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26 de outubro de 2020 | 01:36 pm

FLAMENGUISTAS QUEREM ESQUECER O “JOGO DO SENTA”

Tempo de leitura: 3 minutos

Para evitar as derrotas frequentes, apesar de ter formado uma grande equipe, contrataram um décimo terceiro jogador, de apelido estranho: VAR, o tal árbitro assistente de vídeo, que constantemente livra o time das derrotas.

 

Walmir Rosário || wallaw2008@outlook.com

Por mais que eu goste de alguns amigos flamenguistas, não posso me furtar de lembrar as grandes goleadas aplicadas pelo Botafogo no Flamengo, que jamais serão apagadas da história do futebol. Em 10 de setembro de 1944 – prestes a completar 75 anos, portanto – o clássico disputado pelo Campeonato Carioca, em General Severiano, não acabou. Isso porque os jogadores do Flamengo, ao tomarem o quinto gol sentaram em campo.

Peço perdão pela lembrança aos meus amigos José Senna, Tolentino, Batista, dentre outros, mas não podemos deixar fato como esse apenas nos arquivos de jornais da época, pois não sou baú para guardar segredo. E olha que já vencemos o Flamengo por placares mais elásticos, como no Campeonato Carioca 1927, quando o Botafogo atropelou o Flamengo pelo placar de 9 a 2, na Fase única do certame.

Outros botafoguenses não abrem mão da partida em que o Botafogo venceu com facilidade o Flamengo por 5 a 0, no estádio General Severiano, na Fase 1º Turno do Campeonato Carioca 1924. Outro jogo famoso foi aquela goleada por 6 X 0, em 15 de novembro de 1972, em que os flamenguistas do famoso Canal 100 jogaram fora o filme com vergonha de tamanha derrota.

Mas o lendário Jogo do Senta, que hoje tem poucas testemunhas, embora esteja registrado nos anais da história, como já disse, deixou os flamenguistas acabrunhados, pois após o time sofrer o quinto gol, do atacante alvinegro Geninho (depois técnico), os jogadores do Flamengo se sentaram em campo. E a desculpa ridícula do protesto teria sido a marcação do quinto gol.

Como acontece até os dias atuais, os jogadores do Flamengo reclamam de tudo e de todos, e naquele fatídico dia 10 de setembro de 1944 não foi diferente e partiram pra cima do árbitro tentando intimidá-lo a anular o tento. Como o árbitro Aristide “Mossoró” Figueira sustentou o apito e os flamenguistas se sentaram em campo, apesar dos protestos do seu treinador, Flávio Costa. Há quem afirme que a ordem teria partido dos dirigentes flamenguistas.

Enquanto os jogadores rubro-negros protagonizavam a ridícula cena, os torcedores do Bota provocaram os atletas flamenguistas, gritando: “Senta para não apanhar de mais”. Nesta partida, o segundo tempo terminou aos 31 minutos, quando o juiz decidiu encerrar o jogo por atitude antidesportiva. Os dirigentes do Flamengo recorreram ao Tribunal de Penas da Federação Carioca, mas o resultado do campo (5 a 2) foi mantido.

E esse tipo de comportamento antidesportivo é prática useira e vezeira no Flamengo, que perde em campo e não se conforma, buscando a pretensa vitória nos tribunais, o que nem sempre acontece. Recentemente, recorreu até o Supremo Tribunal Federal (STF) por um título de campeão brasileiro, com mais uma derrota no tapetão, após sucessivas decisões em várias instâncias.

E essa pendenga vem rolando desde 1987, quando em mais uma lambança, o Flamengo se recusou a jogar contra o Sport pernambucano. Na ocasião, o Flamengo venceu a Copa União, mas a CBF mandou jogar a semifinal com Inter (segundo colocado), Sport e Guarani (que venceram o Módulo Amarelo). Flamengo e Inter se negaram a disputar os duelos. Assim, o Sport venceu o Guarani e acabou sendo considerado campeão.

E as proezas do Flamengo continuam tão em voga, que se escondem depois do resultado adverso e da perda dos campeonatos, o famoso cheirinho, como costumam “gozar” os adversários. Para evitar as derrotas frequentes, apesar de ter formado uma grande equipe, contrataram um décimo terceiro jogador, de apelido estranho: VAR, o tal árbitro assistente de vídeo, que constantemente livra o time das derrotas.

Mas voltando aos 5 X 2 de 10 de setembro de 1944, esse jogo foi relatado pelo jornalista Paulo Cézar Guimarães no livro “Jogo do Senta: a verdadeira origem do chororô”. O lançamento, como era de se esperar, foi realizado na sede do Botafogo, em General Severiano. Nada melhor para marcar o polêmico jogo e resgatar detalhes daquela partida. Mais uma vez, peço desculpas aos flamenguistas, mas só pela lembrança.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

BAHIA DERROTA O CORITIBA NA ESTREIA NO BRASILEIRÃO

Bahia bate o Coritiba, em Pituaçu, e agora espera o Bragantino || Foto Felipe Oliveira EC Bahia
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O Bahia estreou com o pé direito no Brasileirão 2020 ao derrotar o Coritiba, por 1 a 0, nesta quarta-feira (12), no Estádio de Pituaçu, em Salvador. Numa cavadinha em cobrança de pênalti, o Tricolor deu números finais ao placar ainda no primeiro tempo, com Rodriguinho.

A equipe volta a campo, no próximo domingo (16), para enfrentar o Red Bull Bragantino, novamente no Estádio de Pituaçu. A equipe de Bragança Paulista empatou nos dois primeiros jogos pelo Brasileirão. No domingo, 1 a 1 contra o Santos. Hoje, repetiu o placar, desta vez contra o Botafogo (RJ).

DIA INTERNACIONAL DO GOLEIRO. QUAL O SEU HOMENAGEADO?

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Caso seja bafejado pela sorte, ou quem sabe, a técnica, defendendo sua retaguarda, é aplaudido efusivamente pelos torcedores de sua equipe e xingado pela torcida adversária. Se não foi feliz na sua intervenção, “a casa cai” e imediatamente ganha, no mínimo, a alcunha de frangueiro

Walmir Rosário || wallaw2008@outlook.com

Não sei como surgiu a homenagem aos goleiros, comemorada em todo o mundo no dia 26 de abril. Goleiro é uma das posições que não admitem falha, pois no futebol é o gol quem “manda” e quem marca mais ganha o jogo, o turno, o campeonato. Goleiros bons já tivemos à mancheia, embora os milhões de comentaristas brasileiros sempre disseram que eles não sabiam sair das quatro linhas como os europeus.

Na seleção canarinho sempre foi motivo de amor e ódio. Que o diga o goleiro da Copa de 50, Barbosa, que tomou os dois gols do “Maracanaço”, marcado para sempre e morreu com esse desgosto. Dizem até que o lugar do goleiro – embaixo dos três paus – é tão amaldiçoado que não nasce grama. As diferenças entre o goleiro e os atacantes são abissais e ninguém enfarta caso um atacante perca um gol, mas morre se o goleiro toma.

Marcadas as diferenças, alguns goleiros sabem se impor e conseguem fazer história nos times por que passam – com raríssimas exceções – e na Seleção Brasileira, outros não conseguem essa proeza. Guarda-redes, goalkeeper, arqueiro ou simplesmente goleiro é aquele que consegue fazer voos sensacionais para tirar, com a ponta dos dedos, a bola da direção do gol, se jogar nos pés do atacante, calcular o lado certo da batida da falta ou do pênalti.

Caso seja bafejado pela sorte, ou quem sabe, a técnica, defendendo sua retaguarda, é aplaudido efusivamente pelos torcedores de sua equipe e xingado pela torcida adversária. Se não foi feliz na sua intervenção, “a casa cai” e imediatamente ganha, no mínimo, a alcunha de frangueiro e perde a admiração da torcida e a confiança do treinador e dos cartolas do clube, mesmo sendo o petardo disparado pelo adversário indefensável.

Neste domingo (26), Dia do Goleiro, fiz questão de homenagear o arqueiro Manga, que sabia se colocar em frente da trave como ninguém. No Botafogo foi Campeão Carioca em 1961, 1962, 1967 e 1968, Taça Brasil de 1968, Rio-São Paulo de 1962, 1964, 1966. Já que falei de estatística, pelo Botafogo jogou 442 partidas e sofreu 394 gols. Também jogou 12 partidas pela Seleção Brasileira.

Manga em ação defendendo o Botafogo (RJ)

Pelo Botafogo passaram grandes goleiros, com os quais me identifiquei bastante, mas Manga sempre foi especial pela sua presença e firmeza na pequena área e impunha respeito ao abrir “as asas” e deixar o atacante perdido, sem saber o que fazer. Melhor, ainda, quando o próximo jogo era contra o Flamengo e ele não perdia a esportiva ao dizer que tinha recebido o “bicho” pela vitória antes mesmo do jogo.

Já Maurício Duarte, ex-jogador profissional de grandes equipes brasileiras (Botafogo, inclusive), radialista, comentarista de futebol, amigo de excelente caráter, homenageou o goleiro Laércio, do Itabuna. E a homenagem foi prestada em tempo certo a uma pessoa que não mais se encontra entre nós e fez história no Itabuna Esporte Clube e em Itabuna, chegando a ser o xodó da torcida pelas grandes atuações dentro e fora do campo.

Itabuna sempre foi pródiga em bons goleiros desde os tempos do futebol amador – Fluminense, Flamengo, Grêmio, Janízaros, Bahia, Itabuna, Corinthians e Botafogo, este com um fato inusitado: o goleiro Danielzão mais tarde trocou de posição e passou a jogar como centroavante. Esses mesmos goleiros dos clubes defenderam com mãos de ferro a Seleção de Itabuna, vencedora do Intermunicipal por oito anos seguidos: Octacampeã.

Desfilaram em baixo dos três paus da seleção itabunense os goleiros Carlito, Asclepíades, Ivanildo, Plínio, Luiz Carlos, Betinho, dentre outros, que escreveram seus nomes da história do futebol itabunense. Goleiros que defendiam bolas impossíveis e se atiravam nelas como um esfomeado em busca de um prato de comida, para não deixar de citar a rica e bela gíria futebolística, além dos altamente técnicos.

É uma justa homenagem a um profissional – antes amador – que destoa dos colegas de equipe desde pequeno, por ser raro os que têm o sonho de ser goleiro e lutam para isso nos babas e escolinhas de futebol. Não raro, os goleiros são descobertos por serem aqueles que não têm talento para jogar na zaga, meio do campo e ataque e são escalados nos babas como goleiro, posição pouco disputada nos campinhos.

Por isso e tudo isso, minhas homenagens aos goleiros do Brasil e do mundo. Vai que é sua, Tafarel!

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

FBF ANTECIPA JOGO DO COLO COLO PARA SÁBADO

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O Colo-Colo é lanterna da série B do Baiano|| Foto Pablo Brandão

A partida entre Colo Colo e Teixeira de Freitas pela série B do Campeonato Baiano foi antecipada de domingo (8) para sábado (7). A mudança na data do confronto foi feita pela Federação Bahiana de Futebol, que atendeu a um pedido da diretoria da equipe de Ilhéus.  Com a alteração,  o jogo do tigre não terá a concorrência de decisões de campeonatos estaduais, principalmente das partidas entre Vitória x Bahia, Vasco x Botafogo e Palmeiras x Corinthians, que serão às 16 horas de domingo.
A partida do Colo Colo contra o Teixeira de Freitas será às 15 horas de sábado, no estádio Mário Pessoa. O time de Ilhéus é o lanterna da série B do Baiano, com apenas um ponto em quatro partidas. Por causa dos resultados ruins, o técnico Ferreira foi demitido no último domingo. Enquanto o Colo Colo está em crise, o Teixeira de Freitas é segundo colocado, com três pontos a menos que o Conquista, o líder isolado da competição.

GABO/BERRÍO/MACONDO/MARACANÃ

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dt-chargeDaniel Thame | Blog do Thame

Na antológica abertura de Cem Anos de Solidão, de Gabriel Garcia Marquez, Aureliano Buendia, diante do pelotão de fuzilamento, lembra o fascinante e distante dia em que o pai lhe apresentou o gelo, maravilha da humanidade naquele rincão perdido nos confins da Colômbia.

A narrativa é antológica, sinalizando o que o mundo conheceria e admiraria como o realismo fantástico de Gabo.

Na já antológica noite de 23 de agosto de 2017, um colombiano menos famoso chamado Orlando Berrío nos reapresentou a algo que estava perdido nos desvãos da memória de um futebol que era jogo, mas também era poesia: a magia do improviso, do drible desconcertante que destrói um esquema mecânico, monótono e previsível.

Flamengo e Botafogo faziam um daqueles jogos modorrentos, típicos do futebol atual, em que o importante é se defender e se der, ou quando der, atacar. Meio de campo congestionado, goleiros sem serem incomodados e o indefectível cheiro de 0x0.

E eis que no ex-Templo do Futebol, hoje mais um exemplo do tributo ao deus corrupção, o Maracanã foi apresentado ao gelo.

Como se Garrincha, numa dessas molecagens do destino, resolvesse reencarnar por um átimo de segundo no estádio onde foi rei e menino travesso, e trazer um pouco de luz naquela escuridão de futebol.

O drible de Berrío!

O drible de Berrío!

E, noutra trapaça do destino, reencarnar no time errado, botafoguense que foi, e ainda por cima num colombiano com pinta de milongueiro e estampa de dançarino de tango. Ou de cumbia. Ou seria de samba? Orlando Berrío.

Berrío estava pronto para ser substituído e recebeu uma bola na lateral. Lance comum.

Ninguém no Maracanã esperava nada da jogada e o próprio Berrío poderia ter se livrado na bola e saído de um jogo do qual ninguém se lembraria daqui a uma semana.

Mas Berrío (Garrincha?) produziu o lance a ser lembrado daqui a Cem Anos (de Solidão). Um drible tão desconcertante quando indescritível, que resultou no passe perfeito para o gol da vitória.

Filho, eis o Gelo!

Maravilhem-se todos, pois esse é um daqueles raros momentos que vão para a eternidade.

O divino, o imponderável, o fantástico, o genial, a irreverência gerados num pedacinho de gramado transformando em latifúndio.

Meninos eu vi, dirão daqui pra frente os que estiveram no Maracanã. E os que não estiveram, testemunhas multiplicadas aos milhões. Macondo é o universo.

Aproveitemos o gelo.

Congela, eterniza a imagem.

O resto, o gol, a vitória, a classificação do flamengo para a decisão da Copa do Brasil contra o Cruzeiro são meros detalhes.

Eterno é Berrío, numa obra de arte que Gabo assinaria.

Maracanã, Macondo.

Na magia de um drible esse mundo de merda ainda pode ser uma alegre Bola de Futebol.

“BOLT” DO BAHIA DESPACHA O VASCO

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Foto Felipe Oliveira/EC Bahia

Foto Felipe Oliveira/EC Bahia

O Bahia enfiou 3 a 0 no Vasco, neste domingo (20), na Fonte Nova, em Salvador, apoiado na velocidade do artilheiro Mendoza, que fez dois gols. A agilidade do jogador tricolor fez a torcida apelidá-lo, rapidamente, de “Bolt”, numa referência à lenda do atletismo mundial, o jamaicano Usain Bolt, o maior velocista de todos os tempos.  

Com a vitória de hoje, o Bahia chega aos 26 pontos, passando à 12ª colocação no Brasileirão 2017, enquanto o cruzmaltino cai uma posição, para 16º, com 25. Na próxima rodada, o Vasco pega o Flu, no Rio, sábado (26), às 16h. Já o Bahia, encara o Botafogo, na Fonte Nova, às 16h do domingo (27). 

AS CHANCES DA DUPLA BA-VI

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A vitória diante do Criciúma, ontem (20), aumentou as chances de o Bahia subir para a elite do futebol nacional, de acordo com cálculos de matemáticos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Hoje, a probabilidade do Esquadrão subir para a Série A 2016 é de 65,3%.

O Vitória, com 56 pontos – dois a mais que o Bahia, tem 92,3% de chances de retornar à elite. Situação melhor só a do Botafogo, líder da competição com 59 pontos. A probabilidade da Estrela Solitária subir foi cravada em 99,04% pelos matemáticos.

Os cálculos levam em conta fatores como pontuação e adversários. Quatro times sobem para a divisão de elite.

Chama a atenção que, dos 10 times com chances de subir para a Série A, cinco sejam do Nordeste, região que, atualmente, tem apenas o Sport Recife como representante na principal divisão do futebol nacional.

(Fonte UFMG)

(Arte A Tarde / futeFonte UFMG)

VITÓRIA PERTO DA DEGOLA

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O Vitória perdeu por 4 a 0 para o Flamengo, em Manaus, hoje (29), permaneceu na Zona de Rebaixamento e mais próximo da queda para a Série B do Brasileiro de Futebol. Com 38 pontos, o rubro-negro baiano está na 17ª colocação. Apesar da derrota, o time baiano ainda pode permanecer na Série A, a depender dos resultados da última rodada, quando o Vitória enfrentará o Santos, no Barradão.
Antes da sapecada do Flamengo, o Palmeiras perdeu para o Inter por 3 a 1, o que deixou o time paulista apenas um ponto acima dos demais que compõem a Zona de Rebaixamento. Enquanto o Verdão tem 39 pontos, o Vitória aparece com 38, o Bahia tem 34 e o Botafogo soma 33.
Bahia e Botafogo ainda têm dois jogos pela frente (entram em campo neste domingo).  O Tricolor de Aço terá o Grêmio pela frente nete domingo, na Fonte Nova, às 18h30min (horário local). O Botafogo pega o Santos, na Vila Belmiro, às 16h.

BAHIA DERROTA BOTAFOGO NO MARACANÃ E SAI DA "ZONA"

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O Bahia derrotou o Botafogo por 3 a 2, em pleno Maracanã, nesta quarta (17). Com o triunfo, o Esquadrão de Aço deixou a Zona de Rebaixamento, para a qual empurrou o time carioca. E, de quebra, deixou o Vitória segurando a lanterninha, mesmo após o rubro-negro vencer o Fluminense (veja aqui).
O jogador Emerson, do Botafogo, abriu o placar aos 30 minutos. O empate não tardou. Vacilo da defesa botafoguense ao tentar cortar cruzamento. A bola morreu no fundo da rede em toque de Dankler: 1 a 1.
O time carioca passou novamente à frente em cobrança de pênalti de Emerson, aos 42 minutos. O empate do Bahia veio em lance com Bianchucci, aos 28 minutos do segundo tempo, quando o Fogão já estava com dois jogadores a menos (Emerson Sheik e Ramirez foram expulsos).
A vitória nasceu em jogada pela esquerda. Branquinho recebeu na grande área e bateu no canto de Jeferson. Sem chance. 3 a 2.
Agora, o Bahia retorna para Salvador, onde, no domingo, enfrentará o arquirrival Vitória, na Fonte Nova. O Botafogo enfrentará o Criciúma, no sábado, no Heriberto Hülse. Confira os lances da partida em vídeo abaixo:

VITÓRIA EMPATA COM BOTAFOGO

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O Vitória conseguiu arrancar empate diante do Botafogo, em Macaé (RJ). Bem na estreia do técnico Jorginho, 1 a 1, na casa do adversário. O resultado deixou o rubro-negro em situação difícil neste início de Brasileirão: com seis pontos, está em 15º lugar e bem próximo da Zona de Rebaixamento. O Botafogo, com cinco, está na “zona”.
O Vitória volta a jogar na próxima quarta-feira (28), contra o Goiás, às 21h, no Serra Dourada. O Botafogo enfrentará o Palmeiras, também na quarta, às 19h30min, fora de casa. Confira os gols da partida de hoje.

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