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7 de julho de 2020 | 12:47 am

VIEIRA NA DISPUTA

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Vieira, de azul, não descarta candidatura neste ano (Foto Pimenta).

Vieira, de azul, não descarta candidatura neste ano (Foto Pimenta).

O médico Antônio Vieira, ex-vice-prefeito de Itabuna, disse ao PIMENTA que poderá disputar uma vaga à Assembleia Legislativa neste ano.
Ao ser questionado se em dobradinha com o ex-prefeito Capitão Azevedo, Vieira disse que não tem falado com o companheiro de partido desde outubro de 2012, após a derrota eleitoral. Afirmou sem deixar transparecer qualquer mágoa, embora tenha sido ejetado da Secretaria de Saúde para dar lugar ao historiador Geraldo Magela.
A propósito, Azevedo e Vieira participaram da procissão de São José, na semana passada, em alas separadas e distantes. Estava mais próximo dos comunistas, que seguiam o cortejo logo atrás do médico. Vieira fazia questão de deixar claro que é do DEM.

A PROCISSÃO DOS POLÍTICOS

Tempo de leitura: 2 minutos

A procissão de São José reúne milhares de devotos todos os anos em Itabuna ontem (19). Mas, quando o calendário aponta que as eleições estão próximas, a ala dos políticos tem crescimento vertiginoso, seja pela presença daqueles que desejam renovar mandato ou pelo aparecimento dos aspirantes.
Neste ano, seguiram o andor os deputados estaduais Coronel Santana (PTN), Pedro Tavares (PMDB) e Augusto Castro (PSDB) e o deputado federal Geraldo Simões.
Havia também o grupo dos “aspirantes”: Coronel Serpa (ainda sem partido), Thiago Feitosa (PSL), Major Fábio (PRP), os democratas Antônio Vieira e Capitão Azevedo e os comunistas Davidson Magalhães (federal) e Aldenes Meira (estadual).

Ala petista era puxada por Geraldo Simões e o filho Thiago Feitosa (Foto Gilvan Rodrigues Propaga).

Geraldo e o filho Thiago Feitosa puxaram a ala dos Simões (Foto Gilvan Rodrigues Propaga).

A ala comunista trazia dois pré-candidatos: Davidson Magalhães (federal) e Aldenes Meira (estadual).

Ala comunista trouxe dois pré-candidatos: Davidson Magalhães (federal) e Aldenes Meira (estadual).

Vieira, de azul e branco, disse que pode sair candidato a deputado (Foto Pimenta).

Vieira, de azul e branco, disse que pode sair candidato a deputado (Foto Pimenta).

Acompanhado pelo ex-prefeito Sérgio Costa, Major Fábio seguiu o andar à cata de votos.

Acompanhado pelo ex-prefeito Sérgio Costa, Major Fábio seguiu o andor à cata de votos.

Pedro Tavares e Renato Costa lideraram a ala peemedebista na procissão (Foto Pimenta).

Pedro Tavares e Renato Costa lideraram a ala peemedebista na procissão (Foto Pimenta).

Coronel Serpa está entre PR e PTdoB, mas disse que disputará eleição (Foto Pimenta).

Coronel Serpa está entre PR e PTdoB, mas disse que disputará eleição (Foto Pimenta).

NEM PARA SÍNDICO

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Vieira: derrota em eleição para síndico.

Vieira: derrota para síndico.

A relação do ex-deputado e médico Antônio Vieira com as urnas nunca foi das melhores. Piorou na última semana, quando o médico perdeu a reeleição a síndico do prédio onde mora, o Condomínio Residencial Grapiúna, também conhecido como Condomínio dos Médicos, no Jardim Vitória.
O eleito foi um dos filhos do ex-vereador Didi do INSS, que levou a disputa mesmo com Vieira articulando com os colegas médicos do condomínio e, segundo os opositores, cancelando procurações tidas como válidas.

PRETENSÕES POLÍTICAS

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marcowenseMarco Wense
Já temos um bom número de pré-candidatos a deputado estadual. Todos querendo marcar posição e de olho na sucessão do prefeito Claudevane Leite (PRB).
Aposta bem quem diz que o pretenso candidato é um, digamos, aspirante de prefeiturável. Sonha diariamente com a cobiçada prefeitura de Itabuna.
É evidente que entre os “prefeituráveis” tem os que entram na disputa só para negociar a pré-candidatura. São conhecidos como prostitutas do processo eleitoral.
Não é o caso, por exemplo, citando apenas quatro nomes, da professora Acácia Pinho e dos médicos Renato Costa, Antonio Vieira e Edson Dantas, respectivamente pelo PDT, PMDB, DEM e PSB.
Cabe ao eleitor, além de votar em candidatos da região, principalmente com domicílio eleitoral em Itabuna, separar o joio do trigo, sob pena de enterrar de vez a tão lamentada falta de representatividade política.
A eleição de 2014 passa a ser uma espécie de teste para a sucessão municipal de 2016. Quem tiver uma votação bem abaixo do esperado fica automaticamente descartado.
O governo Vane será também um importante indicador. Um prefeito forte, disputando o segundo mandato, inibe os pretendentes. Os mais vistosos são os ex-alcaides Fernando Gomes e Geraldo Simões.
PS – Para alguns leitores, a discussão sobre a sucessão de Claudevane Leite é prematura e intempestiva. Para outros, não. O processo sucessório já começou.
VANE E O PODER

(Foto Pimenta)

(Foto Pimenta)

Confesso que torço – e muito – para que o prefeito Claudevane Leite faça um bom governo. E o motivo é um só: Itabuna não suporta mais uma administração desastrosa e irresponsável. Seria o caos.
O problema é que fica parecendo que o chefe do Executivo não está gostando do que faz. Fazer gostando, seja na vida pública ou privada, é imprescindível.
A prova maior da falta de apetite político do prefeito é a dúvida em relação a sua presença nos eventos. Se Vane vai comparecer ou vai mandar o vice Wenceslau representá-lo.
Força, Vane. Acreditamos em você. Que Deus te ilumine.

“DÊ VOTOS” NA PROCISSÃO

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A eleição municipal é logo ali e o que não faltou na procissão de São José, o santo padroeiro de Itabuna, foi político à caça dos bens mais importante para eles, o voto e o eleitor. Importantes em épocas pré e eleitorais, claro.

A novidade deste ano foi a separação de alas entre os oposicionistas ao governo do prefeito Capitão Azevedo. Enquanto o democrata caminhou ladeado pelos deputados Augusto Castro (PSDB) e Luiz Argôlo (PP) e secretários, os muy amigos petistas e comunistas saíram em alas separadas – e a uma boa distância.

 

Azevedo, ladeado por dois ex-secretários, e perseguido por deputados e vereadores (Foto Pimenta).

Ala geraldista não contou com reforço do PCdoB neste ano (Foto Pimenta).

MAGELA E A DÍVIDA DE R$ 10 MILHÕES

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Magela desconhece dívida.

Os integrantes do movimento pela estadualização do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) ficaram de orelhas em pé, ontem, durante reunião com o secretário de Saúde de Itabuna, Geraldo Magela. O novo titular da Pasta disse desconhecer a dívida de R$ 10 milhões do município com os prestadores de serviços na área de saúde.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna (Sintesi), Raimundo Santana, reagiu: – Ao ouvir uma resposta dessa sobre um problema grave, a gente fica preocupacado em relação a que tipo de tratamento os prestadores de serviços terão do governo.

A dívida é de outubro de 2008 e, segundo o ex-secretário Antônio Vieira, foi provocada pelos ex-gestores Fernando Gomes (prefeito) e Jesuíno Oliveira (secretário da Saúde). Naquele mês – e até hoje -, as empresas que prestavam serviços ao SUS não receberam do município. Itabuna perdeu a gestão plena da Saúde um mês depois.

O secretário Magela também é contrário à estadualização do Hblem. Ele disse que este não é o caminho e afirmou que pretende dobrar, imediatamente, o número de UTIs no Hospital de Base. “Não vemos consistência nas propostas de futuro apresentadas pelo secretário, pois elas não indicam quais as fontes de receita”, diz Santana.

AS VÁRIAS FACES DE VIEIRA

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Vieira: várias faces.

Era maio de 2009 quando o médico Antônio Vieira, vice-prefeito e então comandante da Saúde em Itabuna, disse – a plenos pulmões – que o ex-prefeito Fernando Gomes e o ex-secretário Jesuíno Oliveira deixaram uma dívida de R$ 9,5 milhões na saúde quando o município perdeu a gestão plena.

A afirmação caiu como uma bomba e levou Fernando e Jesuíno a rebater Vieira. Não durou muito e o secretário disse que a imprensa teria, digamos, deturpado a sua fala. O caso revoltou repórteres.

O tempo é bom remédio para curar males do tipo. Ah, se é! O ex-secretário agora aparece nas páginas da primeira edição da revista Contudo numa entrevista na qual dá números redondinhos à dívida: R$ 10 milhões.

O que mudou de lá para cá, Vieira?

SALA NOVA

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O vice-prefeito de Itabuna, Antônio Vieira, não quis correr o risco de ficar desalojado após sua saída da Secretaria da Saúde, na última terça-feira, 04. Rapidinho, Vieira mudou-se para o gabinete desocupado pelo ex-secretário da Administração, Gilson Nascimento, que deixou o governo no final de dezembro.

Já na quarta-feira, o vice desembarcava com caixas e papéis na antiga sala de Nascimento. O novo secretário da Administração, Maurício Athayde, que também acumula o Planejamento, usará apenas sua velha sala para cuidar das atribuições das duas pastas. Sem grande prejuízo, uma vez que o atual governo não é muito dado a planejar.

VIEIRA FICARÁ “NA COLA” DE MAGELA

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Vieira: atuação política.

Ficou no “paz e amor” a reunião ocorrida há pouco no centro administrativo Firmino Alves entre o prefeito Capitão Azevedo (DEM), o vice Antônio Vieira e o novo secretário de Saúde, Geraldo Magela, além da presidente do DEM itabunense, Maria Alice Pereira. Consta que Maria Alice e Vieira, defendendo os interesses do DEM, foram pressionar o prefeito contra a nomeação de Magela para a Saúde ou ceder mais cargos para o partido.

Ao final, o ex-secretário disse que não há clima de pressão pra cima de Azevedo e que conhece Magela tecnicamente, apesar de desconhecer a gestão do novo secretário quando este comandou a Saúde em Teixeira de Freitas. Vieira disse que agora vai se dedicar à política (e à sua clínica Cotef), mas não perderá de vista o novo secretário. Estará colado. Confira o rápido bate-papo com o PIMENTA.

PIMENTA – O senhor continua na pasta?
ANTÔNIO VIEIRA –
Não, não, não. Eu já me afastei há mais de 15 dias. Vocês me ligaram à época e eu informei da saída.

A informação nova é que o senhor não teria concordado com a escolha do prefeito para a Saúde.
Eu não devo estar interferindo nisso. É uma escolha do prefeito e ele é livre para escolher. Eu conheço o Magela tecnicamente, participamos de várias reuniões. Tecnicamente, ele é muito competente. Não sei como foi o trabalho dele em Itamaraju, mas não deve haver nada desabonador contra ele, não.

A sua assessoria informou que haveria a divulgação de uma carta. Será divulgada?
O conteúdo é conhecido. Eu não estou deixando o cargo por pressão. Estou deixando porque achei que estava na hora de sair, pois tenho outras obrigações. Vou agora ajudar o prefeito, politicamente.

A atuação do senhor, que é vice-prefeito, será eminentemente política?
Sim, e não vou deixar de estar ao lado do secretário, somos de um mesmo governo e aliados.

Essa nova linha foi acordada na reunião desta tarde?
Já tive reunião com o prefeito e com o novo secretário. Estive ausente [da cidade] por dez dias, mas o prefeito concordou com o nome de Magela. Achou que deveria ser ele e que tecnicamente tem muito conhecimento.

DE SAÍDA, VIEIRA PROMETE DIVULGAR CARTA-BOMBA

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Neste momento, o ainda secretário de Saúde de Itabuna, o vice-prefeito Antônio Vieira, participa de reunião tensa no centro administrativo Firmino Alves. A promessa é de que ele divulgará uma carta pública, em instantes, se posicionando sobre os problemas da saúde municipal e não dispensará críticas à escolha do prefeito Capitão Azevedo (DEM) para substituí-lo na Saúde.

A carta será divulgada em instantes, conforme um de seus assessores. Todo o conteúdo da carta será conhecido momentos antes da posse de Geraldo Magela como novo secretário de Saúde.

Magela foi exonerado do cargo de secretário da Saúde de Teixeira de Freitas em setembro de 2010, acusado de promover um rombo nas contas municipais estimado em R$ 8 milhões. Ele nega o rombo e diz que a conta é menor (R$ 3,5 milhões) e seria coberta pelo Estado com recursos para o serviço de cardiologia em Teixeira.

Chamem o bombeiro.

Com informações do Trombone.

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