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3 de junho de 2020 | 04:32 pm

ESTUDANTE DE 16 ANOS CRIA CAMPANHA PARA AJUDAR AMBULANTES EM ITABUNA

Campanha criada por estudante de 16 anos auxilia ambulantes
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Uma estudante de 16 anos idealizou campanha para ajudar, financeiramente, vendedores ambulantes de Itabuna no período de isolamento social imposto pelo novo coronavírus (covid-19). Sofia Chaves, neta do saudoso empresário Helenilson Chaves e de Lia Chaves, criou a campanha para mobilizar empresários, profissionais liberais e comerciantes para ajudar os trabalhadores informais de Itabuna.

A cidade está com boa parte das atividades paralisadas por força do isolamento social, período em que os ambulantes não têm renda para manter a família. Desde quando foi criada, a campanha cadastrou 256 pessoas. Neste período, arrecadou R$ 11 mil, que já beneficiaram 22 famílias com a doação de R$ 500,00 para cada uma delas.

A doação pode ser feita por meio de conta no Bradesco, Agência 3522, Conta Corrente 38843-2, em nome da RS Araújo, CNPJ 13.271.889 0001-93. Outra conta para depósito Caixa Econômica, agência 3792, conta corrente 623-8, operação 003, CNPJ 02.360.632.0001-91. O projeto social tem o apoio do Shopping Jequitibá e do Fórum Empresarial da Bahia. O interessado também pode seguir a campanha pelo Instagram ( @itaboacao).

CAMELÔS PROTESTAM CONTRA TAXA E MUDANÇA PARA A INÁCIO TOSTA FILHO

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Camelôs exibem cartazes com mensagens contra prefeito de Itabuna || Reprodução

Cerca de 40 camelôs da Praça Adami fazem protesto, no plenário da Câmara de Vereadores, contra o prefeito Fernando Gomes. Os ambulantes são contrários à cobrança de taxa e à transferência da praça para um imóvel na Avenida Inácio Tosta Filho. Até há pouco, havia apenas sete vereadores no plenário, todos de oposição, aguardando a retomada das discussões sobre a mudança de regime jurídico de celetista para estatutário. Os camelôs se juntaram aos servidores municipais.
A mobilização dos camelôs contra a mudança começou por volta das 10h desta quarta (5), na Avenida do Cinquentenário, no centro, quando a avenida foi parcialmente interditada pelos ambulantes. A mudança da Praça Adami para o imóvel onde funcionava uma casa de bingos, em frente à agência dos Correios, foi anunciada pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Jorge Vasconcelos, no início de agosto.
TAXA DE R$ 200,00
Numa entrevista ao PIMENTA, Vasconcelos disse que a mudança era parte das ações de reordenamento do comércio. De acordo com ele, havia proposta de cobrança de cerca de R$ 200,00 mensais de cada camelô para manutenção do imóvel, a título de condomínio.
O valor da taxa não foi fixado, mas os camelôs alegam que não têm como pagar o valor devido à provável queda nas vendas com a mudança de local. “Querem tirar a gente da Praça Adami para colocar numa avenida que não tem movimento forte e ainda cobrar por isso? Fica inviável pra gente, senhor!”, reagiu camelô que se deslocava, há pouco, da Praça Adami para a Câmara de Vereadores. Abaixo, confira vídeo da manifestação no plenário da Câmara. As imagens são de Andreyver Lima.

CAMELÔS PROTESTAM, MAS DEIXAM A AVENIDA DO CINQUENTENÁRIO

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Calçada da Cinquentenário já desocupada pelos ambulantes (Foto Blog do Thame).

Calçada da Cinquentenário já desocupada pelos ambulantes (Fotos Blog do Thame).

Sob protesto, mas sem confrontos, a Prefeitura de Itabuna executou a retirada dos vendedores ambulantes da Avenida do Cinquentenário e das transversais. A partir de hoje (6), os camelôs estão proibidos de expor e vender produtos nas calçadas da principal artéria do comércio central da cidade.

Higino cobra lugar para os camelôs.

Higino: espaço para os camelôs.

No sábado (4), após uma reunião dos ambulantes com o prefeito Fernando Gomes, chegou a ser noticiado que as ruas transversais estavam liberadas para os ambulantes. Não foi o que aconteceu. Pela manhã, fiscais da Prefeitura, acompanhados da Guarda Municipal e com o reforço da Polícia Militar, impediram a instalação das barracas na área central, à exceção da Praça Adami, onde já existem toldos para os ambulantes.

O presidente da Associação dos Ambulantes, Marcio Higino, disse que havia acordo para ocupação das transversais até encontrar local para transferência dos ambulantes, já que a Praça Adami não comporta todos. “Precisamos que o prefeito nos dê atenção e definida um local onde as pessoas possam trabalhar”, afirmou.

SHOPPING POPULAR REMODELADO

Tarciso: Shopping Popular será remodelado.

Tarciso, da prefeitura, diz que Shopping Popular será remodelado.

De acordo com Tarciso Soares, diretor do Departamento de Indústria e Comércio, houve um mal entendido com relação às transversais. “Para organizar o comércio e garantir a acessibilidade das pessoas, é preciso fazer a retirada total e realizar um cadastramento  para realocar os ambulantes num novo espaço, incluindo novos toldos na Praça Adami. Tudo isso será provisório, até a inauguração do Shopping dos Camelôs”.

Questionado sobre uma data para a liberação do Shopping dos Camelôs, Tarciso disse ainda não haver definição, porque a obra, que tem problemas estruturais, precisa ser remodelada.

PROTESTO

Aos gritos de ‘queremos trabalhar, queremos trabalhar `, dezenas de ambulantes fizeram um protesto na Praça Adami. Motos que usam parte da Praça Adami como estacionamento foram retiradas para acomodar novas barracas. Com informações do Blog do Thame.

PREFEITURA RETIRA CAMELÔS DA CINQUENTENÁRIO

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Calçada da Cinquentenário é ocupada por ambulantes.

Calçada da Cinquentenário é ocupada por ambulantes.

Os vendedores ambulantes receberam ordem, hoje (3), para desocupar a Avenida do Cinquentenário e transversais. A partir da próxima segunda (6), eles serão proibidos de ocupar a principal artéria comercial do centro de Itabuna.

O aviso aos ambulantes está sendo feito por meio de carro de som, pela prefeitura, nesta sexta. A medida tem aprovação dos lojistas e de pedestres, mas surpreendeu os camelôs. Isso, porque o governo ainda não informou quais espaços poderão ser ocupados pelo mercado informal. Também não diz quando será inaugurado o Shopping Popular.

No dia 29 de dezembro, o prefeito Fernando Gomes disse em entrevista coletiva que iria reordenar o comércio central. Ele citou a crise econômica e o desemprego e prometeu interferir na via quando fosse inaugurar o Shopping Popular. A inauguração, observou, dependeria de laudo do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea).

O RETORNO DO COMÉRCIO INFORMAL

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jsoledadeJuliana Soledade | jsoledade@uol.com.br

O governo não pode e não deve manter-se com a venda nos olhos. É necessário reacender a bandeira da esperança, para nós, itabunenses desacreditados com tantos desmandos.

Inúmeras irregularidades cercam o comércio informal, desde a utilização imprópria do espaço público, passando pela falta de procedência de diversos tipos de mercadorias, até as condições precárias de trabalho.

É comum perceber, por exemplo, a Avenida do Cinquentenário e suas transversais atravancadas, bem como as calçadas e vagas de carros ocupadas com o famoso ‘camelô’, sem limite de área. A propósito, a ocupação irregular é um transtorno que prejudica o pedestre, que por vezes precisa trafegar pelas vias, expondo-se ao risco de atropelamento; ou ainda, o acúmulo de pessoas, favorecendo a ação de marginais em furtos ou assaltos.

Não fossem suficientes os entraves, há que se perceber que os ambulantes formam uma barreira visual para as lojas instaladas ao longo do comércio, inibindo a visualização das vitrines e aniquilando a sedução do consumidor, gerando insatisfações no faturamento mensal.

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CAMELÔS: UM DEBATE QUE NÃO TERMINA

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Ainda que haja abusos na ocupação da principal avenida de Itabuna por dezenas de barracas de camelôs, inclusive com a presença de menores (como acaba de denunciar o secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo, Carlos Veloso Leahy), o que chama mais atenção é a absurda incapacidade do governo de conceber uma solução para o caso.

Longe disso, o governo só faz aumentar a confusão e a insegurança, sem demonstrar projeto nem unidade de propósito. Já se cogitou levar os ambulantes para o Centro Comercial. Depois se pensou na Rua Nilo Santana, praças Olinto Leone, Otávio Mangabeira, João Pessoa, Adami… E nada.

A administração não cumpre num dia o que promete na véspera e nessa toada  vai se desmoralizando cada vez mais. O fato é que, rigorosamente, ainda não se sabe o que fazer com as pessoas que vivem do comércio informal. Não porque o desejem, mas porque é a forma que têm para sobreviver.

E assim, entre cabeçadas de sua própria gestão, o prefeito ainda culpa a imprensa (é claro), como a grande responsável por todas as mazelas e frustrações dessa terra centenária. É um sábio!

“QUEM MANDA AQUI SOU EU”, DIZ AZEVEDO

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Reunião com os camelôs, ontem à noite (Foto Jorge Bittencourt).

O prefeito Capitão Azevedo (DEM) parecia tomar as rédeas do seu governo, ontem, diante de mais de uma dezena de vendedores ambulantes que já não mais aguentam com a novela “vai-daqui-pra-não-sei-onde”.

Os camelôs abordaram o prefeito enquanto este vistoriava as obras de revitalização da avenida do Cinquentenário. Ao seu estilo, puxou-os a um canto. “Vamos resolver isso aqui, agora. Quem manda aqui sou eu”, bradou.

Em seguida, Azevedo prometeu aos camelôs que todos seriam remanejados para a praça Adami. A conversa se deu ontem, por volta das 16h. Ciente da responsabilidade, o prefeito convocou uma testemunha para a sua palavra, o ex-empresário Hermenegildo “da Kroc”.

Duas horas depois, os ambulantes participaram de reunião com a área de Indústria e Comércio. O secretário da Pasta, Carlos Leahy, apresentou outra conversa. Disse que seria impossível todos ali, na praça prometida.

Os camelôs podem até ser “espalhados” nas transversais à avenida do Cinquentenário, devidamente organizados e com crachá. A praça João Pessoa foi descartada. A prefeitura não aguentou a pressão dos taxistas do “Cantinho da Mentira”.

A NOVELA DOS CAMELÔS

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Informes chegados ao Pimenta dão conta de que a prefeitura de Itabuna decidiu abandonar, de vez, o diálogo e optou pela força na questão dos camelôs:  ou os ambulantes deixam a avenida do Cinquentenário e vão para a praça João Pessoa (em frente ao antigo Sesp) ou serão expulsos de lá na base do cassetete.

Ainda na manhã de sexta, o governo oferecia duas opções de transferência: a praça ou a Alameda da Juventude. De uma hora para outra, os digníssimos deram um “cavalo-de-pau” e abandonaram o diálogo com os vendedores ambulantes.

Líder do grupo da avenida do Cinquentenário, Márcio Higino, o “Ikita”, lamentou que a prefeitura tenha voltado atrás nas duas vezes em que fez acordos com os ambulantes. Esqueceu Ikita de que tratou com políticos. Estes, não são dados a cumprir a palavra.

CAMELÔS NÃO SÃO BANDIDOS!

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Hoje, a prefeitura de Itabuna convocou o vice-presidente da Associação dos Vendedores Ambulantes de Itabuna (Avai), Márcio “Ikita” Higino, para uma reunião no centro administrativo Firmino Alves, e exigiu-se dele que decidisse, sozinho, para onde vão os camelôs que hoje atuam na avenida do Cinquentenário.

Aqui, abrimos parêntese: na última segunda-feira, 12, a prefeitura convocou os ambulantes para justamente definir, em assembleia, para qual lugar iriam. Deu praça Camacan. E a prefeitura acordou, com tudo registrado em ata.

Voltemos à reunião de hoje, pela manhã, na Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo: Foi enorme a pressão em cima do rapaz, gente humilde e uma liderança dos ambulantes. A certa altura, se disse que os camelôs terão até a próxima segunda-feira, 19, para deixar a Cinquentenário. É isso, ou sentirão o peso da repressão policial. E como se trata de um governo de militares, seria bom não duvidar da promessa, senhor “Ikita”. Mas ele resistiu.

A pressão psicológica, conforme relatos chegados a este blog, constou de tapa (nem tão leve) no ombro da liderança dos informais, seguido de um adjetivo que só os mais baixos dos senhores podem atribuir a um homem: “frouxo”.

O homem do tapinha (ou tapão) é conhecido por ser, digamos, “de fino trato”. É de família tradicional e ocupa terceiro escalão no governo. Muitos o conhecem apenas pelo sobrenome: Bittar. Disse que Ikita era frouxo e que não servia para liderar os camelôs, pois, do contrário, decidiria, sozinho, pelos demais. A ferro e fogo. Sabe como é que é, no estilo dele.

Com a calma e a resistência de Ikita – e a explicação de que ele decide, sim, mas em grupo -, os prepostos da prefeitura não tiveram outra saída a não ser oferecer duas novas opções para os camelôs. A praça Camacan foi descartada.

As novas possibilidades são a Alameda da Juventude (na Beira-Rio) e a praça em frente ao antigo Sesp, no “Cantinho da Mentira”. A decisão sai em assembleia na próxima terça, 20. Resta saber se os camelôs não serão chamados à uma nova assembleia.

(Ao secretário Carlos Leahy, da Indústria, Comércio e Turismo, e ao prefeito Capitão Azevedo, recomendamos mais atenção em relação aos seus colaboradores.)

CAMELÔS DA CINQUENTENÁRIO PREPARAM “RESISTÊNCIA”

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O prefeito Capitão Azevedo poderá enfrentar uma grande manifestação dos camelôs da Avenida do Cinquentenário caso insista em descumprir acordo firmado na última segunda-feira, 12, que garante o remanejamento de 79 vendedores ambulantes para a praça Camacan.

O vice-presidente da Associação dos Vendedores Ambulantes de Itabuna (Avai), Marcos Higino, destacou que a escolha pela praça Camacan foi feita através de votação. “A prefeitura aceitou a proposta e ficou decidido que iria fixar uma data para a remoção”, relembra.

Higino rejeita outro local que não seja a praça Camacan. “Do contrário, vão ficar onde estão e criar resistência”. A outra opção estudada é remanejar os ambulantes para as transversais da Cinquentenário, com os camelôs padronizados.

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