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18 de maio de 2021 | 05:03 pm

COPOM MANTÉM TAXA SELIC EM 11% AO ANO

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Sede do Banco Central.

Sede do Banco Central.

Pela segunda vez consecutiva, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve a taxa Selic, que representa os juros básicos da economia, em 11% ao ano. A decisão foi unânime, após reunião iniciada na terça e encerrada ontem (16). O Copom interrompeu a trajetória de alta da Selic em maio, quando segurou os juros neste patamar depois de nove aumentos consecutivos. A taxa Selic voltou ao nível de novembro de 2011, quando também estava em 11% ao ano.
O BC disse, em nota, que a manutenção dos juros considerou a evolução do cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação. Segundo a assessoria do BC, a reunião desta quarta-feira começou às 17h10 e terminou às 20h05.
A Selic é usada pelo BC para manter a inflação oficial na meta determinada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 4,5% no ano, com tolerância de dois pontos percentuais, não podendo ultrapassar 6,5%.

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BC REAJUSTA SELIC PELA 9ª VEZ CONSECUTIVA

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Pela nona vez seguida, o Banco Central (BC) reajustou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 11% ao ano. É o maior nível desde janeiro de 2011, época em que a presidenta Dilma Rousseff tomou posse, quando a taxa estava em 10,75% ao ano.
Em agosto daquele ano, a taxa passou a ser reduzida sucessivamente pelo Copom até atingir 7,25% ao ano em outubro de 2012, o menor patamar da história. A Selic foi mantida nesse nível até abril de 2013, quando o Copom iniciou um novo ciclo de alta nos juros básicos para conter a inflação.
Em nota, o Copom informou que vai acompanhar a evolução da economia antes de tomar qualquer decisão sobre uma eventual mudança na política de juros. “O comitê vai monitorar a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião [em 27 e 28 de maio], para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária”, destacou o comunicado. Informações da Agência Brasil.

BANCO CENTRAL PEDE SOCORRO

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Unidade de Saúde de Banco Central está praticamente fechada (Foto Leitor).

Unidade de Saúde de Banco Central está praticamente fechada (Foto Leitor).

Moradores de Banco Central se queixam do descaso do prefeito Jabes Ribeiro. “Hoje as pessoas estão se virando de qualquer forma para garantir a saúde,  tomando chá de ervas, remédios indicados por amigos e parentes, e, no último caso quando está no limite, se vira pelos quatro cantos e arruma uma quantia de R$ 200,00 para ser conduzido até Ilhéus”, informa uma das vítimas.

Também é constante a quebra de veículo devido à falta de manutenção da estrada, o que compromete a atenção ao adoentado. Pra completar o cenário de caos, o posto de saúde quase não funciona.

O morador abandonado da comunidade ilheense também se queixa do secretário de Interior, José Victor Pessoa. “Quando o secretário fez uma visita ao distrito, prometeu que, de imediato, iria colocar um veículo à disposição da saúde [para] casos de urgência e emergência”.

Sem ver a promessa ser cumprida, moradores procuraram o “Homem das Promessas”. A resposta: “disse que isso só poderia ser resolvido depois que a greve acabar. Agora tudo que se pede, que se reivindica, como resposta se tem: “só depois que a greve acabar””.

Dureza…

BANCO CENTRAL ABANDONADO

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Moradores de Banco Central, distrito de Ilhéus, estão entregues à própria sorte. A estrada encontra-se intransitável, o posto de saúde não funciona, não há policial na comunidade, o lixo não é recolhido e o mato toma conta da sede. Para completar, moradores reclamam que as crianças estão caminhando oito quilômetros por dia para assistir uma aula – quando há.
Vida sofrida.

REAL (A MOEDA) DE CARA NOVA

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Todas as cédulas em real vão mudar de 'cara'.

O Conselho Monetário Nacional aprovou hoje, em reunião extraordinária, o lançamento da segunda família de cédulas do Real.

A nova séria de notas entrará em circulação gradualmente até 2012, mas as notas em circulação continuação a valer até a substituição integral.

Lançada em julho de 1994, a série de cédulas atual permaneceu praticamente inalterada por 15 anos, informa o Banco Central.

As novas cédulas dificultam falsificações, acredita o BC, e também facilita a identificação por parte de deficientes visuais, por exemplo.

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