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24 de junho de 2021 | 03:11 pm

SUCESSÃO BAIANA DIVIDE MST

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O Movimento dos Sem-Terra está dividido com relação ao processo sucessório na Bahia.

Líder nacional do movimento, João Pedro Stédile gravou depoimento em apoio à escolha de José Sérgio Gabrielli como candidato à sucessão de Jaques Wagner.  A manifestação, porém, foi rechaçada por dirigentes do MST no Estado, já que o deputado federal Valmir Assunção (PT/BA), liderança histórica dos sem-terra na Bahia, é Rui Costa “desde criancinha”.

Márcio Matos, que comanda o MST no Estado e faz parte da direção nacional do movimento, declarou que Stédile externou uma opinião pessoal “e não uma posição da direção do MST na Bahia”.

Matos justificou o apoio a Rui Costa como uma contrapartida “pela sua relação histórica com o MST baiano, desde os tempos em que o mesmo era dirigente do Sindiquímica, e pela sua atenção à pauta da reforma agrária no Estado”.

ASSUNÇÃO VÊ NECESSIDADE DE MÉDICOS ESTRANGEIROS

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Assunção questiona envolvimento da vítima com o tráfico de drogas

A baixa adesão de médicos brasileiros ao programa “Mais Médicos”, do Governo Federal, levou o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) a constatar a necessidade da contratação de profissionais estrangeiros.

Nesta quarta-feira, 7, em Brasília, o petista disse que a recusa dos médicos brasileiros de trabalhar nos pequenos municípios e em lugares remotos torna necessária a “importação”.

Apenas 6% das vagas oferecidas pelo programa m todo o país foram preenchidas. Na Bahia, dos 317 municípios inscritos, apenas 41 vão receber profissionais na primeira etapa do programa.

 

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