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30 de setembro de 2020 | 05:33 am

ILHÉUS: IDOSA DE 104 ANOS VENCEU A GRIPE ESPANHOLA E A COVID-19

Idosa venceu a febre espanhola e a Covid-19
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Uma mulher prestes a completar 105 anos de idade recebeu alta médica do Hospital de Ilhéus, no sul da Bahia, nesta terça-feira (15). Dona Alice Fernandes Cores estava internada desde o dia 22 de agosto e precisou de oxigênio por ser portadora de uma doença pulmonar, mas não chegou a ser internada num leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela sofre com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.

A alta médica da idosa foi uma grande festa para a família e os profissionais da saúde do hospital, que a receberam com balões e ao som de boa música. Os profissionais levaram dona Alice Fernandes até a porta.  A família relatou que essa é a segunda pandemia que a idosa  vence.  Em 1918 a baiana estava entre os brasileiros que enfrentaram e venceram a gripe “espanhola”.

A estimativa é que a gripe espanhola tenha causado 50 milhões de mortes no mundo, incluindo milhares de brasileiros, entre 1918 e 1919.  Naquela época, dona Alice tinha menos de cinco anos. Ela completa 105 anos no dia 2 de novembro.

De acordo com o boletim epidemiológico desta terça-feira, Ilhéus tem 6.620 casos confirmados do novo coronavírus, com 6.020 curados e 234 pessoas esperando o resultado de exame. São 323 pessoas com os sintomas da doença em isolamento, 55 pacientes internadas em leitos de UTI e 222 óbitos em decorrência do novo coronavírus.

CASAL DE ITABUNA VENCE A COVID-19 E DEIXA HOSPITAL

Casal recebe alta médica da unidade Covid
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A sexta-feira foi de comemoração para mais um casal que recebeu alta médica da enfermaria Covid do Hospital Calixto Midlej Filho. José Augusto Aragão da Silva, de 60 anos, e Maria Eunice de Oliveira Aragão da Silva, de 59, estavam internados há cinco dias com diagnóstico positivo para o novo coronavírus.

O casal, que mora em Itabuna, estava ansioso para retornar para casa. Na saída, José Augusto e Maria Eunice receberam o certificado de etapa vencida e aproveitaram o momento para agradecer o carinho e dedicação dos profissionais da unidade hospitalar e o cuidado diário no período que estiveram internados.

Agora, os pacientes seguem com os cuidados em domicílio e permanecem monitorados pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde de Itabuna.

MÉDICO DEIXA UTI DE HOSPITAL EM ITABUNA DEPOIS DE VENCER A COVID-19

Médico vence a Covid-19
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A Santa Casa de Misericórdia de Itabuna registrou, nas últimas horas, mais cinco altas de pacientes positivados para a Covid -19. Dentre elas, a de dois profissionais da saúde, a do médico oftalmologista José Fabiano de Freitas Teles, de 44 anos, que deixou o  Hospital Calixto Midlej na tarde desta terça-feira (7). O profissional ficou 24 dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid do hospital.

De acordo com a esposa do médico,  o maior desejo dele nesse período em que esteve internado era reencontrar os seus dois filhos. As crianças ficaram em casa ansiosas pelo momento de reverem o pai. Torcedor do Flamengo, José Fabiano não negou a vontade de assistir, pela TV, o time do coração jogar novamente.

A paixão pelo atual campeão da Taça Libertadores da América e vice-campeão mundial de futebol fez com que o médico deixasse a UTI vestido com a camiseta do time.  Ele ficou muito feliz ao saber que o time do coração está em mais uma final de campeonato.  O rubro-negro carioca disputará o título contra o Fluminense.

Atendendo a outro pedido do paciente, um jaleco que utiliza nos seus atendimentos foi entregue pelo médico intensivista Eric Júnior, que acompanhou de perto sua evolução e também celebra mais esta etapa vencida. Morador de Itabuna, José Fabiano continuará o tratamento em isolamento domiciliar até que seja liberado pela Vigilância Epidemiológica do Municipal.

A outra alta médica registrada foi a da enfermeira Rita de Cassia Rocha de Moraes, que estava internada há 9 dias na enfermaria Covid-19.

IDOSO SE RECUPERA DO NOVO CORONAVÍRUS E DEIXA HOSPITAL NO EXTREMO-SUL DA BAHIA

Seu Modesto Soares é uma das mais de 57 mil pessoas curadas da covid-19
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Teixeira de Freitas, no extremo-sul da Bahia, registrou mais uma alta médica de paciente que testou positivo para o novo coronavírus. O aposentado Modesto Soares, de 72 anos, foi transferido do Hospital de Campanha no último dia 25, e nesta segunda-feira (29), recebeu alta da enfermaria do Hospital Municipal (HMTF). Ele já tinha outras comorbidades antes de contrair a Covid-19.

A filha do Seu Modesto Soares, Suélia Soares, contou que saída do hospital foi uma grande por causa da complicação de saúde que enfrentava. “Ele já tinha pressão alta, e não movimenta as pernas. Sair dessa foi mais que uma superação, foi uma segunda chance de vida pra ele. Agradecemos a Deus e a toda a equipe, que sempre nos atendeu muito bem e nos manteve informada o tempo todo”, relatou Suélia Soares.

MORADOR DE ITAJUÍPE SE RECUPERA DA COVID E RECEBE ALTA DE UTI DE HOSPITAL EM ITABUNA

José Eduardo, de Itajuípe, está
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Morador de Itajuípe, no sul da Bahia, José Eduardo dos Santos, de 65 anos, teve uma recuperação, de certa forma rápida, para quem precisou ficar numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pelo agravamento de seu estado de saúde na semana passada.

Nos sete dias em que esteve internado, seis deles na Unidade Covid Intensiva do Hospital Calixto Midlej Filho, José Eduardo e só pensava em superar a doença, reencontrar a família, comer um bom churrasco e bolo de milho. Ele é um dos 106 pacientes que se recuperaram e receberam alta médica dos hospitais Calixto Midlej e Manoel Novaes nos últimos três meses.

Internado no último dia 22, antevéspera do São João, depois de sentir-se mal, José Eduardo dos Santos recebeu alta médica na tarde segunda-feira (29). Sem sentir o sabor das refeições, quando apresentou melhoras, o paciente vivia contando as horas para retornar para casa e saborear um churrasco.

Não que a comida do hospital fosse ruim, mas, porque, mesmo antes de ser encaminhado para a internação, ele  já não sentia mais o cheiro e o sabor da comida caseira. De acordo com especialistas, a perda do ofato e paladar estão entre os sintomas do novo coronavírus.

A alta de José Eduardo foi comemorada pela família e pelos profissionais da Unidade Covid, que se empenharam no cuidado para que a recuperação do paciente acontecesse o mais rápido possível. O morador de Itajuípe concluirá o tratamento em isolamento domiciliar.

EM ILHÉUS, DUAS VÍTIMAS DO NOVO CORONAVÍRUS RECEBEM ALTA MÉDICA

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Um paciente de 26 anos é a segunda pessoa infectada pelo novo coronavírus (Covid-19) a receber alta médica em Ilhéus, no sul da Bahia. O jovem recebeu alta nesta quinta (2). Ele contraiu o vírus durante viagem ao sul do País, com escalas em São Paulo e Salvador e desembarque em Ilhéus, no último dia 10 de março.

Após uma semana de chegada da viagem, no dia 17, ele começou a apresentar sintomas da doença. “A garganta inflamou um pouco, tive um pouco de tosse e coriza, mas não senti falta de ar e nem tive febre”, contou. O contato com o serviço da Vigilância Epidemiológica, criado pelo município, ocorreu no dia 18.

Logo depois da ligação para a Central do Covid, o jovem recebeu a visita de 3 profissionais. A coleta de material para exame foi feita. “Eu também estava de máscara, lavei bastante as mãos e fiz uso de álcool gel. A equipe deixou o contato para assistência ou caso eu precisasse ligar”, disse.

Os profissionais de saúde, além da coleta de material para exame, também informaram os procedimentos a serem adotados caso houvesse agravamento dos sintomas, como a evolução para falta de ar. “Deveria ligar para o Samu [caso apresentasse sintomas graves]”, relembra. O resultado do exame saiu três dias depois. “Eles foram muito cuidadosos ao realizar o anúncio do resultado positivo de Covid-19”, afirma.

Nesta quinta, o jovem recebeu recebeu nova visita da equipe médica e, com ela, o anúncio do fim da quarentena e alta médica ao perceber que, passadas mais de duas semanas, ele estava fora do quadro de sintomas.

O paciente disse que respeitou a recomendação da quarentena e que os sintomas duraram em torno de uma semana. “De todas as doenças que eu tive, essa foi a que eu quase não senti nada, o que não quer dizer que o coronavírus não mereça a atenção que está tendo em todo o mundo, sobretudo em relação ao grupo de risco”, destacou.

POR QUE O ISOLAMENTO?

O jovem de 26 anos não faz parte do que vem sendo chamado grupo de risco, que são pessoas acima dos 60 anos e aquelas que apresentem doenças crônicas, a exemplo de hipertensão, diabetes e cardiopatias. O isolamento impediu que o jovem transmitisse a doença para dezenas de pessoas, já que ele não esteve circulando quando infectado.

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