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5 de julho de 2020 | 11:04 am

EM CAMACAN, WAGNER DEFENDE ELEIÇÃO DIRETA EM OUTUBRO

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Wagner defende realização de eleições diretas em outubro deste ano (Foto Daniel Thame).

Ladeado por Rosemberg e Davidson, Wagner defende eleições diretas em outubro deste ano.

O ex-governador Jaques Wagner (PT) defendeu, hoje (29), em Camacan, no sul da Bahia, a votação de emenda constitucional que permita a antecipação da eleição direta a presidente da República, com o pleito ocorrendo em outubro deste ano. “A situação [do Brasil] é muito difícil”, disse ele, reforçando que o país precisa de presidente eleito com a “chancela do voto popular”.

– Nenhum presidente que sente na cadeira sem a chancela do voto popular terá o peso e a representatividade para fazer as modificações necessárias – justificou.

Hoje secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Wagner disse que, ao defender as eleições diretas, não está desqualificando o Congresso. “Se o Temer renunciar ou cair, qualquer nome que se apresentar será de brasileiros com valor, mas, [por eleição indireta, com o presidente sendo escolhido por deputados e senadores], faltará o essencial: a legitimidade do voto popular para conduzir o Brasil”.

Nesta segunda, Wagner esteve em Camacan para a entrega de galpão onde funcionará mais uma unidade da Lia Line. No município sul-baiano, serão produzidos calçados femininos de uma das marcas da empresa catarinense, os calçados Sua Cia. A estimativa é de que sejam produzidos mais de 600 mil pares de calçados ao ano.

AZALEIA: WAGNER PEDIRÁ MEDIDAS ANTIDUMPING

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O governador da Bahia, Jaques Wagner, terá encontro com a presidente Dilma Rousseff hoje à tarde, e o principal tema que será tratado é o fechamento de 12 unidades da Azaleia no sudoeste do Estado. Wagner pedirá à presidente que, por meio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, adote medidas antidumping para proteger a indústria local da concorrência de produtos  importados, que são mais baratos.

Pela manhã, o governador esteve com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, com quem discutiu o mesmo assunto.

A Azaleia está fechando suas unidades na região, alegando exatamente a dificuldade de competir com calçados, fabricados principalmente na China, que entram no País a preços inferiores aos do produto nacional.

O encerramento das atividades da empresa no sudoeste provocará verdadeira tragédia social em algumas cidades. Em Firmino Alves, 80% da mão de obra formal trabalha na Azaleia (confira aqui).

CASTRO QUER OUVIR PRESIDENTE DA AZALEIA

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O fechamento de 12 fábricas da Azaleia  no sudoeste da Bahia foi criticado pelo deputado estadual Augusto Castro (PSDB), em discurso no plenário da Assembleia Legislativa. No pronunciamento, o tucano lembrou que o processo de “desmonte” da empresa no Estado começou no final de 2011, com a desativação de seis unidades de produção em Potiraguá, Itarantim, Maiquinique, Ibicuí, Iguaí e Itati.

Castro disse ainda que tentou falar por telefone com o empresário Pedro Grendene, presidente da Azaleia, mas não conseguiu. Finalmente, o deputado requereu, ao presidente da Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo da Assembleia Legislativa, Tom Araújo, que convide Grendene a explicar aos parlamentares os motivos do fechamento das fábricas.

AZALEIA DEMITE MAIS DE 3 MIL EM ITAPETINGA. INDÚSTRIA AMEAÇA DEIXAR A BAHIA

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A edição online d´A Tarde informa a pretensão da Vulcabras/Azaleia de transferir a produção da unidade de Itapetinga para a Índia, o que provocaria a demissão de 18 mil funcionários em 13 municípios do centro-sul baiano. Somente nos últimos sete meses, a fabricante de calçados eliminou três mil postos de trabalho em Itapetinga.
Há quase dois meses, a Vulcabras fechou a unidade matriz em Parobé (RS) e anunciou a abertura de fábrica no continente asiático. De acordo com o jornal, a empresa busca produzir na Índia porque a mão de obra lá é bem mais barata (salário de US$ 85,00 contra US$ 353,00 no Brasil).

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