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26 de novembro de 2020 | 12:47 am

ELES NÃO PARAM DE ZOAR

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Após eliminar o Flamengo nas semifinais, ontem o Botafogo levantou o troféu da Taça Guanabara ao bater o Vasco da Gama (1 a 0). E não é que o vice do Vasco foi mais comentado nas redes sociais do que o título do Bota…
vicedagama

ÁGUA NO CHOPE DE ZICO

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Neste domingo, o craque Zico fez 60 anos, mas a festa não foi completa: o Flamengo, que entrou em campo com camisa em homenagem ao maior jogador da história rubro-negra, perdeu a semifinal contra o Botafogo, por 2 a 0. O Kibeloco fez esta homenagem ao sessentão famoso.

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E para quem gosta de bom futebol, aqui vai um pouco do que o ídolo rubro-negro, o “Galinho de Quintino“, fazia em campo.

UNIVERSO PARALELO

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A “BARRIGADA” É O TERROR DAS REDAÇÕES

1BarrigadaOusarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br
O sentido mais comum para barrigada é o de bater com a barriga (no samba de roda, umbigada), mergulhar de mau jeito, se o indivíduo, em vez de entrar na água de cabeça, cai de barriga. Com outro significado (divulgar notícia que não aconteceu), a barrigada é o terror das redações. Quando o veículo “torce” a matéria, em benefício de interesse que não o dos leitores, diz-se que ele é tendencioso, manipulador. Também se pode, com essa intenção desonesta, publicar algo não acontecido, para beneficiar ou prejudicar pessoas ou instituições – mas aí também não é barrigada. Esta é um erro involuntário – causado pela paranoia de dar um “furo” ou pela pressão do deadline (se não der a notícia agora, vai esperar a próxima edição).

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Jornalistas devem “parecer” isentos
Neste começo de ano, barrigadas monumentais, em dois veículos famosos do Brasil e da Espanha. El País divulgou, com o destaque “merecido” também na edição online, como sendo do presidente Hugo Chávez a foto de um sujeito entubado, agonizante, se não morto; O Estadão deu em primeira página que o ex-presidente Lula seria investigado pelo Ministério Público Federal (MPF). No primeiro caso, o jornal logo admitiu o erro e recolheu a edição; no caso brasileiro, foi o MPF que desmentiu o boato.Como ambas são noticias políticas, é de se especular se outros fatores, além dos que citamos, não contribuíram, lá e cá, para o “mico”. Jornais e jornalistas não são isentos, mas devem se esforçar para conter seus interesses pessoais.
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(ENTRE PARÊNTESES)

3ManifestoLeio coisas como “o comunista Fulano”, o “socialista Sicrano” – em referência a pessoas que militam em certos partidos, e me sinto incomodado. Tais grêmios não têm uma gota de ideologia, um cêntimo de marxismo, uma pitada de teoria política, um grama, sequer, de solidariedade humana. Seus membros, festejados na mídia, nada fazem ou dizem que denunciem já terem lido, pelo menos, as orelhas de Marx, Engels, Rosa Luxemburgo ou Gramsci. Penso até que estes autores, indignados, se sacodiriam em suas tumbas, se acaso pudessem perceber o comportamento dos “camaradas” de nossos dias. Indago, à Machado de Assis: mudariam os comunistas ou mudei eu?

JOÃO SALDANHA, O BOTAFOGO E O CHOPE

Em 1965, o Flamengo fez a final do campeonato carioca contra o quase invencível Botafogo, perdeu de 1 x 0, mas foi campeão, devido à vantagem que tinha. Após o jogo, João Saldanha (botafoguense fanático) e o colega Maurício Azedo (Flamengo também doente) chegaram juntos à portaria do jornal Última Hora, e João disse a Maurício que o Botafogo pôs água no chope do Flamengo… Foram subindo as escadas e discutindo, a temperatura também subiu, e quando “adentraram” a redação já estavam embolados, aos tapas, com os companheiros de jornal tentando separar os valentões. O jornalista Anderson Campos, também Flamengo doente e membro do PCB, segurou Saldanha, enquanto o ex-jogador Ademir Menezes segurava Maurício, mas a discussão continuou.
_________________5Saldanha
Briga não conhece regra, nem lógica
Maurício jogou duro: disse que Saldanha era analfabeto, que fazia frases curtas porque “se puser uma intercalada no meio vai tropeçar na vírgula”. Saldanha, pouco antes tinha dito que Maurício era “um maroto, um temperamental”. Minutos depois, quando tudo parecia serenado, cada um na sua mesa, os colegas, de olho nos brigões, perceberam Saldanha pronto para atirar sobre Maurício Azedo, pelas costas, uma Olivetti enorme, de carro duplo. À turma que lhe tomou a máquina e reprovou sua atitude de tentar esmagar a cabeça do colega, Saldanha argumentou, aos berros: “– O que tem regra é jiu-jitsu, judô, caratê, essas coisas. Briga não tem regra”.  A história está no delicioso João Saldanha – uma vida em jogo, do jornalista André Iki Siqueira.

UM POUCO LEMBRADO SAXOFONE “DA PESADA”

Para quem pouco sabe de jazz, como o locutor que vos fala, Sonny Stitt (não confundir com Sonny Rollins) é menos conhecido do que Coleman Hawkins, Charlie Bird Parker, Lester Young e Dexter Gordon. Mas é dos grandes. Na flor dos 21 anos, entrou para a orquestra de Billy Eckstine, passando a tocar com Gordon – aquele que, estreando como ator, foi indicado ao Oscar pelo papel de Bird no filme Por volta da meia-noite. Depois de Eckstine, tocou com Bud Powell (não confundir com Baden Powell) e Dizzy Gillespie. Dirigiu vários grupos pequenos (combos), antes de tocar com o trio de Oscar Peterson, em 1957, e com o quinteto de Miles Davis, em 1960 – substituindo John Coltrane. Sua ficha ainda inclui trabalhos com Dizzy Gillespie, Art Blakey e Thelonious Monk, no grupo Giants of jazz.
_______________7Lover man
Canção bem ao estilo Billie Holiday
Uma mulher desesperada emite sinais em versos como “eu estou tão triste” (I’m feeling so sad), “eu procuro alguma coisa que eu nunca tive” (I long to try something I never had), “a noite está fria e eu tão sozinha” (the night is cold and I’m so alone), sempre repetindo este refrão: “Homem apaixonado, onde você poderia estar?” (Lover man, oh, where can you be?”). Lover man é a cara de Billie Holiday. Além de Billie, a canção teve pencas de gravações (instrumentais,  a maioria):  Charlie Parker, Ella Fiztgerald, Coleman Hawkins, Sarah Vaughan, B. B.King, Dave Brubeck, Julie London, Jimmy Smith, Norah Jones, Whitney Houston, Jimi Hendrix, Ahmad Jamal, Sonny Rollins, Lee Morgan, Miles Davis, Carmen McRae, Chet Baker, Duke Ellington, Stan Kenton, Django Reinhard – só as de que me lembro.
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O saxofone que vem após a tempestade
Nesta temporada pós-carnaval, vai bem um “som” que não agride os ouvidos e que sugere o descanso, a calma que se segue à tempestade. Lover man, com uma formação que, a meu entender (o juízo de quem pouco sabe), funciona muito bem: sax, mais “cozinha” de piano, contrabaixo e bateria, desde que todos dominem o ofício. No caso, Sonny Stitt (sax alto),Walter Bishop (piano),Tommy Potter (contrabaixo) e  Kenny Clarke (bateria).

(O.C.)

UNIVERSO PARALELO

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MOCHILEIRO CHEIO DE VOCAÇÃO REPRIMIDA

01 On the roadOusarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br
Amigos me olham atravessado (aquele olhar tipo “coitado, pirou de vez!”) quando descobrem minha mania de andarilho nunca concretizada. Tentei ir a pé de Ilhéus a Recife, mas desisti, por não conseguir montar uma estrutura compatível com a empresa; imaginei ir de Fortaleza/CE a Jaguarão/RS, pela BR 116 – missão que se tornou impossível, pelo mesmo motivo. Sou um mochileiro cada dia mais teórico e mais frustrado, pois, além das outras dificuldades, as pernas já não aguentam tais aventuras. Fico a imaginar de onde vem essa sufocada vocação de vagabond que quase me dá insônia, e imagino que ela tenha origem em Jack Kerouac e seu Na estrada, um dos livros mais impressionantes que já (re) li, talvez pelo grito de liberdade que salta de suas páginas.

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O livro que mudou a vida de Bob Dylan

02 Mochileiro

Acabo de ler a nova versão desse clássico e experimentei a mesma inquietação de tempos passados. O lançamento da L&PM, de 2008 (já com duas reedições), traz os nomes reais dos personagens e, na capa, um elogio nada pequeno, de Bob Dylan: “Este livro mudou minha vida”. Teria mudado a minha, se o lesse aos 18 anos – mas só o descobri quando estava irrecuperável para as aventuras de verdade, já mortos alguns sonhos, a cabeça cheia de juízo, abafada a vocação para a doidice. O livro, publicado no fim dos anos 50, é a descoberta do jazz, dos malucos beats, de um jeito novo de viver e sentir. Mesmo hoje, já doídas as articulações, Kerouac me injeta uma inquietante vontade de jogar tudo pra cima e pegar a estrada, mochila às costas e cata-piolho apontando o caminho.
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Benzedrina, café, Parker e Gillespie
On the road é cercado pela mitologia. Foi escrito em três semanas, de uma tacada só, enquanto o autor ingeria doses cavalares de café “adoçado” com benzedrina (uma substância que dá efeito de euforia e estímulo). Kerouac emendou várias folhas de papel e obteve um rolo de 36 metros (há quem fale em 40), no qual deixou jorrar sua história, em que há um único parágrafo. Enquanto escrevia, como em transe, JK mantinha o rádio ligado num programa de jazz e era embalado pelo bebop, o estilo frenético de improvisação em que eram mestres Charlie “Bird” Parker e Dizzie Gillespie. Desta versão original emerge o tipo (real) mais doidão que já se viu em letra de forma: Neal Cassady. É livro perigoso, desses que escaparam de ser queimados em praça pública, com direito a missa de réquiem.

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UM TÉCNICO DE LINGUAGEM ACIMA DA MÉDIA

04 CoutinhoEsporte nacional, o futebol, fonte de graves agressões à língua portuguesa, guarda casos de puro sabor brasileiro. Conheço, modéstia à parte, muitos deles, alguns já nem sei em que fonte obtive – leituras esparsas, conversa de bar, audiência de transmissões pelo rádio. Cláudio Coutinho, que fracassou na seleção brasileira e depois seria um dos maiores técnicos da história do Flamengo, era um militar (capitão do Exército) de alto nível, até acusado de não ser entendido pelos jogadores, devido a seu falar sofisticado. Coutinho, “culturalmente”, situava-se bem acima da média: até introduziu nos gramados e arquibancadas expressões como overlapping e ponto futuro.
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Se fala várias línguas é… troglodita!
Gaúcho de Dom Pedrito, Cláudio Coutinho trabalhou com Kenneth Cooper, o americano que revolucionou a avaliação física, e falava várias línguas, o que era um verdadeiro assombro no mundo do futebol, conhecido naqueles tempos como o império da ignorância. Soneca, que por longo tempo foi roupeiro no Botafogo, vendo um dia o treinador dando entrevistas em inglês, francês e alemão, expressou seu espanto ao médico Lídio Toledo, responsável pela saúde na seleção brasileira: “– Doutor, eu vi! O homem fala tudo quanto é língua. É um troglodita perfeito!”.  O episódio foi registrado pelo cronista esportivo Sandro Moreyra – Histórias de futebol (Coleção O Dia Livros/1998).

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BADEN POWELL ENTRE OS GRANDES DO JAZZ

Dizer que o violonista Baden Powell (de Aquino) é parente do jornalista Ramiro Aquino seria revelar uma grande curiosidade, o que não faço, por desamor à mentira. Mas há outras curiosidades: ele é primo de João de Aquino (autor de Viagem, com Paulo César Pinheiro), nasceu numa cidade chamada Varre-e-Sai (Rio de Janeiro) e teve esse nome graças ao pai escoteiro – o velho quis prestar uma homenagem ao general Robert Stephenson Smyth Baden Powell, criador do escotismo. E mais: Baden (o músico, não o general) é pai do pianista Philippe Baden Powell e do violonista Louis Marcel Powell. Por último, mas não menos importante, críticos americanos listam Baden Powell (1937-2000) entre os grandes do jazz, com estilo influenciado pelo guitarrista Django Reinhardt.
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Cyro: “um abraço em toda a humanidade”
Cyro Monteiro era sobrinho do pianista Nonô (Romualdo Peixoto, chamado “O Chopin do Samba”) e parente de Cauby Peixoto, creio que primo. Tinha oito irmãos (todos com nome iniciado pela letra C), e com um deles, Careno, começou sua experiência, cantando em dupla. Torcedor do Flamengo, quando nasceu Sílvia, filha do pó-de-arroz Chico Buarque (com Marieta Severo), mandou para o bebê uma camisa rubro-negra; Chico, em “represália” fez o samba Ilmo. Sr. Cyro Monteiro ou Receita para virar casaca de neném. Vinícius disse ser o cantor uma criatura tão extraordinária, a ponto de o poetinha achar “deplorável qualquer de seus amigos não se haver dito, num dia de humildade, que gostaria de ser Cyro Monteiro”. Cyro, segundo Vinícius, “é um grande abraço em toda a humanidade”.  
_______________07 Ciro Monteiro
A Constituição e o direito de cantar
Mais do que uma frase, Vinícius e Baden deram a Cyro todo um disco, o De Vinícius e Baden especialmente para Cyro Monteiro, gravado em Paris, em 1965. O disco citado, hoje peça de colecionador, tem dez faixas, das quais me lembro bem de Tempo feliz, Deixa, Amei tanto e Formosa – todas na voz do  homenageado. Baden, num show no Teatro de Ilhéus, transpirava bom humor, quando disse que cantava porque a Constituição Federal lhe garantia esse direito. Sabia o grande violonista não ser nenhum Sílvio Caldas. Neste vídeo, ele canta (viva a Constituição!) Formosa, uma das faixas daquele disco com que Cyro Monteiro mais se identificava. Vocês podem se queixar do cantor (que até tenta uma espécie de scat singing), mas, certamente, não vão reclamar do acompanhante. Vale pela curiosidade.

(O.C.)

BAHIA “BROCADOR”

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O returno do Brasileirão 2012 está uma beleza para o Bahia. Com a melhor campanha desta fase do campeonato nacional, o Tricolor de Aço ganhou apelido de “brocador”. A última vítima foi o Botafogo, no Estádio de Pituaçu, neste domingo, 30. O “Bahêa” aplicou 2 a 0, marcados por Fahel e Hélder. Confira os gols do Sportv.

TIGRE MORRE NA PRAIA EM ILHÉUS

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colo colo x botafogo foto josé nazal 08.07.2012

Colo-Colo não saiu de empate com Botafogo (Foto José Nazal).

O Colo-Colo não conseguiu vencer o Botafogo, empatou em 1 a 1 em pleno Mário Pessoa e estará – novamente – fora da “elite” do futebol baiano. Botafogo e Jacuipense ficaram com as duas vagas de acesso à primeira divisão do Campeonato Baiano 2013.

Apesar da ótima campanha na fase classificatória, o Tigre Ilheense acabou morrendo na praia.

TREINADOR TEM DÚVIDAS NA ESCALAÇÃO DO COLO-COLO

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O comando técnico do Colo-Colo ainda tem dúvidas sobre o esquema tático para o jogo contra o Botafogo, neste domingo, 8, às 16h, em Ilhéus. A partida é a mais importante da temporada para o Tigre. Se vencer, a equipe carimba o passaporte rumo à primeira divisão do Campeonato Baiano de Futebol de 2013. É vencer ou vencer.

O técnico Paulo Sales ainda não sabe se arma time mais agressivo, que tente fazer os gols logo no início, ou se espera ver a evolução da equipe e implementar as mudanças no decorrer do jogo. Um empate deixa o time no meio da estrada, já que perdeu a primeira partida por 2 a 1, em Salvador. Por isso, o time será definido poucas horas antes da partida decisiva.

COLO-COLO PERDE E SE COMPLICA

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O Colo-Colo perdeu a primeira partida da semifinal da Divisão de Acesso. No estádio de Pituaçu, levou 2 a 1 do Botafogo e precisará vencer em casa para ir à final do campeonato e garantir vaga no Baianão 2013.

O Botafogo fez 2 a 0 no primeiro tempo e o Tigre Ilheense descontou, aos 45 minutos do segundo tempo. A decisão da vaga será em jogo programado para o próximo domingo, às 16h, no Estádio Mário Pessoa. Com informações do Blog do Gusmão.

"BEBÊ VASCAÍNO" BOMBA NA INTERNET

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Montagem traz bebê “vascaíno” comemorando o gol perdido pelo atacante Deivid, do Flamengo, na semifinal da Taça Guanabara.

Em tempo: a final da TG será disputada por Vasco e Fluminense. Ontem, o Flu bateu o Botafogo na cobrança de penalidades, por 4 a 3, e garantiu o passaporte para a finalíssima, no próximo domingo (26).

JOGADORES APROVAM DISPENSA DE JÓBSON

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Jobson durou menos de três meses no Bahia.

O atacante Jóbson confirmou a fama de bad boy e durou pouco no seu terceiro clube na temporada, o Bahia, de onde acaba de ser dispensado por indisciplina. O treinador Renê Simões fez questão de ressaltar que a dispensa não estava relacionada ao histórico do atleta, flagrado em doping por uso de maconha. Hoje, os ex-colegas de clube, o zagueiro Titi e o goleiro Marcelo Lomba, se pronunciaram favoráveis à decisão do clube.
Lomba e Titi esperam que o atacante, artillheiro do Bahia no Brasileirão, procure andar em boas companhias para não comprometer ainda mais seu futuro. Apesar do histórico no Botafogo, Atlético-MG e agora no tricolor de aço, Jóbson tem apenas 23 anos. A dispensa do clube baiano foi definida ao final da tarde de ontem.

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