascimento, esse canal é fechado naturalmente. Quando isso não ocorre, é feito tratamento com medicação. Quando o resultado não é satisfatório, fazemos intervenção cirúrgica. Este foi o caso da nossa paciente, que tinha muita dificuldade para respirar e hoje está bem”. Hoje, Alice está com um pouco mais de 1,715kg.

PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL

O cirurgião cardiovascular Sidnei Nardeli explica que o canal arterial é uma estrutura fetal que existe entre as duas artérias que saem do coração (aorta e pulmonar). “Uma estrutura que todas as pessoas têm aberta e com fluxo, quando estão no útero materno. Quando o bebê nasce, o canal deve fechar. No caso dessa criança, não fechou, o que estava possibilitando a passagem de uma grande quantidade de sangue para o pulmão, podendo causar insuficiência respiratória e outras complicações. Caso não seja cuidado, a longo prazo, essa complicação pode até causar danos irreversíveis. O bebê poderia torna-se um adulto com a qualidade de vida muito ruim”, conta.

Alice se recupera bem da cirurgia e já ganhou meio quilo desde o nascimento

Sidnei Nardeli detalha que, com esse tipo de patologia, o bebê pode enfrentar uma série de complicações de saúde, porque causa o roubo de fluxo, encharca o pulmão e pode comprometer outros órgãos. “Durante muito tempo, aqui na Bahia, esse tipo de cirurgia era feita em outros centros distantes, como Salvador, mas há dois anos implantamos em Vitória da Conquista, no Hospital IBR, e agora trouxemos esse serviço para Itabuna”.

COMPLEXIDADE E ALTO CUSTO

A equipe que participou de todas as etapas do procedimento cirúrgico

O cirurgião cardiovascular destaca que antes esse tipo de cirurgia exigia uma logística complexa. “Para levar essa paciente para Salvador, por exemplo, precisaria de uma UTI área porque é um prematuro extremo, de alto risco. Fazendo esse procedimento na unidade onde ela está internada reduz muito o risco de ter uma complicação no transporte. Além do alto risco no deslocamento, o serviço de transporte é muito caro. São muitas as vantagens com a realização desse tipo de procedimento aqui em Itabuna”.

A diretora técnica do Hospital Manoel Novaes, Fabiana Chávez, comemorou o sucesso da primeira cirurgia cardíaca pediátrica no sul da Bahia. “Esse procedimento significa um avanço fantástico na nossa assistência. Pela primeira vez na nossa história realizamos um procedimento desse tipo na nossa região. Essa é uma conquista para ser celebrada por todos, principalmente por ter sido realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”.

Quem também comemorou muito o sucesso da cirurgia foram o motoboy André Luís de Souza e a estudante Thalia de Oliveira Ferreira, pais da pequena Alice, moradores do bairro Novo Prado, em Itamaraju, no extremo-sul da Bahia. “A gravidez da minha esposa foi de alto risco e tivemos que esperar o município regular para que ela recebesse o atendimento adequado. Ela ficou uma semana esperando lá. Sofreu muito antes de ser transferida para aqui, onde teve atendimento de excelência”, recordou-se.

CARTILHA DA FUNDAÇÃO DO CÂNCER ENSINA A COMO PARAR DE FUMAR

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) comemora hoje (31) o Dia Mundial sem Tabaco com a campanha “Comprometa-se a parar de fumar”, visando a promover uma mobilização global para combater o hábito de fumar. Cada país, cada setor da sociedade e instituições ajudam a sensibilizar as pessoas de que fumar faz mal à saúde e que é fundamental deixar o hábito.

A Fundação do Câncer lançou em seu site a cartilha Prática para Parar de Fumar, que orienta a população sobre os malefícios do tabaco. “O que a gente fez foi uma cartilha com algumas dicas para aqueles que fumam, mostrando a importância de parar de fumar e o mal que esse hábito faz à saúde da própria pessoa e dos outros. A OMS fez uma relação de 100 razões para motivar as pessoas a pararem de fumar”, disse à Agência Brasil o diretor executivo da Fundação do Câncer, Luiz Augusto Maltoni.

A cartilha deixa claro que o tabagista é um dependente químico. “É um dependente da nicotina, e a gente entende isso como uma doença”, ressaltou o médico. É preciso que o fumante se convença de que precisa de ajuda, se conscientize disso e, depois, tome a decisão de parar. “Não é simples. A gente entende isso pela própria dependência”, afirmou.

Maltoni explicou que a dependência da nicotina ocorre, inclusive, com abstinência. Por isso, é muito importante ter apoio de quem está próximo, da família, dos amigos. Para os dependentes, ele recomendou que não devem ter vergonha mas, ao contrário, precisam exteriorizar a vontade de parar de fumar, porque obterão ajuda.

MUDANÇA DE HÁBITOS

Uma das principais recomendações para a pessoa deixar de fumar é a mudança de hábitos, porque existe todo um cenário externo que facilita o hábito de fumar. Tomar um cafezinho após o almoço é um deles. A cartilha ajuda, indicando mudanças. Em vez do café, por exemplo, beber água. “Enfim, fazer alguma coisa diferente daquilo que leva a pensar ou ter vontade de fumar. Criar hábitos saudáveis, como alimentação adequada, exercícios físicos, tomar bastante líquido”, disse o médico.

Luiz Augusto Maltoni destacou também que tanto no sistema privado, quanto no Sistema Único de Saúde (SUS), há orientações sobre locais e gente treinada para ajudar quem quer deixar de fumar. O Disque Saúde atende pelo número 136. De maneira geral, as abordagens iniciais são feitas por profissionais da saúde que conversam, compreendem o grau de dependência do fumante e definem qual o melhor caminho a seguir.

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ITABUNA: HOSPITAL DE BASE FAZ PRIMEIRA CAPTAÇÃO DE MÚLTIPLOS ÓRGÃOS DURANTE PANDEMIA

Equipe que trabalhou na primeira captação de múltiplos órgãos durante a pandemia
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A equipe do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), de Itabuna, composta pelos médicos Fernando Alves Junior, Caroline Andrade e Jilvan Silveira, fez a primeira captação de múltiplos órgãos em Itabuna desde o início da pandemia. O trabalho foi realizado juntamente com a equipe do médico Ávio Brasil Viriato e os enfermeiros Silvana Batista, Luciana de Moraes, Ronaldo Vital e Jadson Nascimento, da Organização de Procura de Órgãos do Sul da Bahia (OPO-Sul).

O doador H.C.N.S teve diagnóstico de morte encefálica e, após a família dele acompanhar todo o processo de protocolo e acolhimento da psicóloga Milena Esteves Cerqueira, foram feitos testes comprobatórios determinados pela Legislação Brasileira.

Após a constatação do doador potencial, procedeu-se entrevista de doação na qual a família disse sim ao ato. A doação de múltiplos órgãos pode beneficiar e salvar a vida de até cinco pessoas, que já estão na fila de espera para o transplante. A escolha dos receptores segue a prioridade da Central Estadual de Transplante de acordo com a compatibilidade de cada órgão.

“O Hospital de Base é uma rede de apoio à saúde de Itabuna e dos mais de 100 municipais atendidos. A realização de uma captação de múltiplos órgãos capacita cada vez mais, nossas equipes a realizarem ações como essas, que são grandiosos a nível de saúde pública e de conscientização deste gesto”, destaca a secretária de Saúde de Itabuna, Lívia Mendes.

VIDAS SALVAS E CONSCIENTIZAÇÃO

O médico Eduardo Kowalski, que preside a fundação que mantém o Hblem, vê nesta primeira captação durante a pandemia é mais que um marco. “É um grande avanço para o hospital e para nós que estamos na linha de frente, pois marca uma nova linha de assistência pós-covid”, disse. “No começo da pandemia, estávamos com dificuldade na captação de novos órgãos e, a partir de agora, o hospital passa a atender pessoas que estão nas filas de transplantes e precisam de órgãos, e também, na conscientização da importância da doação”, diz.

O diretor médico do Hblem, Fernando Alves Pereira Júnior, disse que foi montada estrutura e logística para realizar a captação de órgãos. “É um ato de muita generosidade da família, pois o transplante de órgãos pode ser a única esperança de vida ou a oportunidade de um recomeço para as pessoas que precisam.”

A coordenadora da Organização de Procura de Órgãos do Sul da Bahia (OPO-Sul), Silvana Batista, ressalta a relevância dessa ação, principalmente no cenário de pandemia. “Em alguns casos, há resistência das famílias na realização da doação. Por isso, existe a necessidade do entendimento da grandiosidade deste gesto”.

SOLIDARIEDADE

Silvana observa que uma única captação de múltiplos órgãos pode salvar a vida de várias pessoas. “Existe também, a conscientização solidária e de dar uma nova simbologia à vida deste ente que veio a óbito”, completa Silva. Também estiveram presentes também nesta captação os médicos os médicos Thiago Valgueiro, Victor Botelho e o diretor técnico, Paulo Medauar.

ANVISA EMITE ALERTA PARA RISCOS DO USO INDISCRIMINADO DE PARACETAMOL

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O uso indiscriminado de paracetamol para alívio de dores e febre após a vacinação contra covid-19 pode levar a eventos adversos graves, incluindo hepatite medicamentosa e morte. O alerta é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

De acordo com a Agência, o paracetamol deve ser usado com cautela, “sempre observando a dose máxima diária e o intervalo entre as doses, conforme as recomendações contidas na bula, para cada faixa etária”.

A Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária recomenda aos profissionais de saúde e à população que notifiquem à Anvisa os casos de reações indesejadas após o uso do medicamento.

As principais reações observadas após a vacinação contra covid-19 são febre e dores de cabeça e no corpo, que variam de leves a moderadas. Mas é bom lembrar que esses efeitos devem desaparecer em poucos dias.

NOTIFICAÇÃO

A ocorrência de quaisquer efeitos indesejados após a utilização de paracetamol e de outros medicamentos deve ser imediatamente registrada por meio do VigiMed, sistema da Anvisa destinado às notificações de eventos adversos, tanto por cidadãos quanto por serviços de saúde. Já as suspeitas de desvios de qualidade (queixas técnicas) referentes a fármacos em instituições de saúde devem ser registradas por meio do Notivisa.

A Anvisa orienta ser de suma importância que a notificação contenha um conjunto de informações, como a identificação detalhada do medicamento suspeito, dados do fabricante, concentração e lote, bem como a dose e o seu tempo de uso.

USO CORRETO 

De acordo com a Gerência-Geral de Monitoramento, o paracetamol vem sendo utilizado para aliviar sintomas de eventos adversos pós-vacinais, como febre e dores de cabeça. Entretanto, a utilização incorreta pode causar eventos adversos graves, incluindo hepatite medicamentosa com desfecho fatal, quando o uso é prolongado ou acima da dose máxima diária.

Deve-se ter em mente que para qualquer medicamento existe um risco associado ao seu consumo. Por isso, é fundamental que o produto seja utilizado de forma correta, seguindo as recomendações da bula e as orientações dos profissionais de saúde.

RECOMENDAÇÕES

Confira abaixo as informações sobre a dose máxima diária de paracetamol para cada faixa etária, conforme a bula do medicamento:

Adultos e crianças acima de 12 anos: dose máxima de 4 gramas em um dia.

Crianças entre 2 e 11 anos: não devem ser utilizados mais de 50-75 mg/kg em um dia (24 horas).

Para crianças abaixo de 11 kg ou 2 anos ou com menos de 20 kg: consulte o médico antes de usar.

Para mais informações sobre as recomendações de uso dos medicamentos, consulte a bula disponível no Bulário Eletrônico da Anvisa.

VÍDEO REVELA IMAGENS DO HOSPITAL MATERNO-INFANTIL DE ILHÉUS

Estado prevê entrega da unidade em junho; gestão ficará a cargo da Prefeitura
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A Prefeitura de Ilhéus divulgou hoje (26) vídeo com imagens do novo Hospital Materno-infantil, construído pelo Governo do Estado no terreno do antigo Hospital Luiz Viana Filho, no Alto da Conquista. Confira.

Com investimento de R$ 40 milhões, o hospital vai ter 105 leitos para internação, inclusive unidades para terapia intensiva de crianças, recém-nascidos, gestantes e puérperas, além de pronto-atendimento pediátrico 24 horas.

Antes prevista para o mês atual, a inauguração deverá ocorrer em junho. A gestão da unidade ficará a cargo do município.

APÓS MAL-ESTAR, DILMA ROUSSEFF É INTERNADA EM HOSPITAL GAÚCHO

Ex-presidente fez exames e está internada sob observação médica
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A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) passou mal na noite desta segunda-feira (24) e foi internada para realizar exames no Hospital Moinho de Ventos, em Porto Alegre (RS). Há a expectativa de que a petista receba alta ainda hoje (25).

De acordo com a assessoria do PT, a ex-presidente sentiu uma indisposição e foi socorrida pelo ex-ministro Miguel Rossetto, que foi até a casa de Dilma e a levou para o hospital.

Ainda segundo o PT, os resultados dos exames médicos foram bons, no entanto a causa do mal-estar não foi definida. A ex-presidente está sob observação médica.

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) usou as redes sociais para comentar o caso. “Qualquer pequeno evento médico com alguém que a gente gosta é motivo de alerta. Que bom a Presidenta @dilmarousseff está melhor. Agora é medicina, descanso e muito afeto para ficar 100%”, escreveu a parlamentar.

COMISSÃO DA CÂMARA ADIA VOTAÇÃO SOBRE USO MEDICINAL DA MACONHA

CBD, óleo extraído da planta, é um dos seus componentes com propriedades terapêuticas
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A votação do Projeto de Lei (PL) 399/15 que regulamenta o plantio da maconha para fins medicinais e a comercialização de medicamentos que contenham extratos, substratos ou partes da Cannabis sativa foi adiada.

O presidente da comissão especial que analisa a proposta, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), acatou um pedido do relator Luciano Ducci (PSB-PR), que disse que irá promover mudanças no texto. Ainda não há data para a nova reunião.

A proposta altera a Lei 11.343/06, que institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas e que autorizou o plantio de espécies como a Cannabis para fins científicos ou medicinais, em local e prazo determinado, mediante fiscalização.

Segundo o relator, o projeto apenas regulamenta a legislação vigente e vai ajudar as famílias de pacientes que fazem uso de derivados da Cannabis, por não terem respondido bem a outras terapias ou por terem efeitos colaterais aos medicamentos disponíveis no mercado.

USO

Estudos indicam que os derivados da planta podem ser utilizados no tratamento de doenças como Alzheimer, Parkinson, glaucoma, depressão, autismo e epilepsia. Além disso, já existem evidências conclusivas da eficácia dos canabinoides contra dores crônicas; no tratamento de câncer, apresentando efeitos antitumoral e também contra enjoos causados pela quimioterapia e no tratamento da espasticidade causada pela esclerose múltipla.

Os canabinoides também demonstraram evidências moderadas de que são efetivos para o tratamento da fibromialgia; dos distúrbios do sono, como para tratamento de síndrome da apneia obstrutiva do sono; para aumento do apetite e diminuição da perda de peso em pacientes com HIV; para a melhora nos sintomas da síndrome de Tourette; nos sintomas de ansiedade, e para a melhora nos sintomas de transtorno pós-traumático.

PARECER

Ducci (PSB-PR) deu parecer favorável ao projeto, que tramita em caráter conclusivo. Isto significa que o projeto não precisa ser votado pelo plenário, mas apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. Se for aprovada na comissão especial, a matéria só será apreciada em plenário se houver recurso assinado por, no mínimo, 51 deputados.

A sessão desta terça-feira deveria discutir e votar o parecer de Ducci. Desde o início dos trabalhos, no entanto, deputados contrários ao projeto tentaram obstruir o funcionamento da comissão. Houve bate-boca e o presidente da comissão quase foi agredido, com um empurrão, pelo deputado Diego Garcia (Podemos-PR), após a votação de um requerimento para retirar a proposta da pauta.

Depois do episódio, Teixeira disse que ia pedir as imagens do circuito de segurança e que poderia acionar o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar. Agência Brasil.

PARA JOVENS, EDUCAÇÃO FOI A ÁREA MAIS AFETADA DURANTE A PANDEMIA

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Um estudo da organização não governamental (ONG) Plan International mostrou que 95% de meninas e jovens mulheres tiveram suas vidas afetadas de forma negativa pela pandemia de covid-19. Para as jovens, a educação foi a área mais atingida. O acesso limitado à tecnologia, o apoio insuficiente de escolas e faculdades e o espaço físico para estudar foram as principais dificuldades enfrentadas na educação em casa.

A pesquisa Vidas Interrompidas 2: em suas próprias vozes – O impacto da covid-19 na vida de meninas e jovens mulheres ouviu, nos meses de junho e julho de 2020, 7 mil mulheres de 15 a 24 anos sobre temas como educação, saúde e bem-estar, percepções sobre a vacina e o futuro.

O Brasil está entre os países que participaram do estudo, que também incluiu meninas da Austrália, do Egito, Equador, da Espanha, dos Estados Unidos, da Etiópia, França, de Gana, da Índia, de Moçambique, da Nicarágua, do Vietnã e de Zâmbia.

A solidão e as responsabilidades domésticas também interferiram na capacidade das meninas de acompanhar o ensino a distância enquanto as escolas e faculdades foram fechadas.

“O futuro das meninas e jovens mulheres está ameaçado no Brasil e no mundo. A pandemia aprofundou as desigualdades sociais, que já eram muito marcantes, e está está fazendo com que a gente dê vários passos para trás em conquistas importantes de direitos fundamentais para a igualdade de gênero e de oportunidades”, afirma Cynthia Betti, diretora executiva da Plan International Brasil.

Nas entrevistas, as jovens relataram dificuldades de concentração e foco ao estudar em casa. Elas também citaram a falta de dinheiro para planos de dados, telefones celulares e outros custos relacionados ao aprendizado online, além do fato de não ter ninguém para ajudar a explicar lições ou conceitos, como barreiras frequentes para aprender durante a pandemia.

“Na escola temos uma abordagem mais prática. Nas aulas online temos pouca oportunidade de tirar dúvidas, e os professores só dão a aula e não esclarecem nossas dúvidas. Minha casa está muito cheia e barulhenta. Não estou conseguindo acompanhar as aulas”, disse Bárbara, de 16 anos.

VIDAS INTERROMPIDAS

A primeira etapa da pesquisa Vidas Interrompidas, divulgada no ano passado, revelou que 19% das meninas em todo o mundo acreditam que a covid-19 as forçará a suspender temporariamente os estudos, enquanto 7% temem ter que abandonar a escola. No auge da primeira onda da pandemia, 1,5 bilhão de estudantes foram afetados pelo fechamento de escolas, que ocorreu em 194 países em quase toda a Europa, África, América Latina e Ásia.

“A covid-19 mudou profundamente nossas vidas no último ano. Mas seu impacto não é o mesmo para todas as pessoas, e a pandemia colocou em foco as desigualdades pré-existentes, seja entre ricos e pobres, jovens e idosos, homens e mulheres”, afirma Jacqui Gallinetti, diretora de Monitoramento, Avaliação, Pesquisa e Aprendizagem da Plan International.

BARREIRAS FINANCEIRAS

Para reduzir os impactos do cenário revelado pela pesquisa, a organização defende que os governos reúnam esforços para lidar com as barreiras financeiras impostas às meninas. Entre as medidas propostas na pesquisa estão o pagamento de vale-alimentação, merenda escolar e transferência de renda para incentivar as meninas a voltarem à escola, aliviando a carga sobre a renda familiar.

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HOSPITAL ILHEENSE REALIZA PRIMEIRAS CAPTAÇÕES DE CÓRNEAS DE 2021

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A Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, realizou as primeiras captações de córneas deste ano. O primeiro procedimento foi realizado no dia 6 e o segundo na última segunda (13). Essas intervenções seguiram os protocolos de segurança estabelecidos pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab).

O enfermeiro da CIHDOTT do HRCC, Wagner Campos, ressalta que a captação de órgãos envolve o trabalho dedicado de uma equipe multidisciplinar. “No caso das córneas, estas podem ser captadas por enfermeiros treinados, se for múltiplos órgãos, o procedimento é feito por um médico especializado. Outra questão importante é a atuação dos psicólogos e assistentes sociais que ajudam a confortar e sensibilizar a família do doador para a importância da doação, que pode salvar outras vidas”, destacou.

Wagner Campos disse que a atitude de um familiar conceder a captação beneficia pacientes que tanto aguardam nas filas de transplante. “Esse ato de doação permite um benefício ao próximo, em meio ao luto da perda do ente querido, reconhecemos a grandeza, o carinho e a generosidade da família que nos permite, com essa captação, dar esperança e nova perspectiva de vida para outras pessoas”, declarou.

De acordo com enfermeiro Ronaldo Vital Pereira, coordenador da CIHDOTT, este ano o hospital já realizou uma captação de múltiplos órgãos. “A pandemia da Covid-19 impactou diretamente as captações em todo o estado. Com a adoção de medidas e ajustes necessários de segurança sanitária, conseguimos no final do ano passado e em janeiro deste ano captar múltiplos órgãos”, relatou.

PROTOCOLO DE SEGURANÇA

O HRCC segue a orientação da Coordenação do Sistema Estadual de Transplantes (COSET) da Bahia, resguardando o nível máximo de segurança no serviço de captação, inclusive com as medidas adequadas para o fluxo desse procedimento. É feita a coleta do material biológico do doador, por meio do exame PCR, para detecção da Covid-19, caso o teste apresente resultado negativo a doação prossegue, caso positivo a captação é suspensa.

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