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11 de maio de 2021 | 12:45 am

AZEVEDO E O PMDB

Tempo de leitura: 2 minutos

marco wense1Marco Wense

 

O problema de Azevedo é a insegurança em relação ao DEM. Sabe que pelo Democratas não sairá candidato, que será pressionado para aceitar a vice na chapa encabeçada pelo tucano Augusto Castro.

 

Com invejável tempo no horário eleitoral, o PMDB, presidido por Pedro Arnaldo, se tornou a noiva mais cobiçada da sucessão municipal de 2016.

Essa cobiça é a prova inconteste de que o partido não tem pré-candidato a prefeito de Itabuna, que os nomes ventilados, como o do médico Sílvio Porto, Fernando Vita e Juvenal Maynart, são pretendentes a vice-prefeito.

Ora, se o PMDB tivesse realmente prefeiturável, como tem o PDT com Mangabeira e o PSB com Carlos Leahy, não haveria tanta investida sobre a legenda.

A última ofensiva, querendo ser candidato de cima para baixo, foi do capitão José Azevedo. Deu no que deu: voltou da capital sem ser atendido pelos irmãos Vieira Lima.

O problema de Azevedo é a insegurança em relação ao DEM. Sabe que pelo Democratas não sairá candidato, que será pressionado para aceitar a vice na chapa encabeçada pelo tucano Augusto Castro.

A dobradinha tucano-democrata está sendo construída pelo deputado federal Jutahy Júnior com o aval da cúpula estadual. A contrapartida é o apoio do PSDB à reeleição de ACM Neto para o Palácio Thomé de Souza.

O dilema do PMDB lembra o da mulher rica. O PMDB desconfia que o interessado esteja só de olho no horário eleitoral. A mulher rica no dinheiro.

MAYNART, O CONSELHEIRO-MOR

JuvenalMaynart CeplacQuando a pauta é a sucessão do prefeito Claudevane Leite, o ex-ministro de Lula, Geddel Vieira Lima, gosta de ouvir o superintendente da Ceplac, Juvenal Maynart.

Geddel, que é o presidente estadual do PMDB, hoje aliado do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), quer o fiel escudeiro na frente das conversas sobre o processo sucessório.

Toda essa confiança em Juvenal é fruto da sua sinceridade quando trata do PMDB de Itabuna. Ou seja, que a legenda não dispõe de um nome com viabilidade eleitoral para disputar a eleição de 2016.

Maynart vem trabalhando para levar Roberto José para o PMDB. O secretário de Trânsito e Transporte encabeçaria a chapa majoritária em uma composição com o PSD e o PRB.

A iniciativa maynartiana, com o nítido objetivo de isolar o PCdoB, tem a simpatia dos irmãos Vieira Lima e, obviamente, do núcleo vanista, sob o comando de Oton Matos, controlador-geral do município.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

E POR FALAR EM GEDDEL…

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Azevedo fora do páreo? (Foto Jornal Bahia Online).

Azevedo fora do páreo? (Foto Jornal Bahia Online).

O ex-prefeito de Itabuna Capitão Azevedo deslocou-se a Salvador na última quarta-feira (22). Queria uns dedinhos de prosa com os donos do PMDB baiano, Lúcio e Geddel Vieira Lima. Voltou para casa cabisbaixo, segundo uma fonte.

Motivo: os Irmãos Vieira Lima não receberam o ex-prefeito.

Os peemedebistas não veem Azevedo, hoje no DEM, disputando a cadeira principal do Centro Administrativo Firmino Alves devido ao fator Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Azevedo teve todas as contas de sua gestão rejeitadas pelo órgão, que apontou até mesmo irregularidades graves e insanáveis.

AZEVEDO NO PTB

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Azevedo pode se filiar ao PTB

Azevedo pode se filiar ao PTB

O ex-prefeito Capitão Azevedo, de Itabuna, pode arrumar as malas e desembarcar, a qualquer momento no PTB, hoje comandado pelo vereador Ruy Machado. A probabilidade de Azevedo deixar o DEM e filiar-se ao partido de Ruy aumentou após o processo de fusão dos dois partidos desandar.O DEM quer que 60% do comando da nova sigla seja entregue aos diretórios estaduais. O PTB é contra à ideia. O principal opositor ao plano dos democratas é o ex-deputado Roberto Jefferson, hoje em prisão domiciliar.

Se Azevedo for para o PTB e o partido permanecer na base governista estadual, as chances de um acordo político entre o ex-prefeito e o ex-deputado federal Geraldo Simões (PT) aumentam. Os dois políticos conversaram há dez dias. A conversa foi casual, mas o construtor da ponte, o vereador Ruy Machado, analisa cenários.

“TRAIÇÃO DE AUGUSTO”

Sabe-se que, por ora, Azevedo somente não topa aliança eleitoral com o deputado estadual Augusto Castro. Azevedo desconfia que foi o parlamentar quem disseminou que ele estaria fora da disputa em 2014, quando também disputou uma vaga à Assembleia Legislativa. Azevedo terminou como o mais votado em Itabuna, mas faltou fôlego fora daqui.

O ex-prefeito também credita a Augusto traições que resultaram em rejeição de suas contas na Câmara de Vereadores em 2013. A amigos mais próximos, lembra que ajudou Augusto colocando uma empresa da família do deputado na prefeitura (consultoria jurídica) e, na campanha de 2010, fortaleceu o tucano ao fazer com que cargos comissionados da Emasa (Empresa Municipal de Águas e Saneamento) apoiassem – e trabalhassem – pelo eleição do novato à época. Os olhos até marejam quando o capitão lembra do que ele chama de “traição de Augusto”.

Mas política é política. E política é como nuvem…

DE OLHO NA PREFEITURA, GERALDO CONVERSA COM DR. EDSON E AZEVEDO

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Ruy Machado, José Adervan, Azevedo, Geraldo e Alah (Foto Reprodução).

Ruy Machado, José Adervan, Azevedo, Geraldo e Alah (Foto Reprodução).

O ex-deputado Geraldo Simões sonha em retornar ao comando da Prefeitura de Itabuna. Após a reflexão que disse ter feito desde quando deixou o mandato, em janeiro, o petista iniciou as negociações em busca de apoio para 2016. Hoje, ele conversou longamente com o ex-vereador e ex-presidente da Câmara de Itabuna Edson Dantas (PSB).

– Foi uma conversa muito boa com Dr. Edson – afirmou, enfatizando ter boas relações com o PSB baiano. Geraldo, no entanto, terá que esperar pela conclusão das negociações do PSB com o PPS. Os dois partidos ensaiam uma fusão que deverá ser oficializada em junho.

O petista, após conversas com o ministro da Defesa, Jaques Wagner, disse ter consolidado ainda mais a sua posição em disputar a prefeitura local. Do ministro e ex-governador baiano, Geraldo ouviu conselhos e, talvez mesmo por isso, tenha decidido negociar, como o próprio diz, “para além do centro”.

Numa entrevista ao PIMENTA há dez dias, ele afirmou que buscaria a união de setores da política e da sociedade itabunense. Não demorou há, no final de semana, reunir-se com o ex-prefeito Capitão Azevedo, de quem espera apoio para a peleja municipal de 2016. “Foi um encontro casual”, despista Geraldo, mas afirmando que haverá novo papo.

O encontro com o ex-prefeito teve, ainda, a participação do vereador Ruy Machado (PTB), do empresário José Adervan e do advogado Alah Góes. Ainda não se sabe qual será a reação do eleitorado a uma possível junção de Geraldo com Azevedo, que, por enquanto, está no DEM.

ITABUNA: PESQUISA CAUSA ALVOROÇO

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Números de uma pesquisa eleitoral feita pela respeitada Sócio-Estatística causaram alvoroço entre políticos da direita itabunense. Num cenário pulverizado com os nomes de Augusto Castro (PSDB), Fernando Gomes (PMDB), Capitão Azevedo (DEM), Geraldo Simões (PT), Vane (PRB) e Leninha Alcântara (PPS), os três primeiros nomes têm, no agregado, mais da metade das intenções de voto para o governo itabunense.

Quando levado em conta apenas os nomes dos partidos da base governista no estado, a soma dos percentuais passa de dois dígitos, mas com fraco desempenho de Vane. O melhor nome no campo governista – estadual, claro – é o do petista Geraldo Simões, empatado tecnicamente com Capitão Azevedo e Fernando Gomes, embora um pouco distante de “Zé de Cuma”.

O cenário, como se diz, não está nem um pouco gatinho para o prefeito. Outro ponto: a pesquisa também revela que Azevedo e Fernando serão os fiéis da balança no processo eleitoral de 2016. Claro, estamos falando de eleições a mais de um ano do Dia D. Os números não são aqui exibidos porque o levantamento não está registrado. Pelo menos, ainda.

GOVERNO VANE REJEITADO

Se há um número do qual podemos falar – e mostrar, por não haver impedimento legal, este é o da avaliação do Governo Vane. A reprovação atinge 66%, enquanto 74,8% dos itabunenses ouvidos na pesquisa não aprovam a maneira do prefeito Claudevane Leite governar. A pesquisa foi feita nos dias 16,17 e 18 e ouviu 900 eleitores. O levantamento foi encomendado pelo deputado Augusto Castro, que aparece em melhor situação e liderando em todos os cenários.

O RETORNO DO POPULISMO

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marco wense1Marco Wense

As pesquisas de intenção de votos apontam Geraldo Simões e Fernando Gomes na frente.

Uma fatia considerável do eleitorado itabunense vibra quando aparece na imprensa determinados nomes que podem disputar o processo sucessório de 2016.

Esses eleitores querem um candidato a prefeito sem nenhuma ligação com tradicionais e empoeirados grupos ou correntes políticas, dando um basta na mesmice.

Não é a tal da terceira via e, muito menos, coisa parecida, quase sempre disfarçada de novidade. É mudança radical mesmo. Um prefeiturável que provoque sobressalto e uma agradável surpresa.

O problema é que a outra fatia que vota nas antigas lideranças, com destaque para Geraldo Simões, Fernando Gomes e o Capitão Azevedo, representa quase 50% do eleitorado.

Vale lembrar que Geraldo, Fernando e Azevedo, respectivamente petista e democratas, obviamente do PT e do DEM, somam sete mandatos como gestor do Centro Administrativo Firmino Alves.

GS, FG e CA não conseguiram acabar com o tabu da reeleição. Nunca se reelegeram. Fernando Gomes, sendo candidato e saindo vitorioso, vai para o seu quinto mandato.

As pesquisas de intenção de votos apontam GS e FG na frente. A volta do “Geraldo versus Fernando” é interpretado pelos “mudancionistas” como a prova inconteste de que Itabuna parou no tempo.

Como não gosto de deixar o leitor na dúvida (ou curioso), revelo que Antonio Mangabeira, Chico França e o bom juiz Marcos Bandeira são as possíveis e agradáveis surpresas da sucessão de Claudevane Leite (PRB).

Em outros tempos, em priscas eras, como diria o saudoso jornalista Eduardo Anunciação, os protagonistas da mudança eram Helenilson Chaves e Ronald Kalid.

Geraldo versus Fernando, disputando mais uma eleição, significa o triunfal retorno do populismo. Geraldistas e fernandistas vão dizer que Vane do Renascer foi eleito pelo “populismo religioso”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

MP QUER NOVO JULGAMENTO PARA CONTAS DE 2009 E 2010 DE AZEVEDO

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MP quer novo julgamento para Azevedo.

Novos julgamentos para Azevedo.

O Ministério Público Estadual (MP-BA)  quer nova votação de contas do ex-prefeito Capitão Azevedo que foram aprovadas pela Câmara de Vereadores contrariando o parecer do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). O MP ingressou com duas ações para que sejam anuladas as sessões em que foram aprovadas as contas de 2009 e 2010 do ex-prefeito.
O MPE afirma que as contas foram aprovadas por vereadores que não levaram em consideração as graves irregularidades apontadas pelo TCM. O órgão constatou que nas contas de 2009, por exemplo, Azevedo fez dispensa ilegal de licitação em contratos milionários com diversas empresas.

De acordo com o parecer do TCM, somente com a contratação irregular das empresas Marquise e Pedreira União o ex-prefeito José Nilton Azevedo gastou cerca de R$ 10 milhões. O relatório indicou ainda desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal.
O ex-prefeito manteve gastos de 75% da receita corrente líquida com pessoal e mostrou descontrole fiscal. Por lei, o máximo permitido para ser gasto com folha é de 54% da receita. Nas ações, há o pedido de anulação das votações e a realização de um novo julgamento.
O MP destaca que os vereadores não apresentaram justificativa convincente para ignorar o parecer do TCM. “Os vereadores usaram uma fundamentação genérica e dissociada de todas as irregularidades apontadas em pareceres técnicos”.
VEREADORES ADOTARAM “CTRL C + CTRL V”
As investigações apontaram que, mesmo as irregularidades constatadas em 2009 sendo diferentes de anos anteriores, foram usadas peças jurídicas idênticas para justificar o relatório contrário à orientação do órgão de fiscalização.
Os promotores que assinam a ação destacam que “pelo entendimento jurídico predominante, o parecer prévio do Tribunal de Contas dos Municípios somente não prevalecerá se for rejeitado por, no mínimo, dois terços dos membros da Câmara de Vereadores”.

Mas para isso cada vereador deve “fundamentar especificamente cada ponto de discordância com o quanto emitido pela Corte de Contas, o que não ocorreu no julgamento das contas em questão”, ressaltam os promotores.
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O QUE 2014 TEM A DIZER SOBRE 2016

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ricardo bikeRicardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com
 

É de se lamentar que Itabuna continue a pulverizar seus votos. Calcula-se que mais de 200 postulantes foram contemplados na cidade, que fica no prejuízo. Se antes já não tinha uma representação política forte, o que era grave, agora terá quase nenhuma representação, o que é trágico.

 
Terminar uma eleição e já pensar na próxima é um exercício tortuoso, mas inevitável para quem acompanha a politica. Das urnas desde domingo, 5, já se sabe que Itabuna saiu derrotada, por não conseguir eleger seus dois candidatos a deputado federal (Davidson Magalhães, do PCdoB, e Geraldo Simões, do PT) e emplacar somente Augusto Castro (PSDB) na Assembleia Legislativa. No entanto, por que não praticar um pouco de futurologia e imaginar o que os números de ontem apontam para as eleições agendadas para daqui a dois anos?
A derrota de Geraldo foi um golpe duro, mas esperado. O político exerceu um mandato que teve seus méritos, principalmente na luta travada para que a reitoria da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) fosse instalada em Itabuna. Acabou sendo o mais votado na cidade, mas com um sufrágio de pouco mais de 16 mil votos, bem abaixo dos 23 mil que obteve em 2010… Aliás, a votação daquele ano já fora bem menor que a de 2006, o que demonstra a trajetória descendente do petista.
Na disputa entre lideranças locais da esquerda, Davidson se aproximou da votação de Geraldo em Itabuna. Foram 14 mil votos na cidade e mais de 65 mil no total, o que deixou o comunista com uma segunda suplência na mão e uma ideia na cabeça: ser levado a assumir o mandato após a formação do secretariado de Rui Costa. É esperar para ver, mas a possibilidade existe e não foi por acaso que interlocutores acharam Davidson bem animado nas conversas posteriores à divulgação dos resultados.
Caso deixe a suplência e vire realmente deputado, o comunista automaticamente se cacifa para o processo eleitoral de 2016. Tudo a depender de como estarão as relações entre o PCdoB e o prefeito Claudevane Leite (PRB) no decorrer do período. De todo modo, no campo da centro-esquerda o nome de Davidson tende a surgir com alguma força nas articulações para a sucessão municipal.
Do outro lado, quem aparece bem é o tucano Augusto Castro, que se elegeu com quase 60 mil votos e ainda deu mais de 4 mil ao seu candidato a deputado federal, Jutahy Júnior (PSDB). No quesito “transferência de votos”, venceu uma disputa particular com o ex-prefeito Fernando Gomes, que deu apenas 1.261 votos a Fábio Souto e 3.800 a Aleluia. Uma quantidade pequena, considerada a suposta força latente do fernandismo.

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A ESPERANÇA DE AZEVEDO

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Azevedo: esperançoso...

Azevedo: esperançoso… (Foto Pimenta).

Após sofrer derrotas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na semana passada e, novamente, no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) nesta quarta (24), o ex-prefeito Capitão Azevedo (DEM) tenta amenizar os estragos.
Há mais de uma hora circulam carros de som pela cidade com “alerta” aos seus eleitores: “o Capitão Azevedo informa que continua candidato. Não acreditem em boatos…”.
Continuar, continua, mas, juridicamente, poucos apostam que ele terá sucesso no TSE, a não ser o advogado do candidato, Ademir Ismerim. “Considerando os julgamentos pelo Pleno do TSE, certamente haverá reforma da decisão [que indeferiu registro de candidatura]“, disse, por email, ao PIMENTA.
A esperança é que o TSE leve em consideração que a Câmara de Vereadores aprovou as contas de 2009 e de 2010 do ex-prefeito, embora tenham sido constatadas, pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM),  irregularidades insanáveis superiores a R$ 22 milhões somente nesse período. A ministra Maria Thereza Moura, ressalta, não observou a aprovação no legislativo.

REUNIÃO DE EMERGÊNCIA

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azevedoelbigodonIntegrantes da campanha de Capitão Azevedo (DEM) estão reunidos, neste momento, no Alto Mirante. A reunião de emergência busca saída de emergência diante da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de deixá-lo de fora da disputa eleitoral.
Por enquanto, o alívio para Azevedo é que a decisão da ministra Maria Thereza Moura não determinou a imediata suspensão da campanha. Advogados avaliam que, dificilmente, Azevedo reverterá a decisão. Agora, ele terá de apelar ao plenário do TSE.
 

TSE INDEFERE REGISTRO DE CANDIDATURA DE AZEVEDO

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Decisão do TSE tira Azevedo da eleição.

Decisão do TSE tira Azevedo da eleição.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acaba de negar o registro de candidatura a deputado estadual do ex-prefeito de Itabuna Capitão Azevedo (DEM). A decisão monocrática é da ministra Maria Thereza de Assis Moura.
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) havia liberado o registro, mas a ministra do TSE citou as rejeições de contas de Azevedo relativas a 2009 e 2011 pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e a reprovação das contas por parte da Câmara de Vereadores. Maria Thereza de Assis Moura fundamenta sua decisão no descumprimento, por parte de Azevedo, da Lei de Responsabilidade Fiscal e da Lei de Licitações enquanto prefeito de Itabuna.
Dessarte, dou provimento ao recurso ordinário para indeferir o registro de candidatura de José Nilton Azevedo Leal ao cargo de deputado estadual nas Eleições 2014″, decidiu a ministra. Azevedo ainda pode recorrer ao pleno da corte eleitoral em Brasília. À decisão, ainda cabe recurso.

Atualizada às 16h19min

AZEVEDO BARRADO

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Parece que desabou o prestígio do ex-prefeito de Itabuna Capitão Azevedo (DEM), candidato a deputado estadual, com o prefeito de Salvador, ACM Neto.
O capitão fez festa e recepcionou Aécio Neves, o senador Agripino Maia e o prefeito soteropolitano, no heliponto do Cidadelle. Mas acabou sendo barrado quanto tentou entrar na van que transportou a chapa majoritária para o centro de Itabuna.

ATÉ O SALOBRINHO…

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Velha raposa da política grapiúna, o ex-prefeito Fernando Gomes costuma divertir os amigos com seus prognósticos eleitorais. Outro dia, em uma roda de bate-papo sobre o assunto do momento, alguém lhe pediu que avaliasse as chances de eleição do Capitão Azevedo, candidato do DEM a deputado estadual.
Gomes deu risada e disse que Azevedo só tem votos em Itabuna e no bairro ilheense do Salobrinho, o que dificulta uma vitória nas urnas…
De fato, levantamentos encomendados pelos partidos, para consumo interno, apontam que o demista tem tudo para ser o mais votado em Itabuna para a Assembleia Legislativa. Porém, tirando o Salobrinho, onde sempre fez piseiro, o desempenho de Azevedo fora da cidade deixa a desejar.

CARRO COM MARCA DE CANDIDATO É USADO EM PROTESTO

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Há suspeita de que o protesto ocorrido na manhã desta terça-feira (02), em frente à unidade de saúde Alberto Teixeira Barreto, no bairro Califórnia, tenha sido estimulado por apoiadores do ex-prefeito Capitão Azevedo (DEM), hoje candidato a deputado estadual.
A mobilização começou devido à dificuldade para marcação de consultas (confira aqui). Um morador do bairro filmou o momento em que uma caminhonete, identificada com o nome e o número do candidato, descarregava pneus e pedaços de madeira em frente à unidade de saúde. Os manifestantes ateavam fogo nesses objetos para interditar o trânsito no local.
Confira o vídeo:

TJ CASSA LIMINAR E AZEVEDO NÃO PODE SER CANDIDATO

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Decisão do TJ tira Azevedo da eleição

Decisão do TJ tira Azevedo da eleição

O presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, Eserval Rocha, cassou a liminar que garantia a candidatura do ex-prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), a deputado estadual. A decisão, que por enquanto tira do político a possibilidade de ser candidato, foi tomada na tarde desta segunda-feira (18) e publicada hoje (dia 19) no Diário Oficial do Poder Judiciário.
Azevedo teve contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e pela Câmara de Vereadores, o que o deixou na condição de ficha suja e barrado pela justiça eleitoral. No entanto, o ex-prefeito acabou conseguindo registrar sua candidatura, graças a uma liminar concedida no início de julho pelo juiz Marcos Antônio Bandeira.
A Câmara de Vereadores de Itabuna entrou com recurso contra a liminar e acabou mantendo os efeitos da rejeição das contas do ex-prefeito. A candidatura de Azevedo estava também sub judice em razão de outro recurso, interposto pela Procuradoria Regional Eleitoral.

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