skip to Main Content
23 de abril de 2021 | 02:57 pm

NA ITÁLIA, RUI BUSCA APOIO PARA A AGRICULTURA FAMILIAR

Tempo de leitura: < 1 minuto
Rui Costa e José Graziano em encontro na FAO, na Itália (Foto Divulgação).

Rui Costa e José Graziano em encontro na FAO, na Itália (Foto Divulgação).

O governador Rui Costa se reuniu nesta quarta-feira (14), na Itália, com o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano da Silva. De acordo com a assessoria, Rui busca a continuidade ao memorando de entendimento assinado entre o Governo da Bahia e a FAO para a cooperação técnica em segurança alimentar e desenvolvimento agrícola e rural.

Como parte das atividades previstas neste memorando, a FAO apoiará o Governo da Bahia na captação de recursos do Fundo Internacional para o Desenvolvimento da Agricultura (Fida) e de outros fundos para a implantação de um projeto destinado ao programa de capacitação social produtiva de agricultores em dez municípios do semiárido com elevados níveis de pobrezas, beneficiando 3.901 famílias de agricultores familiares.
A participação da FAO se dará através do apoio na apresentação do projeto a alguns fundos de financiamento.

FEIRA EXPÕE PRODUTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR EM ILHÉUS

Tempo de leitura: 2 minutos
Feira vai até a noite de São João, na Soares Lopes, em Ilhéus.

Feira vai até a noite de São João, na Soares Lopes, em Ilhéus.

A sexta edição da Feira da Agricultura Familiar de Ilhéus vai até a próxima terça (24), na Avenida Soares Lopes, com exposição e venda de produtos regionais, apresentação de quadrilhas juninas e shows todas as noites.
Neste sábado, os estandes abrirão às 16h e haverá apresentação de grupos folclóricos às 18h. Na sequência, haverá quadrilhas juninas e música com Seu Menino e Béner Show.
Além de produtos do campo e comidas típicas do período junino, o visitante tem a oportunidade de conferir o artesanato do Sul da Bahia e exposição de animais, que é uma atração à parte da feira e encanta criança e adultos.
A feira reúne expositores das organizações Flor da Terra, Cooperativa dos Agricultores Familiar e Econômica Solidária (Coopafes), Cooperativa de Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Familiar do Sul da Bahia (Coofasulba), Coproafe, Bahia Cacau, Cooperativa de Apicultores de Canavieiras (Coaper), Dute Artesanato e Associação Humildes do Cipó.
Clique no leia mais e confira a programação de exposição, música e shows da feira.

Leia Mais

FEIRA DA AGRICULTURA FAMILIAR

Tempo de leitura: < 1 minuto

Começa nesta terça (12) a quinta edição da Feira da Agricultura Familiar de Ilhéus, na Avenida Soares Lopes. O evento reúne o que é produzido pelos associados à Cooperativa da Agricultura Familiar do Sul da Bahia (Coofasulba), a exemplo de artesanato, bebidas e comidas típicas e o chocolate com até 70% de cacau. 
A feira reúne expositores distribuídos em 24 estandes. O evento vai até o próximo domingo (16) e está aberto a visitação a partir das 4 da tarde. 

AÇÃO POLÍTICA E GESTÃO PÚBLICA – OU 'HABEMUS CACAO!'

Tempo de leitura: 3 minutos

Domingos Matos2Domingos Matos | matos.domingos@gmail.com

Os produtores queimam cacau hoje, em protesto contra a importação do produto da África, porque os nossos armazéns estão abarrotados. O que temos de amêndoas aqui dá – de sobra – para atender a planta moageira instalada no país. Isso é autossuficiência.

No dia em que o presidente da Venezuela Hugo Chavez fez a viagem, e o mundo viu a população em peso nas ruas chorando sua morte, poucas horas antes, em Ilhéus, um protesto contra a importação de cacau pelas indústrias moageiras instaladas no Brasil também chamou a atenção do país.
O leitor deve estar se perguntando o que teria a ver El Comandante com o protesto em Ilhéus. Muita coisa, diria. Uma, importantíssima: os dois fatos – o luto dos venezuelanos e o luxo de se queimar cacau na rua – derivam de uma ação política.
Da parte de Chavez, sabemos que sua popularidade veio da execução de um projeto (social) que fez com que o país auferisse ganhos econômicos e sociais bastante expressivos.  No sul da Bahia, o fato – repito – luxuoso de se queimar cacau em praça pública também só é possível porque houve, antes disso, um projeto, gestado, implantado e gerido a partir de uma ação política, visando um resultado que beneficiasse toda a sociedade.
Esse projeto foi parido dentro da Ceplac, divulgado com antecedência, e hoje permite que a região possa dizer que já não precisa de cacau importado. Falo aqui do projeto “Autossuficiência com Sustentabilidade”, oficializado no Dia Internacional do Cacau, no auditório da Ceplac, mas que foi apresentado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima em janeiro de 2012 pelo superintendente da Ceplac/Bahia, Juvenal Maynart, em conjunto com o chefe do Centro de Pesquisas do Cacau, Adonias de Castro.
Lembremos que dias antes da oficialização, a Ceplac voltava, vitoriosa, de sua participação na conferência da ONU para a sustentabilidade, a Rio+20, onde o cacau da Bahia foi inserido no documento oficial do governo brasileiro para as Nações Unidas como uma das premissas para a sustentabilidade, capaz de contribuir para a diminuição da fome e das desigualdades no país (o cacau cabruca foi consignado como a nona das 10 premissas do MAPA para uma agricultura sustentável).
Pois bem. A safra de 2012 na Bahia bateu 154 mil toneladas – segundo consultoria independente – e a desse ano tem previsão de ultrapassar as 160 mil toneladas. Ora, os produtores queimam cacau hoje, em protesto contra a importação do produto da África, porque os nossos armazéns estão abarrotados. O que temos de amêndoas aqui dá – de sobra – para atender a planta moageira instalada no país. Isso é autossuficiência. E essa autossuficiência foi prevista como uma ação política, direcionada para a sociedade regional.

Leia Mais

A LAVOURA COMO ATRAÇÃO TURÍSTICA

Tempo de leitura: < 1 minuto

A cabruca desperta o interesse do mundo

Depois de ter sido divulgada para o mundo na Rio+20, como um sistema agroflorestal que ajuda a preservar a Mata Atlântica, a cabruca passou a se abrir para um novo nicho: o turismo ecológico. Nos últimos meses, o superintendente da Ceplac para a Bahia e o Espírito Santo, Juvenal Maynart, passou a receber contatos de agências de turismo, que informam sobre o interesse de gente de vários países pela cultura que conserva a floresta.

A agricultura familiar também se movimenta para faturar nesse campo, visando especialmente a Copa das Confederações de 2013, a Copa do Mundo no ano seguinte e as Olimpíadas de 2016. A intenção, que já conta com o incentivo da Secretaria da Agricultura, via EBDA (Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola), e da Secretaria do Turismo do Estado, é levar os produtos das cooperativas para as mesas dos hotéis e pousadas.

O projeto foi apresentado recentemente pelo chefe do escritório da EBDA em Ilhéus, Luciano Anunciação.

FÁBRICA DE CHOCOLATE AINDA É INCÓGNITA

Tempo de leitura: < 1 minuto

A primeira fábrica de chocolate fino com produção de cacau oriunda da agricultura familiar, instalada em Ibicaraí, enfrenta dificuldades na largada. Seis meses depois de inaugurada, a Bahia Cacau enfrenta disputa entre membros da cooperativa responsável pela gestão do negócio, a Cooafba.
A fábrica foi inaugurada em dezembro passado e tinha previsão de produzir até 600 quilos de chocolate ao dia com concentração de 52% a 70% de cacau. Os governos local e estadual interferem para solucionar o impasse interno.

PRODUTOS BAIANOS NO MERCADO CHINÊS

Tempo de leitura: < 1 minuto

Sales fecha negócio com importadores chineses

A Bahia iniciará a exportação de produtos da agricultura familiar para a China. Nesta quarta-feira, 26, o secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, encontrou-se em Pequim com empresários chineses  para acertar os detalhes da relação comercial.

Entre os itens que serão vendidos para a China, estão os chocolates finos produzidos na recém-inaugurada fábrica de Ibicaraí e da fábrica Amma, de Salvador. A pauta inclui ainda a cachaça de Abaíra, geleias e frutas conservadas dos municípios de Canudos, Uauá e Curaçá, e polpas de frutas produzidas em Feira de Santana pela Brasfrut.

Segundo Sales, esta encomenda inicial terá um volume reduzido e é uma espécie de projeto-piloto. “O interesse pelos produtos da nossa agricultura familiar é crescente e, em breve, pedidos maiores serão feitos”, aposta.

Para incentivar as exportações, a Bahia estará presente este ano em feiras de negócio na China. Em abril, acontece a Semana Gastronômica da Bahia em Pequim, evento para o qual será convidada a presidenta Dilma Rousseff.

CHOCOLATE LEVARÁ SELO BAHIA CACAU

Tempo de leitura: 2 minutos

produzido na fase de testes da fábrica.

Ibicaraí inaugura neste sábado, 18, às 9h30min, a primeira fábrica de chocolate fino oriundo da agricultura familiar no país. O pesquisador Raimundo Mororó trabalhou desde o início da formulação do conceito da indústria que terá capacidade para produzir cerca de 600 quilos diários de chocolate.
Mororó diz que o mercado para este tipo de produto tem de ser construído. Um dos primeiros passos, a marca, já foi definida: Bahia Cacau. Uma agência de propaganda desenvolverá as ações de marketing para o produto. A indústria tocada por agricultores familiares semeia um novo conceito de sustentabilidade para o negócio cacau no sul da Bahia, segundo Mororó.
O novo conceito pode ser traduzido em números, cifras. O cacauicultor recebe, na média, R$ 5,33 pelo quilo de amêndoas comercializado. Já o quilo do chocolate produzido na indústria em Ibicaraí sairá por volta de R$ 40,00. O produtor que vende o cacau à nova indústria também terá participação nos lucros do negócio chocolate.
E o cacauicultor ganha antes mesmo da amêndoa virar chocolate, pois o cacau processado na indústria ibicaraiense será selecionado e orgânico. O produtor receberá, pelo quilo, em torno de 40% a mais do que o valor pago pelo mercado, que não aceita diferenciar a amêndoa comum da selecionada.
A fábrica será inaugurada pelo governador Jaques Wagner, o prefeito de Ibicaraí, Lenildo Santana, e dirigentes da cooperativa de agricultores familiares que administrará o negócio, além do secretário Edmon Lucas, do Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir).

Back To Top