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4 de agosto de 2020 | 05:40 am

ALTA NO PREÇO DO BOI GORDO ANIMA PECUARISTAS DO SUL DA BAHIA

Mercado animado com melhores preços para o boi gordo || Foto Divulgação
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A alta no preço do boi gordo no país animou pecuaristas do sul da Bahia. Nesta semana, o preço médio da arroba do boi gordo em Itabuna atingiu R$ 225,00, com tendência de alta, segundo análise da Associação dos Agropecuaristas do Sul da Bahia (Adasb).

Especialistas em análise do mercado do boi, atribuem essa tendência à alta no dólar, aumento significativo nas exportações para a China, por influência da peste suína que dizimou o plantel e a consequente aceitação do consumidor chinês para a carne vermelha, e a dificuldade na reposição de bezerros por causa do preço.

Um site especializado na área, o Scoot Consultoria, informa que somente em junho o volume exportado de carne bovina in natura para a China foi recorde para o mês, totalizando 152,5 mil toneladas. “A quantidade exportada cresceu 33,2% na comparação com o mesmo período do ano passado”, diz o site.

Para o presidente da Associação dos Agropecuaristas do Sul da Bahia (Adasb), Beto Dantas, a oferta reduzida de animais para abate e a crescente demanda para exportação têm influenciado positivamente nos preços da arroba. “Além disso, a injeção de dinheiro na economia brasileira, por conta do auxílio emergencial do governo federal, tem aumentado o consumo do brasileiro”, afirma Beto Dantas.

BB RECORRE DE DECISÃO QUE MANDA DEVOLVER DINHEIRO DO PLANO COLLOR A PRODUTORES

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justiçatstO Banco do Brasil informou que ainda vai recorrer da decisão da Justiça que determina devolução de valores pagos a mais por produtores em financiamentos rurais em março de 1990, quando foi editado o Plano Collor.

“O Banco do Brasil S/A vai recorrer da decisão. São beneficiários apenas os produtores rurais que tenham efetivamente pago a correção monetária do financiamento rural no mês de março de 1990, com base no IPC [Índice de Preços ao Consumidor], o que deverá ser verificado em cada caso concreto”, diz o banco.

Este ano, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou o Banco do Brasil a recalcular os valores pagos. Segundo a decisão, o banco aplicou o índice de 84,32% de correção monetária nos financiamentos rurais, quando o correto seria 41,28%.

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) informa que os produtores rurais que ainda não ingressaram com ações poderão se beneficiar da decisão e pedir a devolução ou exclusão de débitos afetados com o índice de correção monetária julgado ilegal.

A FPA também diz que têm direito à restituição, em regra, os produtores rurais que tinham financiamentos agrícolas junto ao Banco do Brasil, corrigidos pela caderneta de poupança, emitidos antes de março de 1990 e pagos após essa data. Nos casos em que as diferenças do Plano Collor foram renegociadas e acabaram sendo incorporadas a saldos devedores ainda não quitados, os produtores rurais têm direito ao expurgo desses valores da conta, com a recomposição do saldo devedor original.

Para que se obtenha a restituição do valor pago a mais, é necessário ajuizar uma ação judicial contra o Banco do Brasil, diz a FPA. Segundo a consultoria jurídica da FPA, o ideal é que o produtor tenha cópia da cédula rural e dos comprovantes de liberações e pagamentos, pois com esses dados é possível a reconstituição da conta e o cálculo do valor exato a ser devolvido. Informações da Agência Brasil.

DEPUTADO APELA POR NOVO CONCURSO PÚBLICO PARA A CEPLAC

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Davidson alerta para falta de pessoal na Ceplac em 2016.

Davidson alerta para falta de pessoal na Ceplac em 2016.

O deputado federal Davidson Magalhães defendeu nesta quinta (9), no plenário da Câmara dos Deputados, a imediata realização de concurso público na Ceplac. O parlamentar fez apelo ao Ministério da Agricultura e a instâncias do governo federal, como o Ministério do Planejamento.

A Ceplac não realiza concurso público há 24 anos. Davidson alerta que, em 2016, 60% dos funcionários do órgão federal estarão sob aposentadoria compulsória. “Vão faltar profissionais em todos os níveis e este é um quadro nada promissor para responder às renovações tecnológicas e de mercado”.

Ainda segundo o parlamentar itabunense, “caso não ocorra o concurso público, a Ceplac ficará fragilizada”. Para ele, a nova condição afetará toda a cadeia produtiva do cacau. A Ceplac também trabalha com outras culturas agrícolas.

TITULAR DA SEAGRI, FERNANDA MENDONÇA PROMETE GESTÃO PARTICIPATIVA

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Fernanda Mendonça promete diálogo com setores produtivos (Foto Divulgação).

Fernanda Mendonça promete diálogo com setores produtivos (Foto Divulgação).

Primeira mulher a assumir o comando da Secretaria Estadual de Agricultura baiana, Fernanda Mendonça disse que pretende implementar uma gestão participativa na Seagri, “dialogando com todos os segmentos e focando na transversalidade das ações”.

A médica veterinária itabunense e titular da Seagri participou ontem, em Brasília, da posse da nova ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu. Fernanda diz ter travado conversa com a ministra em que ressaltou a relevância do país e da Bahia como produtores de alimentos, além do papel da Bahia na sua eficiente estrutura de defesa agropecuária.

Ao tomar posse, Kátia Abreu enfatizou a necessidade de apoio aos produtores, não interessando o tamanho da terra. “Desde que tenha um palmo de chão, o ministério está pronto para apoiar em qualquer circunstância”. A secretária estadual de Agricultura disse compartilhar dessa visão.

EXPOITA 2013 SERÁ LANÇADA HOJE

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A edição 2013 da Exposição Agropecuária de Itabuna (Expoita) será lançada logo mais, às 19h, no espaço de leilões do Parque de Exposições Antônio Setenta, na BR-415 (antiga Rua de Palha).

Tito Fonseca, um dos organizadores da Expoita, afirma que o evento “estará à altura das grandes exposições já realizadas” na região. Os organizadores pretendem mostrar a evolução em infraestrutura e de programação do evento. A Expoita vai de 12 a 20 de outubro.

UM OUTRO FOCO – PACTO PELA AGROPECUÁRIA

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eduardo salles2Eduardo Salles | eduardosalles.seagri@gmail.com

A Bahia e o Brasil são grandes celeiros de produção de alimentos e precisam de um pacto pela agropecuária, para que tanto o campo como as cidades vivam em paz.

O que tem acontecido nos últimos dias representa a maturidade democrática do País. Importante, autêntica e apartidária, a mobilização nacional que tem levado centenas de milhares de jovens às ruas das principais cidades brasileiras clamando contra a corrupção, exigindo saúde, educação de qualidade, melhoria nas questões de mobilidade urbana, segurança pública e, enfim, condições dignas e qualidade de vida, demonstra que a população está atenta e quer os impostos pagos retornando ao povo na forma de serviços públicos de qualidade.

Nos últimos anos, em função das facilidades para viajar para o exterior, a classe média brasileira, formadora de opinião e uma das bases dessa mobilização, tem podido observar que em diversos países os impostos pagos retornam eficientemente à sociedade. E questionam: por que no Brasil é diferente?

Somado a isto, através das redes sociais, meus filhos, assim como milhares de jovens, falam com “amigos” de toda parte do mundo, e se sintonizam com o que está acontecendo, emitem opiniões, recebem respostas e se mobilizam para questionar as ações dos legisladores e governantes. Em minha opinião, tudo isso foi o estopim do movimento.

As questões levantadas pelo movimento são relevantes, mas quero chamar a atenção para o fato de que elas são os sintomas de uma grave doença que assola o País há muitas décadas.

Este movimento tem uma característica clara e marcante: é urbano, com base nas grandes cidades. Daí, como tenho uma vida inteira dedicada ao setor agropecuário, neste momento tento colocar na mesa o que considero uma das origens desta doença.

As famílias que migram do interior para as cidades grandes, por não ter condições de permanecer no campo, por falta de oportunidades ou devido a intempéries climáticas como a seca que assola o Nordeste brasileiro nestes últimos anos, ou ainda pela ilusão de que encontrará melhores condições de vida para seus filhos, quando chegam aos centros urbanos geralmente vão morar na periferia, e passam por um período inicial de desemprego e adaptação à nova vida.

Essas famílias sofrem então fortes impactos sociais. Seus filhos, que tinham liberdade na zona rural, acabam entrando em contato com pessoas envolvidas com a marginalidade, o que pode levá-los a caminhos tortuosos como o das drogas, da prostituição infantil e da delinquência.

Este processo migratório incha as grandes cidades, aumenta a demanda por serviços públicos e gera a favelização. Por isso considero que esta é uma das origens desta doença. A questão não é nova. Não é culpa dos atuais governos municipais, estaduais e federal. São problemas crônicos, que tem atravessado décadas.

Se as pessoas que migram fossem atendidas no interior por serviços básicos eficientes; se déssemos o apoio devido ao homem do campo, valorizando-o como responsável pela produção do alimento que chega às nossas mesas, e se as questões de convivência com a seca fossem efetivas e definitivas, será que o inchaço urbano aconteceria?

As pautas colocadas pelo movimento são importantes, mas um pacto pela agropecuária também é, porque iria trabalhar a origem do que está ocorrendo hoje, fruto de algo que há décadas acontece no campo: o êxodo rural.

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PROTESTO FECHARÁ A BR-101 NO DOMINGO

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Pontal-Buerarema

Estrada Pontal-Buerarema vira um atoleiro quando chove (Foto Arquivo).

Produtores rurais prometem fechar a BR-101, no próximo domingo, 3, em protesto contra as condições da  BR-251, que liga os municípios de Buerarema e Ilhéus. A Procuradoria da República já acionou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) na Justiça Federal, mas nenhuma melhoria foi feita na estrada federal, conhecida como Pontal-Buerarema.
O protesto está marcado para começar às 7h, com a mobilização das comunidades ao longo da BR-251. O Ministério Público Federal moveu a ação há dois anos. O julgamento ainda não ocorreu.
O pedido do MPF é para que o Dnit pavimente a estrada que tem, às margens, mais de 30 mil habitantes, a maioria produtor rural e que utiliza a BR-251 para escoar a produção.

ENFIM, WAGNER ANUNCIARÁ RECUPERAÇÃO DA BR-415

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Wagner e Lenildo: apelo antigo pela BR-415.

O governador Jaques Wagner vem ao sul da Bahia, no próximo dia 28, para anunciar o início das obras de reconstrução dos 42 quilômetros do trecho Itabuna-Ibicaraí da BR-415, segundo anuncia o prefeito Lenildo Santana, de Ibicaraí. O trecho é dos mais movimentados da rodovia que, além de escoar a produção de vários municípios do centro-sul do estado, serve de ligação com o sudoeste baiano.
Há dois anos Wagner inaugurou um dos trechos da rodovia (Ibicaraí-Floresta Azul), quando ouviu insistentes apelos de Lenildo pela recuperação dos outros 42 quilômetros da rodovia. O apelo foi reforçado por outros prefeitos regionais e pelos deputados Geraldo Simões (federal) e Rosemberg Pinto (estadual), ambos do PT.
De acordo com Lenildo, Wagner vem à região para assinar a ordem de serviço para a obra. A rodovia tem uma média de tráfego de cerca de 2 mil veículos por dia. O trecho que será reconstruído apresenta verdadeiras crateras, numa ameaça à segurança e à vida de quem circula pelas rodovias.
O prefeito de Ibicaraí considera a obra essencial para a economia local e aponta benefícios tanto para a agropecuária como para o turismo rodoviário na Costa do Cacau. O anúncio da recuperação da estada será feito em Itabuna, não à toa, no mesmo dia em que a cidade completará 101 anos.

AGROPECUÁRIA GEROU MAIS EMPREGOS EM ABRIL

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A Bahia continua tendo o maior saldo de emprego formal do Nordeste, sendo que mais de 10.590 novos postos de trabalho foram preenchidos em abril deste ano. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 17 , pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) .

O estado obteve porcentagem positiva de 2,88% em relação ao Nordeste no comparativo com o mesmo período do ano passado. Nos últimos quatro meses, foram gerados 41 mil novos empregos com carteira assinada na Bahia e quem mais se destaca é o setor da agropecuária.

Em ordem decrescente, as maiores contratações estão nos setores agropecuário (3.510 postos), construção civil (2.600 postos), indústria de transformação (2.341 postos) e serviços (1.436 postos). Nos últimos 12 meses, já foram gerados 104.579 novos empregos de carteira assinada em todo o estado.

Clique aqui e veja os números da geração de empregos em Ilhéus e Itabuna no mês de abril.

EXPOFENITA MOVIMENTOU R$ 3 MILHÕES

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Saíram os primeiros números da Exposição Agropecuária e Feira de Negócios de Itabuna (Expofenita). De acordo com a Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri), o evento movimentou mais de R$ 3 milhões em nove dias. A feira ainda teve público estimado de 30 mil pessoas, além de leilão e exposição de 210 animais de raça.

O maior evento do agronegócio sul-baiano foi realizado pela CDL de Itabuna e Amurc e teve patrocínio do Sebrae. Amanhã, às 8h, o prefeito Capitão Azevedo e o secretário de Indústria, Comércio e Turismo, Carlos Leahy, concedem entrevista coletiva para avaliar os resultados da Expofenita, antiga Expoita. A coletiva será no Itabuna Palace Hotel, centro.

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