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13 de agosto de 2020 | 04:40 pm

REUNIÃO DO COPOM DEFINIRÁ TAXA BÁSICA DE JUROS

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Sede do Banco Central

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia amanhã (19) a segunda reunião de 2019 para definir a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano. Na quarta-feira (20), após a segunda parte da reunião, será anunciada a taxa.

Instituições financeiras preveem que a Selic deve permanecer este ano no atual patamar. Para 2020, a expectativa é de aumento da taxa, encerrando o período em 8% ao ano.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia da reunião, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

O Banco Central atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada em negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

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CAIXA E BRADESCO LIDERAM RANKING DE RECLAMAÇÕES NO BC

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A Caixa Econômica Federal liderou o ranking de reclamações de clientes contra instituições financeiras em julho, de acordo com dados divulgados hoje (17) pelo Banco Central (BC). No total, foram 983 reclamações consideradas procedentes, ou seja o BC verificou indício de descumprimento de lei ou regulamentação.

Para elaborar o ranking, as reclamações são divididas pelo número de clientes da instituição financeira que originou a demanda e multiplicadas por 1 milhão. Assim, é gerado o índice, que representa o número de reclamações de cada instituição financeira para cada grupo de 1 milhão de clientes.

No caso da Caixa, o índice ficou em 12,85. Na sequência, o Bradesco, com índice de 12,80. Em terceiro lugar, ficou o HSBC, com 7,56. Nesse ranking estão as instituições financeiras com mais de 2 milhões de clientes.

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AUTORIZAÇÃO DO BC

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Coluna Tempo Presente (Levi Vasconcelos), A Tarde

Judélio Carmo, jornalista, bon vivant, prefeito de Alagoinhas duas vezes, na primeira gestão sofreu tanta conturbação que dizia: ‘Minha grande obra foi sair de lá vivo’. Na segunda, se não foi essas coisas administrativamente, pelo menos entrou e saiu sem susto.

Lá ia ele um dia pela BR-324, velocidade plena, uma viatura da PRF viu, ligou para a que estava mais adiante, foi parado,

— Documentos.

— Estão aqui, tudo em dia. Sou o prefeito de Alagoinhas.

— Mas o senhor poderia dizer por que tanta pressa, prefeito?

— Porque tenho autorização.

— Autorização de quem?

— Do Banco Central.

— Deixe eu ver aí.

Abriu uma mala cheia de notas de R$ 100, começou a entregar ao guarda:

— Aqui está uma autorização, outra autorização, outra autorização…

Largou umas dez autorizações e seguiu com a recomendação de ir mais devagar.

TAXA SELIC CAI A 9,75%

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central fez nesta quarta-feira mais um corte na taxa Selic, dessa vez de 0,75 ponto percentual, intensificando a estratégia, iniciada em agosto de 2011, de corte nos juros básicos da economia para estimular o crescimento e tentar diminuir as pressões sobre o mercado de câmbio que têm contribuído com a valorização do real frente ao dólar.
Com essa decisão, a taxa Selic cai de 10,5% ao ano para 9,75% ao ano retornando a casa de um dígito. Essa é a menor taxa em quase dois anos. Em abril de 2010, a taxa Selic estava em 9,50% permanecendo neste mesmo patamar até o início de junho daquele ano. Desde então, o BC iniciou um processo de elevação dos juros que culminou com a taxa de 12,5% ao ano, em julho de 2011, informa o portal IG.

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