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2 de abril de 2020 | 01:25 am

PRESIDENTE DA BAMIN É MEDIADOR DE PLENÁRIA DA EXPOSIBRAM 2019, EM MINAS

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Eduardo Jorge, da Bamin, participa de plenária da Exposibram 2019 || Foto Netun Lima

O diretor-presidente da Bahia Mineração (Bamin), Eduardo Jorge Ledsham, participou como mediador da I Plenária da Exposibram 2019, em Belo Horizonte (MG). Eduardo Jorge mediou a plenária que discutiu o futuro do mercado de commodities minerais e as principais tendências para a mineração. O evento reúne representantes de 30 países e é considerado um dos maiores e mais importantes nas discussões do setor da mineração na América Latina.

Das plenárias, também participaram Paul Fraser Robinson, do CRU Group, abordando as perspectivas globais das tendências das commodities minerais; Roger Emslie, diretor de Metais & Consultoria de Mineração Wood Mackenzie, que apresentou a Visão dos fundamentos da mineração na América Latina dentro do contexto da indústria de mineração global, além de Barbara Lanhoso de Mattos, vice-presidente senior da Moody’s Latin America.

Bianual, o evento reúne centenas de empresários, representantes de organizações governamentais e privadas para discutir e apresentar tecnologias e soluções para mineração. Neste ano, o evento é realizado de 9 a 12 de setembro, em Belo Horizonte, pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).

A Exposibram deste ano tem participação de 30 países e 490 expositores, de acordo com a organização. Na edição anterior, em 2017, o evento reuniu 45 mil visitantes, mil congressistas, 107 expositores estrangeiros, 308 brasileiros e 28 países. Paralelamente à exposição, ocorre o Congresso Brasileiro de Mineração, que atrai a cada edição mais de mil participantes entre especialistas, pesquisadores, estudantes e representantes de empresas.

“MÃO DE OBRA DO PORTO SUL E FIOL TEM QUE SER NOSSA”, DIZ GOVERNADOR

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Rui, Leão e chineses, ontem, em um dos circuitos do carnaval em Salvador (Foto Pedro Moraes).

Rui, Leão e chineses, ontem, em um dos circuitos do carnaval em Salvador (Foto Pedro Moraes).

As empresas chinesas que estão em negociação com o Governo do Estado para investir em projetos estruturantes, como a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e o Porto Sul, terão que utilizar mão de obra local durante a construção dos equipamentos. Foi o que o governador Rui Costa reafirmou à comitiva de executivos chineses durante a apresentação do Carnaval da Bahia ao grupo, na noite de segunda-feira (27), no circuito Dodô (Barra-Ondina). “No início da nossa conversa, já tinha dito a eles que o modelo utilizado na África, com 100% de aproveitamento da mão de obra chinesa, não nos interessa”, disse Rui.

“Eles podem até trazer especialistas, porque têm tecnologia e conhecimento quem podem servir de aprendizado para nossos engenheiros e técnicos, mas a maior parte da mão de obra tem que ser nossa”. Rui também informou que os empresários chineses estão convictos de participar da licitação da Fiol, que o governo federal prevê lançar edital, “no mais tardar em julho deste ano”, para o trecho de Caetité até Ilhéus, e depois, do restante, até a divisa da Bahia. “Até o fim deste ano, teremos o início das obras da Fiol e do porto”.

Porto Sul será construído na zona norte de Ilhéus.

Porto Sul será construído na zona norte de Ilhéus.

CHINESES E BAHIA MINERAÇÃO

O governador informou ainda que estão agendadas reuniões no Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador, inclusive para discutir a construção da ponte Salvador-Itaparica, projeto em estudo aprofundado pelos chineses. No próximo mês, haverá encontro com os sócios da Bahia Mineração (Bamin), com os quais os chineses querem firmar parceria, “para bater o martelo sobre o Porto Sul”.

Rui enfatizou que ao visitar a Bahia nos últimos dias, na área de instalação da Fiol e do porto, a comitiva confirmou o que o Governo do Estado tem informado. “Não brincamos com a informação. É preciso ser rígido. Estamos em um processo de aproximação, onde se ganha mutuamente porque não se trata de doação e de filantropia. Eles são hoje grandes empresas, com recursos do governo e do banco estatal, que têm interesse que as empresas façam negócios no exterior. Eles querem investir no Brasil e, por toda a interlocução, têm decisão de fazer negócios na Bahia”.

O Governo do Estado tem o metrô de Salvador a seu favor para obter a confiança dos chineses. “Mobilidade que deu certo e é referência no Brasil. Isso está nos empoderando, capacitando para ganhar confiança no mercado e atrair muita gente. Por isso, a licitação do VLT tem muito interesse. Solidificamos uma imagem pública de um estado organizado e sério”, completou.

PRESIDENTE DA BAMIN NA AL-BA

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Viveiros confirma ida à comissão especial na Assembleia Legislativa.

Viveiros confirma ida à comissão especial na Assembleia Legislativa.

O presidente da Bahia Mineração (Bamin), José Francisco Viveiros, aceitou convite da Comissão Especial do Porto Sul da Assembleia Legislativa baiana e estará no legislativo baiano na próxima quarta, 3. Até ontem, o secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa, não havia confirmado presença.
Os membros da comissão especial querem ouvir os dois lados (governo e empresa) para saber o porquê da lentidão no andamento das obras do Porto Sul, em Ilhéus. A Bamin cobra a cessão da área do terminal de uso privativo, mas o Estado alega necessidade de cumprimento de condicionantes do projeto.

CASTRO DEFENDE PRESSÃO PARA ACELERAR LICENÇA AMBIENTAL DO PORTO SUL

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Augusto defende mobilização pelo Porto Sul.

Augusto defende mobilização pelo Porto Sul.

O deputado Augusto Castro (PSDB) foi eleito, hoje, presidente da Comissão Especial do Porto Sul na Assembleia Legislativa. Rosemberg Pinto (PT), também do centro-sul do Estado, foi reconduzido à vice-presidência da comissão. A escolha de ambos foi por unanimidade.
O novo presidente da comissão disse ao PIMENTA que defenderá uma agenda mais propositiva em torno do Porto Sul. Uma das primeiras ações da comissão será convidar o secretário da Casa Civil do Estado, Rui Costa, e o presidente da Bahia Mineração (Bamin), José Francisco Viveiros, para falar do andamento da construção do terminal portuário em Ilhéus.
Para o deputado tucano, o projeto Porto Sul, de forma preocupante, “esfriou”.
– O que chega para todos nós é isso. O debate esfriou. Vamos definir agenda, provocar debates, com resultados práticos, para que possamos acelerar a autorização das obras, a licença ambiental do Porto – disse Castro. Ano passado, o Ibama concedeu apenas a licença prévia ao projeto.
Uma das preocupações do parlamentar é o calendário eleitoral. “2013 é ano de realizações. Ano que vem é processo eleitoral. Vai que o PT defina a candidatura e Rui Costa, que está liderando o processo do Porto Sul dentro do governo, acabe se incorporando à campanha política ou apoiando [outro nome]…”, diz, salientando o risco de novos atrasos no projeto de, aproximadamente, R$ 2,5 bilhões.
O tucano alerta para os interesses empresariais contrários ao Porto Sul. Para ele, o marasmo em torno do projeto é nocivo. “Se não houver movimentação política, [o tema] acaba esfriando e a região perde esse investimento. Nossa ideia é fortalecer o trabalho, mobilizar, de forma suprapartidária”.
GOVERNO FEDERAL
Para que o porto saia, defende Augusto Castro, o governo federal também tem que acelerar a construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste. “A gente já está vendo a terraplanagem da ferrovia, apesar de suspensa a [licitação] de trilhos. A alternativa é pressionar para que o porto saia”.
O parlamentar ainda reforça a necessidade da bancada federal baiana (deputados e senadores) participar mais ativamente das discussões e do acompanhamento da Fiol e do Porto Sul, “para que a coisa ande”. “Tem que haver unidade estadual e federal”.
A Comissão Especial do Porto Sul é integrada por deputados sul-baianos ou com base na região do estado, a exemplo de Ângela Sousa (PSD), Coronel Santana (PTN), Ronaldo Carletto (PP) e Pedro Tavares (PMDB).

JABES DIZ QUE SAÍDA DA BAMIN É "BOATO"

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Jabes2O prefeito Jabes Ribeiro classificou como “boato” a informação da saída da Bahia Mineração (Bamin) de Ilhéus. Jabes disse ter conversado com o secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa, e com o presidente da Bamin, José Viveiros, e os dois teriam negado a possibilidade de a empresa cazaque deixar Ilhéus.
A Bamin é a responsável pelo maior nível de investimentos dentre as mineradoras que pretendem explorar a estrutura do Porto Sul, cuja licença ambiental ainda é aguardada para até o final deste semestre.
Na noite de segunda, 25, o Blog Photossíntese divulgou informação dando conta do descontentamento da Bamin com os rumos do projeto Complexo Intermodal Porto Sul. O blog é editado pelo administrador de empresas e fotógrafo Ed Ferreira, bastante amigo do presidente da Bamin.
Ainda não houve desmentido oficial nem da Bamin nem por parte do Governo Baiano, os dois principais atores deste processo. E quem cala…

BLOG DIZ QUE BAMIN AMEAÇA DEIXAR ILHÉUS

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porto sulO blog Photossíntese, especializado em meio ambiente e economia regional, divulgou nesta noite que a Bahia Mineração (Bamin) estuda a possibilidade de deixar Ilhéus e escoar a produção de minério de Caetité (BA) por outro porto baiano ou até mesmo de um estado vizinho.
O Photossíntese cita que “a Bamin começou a demitir seu quadro técnico e não se sente mais entusiasmada a permanecer na região, uma vez que até então só consegue ter despesas”. As dificuldades são atribuídas a uma suposta apatia do governo baiano em relação ao projeto.

PORTO SUL: CHEGA DE RADICALISMOS, É HORA DE UNIÃO

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Daniel Thame | danielthame@gmail.com

Ao contrário do que dizem os radicais do movimento ambientalista, o governo cedeu em diversos pontos. E as condições que as obras saiam do papel são as melhores possíveis, mais vantajosas que outras pensadas para o restante do brasil.

ONGs ambientalistas lançaram um novo abaixo-assinado pedindo paralisação do processo de licenciamento ambiental do Porto Sul.  O documento repete argumentos fantasiosos, a exemplo daquele que diz que o Complexo Intermodal é investimento com recursos públicos para beneficiar empresas privadas e que a atividade portuária interferirá negativamente no desenvolvimento do turismo de Ilhéus e do litoral sul da Bahia.

O documento alega ainda que o EIA/Rima não teve divulgação adequada e pede a realização de nova audiência pública.

Felizmente, prevaleceu o bom senso e o Ibama acaba de conceder a  Licença Prévia para a implantação do projeto.

Não se trata de criminalizar o movimento ambientalista, até porque foi na discussão aberta com ONGs e demais representações da sociedade que o projeto evoluiu até o ponto em que se encontra hoje. Mas a hora de discutir já passou. O Ibama atesta que nenhum outro projeto portuário foi tão debatido com a sociedade organizada  quanto o Porto Sul.

O momento pede união e esforços concentrados para que o projeto saia do papel e seja definitivamente implantado, beneficiando toda a região, trazendo desenvolvimento social, econômico e ambiental.

Chega de radicalismos. Sim, porque o maior perigo para a Mata Atlântica está na pobreza. A mata na região sul da Bahia foi dizimada por que famílias de desempregados precisavam de local para morar, de caça para comer. Estas famílias produziram lixo jogado no leito de córregos e rios, afetando a qualidade destas águas.

O projeto do Porto Sul evoluiu e os ambientalistas têm muito a comemorar. O que era para ser um mineroduto de 500 quilômetros, alimentado com a água do São Francisco se transformou em ferrovia. A localização do porto foi alterada para aumentar a preservação de corais e animais marinhos. Ibama e Ministério Público têm informações profundas e detalhadas sobre o projeto, o que aumenta seus poderes de fiscalização e consequentemente a força para paralisar e suspender a obra caso haja qualquer descumprimento por parte dos empreendedores.

No lugar do radicalismo,  o momento pede racionalidade. Agora, é mais inteligente para os ambientalistas e para a sociedade discutir os condicionantes, não aqueles pensados para inviabilizar o Porto Sul, mas sim os que garantam de fato investimentos sociais e ambientais que signifiquem redistribuição das riquezas a serem geradas pelo complexo.

Não se iludam, o cobertor é curtíssimo. Ilhéus não tem recursos suficientes para, por exemplo, interligar todas as residências a um sistema de esgotamento sanitário. Os ambientalistas sabem que o esgoto não tratado é um dos maiores perigos ao ecossistema. O Governo do Estado tem um pouco mais de dinheiro, mas precisa atender 417 municípios. A União, um pouco mais ainda de recursos, mas atende a 5.550 cidades.

Logo, os investimentos são feitos em locais onde podem se potencializar. Ilhéus e região podem se tornar alvo prioritário dos investimentos estaduais e federais em esgotamento sanitário, qualificação de mão de obra, infraestrutura urbana, incluindo áreas de lazer e de preservação ambiental, a fim de assegurar melhoria na qualidade de vida de seus habitantes.

Sem o Porto Sul e sem a Ferrovia Oeste Leste,  o Sul da Bahia apenas assistirá ao desenvolvimento de outras localidades, lembrando um passado de riqueza cada vez mais afastado do presente e um futuro de desenvolvimento transformado em uma vaga miragem.

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BAND FALA EM LOBBY CONTRA O PORTO SUL

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Na briga das emissoras de tevê, ontem a Band exibiu no seu jornalístico de início de noite uma reportagem sobre o Complexo Intermodal Porto Sul. E frisou que um lobby ameaça uma das principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O complexo está orçado em aproximadamente R$ 6 bilhões. A reportagem ouviu moradores da Ponta da Tulha, no litoral norte de Ilhéus, o governador Jaques Wagner, o ambientalista Rui Rocha e o vice-presidente da Bamin, Clovis Torres.

Confira o vídeo

LULA EM ILHÉUS NO DIA 8

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EM PRIMEIRA MÃO
Agora é oficial: o presidente Lula vem ao sul da Bahia na próxima quarta-feira, 8, para solenidade de início das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), trecho Ilhéus-Caetité. De acordo com a assessoria do governo federal, o horário de chegada do presidente será definido até o final da tarde desta quinta.

Acompanhado de comitiva integrada pelo governador reeleito Jaques Wagner, o presidente dá a partida a uma das maiores obras de infraestrutura da história baiana. São previstos investimentos de R$ 4 bilhões, tocados pela estatal Valec Engenharia e executados por empresas vencedoras dos primeiros lotes da licitação da Fiol.
A licença ambiental para o primeiro trecho da obra foi concedida na última terça (30). A ferrovia terá extensão total de 1,5 mil quilômetros e integrará as regiões norte e centro-oeste brasileiras com o sul da Bahia, exportando desde grãos a minérios, como o ferro que será extraído pela Bamin no município de Caetité, no sudoeste baiano.

Também na próxima quarta deverá ser inaugurada a primeira fábrica de chocolate sul-baiana nos moldes do PAC do Cacau. A unidade está localizada no município de Ibicaraí, a 70 quilômetros de Ilhéus. A fábrica tem investimentos da prefeitura local e do governo baiano. A inauguração não contará com a presença de Lula, mas do governador Jaques Wagner e do prefeito de Ibicaraí, Lenildo Santana.

ENRC ADQUIRE 100% DO CONTROLE DA BAMIN

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A Eurasian Natural Resources Corporation (ENRC) confirmou no final desta tarde de terça, 21, que tornou-se a única proprietária da Bahia Mineração (Bamin), em um negócio de 670 milhões de dólares. Em maio de 2008, a ENRC, do Cazaquistão, havia adquirido 50% da Bamin, concluindo a compra agora.
A Bamin está investindo cerca de R$ 1,8 bilhão nos projetos de extração e exportação de minério de ferro na Bahia. O minério será extraído na região de Caetité e exportado por um porto privativo que a empresa irá construir em Ilhéus. O porto deve entrar em operação em 2013, conforme a ENRC.
Num comunicado nesta tarde, Felix J Vulis, CEO do grupo cazaque, disse que a aquisição do controle total da Bamin é estratégico para as ações da empresa em mineração no mundo e afirmou que o negócio na Bahia “poderá suportar produção anual de 19,5 milhões de toneladas.

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