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26 de novembro de 2020 | 12:48 am

“PARANGOLÉ” EM ESCOLA MINEIRA

Tempo de leitura: < 1 minuto

Diretora ensina o Rebolation aos alunos

A diretora de uma escola estadual na pequena cidade de Papagaios, a 150 quilômetros de Belo Horizonte, resolveu mexer na grade curricular e dar uma aula prática de “Rebolation” aos alunos.

No pátio do estabelecimento de ensino, a animada dublê de educadora e dançarina de axé tentava mostrar todos os passos da dança que celebrizou o baiano Léo Santana, da banda Parangolé.

Acontece que uma aluna filmou toda a presepada e o vídeo acabou sendo reproduzido em telejornais. Os pais, é claro, não gostaram nada da performance… E muito menos da história.

HORÁRIO DE VERÃO ACABA NO DOMINGO

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Depois de 126 dias, o horário de verão termina à zero hora do próximo domingo (21). Os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste deverão atrasar os relógios em uma hora.

Em outubro, ao decretar o horário de verão, o governo estimou que a economia de energia chegaria a 5% nos horários de pico de consumo.

Um decreto presidencial determinou, a partir deste ano, o período exato em que o horário diferenciado vai vigorar: começará sempre no terceiro domingo de outubro e terminará sempre no terceiro domingo de fevereiro. Informações da Agência Brasil.

SE VOCÊ FOSSE JOSÉ SERRA, FICARIA ONDE ESTÁ OU QUERIA O LUGAR DE LULA?

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Serra tem Dilma cada vez mais pertinho. E aí?

As últimas pesquisas sobre a sucessão presidencial mostram cada vez mais a “simpática” ministra Dilma Rousseff (PT) coladinha no governador José Serra (PSDB). Há quem aconselhe o tucano a disputar a reeleição em Sum Paulo e deixe a disputa para um azarão ou coisa que o valha. Os últimos números poderiam ajudá-lo (ou não!) na tomada de decisão.

De qualquer forma, estamos há oito meses da eleição e há muita água a passar por debaixo da ponte. Abaixo, os últimos números de consulta (tracking) realizada pelo Partido Verde, da ex-ministra e pré-candidata a presidente Marina Silva. Os dados foram publicados no blog de Fernando Rodrigues, da Folha de São Paulo.

1. pesquisa estimulada direta – sem identificação dos candidatos, seus históricos e por quem são apoiados:

Serra – 38%

Dilma – 26%

Ciro – 11%

Marina – 7%

2. pesquisa estimulada – com identificação do histórico dos candidatos e por quem são apoiados (por exemplo, dizendo que Dilma é ministra do governo Lula e é a candidata apoiada por Lula ou que Marina Silva é do PV e defende a causa ambientalista)

Serra – 35%

Dilma – 30%

Ciro – 11%

Marina – 9%

Na sondagem sobre o segundo turno, os cenários Serra/ Dilma resultam em 48% para o tucano contra 32% da petista quando não há identificação dos candidatos. Quando ambos são identificados, o resultado muda para Serra com 44% X Dilma com 38%.

CAI CIRCULAÇÃO DE JORNAIS EM 2009

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Do Meio&Mensagem

Caiu 6,9% a circulação somada dos 20 maiores jornais diários brasileiros em 2009. Apenas seis conseguiram melhorar seus desempenhos de acordo com dados do Instituto Verificador de Circulação (IVC). São eles: Daqui (31%), Expresso da Informação (15,7%), Lance (10%), Correio Braziliense (6,7%), Agora São Paulo (4,8%) e Zero Hora (2%). Mantiveram-se estáveis Correio do Povo, A Tribuna e Valor Econômico, que encerraram o ano passado com circulações bem próximas às do fechamento de 2008.

Onze títulos viram seus números encolherem durante 2009. Os dois que mais caíram foram os do Grupo O Dia, do Rio de Janeiro: O Dia (-31,7%) e Meia Hora (-19,8%). Também tiveram quedas Diário de S. Paulo (-18,6%), Jornal da Tarde (-17,6%), Extra (-13,7%), O Estado de S. Paulo (-13,5%), Diário Gaúcho (-12%), O Globo (-8,6%), Folha de S. Paulo (-5%), Super Notícia (-4,5) e Estado de Minas (-2%).

Não houve alterações significativas nas posições do ranking, a não ser a evolução contínua de títulos populares como o Dez Minutos, de Manaus, que estreia na 17ª posição, com média diária de 60 mil exemplares – não considerados na conta de queda de 6,9%, pois foi lançado no final do ano passado.

A liderança continua com a Folha de S. Paulo (média diária de 295 mil exemplares), seguida por Super Notícia (289 mil), O Globo (257 mil) e Extra (248 mil). Em quinto lugar está O Estado de S. Paulo (213 mil), à frente do Meia Hora (186 mil) e dos gaúchos Zero Hora (183 mil), Correio do Povo (155 mil) e Diário Gaúcho (147 mil). O top 10 se completa com o Lance (125 mil).

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FESTAS DE RENOVAÇÃO

Tempo de leitura: 4 minutos
Gostaria de escrever o primeiro texto do ano de 2010 sobre esse povo fantástico que é o brasileiro e sua classe política, tão honesta e imaculada.
Para falar de hoje, no entanto, vamos nos reportar aos anos de 1958 a 1963 e 1966 a 1969. O que aconteceu durante esses períodos? Foram as épocas em que atuaram por aqui dois diplomatas ingleses, que deixaram escritas suas impressões sobre o Brasil, as quais transcreverei para uma reflexão.
O primeiro, sir G. A. Wallinger, embaixador no Rio de Janeiro, deixou treze páginas em 1963 sobre o nosso país, quando da sua despedida, uma praxe entre os diplomatas ingleses chamada de valedictory despach – uma espécie de carta livre extra-oficial. Em alguns trechos podem ser lidos:
“Um aspecto a salientar é que todo governo no Brasil ainda é intensamente “personalista”. Os três presidentes a que me refiro são chamados, simplesmente, de Juscelino, Jânio e Jango. O tamanho do poder em mãos de um presidente brasileiro é relativamente maior do que o poder do presidente dos Estados Unidos, visto que, desde os tempos de Getúlio Vargas, o Congresso nunca conseguiu se contrapor a ele… Embora o presidente dependa do Congresso para a aprovação de leis, a influência do Poder Legislativo na condução da política está viciada pela natureza primitiva da organização dos partidos políticos. Os partidos, apesar das implicações ideológicas de suas denominações, são essencialmente clubes políticos, criados para prover máquinas eleitorais a seus membros; estes, por sua vez, são homens que optaram pela atraente, lucrativa e “suja” carreira política; são frequentemente desprovidos de qualquer compromisso social ou ideológico, ou do sentido de servir à nação. Como conseqüência, a lealdade partidária é subordinada ao interesse próprio”.
Um achado político extraordinário e que mostra, desde lá, os vícios que se perpetuam no poder e que não fazemos, nós, população, nada para contrariar.
O outro embaixador, sir John Writhesley Russell, na sua despedida, não deixou por menos. Em 1969, elaborou seu último despacho oficial elencando a riqueza do país e, no item 10, pergunta: “Por que, então, o Brasil não é um país rico e próspero?” Na resposta, Russell coloca:
“O estado da Guanabara tem mais funcionários públicos do que Nova York; a Petrobras, só em São Paulo, emprega um número maior de químicos do que a Shell no mundo inteiro; pode-se comprar qualquer coisa – de uma carteira de habilitação a um juiz do Supremo Tribunal Federal; o reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro ganha 500 cruzeiros mensais, enquanto os aluguéis são três vezes mais altos do que em Londres e os hotéis da cidade estão entre os mais caros do mundo (e entre os de pior atendimento); o país tem apenas 18 mil milhas de estradas asfaltadas e em 1968 os brasileiros mataram 10 mil pessoas nas estradas – mais do que o total de soldados americanos mortos no Vietnã no mesmo ano. Como já escreveu Peter Fleming, ‘o Brasil é um subcontinente com um autocontrole imperfeito’”.
Ano novo, vida nova? Renovação em todo final e começo de ano? Festas de boas-vindas ao ano bom que se inicia? Nada disso parece ser efetivamente feito no Brasil, desde longas datas.
Por isso, ao comemorar as festas nesse ano que se encerra e neste ano que começa, pense na conjuntura político-cultural em que estamos vivendo, construindo e perpetuando para as gerações vindouras. Só depois, deposite os seus votos na urna da esperança que realmente renova!

Gustavo Atallah Haun | g_a_haun@hotmail.com

Gostaria de escrever o primeiro texto do ano de 2010 sobre esse povo fantástico que é o brasileiro e sua classe política, tão honesta e imaculada.

Para falar de hoje, no entanto, vamos nos reportar aos anos de 1958 a 1963 e 1966 a 1969. O que aconteceu durante esses períodos? Foram as épocas em que atuaram por aqui dois diplomatas ingleses, que deixaram escritas suas impressões sobre o Brasil, as quais transcreverei para uma reflexão.

O primeiro, sir G. A. Wallinger, embaixador no Rio de Janeiro, deixou treze páginas em 1963 sobre o nosso país, quando da sua despedida, uma praxe entre os diplomatas ingleses chamada de valedictory despach – uma espécie de carta livre extra-oficial. Em alguns trechos podem ser lidos:

“Um aspecto a salientar é que todo governo no Brasil ainda é intensamente “personalista”. Os três presidentes a que me refiro são chamados, simplesmente, de Juscelino, Jânio e Jango. O tamanho do poder em mãos de um presidente brasileiro é relativamente maior do que o poder do presidente dos Estados Unidos, visto que, desde os tempos de Getúlio Vargas, o Congresso nunca conseguiu se contrapor a ele… Embora o presidente dependa do Congresso para a aprovação de leis, a influência do Poder Legislativo na condução da política está viciada pela natureza primitiva da organização dos partidos políticos. Os partidos, apesar das implicações ideológicas de suas denominações, são essencialmente clubes políticos, criados para prover máquinas eleitorais a seus membros; estes, por sua vez, são homens que optaram pela atraente, lucrativa e “suja” carreira política; são frequentemente desprovidos de qualquer compromisso social ou ideológico, ou do sentido de servir à nação. Como conseqüência, a lealdade partidária é subordinada ao interesse próprio”.

Um achado político extraordinário e que mostra, desde lá, os vícios que se perpetuam no poder e que não fazemos, nós, população, nada para contrariar.

O outro embaixador, sir John Writhesley Russell, na sua despedida, não deixou por menos. Em 1969, elaborou seu último despacho oficial elencando a riqueza do país e, no item 10, pergunta: “Por que, então, o Brasil não é um país rico e próspero?” Na resposta, Russell coloca:

“O estado da Guanabara tem mais funcionários públicos do que Nova York; a Petrobras, só em São Paulo, emprega um número maior de químicos do que a Shell no mundo inteiro; pode-se comprar qualquer coisa – de uma carteira de habilitação a um juiz do Supremo Tribunal Federal; o reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro ganha 500 cruzeiros mensais, enquanto os aluguéis são três vezes mais altos do que em Londres e os hotéis da cidade estão entre os mais caros do mundo (e entre os de pior atendimento); o país tem apenas 18 mil milhas de estradas asfaltadas e em 1968 os brasileiros mataram 10 mil pessoas nas estradas – mais do que o total de soldados americanos mortos no Vietnã no mesmo ano. Como já escreveu Peter Fleming, ‘o Brasil é um subcontinente com um autocontrole imperfeito’”.

Ano novo, vida nova? Renovação em todo final e começo de ano? Festas de boas-vindas ao ano bom que se inicia? Nada disso parece ser efetivamente feito no Brasil, desde longas datas.

Por isso, ao comemorar as festas nesse ano que se encerra e neste ano que começa, pense na conjuntura político-cultural em que estamos vivendo, construindo e perpetuando para as gerações vindouras. Só depois, deposite os seus votos na urna da esperança que realmente renova!

Gustavo Atallah Haun é professor

FUTEBOL: QUEM É DONO DA MAIOR TORCIDA?

Tempo de leitura: 2 minutos

Gazeta Esportiva

Torcida do Flamengo fica maior após título nacional em 2009.

Torcida do Flamengo: maior após título em 2009.

Passar 17 anos sem conquistar um Campeonato Brasileiro não fez o Flamengo perder o posto de dono da maior torcida do país. Ganhar o hexacampeonato em 2009, no entanto, já causou um aumento da massa rubro-negra. De acordo com pesquisa feita pelo Datafolha , o clube carioca tem 2% mais de torcedores do que em relação à última medição, feita em 2008.

A pesquisa foi promovida dias depois da confirmação do título brasileiro do Flamengo. Segundo os dados colhidos, 19% dos brasileiros com mais de 16 anos são flamenguistas. De acordo com o último levantamento, realizado em novembro de 2008, o índice era menor: 17%. O trabalho do técnico Andrade e do elenco fez aumentar o número de seguidores.

O Flamengo continua dono da maior torcida do Brasil por conta de seu alto índice de popularidade em todo o país. Na regiões Norte e Centro-oeste, por exemplo, tem cerca de 30% do número total de torcedores. No Nordeste, o número é um pouco menor, mais ainda assim significativo: 25% da torcida. Entre os jovens, o predomínio é alto: 23% das pessoas entre 16 e 24 anos são flamenguistas.

O Corinthians segue como segundo time de torcida mais populosa, com 13%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2% para mais ou menos, os rubro-negros têm maioria garantida, segundo os dados colhidos. A terceira colocação fica com o São Paulo, com 8%, seguido pelo Palmeiras, com 7%. O Vasco é o quinto, com 5%.

O novo ranking (em %)

Flamengo – 19
Corinthians – 13
São Paulo – 8
Palmeiras – 7
Vasco – 5
Cruzeiro – 4
Grêmio – 3
Internacional – 3
Santos – 2
Atlético-MG – 2
Botafogo – 2
Fluminense – 1
Bahia – 1
Vitória – 1

COMO PARAR UM PAÍS

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A próxima segunda-feira (26) não terá atividades no serviço público federal. O Ministério do Planejamento decretou ponto facultativo por causa do Dia do Servidor Público. A data é comemorada na quarta-feira (28), mas o ministério decidiu antecipar a folga no Poder Executivo.

No Congresso Nacional, a segunda-feira também não terá expediente normal. Tanto a Câmara dos Deputados como o Senado adiantaram o ponto facultativo.

Somente o Poder Judiciário funcionará normalmente na segunda-feira. No Supremo Tribunal Federal (STF) e nos tribunais superiores, o Dia do Servidor foi transferido para sexta-feira (30).

O mesmo ocorre com o serviço público estadual na Bahia – e em diversos estados –, onde o próximo fim de semana será mais que prolongado: os servidores param na sexta e só voltam ao batente na terça-feira (3 de novembro).

Pra frente, Brasil!

Com informações da Agência Brasil

CONFISSÃO DO MELHOR DO MUNDO

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“Como eu abaixei, posso dizer que

ele me pegou de calça arriada”,

Júlio César, goleiro do Brasil, falando sobre possível falha no segundo gol sofrido diante da Bolívia, em La Paz, neste domingo.

UMA QUEDA A 3.600 METROS

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– SELEÇÃO ESTAVA INVICTA HÁ 19 JOGOS

Do G1

A velha dificuldade da seleção brasileira em vencer jogos na altitude (3.600 metros) de La Paz mostrou a cara novamente neste domingo. O time de Dunga, com algumas caras novas, foi derrotado pela Bolívia por 2 a 1.

Olivares e Marcelo Moreno marcaram para a Bolívia, com Nilmar descontando. Foi a primeira derrota da seleção brasileira desde junho de 2008 (19 jogos), quando perdeu por 2 a 0 para o Paraguai, em Assunção.

A última vez que o Brasil venceu a Bolívia em La Paz foi em 1997, na final da Copa América (3 a 1). De lá para cá, foram duas derrotas e um empate em jogos válidos pelas eliminatórias.

Apesar da derrota, a já classificada seleção brasileira manteve a liderança na tabela das eliminatórias sul-americanas. O time de Dunga soma os mesmos 33 pontos do Paraguai, mas leva a melhor no saldo de gols, primeiro critério de desempate. Já eliminados, os bolivianos asseguram com a vitória o penúltimo lugar, com 15 pontos.

RIO OLÍMPICO!

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SEGUIDAMENTE, O BRASIL TEM DEMONSTRADO QUE PODE (E SABE) SER GRANDE!

brasil2016

As Olimpiadas de 2016 serão no Rio de Janeiro. Até lá, as estimativas apontam que o Brasil se tornará a 5ª maior economia do mundo. "Essa é uma vitória de 190 milhões de almas", disse o presidente Luiz Inácio "Lula" da Silva.

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