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14 de agosto de 2020 | 01:25 am

IMBASSAHY QUER PONGAR NAS OBRAS DO METRÔ, DIZ PRESIDENTE DO PT BAIANO

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Everaldo: Imbassahy quer pongar em obras do metrô.

Everaldo: Imbassahy quer pongar em obras do metrô.

O presidente do PT/Bahia Everaldo Anunciação disse hoje que o ministro da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, que visitou as obras do metrô de Salvador, “tenta enganar a população ao “pongar” nestas obras, iniciativa dos governos Lula e Dilma juntamente com o governador Rui Costa”.

Everaldo lembra que Imbassahy foi duas vezes prefeito da capital sendo substituído por correligionários e por treze anos não conseguiram colocar o metrô pra andar nem dar explicações sobre as verbas destinadas à esta obra.

Em entrevista a Moisés Bisesti (Rádio Cruzeiro), o presidente do PT criticou também o presidente da Câmara dos deputados Rodrigo Maia (DEM) que atacou a Justiça do Trabalho afirmando que “não deveria nem existir, por irresponsabilidade em suas decisões”.

Para Everaldo, irresponsável é a declaração do deputado que deve está a serviço daqueles que bancaram a campanha dele, cujo interesse é explorar quem trabalha. O presidente do PT criticou também a proposta de reforma da previdência e parabenizou todas as mulheres pelo 8 de Março.

EMBATES POLÍTICOS QUE VÃO PARA A JUSTIÇA

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marivalguedes2Marival Guedes | marivalguedes@gmail.com

 

Indagado sobre o assunto, Marcelo Nilo respondeu: “Só porque eu perguntei quem pagava as contas dele quando ficou oito anos sem trabalhar, ele entrou na justiça contra mim.”

 

 

Em períodos pré-eleitorais, a justiça costuma  solicitar  às assessorias jurídicas de partidos e candidatos(as) que ponderem antes de entrar com uma ação. O objetivo é evitar o excesso de processos nos tribunais.

Mas nos embates pelo voto é difícil haver conciliação entre as partes. Na última eleição para governador, o então candidato Rui Costa entrou com ação contra o prefeito ACM Neto que entrou com uma ação contra Rui Costa.

Quando acabou a disputa, os dois negociaram e retiraram os processos. O candidato Paulo Souto, derrotado, fez o mesmo. “Houve um entendimento entre ambas as partes para que todas as ações do período eleitoral fossem desfeitas. Não tem mais sentido”, afirmou Paulo Souto.

Dos embates durante as campanhas, o do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, com o deputado federal Antonio Imbassahy,  ganhou repercussão.

Marcelo Nilo disse que seu desafeto é traidor e puxa-saco. Imbassahy retrucou afirmando que Marcelo Nilo tem mente desequilibrada e deveria procurar um psiquiatra, um terapeuta, um centro espírita ou qualquer outra forma de ajuda para se curar desse problema.

A peleja continuou, Imbassahy sentiu-se ofendido por uma declaração  do presidente da assembleia e entrou com uma ação na justiça. Indagado sobre o assunto, Marcelo Nilo respondeu: “Só porque eu perguntei quem pagava as contas dele quando ficou oito anos sem trabalhar, ele entrou na justiça contra mim.”

Na verdade, durante uma entrevista, o presidente da Assembleia disparou uma série de perguntas ao adversário:

“Ele passou oito anos sem trabalhar, a mulher dele não trabalha, então quem paga as contas dele? Quem sustenta ele? Foi algum empresário? Ele viajava para o exterior sempre, passeava de carros luxuosos. Mas com o dinheiro de quem? Quem paga essa conta? Ele tem que responder”.

Marival Guedes escreve crônicas aos domingos no Pimenta.

O LADO PODRE

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marco wense1Marco Wense

Sem nenhum deboche, confesso que fico na dúvida sobre a banda podre que mais fede, se a do PT ou do PSDB. Se existisse um aparelho para aferir, o nome seria “Fedômetro”.

O deputado federal Antônio Imbassahy (PSDB), com certeza entre os mais aguerridos parlamentares do tucanato e da oposição, sabe que “pau que dá em Chico também dá em Francisco”.

Bastava só a condição de parlamentar para obrigá-lo a esclarecer qualquer denúncia em relação a sua vida pública. Como vice-presidente da CPI da Petrobras a responsabilidade é maior.

O que se espera do tucano é uma explicação convincente sobre o desvio de R$ 166 milhões nas obras do metrô de Salvador durante sua gestão como prefeito.

Em vez de interpelar judicialmente quem o acusou, Imbassahy se defende usando o simplório argumento de que “as denúncias são vazias”. Só faltou dizer que tudo não passa de mais uma “intriga da oposição”.

Ora, ora, se são acusações sem provas, se é mentira, então processe o deputado Afonso Florense (PT) por crime de calúnia e difamação, dando um chega pra lá no “quem cala, consente”.

Bobagem é ficar dizendo que foi “reiteradas vezes escolhido o mais avaliado prefeito do Brasil”, como se um bom chefe de Executivo tivesse o privilégio da imunidade diante de qualquer acusação.

O então presidente Lula tinha uma invejável aprovação, mas era acusado pelos tucanos de ser complacente com os companheiros envolvidos no escândalo do mensalão, com a banda podre do PT, com os aloprados.

Em vez de ficar se regozijando, o tucano tem que mostrar que sua rodilha aguenta o pote, que faz parte do PSDB decente e não do tucanato da Lista de Furnas, do mensalão mineiro, da privataria tucana, metrô de São Paulo e das operações Castelo de Areia. Lava Jato e Zelotes.

Do contrário, o melhor caminho é a renúncia. A função de vice-presidente da CPI da Petrobras é incompatível com qualquer suspeita de desvio de dinheiro público.

Sem nenhum deboche, confesso que fico na dúvida sobre a banda podre que mais fede, se a do PT ou do PSDB. Se existisse um aparelho para aferir, o nome seria “Fedômetro”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

SALVADOR: IMBASSAHY DESCE DO MURO

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O tucano Imbassahy anunciará apoio a ACM Neto.

Os resultados da última pesquisa Ibope/Rede Bahia levaram o ex-prefeito de Salvador, Antonio Imbassahy (PSDB), a descer do muro e anunciar apoio à candidatura de ACM Neto (DEM). Ontem, o Ibope mostrou salto de 11 pontos de Nelson Pelegrino (PT), que saiu de 16% para 27% ante os 39% de Neto (em 24 de agosto era 40%).

O anúncio de apoio do tucano a ACM Neto será feito em coletiva à imprensa nesta sexta, às 15h, no Hotel Fiesta. O apoio é tratado pela assessoria do prefeiturável como “de grande relevância para a campanha do democrata”.

OS QUATRO MOICANOS

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Marco Wense
Nenhuma surpresa com os quatro deputados federais da Bahia que farão oposição de verdade ao governo da eleita presidente Dilma Rousseff: ACM Neto, Fábio Souto, Antônio Imbassahy e Jutahy Júnior.
E os outros deputados, eleitos pelo DEM e PSDB? A resposta é que não são confiáveis. Vão se aproximar do governo federal assim que a petista Dilma Rousseff assumir o comando do Palácio do Planalto.
ACM Neto, com sua atuação parlamentar, pode se transformar na principal figura nacional do Partido Democratas (DEM). Fábio Souto é filho do presidente estadual da legenda, o ex-governador Paulo Souto.
Em relação aos tucanos, Imbassahy preside o PSDB baiano. O deputado Jutahy Júnior é amicíssimo de José Serra, que ainda sonha com uma candidatura à presidência da República na eleição de 2014.
INDIRETAS & DIRETAS
1) Mudança no PSDB só com o senador eleito Aécio Neves no comando nacional da legenda. Se continuar sob o domínio do tucanato da Avenida Paulista, o sonho da Presidência da República vira um eterno e angustiante pesadelo.
2)  Dagoberto Brandão vai comemorar, em Salvador, junto com sua companheira Marielza, os 50 anos de engenharia civil com os colegas de formatura. Dagô, fundador do PDT de Itabuna, é exemplo de político com P maiúsculo.
3) Michel Temer, eleito vice-presidente da República, não vai deixar Geddel na rua da amargura.  Se Geddel ficar de fora do governo Dilma, será o próximo comandante nacional do PMDB.
4) Imbassahy, presidente estadual do PSDB, quer o partido longe de qualquer apoio ao governo do reeleito Jaques Wagner. O deputado Jutahy Júnior, também tucano, não concorda com a posição intransigente do ex-prefeito de Salvador.
5) Imbassahy versus Jutahy. O diretório do PSDB de Itabuna, tendo a frente o jornalista José Adervan, deve ficar do lado de Imbassahy. Adervan é dirigente partidário obediente, refratário a qualquer atitude rebelde.
6) O PDT de Itabuna, que já foi um partido de respeito, um grande partido político, não existe perante a justiça eleitoral.  Pobre PDT. Hoje insípido, inodoro, incolor, acéfalo, sem rumo, sem nada.
7) “Bom cabrito não berra”, diz um velho ditado popular. Na política, em determinadas circunstâncias, é preciso “berrar”. A Bahia, por exemplo, não pode ficar em segundo plano na composição ministerial do governo Dilma Rousseff.
8 ) A dobradinha entre os deputados Coronel Santana(estadual-PTN) e Félix Mendonça Júnior(federal-PDT) vai movimentar a sucessão do prefeito Azevedo(DEM).
9) Saudades do blog Política, Gente e Poder, do irreverente jornalista Eduardo Anunciação e este modesto comentarista político.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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