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1 de março de 2021 | 07:19 am

SENAI ENTRA NA LISTA FORBES DOS 10 MAIORES DOADORES CONTRA A COVID-19

Senai recuperou mais de 200 respiradores na Bahia || Foto Seplan-BA
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O Senai aparece em oitavo lugar na lista com as 100 maiores empresas em doações no esforço contra a Covid-19 no Brasil. Iniciativas vão do conserto de respiradores à fabricação de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e ao financiamento da inovação

O Senai está entre os maiores doadores do Brasil no combate ao novo coronavírus. A instituição aparece em oitavo lugar na lista da revista Forbes com as 100 maiores empresas doadoras do país. Essa rede de solidariedade já disponibilizou mais de R$ 5,4 bi na luta contra a Covid-19.

No caso do Senai, a matéria cita a mobilização feita junto ao setor industrial, com R$ 63 milhões destinados ao combate ao vírus. A rede coordenada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Senai mobilizou 380 indústrias de diversos portes, entidades representativas setoriais e as federações estaduais das indústrias.

Atualmente, o apoio do setor industrial contra o novo coronavírus já passa dos R$ 336 mi. São ações que vão do conserto de respiradores mecânicos à produção de testes rápidos e à doação de insumos essenciais ao sistema de saúde e seus profissionais.

Conheça as 10 maiores doadoras, segundo a lista da Forbes

1º – Itaú Unibanco: R$ 1 bilhão
2º – Vale: R$ 500 milhões
3º – JBS: R$ 400 milhões
4º – Ambev: R$ 110 milhões
5º – Rede D’Or: R$ 110 milhões
6º – Bradesco: R$ 99 milhoes
7º – Caoa Chery: R$ 74 milhões
8º – SENAI: R$ 63 milhões
9º – Nestlé: R$ 55 milhões
10º – BRF: R$ 50 milhões

CARNAVAL: GUERRA DE MARCAS BAIXA CERVEJA PARA R$ 1 EM SALVADOR

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cerveja1Do Metro1

O Carnaval de Salvador deste ano terá grandes cervejarias como patrocinadoras. Os vendedores ambulantes do circuito Dodô (Barra/Ondina) só poderão vender produtos Itaipava, enquanto no circuito Osmar (Campo Grande) a Schin terá o direito de venda na festa.
A Ambev, que foi excluída da festa, segundo o prefeito ACM Neto por não querer investir em Salvador como as concorrentes, não perdeu tempo e tratou de tentar compensar a perda de espaço.
Para entrar na disputa e ganhar o público, a marca lançou uma campanha em que grandes artistas da folia baiana cantam versões de seus famosos hits anunciando que a piriguete da Skol, a latinha de 265 ml, custará R$ 1,00 no carnaval.
A música promocional é baseada na canção Dança da manivela, da banda Asa de Águia. Num ritmo bem conhecido dos baianos, a cervejaria brinca: “Eu fui perguntar praquele vendedor, se a Skolzinha é um real ou se é caô / Ele disse ‘é isso mesmo, meu senhor. Só um real a Skolzinha em Salvador”.

“LOURA” VAI FICAR MAIS CARA

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Cervejinha vai ficar mais cara em outubro.

O brasileiro que curte uma lourinha gelada deve preparar o bolso. A Ambev, dona de marcas como Skol e Antarctica, prevê aumento médio de 4,5% no preço da cerveja e de até 9% para refrigerantes e outras bebidas não-alcoólicas.

A alta de impostos teria pressionado o setor, que recebeu autorização de aumento por parte do governo em maio último. Mas o bebedor inveterado pode ficar tranquilo: terá até o final de setembro para sorver a “loura” sem o reajuste previsto…

AZEVEDO, PETROBRAS E AMBEV SÃO COBRADOS

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Quando participou da solenidade de apresentação do conjunto de uniformes do Itabuna em janeiro, o prefeito Capitão Azevedo (DEM) prometeu ajuda ao time na disputa do Baianão 2012. A promessa foi feita para uma plateia selecionada e diante de microfones de emissoras de rádio locais. Ontem, Ricardo Xavier, presidente do clube, afirmou que nada pingou até agora. O prefeito está inadimplente com o Itabuna.
Mas Azevedo não está sozinho na lista dos devedores, conforme Xavier. À relação, juntam-se Petrobras e Ambev (Brahma), que expõem placas de publicidade no estádio Luiz Viana Filho (Itabunão). Por enquanto, tá tudo no “0800”. E o dinheiro da Embasa, R$ 150 mil prometidos? Também não…
A mídia esportiva local sugere que o prefeito Azevedo, pelo menos, trabalhe para que um grupo de empresas invista no Azulino, numa operação para evitar que a vaca não fique – de vez – no brejo. Sim, ficar, pois ontem o time assumiu a lanterna do Baianão (relembre).
O não-cumprimento da promessa do prefeito é visto como resultado de “picuinhas” políticas. Talvez também seja reflexo das “picuinhas” o fato de o placar eletrônico do Itabunão, inaugurado em julho do ano passado, até agora não funcionar, mesmo estando já na décima rodada do Baianão 2012.
Tá feio, senhores.

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