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12 de maio de 2021 | 03:17 pm

POPULAÇÃO PROTESTA CONTRA O MP E FECHA ACESSOS A CAMACAN

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Protesto fechou rodovia em Camacan (Foto Costa Filho).

Cerca de 400 pessoas fecham os principais acessos ao município de Camacan, no sul da Bahia. A manifestação é contrária a posicionamento do Ministério Público estadual, que havia considerado arbitrária a ação das polícias Civil e Militar na caça aos bandidos que mataram o taxista Egmar Pereira Silva, “Grande”. A maioria dos manifestantes está concentrada nas proximidades da estação rodoviária do município, em frente ao MPe.

O corpo do taxista Egmar Pereira Silva foi encontrado às margens da estrada que liga o centro da cidade ao distrito de Jacareci (BA-002). “Grande” foi assassinado com 15 golpes de faca e facão (relembre aqui).

A polícia chegou aos assassinos por meio de imagens de uma câmera de segurança na praça onde trabalhava o taxista. Na operação policial, morreram os irmãos Elizenilton Pimentel e Marcelo Rodrigues Pimentel, que teriam partido para o confronto. Outros três bandidos foram presos.

O presidente da Associação de Praças da Polícia Militar-Itabuna (APPM), sargento Antônio Cavalcante, disse que a entidade acompanha os protestos em apoio aos policiais que estão sendo acusados de execução. O Pimenta não conseguiu falar com a promotora pública Cleide Ramos, que atua no caso. As informações são do repórter Costa Filho, da rádio Jornal.

MORTE DE TAXISTA: CLIMA É TENSO EM CAMACAN

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As imagens captadas por uma câmera de segurança em frente à praça onde trabalhava Egmar Pereira, 52 anos, ajudaram a polícia a prender três dos envolvidos no assassinato do taxista em Camacan. Outros dois morreram em confronto.

O crime ocorreu na noite do domingo, 20, quando os cinco assaltantes pediram uma corrida para o distrito de Jacareci, às margens da rodovia BA-002 (relembre aqui). Os marginais que morreram no confronto com a polícia ontem à tarde foram identificados como Elizenilton Pimentel e Marcelo Rodrigues Pimentel.

Os demais Josemar Pimentel, irmão dos mortos no confronto, Leonardo Jesus Almeida e uma menor de 17 anos, grávida.  Leonardo é apontado com autor dos 15 golpes de faca desferidos no corpo do taxista Egmar Pereira, conhecido como Grande.

O clima na cidade ainda é tenso. Taxistas e populares ameaçavam invadir a delegacia de Camacan, ontem, para atear fogo nos corpos dos bandidos e, também, linchar os demais suspeitos de participação no crime.

ACUSADOS DE MATAR TAXISTA MORREM EM CONFRONTO

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Agnaldo Santos, de Camacan

Um homem de prenome Nego Léo e outro comparsa foram mortos, nesta tarde, em confronto com as polícias Civil e Militar na rua Montes Claros, periferia de Camacan. Eles eram os principais acusados de ter matado o taxista Egmar Pereira da Silva, “Grande”, 52 anos, na madrugada desta segunda-feira, 21 (relembre aqui).

A Policia conseguiu prender um dos criminosos e uma mulher que teriam participado do crime que teve requintes de crueldade. Outras informações sobre o caso a qualquer momento.

TAXISTA É ASSASSINADO COM REQUINTES DE CRUELDADE

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Agnaldo Santos, de Camacan

O taxista Egmar Pereira Silva, 46, foi encontrado morto nesta manhã de segunda-feira (21), numa área da Fazenda Vila Vitória, às margens da BA 002, quilômetro 11, trecho Camacan-Jacareci.

O taxista foi assassinado com requintes de crueldade. O corpo de Egmar Pereira Silva apresentava várias perfurações de faca e cortes de facão no tórax, costas, braços e pernas.

Grande, como era conhecido, conduzia um Fiat Siena, cor vermelha, quando sofreu ataque dos homicidas. Após matar o taxista, os criminosos abandonaram o corpo em um matagal e o veículo, numa ribanceira.

Para a polícia, tudo leva a crer que ele foi imobilizado, arrastado de dentro do Siena e o corpo desovado em outro local, de difícil acesso, nas imediações da fazenda. Grande teria ido levar um passageiro ao distrito de Jacareci, que está comemorando as festividades juninas.

A vítima era taxista há mais de 20 anos em Camacan. Era considerada uma pessoa bem relacionada e, aparentemente, não tinha inimigos. Ele  também emprestava dinheiro a juros (agiotagem).

O reconhecimento do corpo ocorreu por volta das 10 horas de hoje, pela Polícia Militar, transferindo-o para o necrotério de Camacan. O corpo foi levado para o Departamento de Polícia Técnica de Itabuna (DPT) por volta das 13 horas. As autoridades policiais de Camacan ainda desconhecem a autoria do crime.

CAMACAN: POLÍCIA NÃO CONSEGUE RECAPTURAR FUGITIVOS

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A polícia militar ainda não conseguiu recapturar todos os dez presos que fugiram da cadeia pública de Camacan, no sul da Bahia, ontem à noite. De acordo com informações, os fugitivos cavaram um buraco numa das celas, acessaram um colégio ao lado da cadeia e ganharam a liberdade. Apenas um dos detentos foi recapturado.

ÔNIBUS TOMBA E FERE 20 PASSAGEIROS EM CAMACAN

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Vinte passageiros ficaram feridos em um acidente com um ônibus que fazia a linha Camacan-Macarani, ontem. O motorista da empresa Rota perdeu o controle da direção na pista molhada e tombou na rodovia, próximo a São João do Panelinha.

A maioria dos passageiros feridos foi atendida no Hospital Luís Eduardo Magalhães (Hblem), em Itabuna. Ficaramo internados, segundo o blog Notícias da Cidade, Pedro Alves, Hilda Maria, Petronília Alves, Danilo Soares e Rose Silva.

UNIVERSO PARALELO

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CAMACÃ E SEU FEITIO MATRIARCAL

Ousarme Citoaian

Causou inquietações mudar o nome de Camacã para Camacan (foto), dizem que por obra e graça de autoridades municipais. A palavra pertence a uma família enorme, todos os membros com nomes terminados em “ã”. Aqui estão alguns deles, citados de memória: chã, lã, terçã, arapuã, louçã, irmã, cortesã, romã, Camaquã/RS afã, itapuã, Canaã/MG, sã, xamã, fã, temporã, vilã, escrivã, tantã (doido), tantã (tambor), Aquidabã/SE, Pã, rã… Percebe-se que são poucos os indivíduos masculinos (itapuã, Pã, arapuã, tantã – no sentido de tambor), alguns são de dois gêneros (xamã, fã, tantã – significando amalucado) e a maioria é de termos femininos. Infere-se, portanto, que a palavra Camacã é de família matriarcal.

CORRUPÇÃO ATINGE A GRAMÁTICA

Estranhíssimo esse Camacan isolado, ovelha negra da família, numa solidão que emociona. A propósito, um grupo, cuja especialidade era se rebolar na boca da garrafa, batizou-se como É o tchan! – coisa igualmente canhestra, pois a grafia que encontro no Aurélio, sem me surpreender, é tchã. Parece que essa humanitária tentativa de conseguir uma companhia para Camacan falhou. Tchan, considerando o meio onde nasceu, é desculpável; Camacan, não. Agrediram as fortes raízes históricas (que reportam à extinta nação indígena camacã), quando impuseram esse Camacan – contrariando toda a família do “ã”, como vimos. É um caso raríssimo de corrupção… gramatical!

UMA VIOLÊNCIA FILOLÓGICA

Os organismos oficiais (IBGE, Detran e outros, além da Prefeitura de Camacã, é óbvio) aceitaram a grafia com a absurda invenção do  final “an”. Os jornais também. O Agora, de Itabuna, é a única exceção: parece ter-se insurgido contra o estupro filológico perpetrado contra o município e grafa Camacã, a forma historicamente correta.  Se erra, erra em ótima companhia: o citado dicionário Aurélio desconhece os filólogos municipais e registra o verbete  camacãense como sendo “de, ou pertencente ou relativo a Camacã (BA)”. Os poderes locais têm direito até de mudar o nome do município (após consulta popular, o chamado plebiscito), mas alterar a língua portuguesa, não.

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A MOÇA QUE FICOU “MEGATRISTE”

Na tevê, em matéria sobre a volta ao horário habitual, este disparate de uma jovem: “Estou megatriste, pois adoro o horário de verão” (O. C. grifou). Zonzo com a pedrada, vou ao Aurélio e confiro: mega é prefixo que, junto a uma unidade de medida a multiplica por 1 milhão. Na fala razoavelmente culta, mega substitui “grande”, não “muito”, por isso se liga a substantivos, não a adjetivos: megaempresário, megajogador, megatraficante etc. De megafeio, megatriste, megachato e semelhantes, que o bom Deus nos livre.  Se digo grande empresário todos sabem do que falo; se digo grande feio, ou grande triste, apenas puxo as orelhas da gramática. Caso a moça se dissesse “muito triste” seria comovente. Ao dizer-se megatriste, foi ridícula. O bom jornalismo evita publicar besteiras desse jaez, que nada nos trazem, além de irritação.

PARA CRIAR É PRECISO AUTORIDADE

Palavras e expressões novas, para que sejam aceitas, dependem muito da origem, do pedigree de quem as divulga. Certa feita, o sindicalista e então ministro Luiz Rogério Magri (foto), iletrado, mas com diploma de pelego, criou a palavra imexível – e virou chacota nacional pelo resto da vida. No entanto, que me perdoem os linguistas, creio que, se exposta à luz da etimologia, imexível é perfeitamente defensável, por analogia com indizível (de dizer), elegível (eleger) e incontível (conter) – para ficar em limitados exemplos. Logo, por que a celeuma? Porque quem criou o termo não tinha “autoridade” para fazê-lo e, em sendo assim, não inventou uma palavra: inventou um constrangimento.

NONADA É BROGÚNCIA E MEXINFLÓRIO

A língua portuguesa foi praticamente reescrita por João Guimarães Rosa (foto), o maior criador de neologismos e rejuvenescedor de arcaísmos da nossa ficção. É isso que eu queria dizer: se fosse o autor de  Sagarana quem grafasse um imexível, críticos, gramáticos, filólogos e linguistas estariam todos esfalfados de tanto bater palmas.  Há dias, citamos (à espera de protestos indignados, que não vieram) uma invenção roseana: nonada. É um arcaísmo recuperado (a primeira palavra de Grande sertão: veredas). Imagino alguém perguntando a JGR o que é nonada e ouvindo dele, divertido, que “nonada é tutaméia” (assim mesmo, com acento agudo), termo por ele criado a partir de tuta-e-meia, com origem no quimbundo.

POLÊMICA SOBRE OSSOS-DE-BORBOLETA

O escritor detalha sua cria como coisa pequena, sem importância, bobagem, asneira, quinquilharia, brogúncia, mexinflório, baga, chorumela, nica, quase-nada – em Tutaméia (José Olympio/1968). A língua culta não se enriquece com a mídia, quando esta tem como agentes alter egos de Rogério Magri, numa gazeta qualquer. Aí, ela, a mídia, torna-se estuário de banalidades. No texto dos bons jornalistas (Fernando Sabino, Machado de Assis, Jorge Araujo, Ruy Castro, Joaquim Nabuco, Hélio Pólvora, Florisvaldo Mattos…) nunca se viu disparate do tipo “tentar contra a vida”. Os dicionários (Aurélio, Michaelis) também não aceitam essa acepção. Logo, para que discutir ossos-de-borboleta?

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MORRE O GUARDIÃO DOS LIVROS

Cumpre-se o dever de informar que morreu José Midlin, o grande bibliófilo brasileiro. Mais do que leitor e colecionador de livros – reconhecem políticos de vários matizes – Midlin foi um grande cidadão do Brasil. Reagiu, como pôde, à ditadura militar e, particularmente, ao assassinato oficial do jornalista Wladmir Herzog. Seu acervo, cerca de 17 mil livros, foi doado à biblioteca da USP. Ele deixou claro, há tempos, que a biblioteca não lhe pertencia, era pública: “Sou o guardião dos livros”, dizia – nunca fui guardião de livros, ai de mim! O meus, bem poucos, voam livres e, ao contrário  das pombas de Raimundo Correa (que retornam ao pombal todas as tardes) não voltam mais às minhas mãos. Perdeu o Brasil um filho ilustre.

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DUQUE, REI, CONDE E PRESIDENTE

Por motivos nem sempre conhecidos, músicos americanos, sobretudo os ligados ao jazz, sempre ganharam apelidos “exagerados”. Ellington era duque (the duke), Ray Charles, gênio (the genius), Frank Sinatra era a voz (the voice), Stan Getz, o som (the sound); Basie era o conde (the count). Lester Young, trompetista preferido da grande  Billie Holiday, a Lady Day (foto),  ganhou dela o apelido de the president, que passou a  “assinar” de forma abreviada: Pres Lester Young;  Charlie Parker era the bird, Nat Cole chamava-se Nat King Cole, e Miles Davis se tornou lendário como Miles, o divino. Aliás, divina era também Sarah Vaughan e uma das mais festejadas cantoras brasileiras de todos os tempos: a divina Elizeth Cardoso.

POR VOLTA DA MEIA-NOITE

Mas há uma face trágica. O jazz formou um imenso mercado consumidor de drogas, levando muitas estrelas a ter suas careiras prejudicadas, ou a encerrá-las antes da hora, para atender ao prematuro chamado da morte. Charlie Parker, Dexter Gordon (foto), Billie Holiday, Jannis Joplin, John Coltrane, Miles Davis, Chet Baker e Coleman Hawkins, aqui referidos de memória, têm a ligá-los não só a genialidade (alguns críticos acham que Chet Baker é uma sombra de Miles Davis, mas esses detalhes técnicos escapam ao meu nível de mero ouvinte): todos, de alguma forma, tiveram a vida invadida pelo vício. O assunto permeia o ótimo filme Por volta da meia-noite (Bertrand Tavernier/2001). O tempo é 1959, na Blue Note, em Paris. Um jovem parisiense branco, do lado de fora da boate, ouve, encantado, o som eloquente do tenorista Dale Turner/Dexter Gordon – e a partir daí vai se construir entre eles uma amizade que se estenderá até a morte do músico.

TRABALHO DE FÃ PARA FÃS

Mais conhecido pelo seu título original, Round midnight (um dos temas de jazz mais gravados do mundo – já apresentado aqui), Por volta da meia-noite é filme de fã de jazz para fãs de jazz. Não me perguntem quantas vezes o vi (a resposta teria um número com dois dígitos). É a história de um gênio, já em fase terminal, com a vida em queda inapelável. Diante da fantástica trilha sonora de Herbie Hancock (ganhador do Oscar), Dexter Gordon se conduz como um veterano ator de cinema, com seu sax e seu surpreendente talento (indicado para o Oscar). Este, aliás, é um dos aspectos mais interessantes do filme: ter um músico como protagonista e com todos os números musicais feitos ao vivo. Na abertura, Bobby McFerrin executa Round midnight… com a garganta; depois, Gordon nos brinda com um memorável As time goes by. Arrepiante.

O GOGÓ AFINADÍSSIMO DE MCFERRIN

O grandalhão tenorista Dexter Gordon nos passa a sensação de ser uma insólita mistura de Charlie Parker, Chet Baker e Miles Davis – todos vítimas do vício. Parker, aliás, morreu com apenas 34 anos, e é tema de Bird, filme de Clint Eastwood que não coube na coluna hoje. Além de Gordon, Round midnight apresenta vários nomes conhecidos, sendo um prazer para o aficionado do jazz  identificá-los: Herbie Hancock (foto), John McLauglin, Wayne Shorter, Ron Carter e Fred Hubbard. Clique e ouça Round midnight, de Thelonious Monk, em solo de gogó de Bobby McFerrin (ao piano, Herbie Hancock; o cara do charuto, na bateria, é Tony Williams).


(O.C.)

CAMACAN: POLÍCIA CONFIRMA CINCO MORTES EM ACIDENTE

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Veículos ficaram completamente destruídos (Foto Xilindroweb.com.br).

Chegou a cinco o número de mortos no acidente envolvendo um Fiat Siena e um GM Vectra, hoje, no trecho Camacan-Mascote da BR-101 (confira aqui). O aposentado Nylzo Marques Figueiredo, 70, e Lucimary Ribeiro, 39, também não resistiram.

Os nomes dos outros três mortos são Gisele Souza, Jéssica Loriane Santos Ribeiro e Marimélia Belém. Sobreviveram um sargento da Marinha, Samuel Jesus Ribeiro, e a professora Elizabeth Andrade de Moreira, internados no Hospital de Base de Itabuna, e a adolescente Kathlen Ribeiro.

Samuel e Kathlen seguiam, com Jéssica, Gisele e Lucimary, do Rio de Janeiro para Salvador. Nylzo, Marimélia e Elizabeth retornavam para Belmonte, no sul da Bahia.

PRF DIVULGA NOMES DE MORTOS EM ACIDENTE NA BR-101

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou os nomes das três pessoas mortas na colisão de um GM Vectra (KZZ-3459) e um Fiat Siena JRJ-1995, ocorrida às 9h30min desta segunda-feira, no quilômetro 595 da BR-101, trecho Camacan-Mascote, no sul da Bahia.

Jéssia Loriane Santos Ribeiro e Gisele de Souza estavam no Vectra e morreram no local, assim como  Marimélia Belém, que viajava no Siena.

A polícia informou que três pessoas sobreviveram à colisão. Elas foram encaminhados para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), em Itabuna. Os nomes não foram divulgados pela PRF. Informações do repórter Costa Filho, da rádio Jornal.

Às 15h59min – Dentre as sobreviventes da colisão da manhã de hoje, estaria a professora Elisabeth Andrade de Moreira, do município de Belmonte.

FETO ENCONTRADO NA RUA ESPERA PELO DPT

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Informa o repórter Oziel Aragão, no programa Resenha da Cidade Esporte e Notícia, do vereador Roberto de Souza, da Rádio Difusora, que populares encontraram há pouco um feto de aproximadamente cinco meses, na avenida Amélia Amado.

O feto foi encontrado por um lavador de carros, próximo ao colégio Ação Fraternal de Itabuna (AFI). Ele viu um embrulho e foi verificar do que se tratava.

A demora pelo levantamento cadavérico se dá porque os peritos do DPT de Itabuna se deslocaram para Camacan, onde ocorreu um acidente na BR-101, que deixou três pessoas mortas (veja nota abaixo).

ACIDENTE MATA TRÊS PESSOAS EM CAMACAN

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Uma grave colisão frontal ocorreu há pouco na BR-101, nas imediações do posto da Policia Rodoviária Federal (PRF), em Camacan. Pelo menos três pessoas morreram, entre elas uma mulher. Neste momento a polícia rodoviária está no local controlando o tráfego, informa Agnaldo Santos.

Mais detalhes em instantes.

EMPRESÁRIO SOFRE SEQUESTRO-RELÂMPAGO

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Empresário: tensão e medo em Camacan.

O empresário Sidnei Pacheco dos Santos, “Sarampo”, 47, foi vítima de sequestro relâmpago, por volta das 21h da terça (2), quando saía da sua loja em Camacan, sul da Bahia. Sarampo foi abordado por dois homens armados de revólveres e anunciaram o assalto.

Os seqüestradores tomaram a direção do veículo e obrigaram o empresário a deitar no assoalho do automóvel. Logo em seguida, fugiram em direção a Itabuna, pela BR-101.

De acordo com o empresário, os dois homens falavam a todo instante com outra pessoa, pelo celular, e combinavam a entrega do carro. A polícia suspeita que os dois tenham ligação com quadrilha de receptação de veículos.

O empresário foi abandonado nas imediações da Fazenda Pedra Branca, às margens da 101. Sarampo disse ao repórter Agnaldo Santos que tinha muito medo de perder a vida.

Os dois bandidos abandonaram o veículo próximo ao motel Carinhoso, em Itabuna, ao perceber o cerco policial, segundo informou o comandante da PM em Camacan, José Silvério.

ACIDENTE: MÚSICO SAI DA UTI UM MÊS DEPOIS

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Uma boa notícia para o meio artístico regional. Informa a coluna Entre outras coisas que André Tavares, da banda Carbono 14, já saiu da UTI. Ele foi uma das vítimas de acidente grave ocorrido há exatamente um mês, no dia 17 de dezembro, quando viajava de Ilhéus a Camacan com o irmão, Carlos Eduardo, e o amigo Rodrigo Carre. O veículo Golf bateu em um caminhão Mercedes-Benz (confira).

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