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6 de julho de 2020 | 09:12 pm

UNIVERSO PARALELO

Tempo de leitura: 6 minutos

JORNALISMO NO TEMPO EM QUE SE SONHAVA

Ousarme Citoaian

Em outros tempos e costumes, o jornalismo era praticado como uma espécie de sacerdócio (o termo foi mais comumente usado para os professores e vai aqui empregado por falta de outro mais adequado). Habitadas por poetas e boêmios, as redações muito diferiam de hoje, pois tinham poucos “profissionais” e muitos sonhadores. Era a época do revisor (que escoimava o texto de eventuais solecismos) e do copidesque (garantia de que o texto saisse da oficina sem um defeito). Mas o meu preferido nessa fauna sempre foi o mancheteiro, o cara que fazia as manchetes.

RAPIDEZ, CRIATIVIDADE, PODER DE SÍNTESE

Fazer boas manchetes não é fácil: exige do redator poder de síntese, rapidez e criatividade, dizer o que precisa num espaço limitado (a quantidade de toques)  – e fazer isto tudo sob pressão do tempo, pois a gráfica está gritando que é hora de fechar. O jornalista Wilson Ibiapina reuniu algumas jóias de craques na complicada arte das manchetes. Uma de Felizardo Montalverne (chefe de redação do Correio do Ceará): “Todo fumante morre de câncer, se outra doença não o matar primeiro”. No Rio, O Dia teve um dos mais famosos mancheteiros de nossa imprensa: Santa Cruz. Vejamos alguns casos, a seguir.

JÂNIO EM CAMPANHA: DA FARSA À COMÉDIA

Sobre a mulher traída que castrou o marido: “Cortou o mal pela raiz”; ao padre prefeito que autorizou o aumento do preço da carne: “Padre não resiste à tentação da carne”. É comum que suicidas se joguem da ponte Rio-Niterói, mas o delegado Almir Pereira preferiu dar um tiro na cabeça, e A Notícia viu assim o tresloucado gesto: “Atirou em vez de se atirar”. Jânio (foto) volta do exterior em 1962 e desfila num bonde de Vila Maria, em São Paulo, com boné de motorneiro. A manchete da Última Hora foi “Jânio Quadros: da farsa da renúncia à comédia da volta”. É a minha preferida.

MORRO DESMORONA SOBRE CANDIDATA DO PT

Os grandes jornais, perdida a antiga verve, se nivelam em falta de graça. Os regionais tratam o leitor como se criatividade fosse artigo proibido nas redações. Duas manchetes ilustram bem os dois casos: o JB (recentemente falecido), em 10/2/2010, ao anunciar a vitória da Beija-Flor, exaltou a segunda colocada: “Tijuca, inovadora intrusa no reino da Beija-Flor”; o Agora (de Itabuna), em 27/10/2010: “Serra esmaga Dilma em debate da Record”. Da primeira, nada se entende. A segunda nos faz pensar que uma serra (ou um morro) deslizou sobre o estúdio da tevê, levando a presidenta desta para melhor.

TROCADILHO: UMA “FEBRE” RECIDIVANTE

No começo do século XX, o trocadilho (do francês jeu de mots = jogo de palavras) era quase uma febre. Depois, como toda moda, perdeu o encanto e passou até a ser considerado coisa de mau gosto, subliteratura. Pois eu o acho estimulante, desde que feito com inteligência e oportunidade. A política, bom campo para esse exercício, me traz à memória três casos: 1) Getúlio Vargas, dito “Pai dos pobres”, foi chamado por um opositor de “Mãe dos ricos”; 2) à divisa integralista “Deus, Pátria e Família”, o Barão de Itararé (foto) respondeu no seu A Manha com “Adeus, Pátria e Família”; 3) em final de campanha, Dilma surpreendeu, ao dizer: “a oposição está de serra abaixo”.

ANTÔNIO VIEIRA (O PADRE) ERA DO RAMO

Trocadilhos, versos mordazes, críticas candentes aos costumes da época (sobretudo aos políticos) fizeram a fama do mais perverso dos trocadilhistas brasileiros, Emílio de Menezes. Tal gênero também foi cultivado, pasmem, pelo circunspecto padre Antônio Vieira. É de sua lavra a frase “Com tais premissas ele sem dúvida leva-nos às primícias”. De Emílio (que atirou seu veneno sobre Ruy Barbosa, a Academia Brasileira de Letras e quem mais estivesse próximo) todos sabem pelo menos um dito espirituoso, pois eles existem à mancheia no livro clássico Emílio de Menezes, o último boêmio (Raimundo de Menezes/1949, Coleção Saraiva, só disponível nos melhores sebos).

ALBERTO HOISEL, O SATÍRICO DA REGIÃO

Deixando de lado os nacionalmente famosos, não resisto a citar alguns calembures da lavra do satírico ilheense Alberto Hoisel, do livro Solo de Trombone (Antônio Lopes/2001, disponível na Editus/Uesc). Sobre o advogado Tandick Rezende, baixinho (pouco mais de 1,50 m), parceiro de cerveja, Hoisel deu a sentença: “Ele bebe para ficar alto”; quando o ascensorista o avisou de que o elevador do Banco Econômico estava “quebrado”, ele se deu por feliz: “Ainda bem que não foi o banco”; o atraso no noticiário do Diário da Tarde ele analisou assim: “Com vocação vitalícia/ Para a imprensa sem alarde/ Até a própria notícia/ Nosso diário dá…tarde!”.

TROCADILHISTA QUE NÃO TROCA DE LISTA

A quadrinha satírica tem no trocadilho uma ajuda decisiva para sua força, graça e maldade, como mostra o satírico ilheense. Certo Nacib definiu Alberto como “um dos maiores trocadilhistas do país” e ele fez sua profissão de fé integralista ao responder ao elogio: “Se a exceção foge à regra,/ Nacib que tenha em vista:/ Este é um que a lista integra/ E nunca troca de lista”. Ou, escrita num guardanapo na boate Night and Day (Rio de Janeiro), homenagem ao jornalista Fernando Leite Mendes (na foto, ao microfone), seu companheiro de mesa: “Lei! Tu sempre foste errada,/Por isso ninguém te entende…/E sem que faça piada/Eu te digo: ´Lei, te emendes!´”.

ELIS SE ACHAVA A PRÓPRIA LIZA MINELLI

Procuro no Google e não encontro (prova de que nada é perfeito) este causo envolvendo Elis Regina e o (dentre outras coisas) produtor musical Luiz Carlos Miéle. Então, vamos à memória: a cantora, recém-chegada de Porto Alegre, novinha em folha, discutia com o produtor o cachê para um show no Beco das Garrafas, reduto da Bossa-Nova nos anos sessenta, no Rio de Janeiro. Quando disse o preço, Miéle estrilou: “Você acha que é alguma Liza Minelli?” – e a desconhecida e ousada Elis Regina respondeu, na tampa: “Acho”.  Elis era assim: corajosa, atrevida, competitiva, sabendo onde ficava o próprio nariz (um pouco arrebitado, é verdade).

A IMPRESSIONANTE MUDANÇA DAS COISAS

Miéle (foto), hoje com mais de 70 anos, está envolvido em muitas dessas histórias engraçadas, algumas como personagem central. Como esta, que o mostra um tanto desligado do mundo. Ele conta que, há alguns anos, entrou numa loja de música e pediu para ver uns discos de Frank Sinatra. O vendedor fez cara de compaixão, como se achasse que o cliente estava esclerosado. Ofendido com o aparente desdém do cara, Miéle reclamou: “Vai me dizer que nesta loja não existe disco de Frank Sinatra?”, ao que o vendedor, como se falasse a uma criança, explicou: “Não, Miéle, é que não existe mais disco”. O produtor saiu, dizendo-se “triste, com a impressionante mudança das coisas”.

NO BRASIL SÓ DUAS CANTORAS: “GAL E EU”

Voltemos a Elis Regina. Muitos anos e declarações polêmicas mais tarde, ela – falando de cantoras brasileiras – disse: “No Brasil, só há duas que cantam, Gal e eu”. Se aceitássemos como verdadeira esta apaixonada avaliação, só nos restaria uma grande cantora (Elis morreu em 1982, aos 37 anos). Sem critérios técnicos, mas apenas por preferência, acho que as duas são nossas maiores intérpretes. Prefiro Elis, pois vejo certa frieza técnica em Gal, mesmo assim “a cantora” baiana. Minha lista tem Alcione, sem esquecer que Ângela Maria é referência nacional, até para Elis Regina. E ela estava em dia de modéstia: disse “Gal e eu”, não “Eu e Gal”.
</span><strong><span style=”color: #ffffff;”> </span></strong></div> <h3 style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>E FRED JORGE CRIOU CELLY CAMPELLO!</span></h3> <div style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>No auge do sucesso, em 1965, a música teve uma versão no Brasil, gravada por Agnaldo Timóteo. Como costuma ocorrer com as

UMA CANÇÃO QUE “TODO MUNDO” GRAVOU

Wave, um dos temas mais famosos de Tom Jobim, teve a versão cantada lançada por João Gilberto, no disco Amoroso, de 1977. Depois, ganhou o vasto mundo nas gravações de artistas diversos, dentre os quais Gal Costa, o próprio Tom, Ella Fitzgerald, Rosa Passos, Elis Regina, Sarah Vaughan, Leny Andrade (foto), Stan Getz, Joe Henderson, Wilson Simonal, Frank Sinatra e Anita O´Day (que abria e encerrava seus shows com esta música). No vídeo, Gal, impecável como sempre.

(O.C)

(O.C.)

"LARGA O OSSO, VIEIRA"

Tempo de leitura: < 1 minuto

A tensão, ontem, na Câmara de Vereadores foi aliviada com alguns “animadores” de plantão. Governos estadual e municipal e vereadores discutiam a proposta de estadualização do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), que vive na UTI faz tempo.
A certa altura, o secretário da Saúde de Itabuna, Antônio questionou porque o estado não colocava mais dinheiro na unidade.
Foi o suficiente para ouvir, sussurrado pela plateia:
[O Estado] Não vai dar dinheiro pra ladrão.
Vieira ficou vermelho. Exigiu respeito e afirmou que não era ladrão e queria o bem da cidade. Terminou, e teve de ouvir mais:
– Larga o osso, Vieira – gritou uma voz não identificada.
O secretário municipal era dos poucos defensores da ideia de manter a gestão do Hblem nas mãos da prefeitura.
Por fim, houve uma discussão entre o médico Cristiano Conrado e o vereador Claudevane Leite. Conrado afirmou que Claudevane havia lhe garantido pelo menos dois minutos para que pudesse expor as razões de ser contra a estadualização do hospital.
A sessão caminhava para acabar e nada de lhe ser concedida a palavra. Resolveu cobrar de Claudevane e ouviu um “então eu não cumpri minha palavra”. O médico disse ter cobrado novamente: – “vá procurar o que fazer”, teria respondido Vane, num estilo que não é o seu.

PARA VIEIRA, ESTADO AGE COM "SAFADEZA" NO CASO HBLEM

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.Vieira ataca proposta do estado: "safadeza" (Foto Pimenta).

Movimentos sociais já recolheram pelo menos 35 mil assinaturas pela estadualização do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), de Itabuna. A unidade médico-hospitalar foi construída pelo governo federal e é administrada pelo município, mas enfrenta uma grave crise que provoca a morte de, em média, 15 pacientes por semana, de acordo com médicos.
Amanhã, dia 10, às 14h, as 35 mil assinaturas serão entregues ao secretário de Saúde, Jorge Solla, numa audiência que também contará com as presenças do secretário de Saúde de Itabuna, Antônio Vieira, e do prefeito Capitão Azevedo (DEM). Os representantes do governo local rejeitam a ideia da forma como foi posta em audiência realizada em agosto.
O Pimenta conversou com o secretário Antônio Vieira. Ele disse esperar que Solla entregue ao município, durante a audiência, uma “proposta [de estadualização] escrita, e não de boca”.  O secretário, também vice-prefeito de Itabuna, questiona a eficiência do Estado na gestão de hospitais gerais como os de Ilhéus e Jequié. “Funcionam perfeitamente? Não”.
Vieira faz insinuações e “desconfia” de ação influenciada pelo momento eleitoral no estado. “O Hblem não deve a funcionários, não deve a médicos. Por que ele [Solla} não faz isso com instituições que estão devendo aos funcionários?”.
O secretário subiu o tom na entrevista ao repórter Fábio Roberto, do Pimenta. Para ele, o que o estado quer fazer com o Hblem é “safadeza”, pois a solução é injetar mais recursos na unidade de saúde municipal, o maior hospital público do sul do estado. E tome canelada do médico ortopedista:
[A proposta do governo para o ] Hospital de Base é questão de safadeza do Estado, de não “botar” o reforço [financeiro] que tem de ser pra lá.
Estima-se que o hospital precisaria de recursos mensais da ordem de R$ 3 milhões para funcionar adequadamente. Na semana passada, a prefeitura admitiu que apenas o Estado injeta recursos no Hblem: R$ 1,5 milhão, mês.
O município firmou acordos de cooperação técnica para repassar outros R$ 300 mil por mês, mas não respeitou o contrato. Firmou novo convênio, de R$ 200 mil, mas novamente o desrespeita. Azevedo alega falta de dinheiro. A dívida da unidade de saúde é de R$ 30 milhões. Há seis anos, estava em apenas R$ 2,7 milhões.

É DOCE, MAS NÃO É MOLE

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O prefeito Capitão Azevedo (DEM) pensava arrumar as malas e partir com destino a Bom Jesus da Lapa. A romaria teve de ser cancelada.
Não pegaria bem o prefeito fazendo turismo “religioso” num período em que o município está sem dinheiro para pagar o salário dos servidores – estes, coitados, sem direito a um pedacinho da rapadura.

VIEIRA DIZ QUE NÃO HÁ PREVISÃO DE PAGAMENTO DE SALÁRIO

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Há pouco, o secretário e vice-prefeito Antônio Vieira informou ao Pimenta que não há previsão sobre quando será pago o salário de julho dos servidores da Saúde. A Pasta tem cerca de 1,7 mil funcionários.
Vieira disse ter acionado as secretarias de Administração e de Finanças e se reunirá com o prefeito Capitão Azevedo (DEM), para saber “quando o salário vai ser pago”.
O blog perguntou se não havia, pelo menos, uma previsão de receita para quitar a folha, mas Vieira foi franco – e direto: “não temos previsão”. Hoje, os pagamentos da Saúde são definidos pelas pastas de Planejamento e de Finanças. E as notícias vindas de lá…

GERALDO E VIEIRA FALAM DE SAÚDE E FICHA LIMPA

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O deputado federal Geraldo Simões (PT) e o secretário de Saúde de Itabuna, Antônio Vieira, são os entrevistados desta sexta-feira, 18, no programa Patrulha Geral, na rádio Nacional. Vieira promete falar de tudo, até de sua incompatibilidade com o diretor de Planejamento da Saúde, Antônio Carrero.

O secretário recomendou ao prefeito Capitão Azevedo (DEM) a exoneração do auxiliar, mas o gestor resiste a acatar a sugestão do homem da Saúde. Geraldo Simões falará sobre Porto Sul, mandato, reeleição e, também, as implicações do Ficha Limpa para quem vai concorrer nestas eleições. O programa apresentado por Fábio Roberto começa às 16h30min, na 870AM.

VIEIRA PARA CARRERO: “EU NÃO QUERO ELE AQUI”

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Vieira não quer mais Carrero na Saúde (Fotomontagem).

O clima anda mais do que tenso na Secretaria de Saúde de Itabuna. Por volta do meio-dia desta terça-feira, 8, o secretário Antônio Vieira conversou rapidamente com o Pimenta e afirmou que, no dia 30 de maio, enviou ao prefeito Capitão Azevedo (DEM) um ofício solicitando a imediata exoneração do diretor de Planejamento, Antônio Carrero. “Comigo ele não trabalha. Eu não quero ele aqui”.

É a tal incompatibilidade de gênios – e de métodos.

Vieira disse não entender porque, até agora, o prefeito não respondeu ao ofício que lhe foi encaminhado. O papo foi com o repórter Fábio Roberto, na prefeitura. Nos bastidores, porém, o que se ouve é que Azevedo estaria boicotando as ações do secretário de Saúde e pensa no próprio Carrero como substituto de Vieira.

A ‘zanga’ de Vieira é que Carrero não mais lhe respeitaria como superior na Saúde e estaria adotando medidas sem o seu conhecimento. Medidas que, na sua avaliação, não seriam as corretas. Briga de Antônios na trezena do santo homônimo.

ELE NÃO SABIA…

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O secretário de Saúde de Itabuna, Antônio Vieira, foi “imprensado” no programa Alerta Total, na TV Cabrália. Depois de dizer que “rato não come livro” (mas rói, secretário!), Vieira mostrou desconhecer que a central de regulação do SUS, mantida pela prefeitura, sofre com infiltrações constantes e alagamento sempre quando chove. “O problema é de administração da unidade”, rebateu Vieira.

Foi justamente na central de regulação que o funcionário Dermival Campos Silva contraiu leptospirose (doença transmitida pela urina do rato). O secretário ainda desconfiou da informação do apresentador, Tom Ribeiro, de que existem goteiras, infiltrações na unidade. “Você pode ter se molhado na rua”.

Vieira ficou ainda mais nervoso com as imagens que revelavam o estado de quase abandono do prédio onde funcionam a central de regulação do SUS, o setor de cadastramento e, ainda, a unidade de referência em DST/Aids Júlio Brito.

LUPA NAS CONTAS DE VIEIRA

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Vieira

Os conselheiros municipais de Saúde de Itabuna se reúnem nesta terça-feira, a partir das 9h, na sede do órgão, no antigo Sesp. Os membros do conselho vão passar a lupa nas contas da gestão do médico Antônio Vieira, relativas ao exercício de 2009.

Quem teve acesso às contas e elaborou relatório preliminar observou gastos exorbitantes em diversas áreas. Lá vem chumbo grosso!

VIEIRA DEPÕE SOBRE OMISSÕES DE FOCOS DA DENGUE

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O delegado regional Moisés Damasceno ouviu, nesta manhã, o secretário de Saúde de Itabuna, Antônio Vieira, sobre as denúncias de omissões de focos de mosquito da dengue e falsos registros de visitas em, pelo menos, 10 bairros do município.

O inquérito apura as responsabilidades pelos focos do mosquito. 12 agentes de combate à dengue foram demitidos em dezembro, após sindicância confirmar irregularidades.

O Ministério Público estadual acompanha as investigações. O depoimento de Vieira foi inicialmente marcado para o dia 14 de janeiro, mas acabou por ser adiado por falta de algumas testemunhas.

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