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3 de junho de 2020 | 01:11 am

CENTRO DE CULTURA FECHADO HÁ UM ANO

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Fachada do Centro de Cultura antes da reforma.

Fachada do Centro de Cultura antes da reforma (Foto Google).

Vergonhoso. Itabuna está há quase um ano sem poder receber espetáculos de médio porte. O governo baiano iniciou as obras de reforma do Centro de Cultura Adonias Filho (CCAF) em agosto do ano passado. E elas seguem a passos lentos, lentíssimos em mais um espetáculo deprimente a revelar como os governos andam tratando a nossa cultura.
Pior: o município não possui espaço semelhante para abrigar produções teatrais. Mais estranho é que há um silêncio (ensurdecedor!) da classe artística quanto ao ritmo (desrespeitoso) da obra.

OFICINAS DE DANÇA E TEATRO NO CCAF

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O projeto de extensão “Teatro Popular e Interculturalidade”, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), realiza nos próximos dias 5 e 7 de fevereiro as oficinas de Dança Afro Contemporânea e Improvisação Teatral e Técnicas de Voz. A primeira será ministrada pelo ator e coreógrafo Egnaldo França, enquanto a segunda terá à frente a atriz Malena Dórea.
As inscrições para as oficinas são gratuitas e já estão abertas no Centro de Cultura Adonias Filho

MOÇÃO DE APOIO A DIRETOR DO CCAF

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Aldo Bastos tem tido muita dor de cabeça com os ataques de Antônio Naud

Jornalistas, artistas e até funcionários públicos assinam uma moção de apoio ao diretor do Centro de Cultura Adonias Filho, Aldo Bastos. O responsável pelo espaço cultural itabunense tem sido alvo de um bombardeio virtual promovido pelo escritor Antônio Naud Júnior, que durante algum tempo foi o vice-diretor do CCAF.
Naud acusa Bastos de cometer desvios na gestão do centro e de ter feito caixa 2 em favor da candidatura da petista Juçara Feitosa a prefeita em 2008.  O manifesto distribuído nesta quinta-feira, 2, por email, classifica as denúncias como “mentiras, calúnias e difamações” e, sem mencionar nomes, diz que o ataque parte de “pessoas covardes e sem escrúpulos, que usam o anonimato de emails e blogs para descarregar mágoas e frustrações”.
Os signatários do documento não rebatem categoricamente as acusações feitas por Naud, limitando-se a defender o diretor do CCAF. Já com relação ao escritor, o tratamento é duro, uma vez que o manifesto se refere a “pessoas frustradas, invejosas, de passado nebuloso e de índole ruim” como perfil e quem promove o “tiro ao Aldo”.
Entre outros, assinam a moção de apoio o músico Ary PB, o jornalista Marcel Leal, a presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania, Sandra Ramalho, e a socialite Maria Fernanda Galvão.

SUBIU NO TELHADO, MAS…

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Denúncias no Centro de Cultura Adonias Filho (CCAF) colocam em situação delicada seu diretor, Aldo Bastos. O ator e diretor teatral é acusado até mesmo da prática de caixa dois à frente do espaço cultural administrado pelo governo baiano.
Não bastassem as denúncias, quem precisa se apresentar naquele espaço ou até mesmo pretende fazer lançamentos de obra ali sofre quando não reza na cartilha do grupo político do deputado federal Geraldo Simões (PT). Pautas já definidas são remanejadas ou canceladas sem nenhuma explicação, conforme as vítimas.
Que é que é isso, companheiro?

AINDA DÁ TEMPO

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Os Javalis tem entrada franca e começa às 20h, no Centro de Cultura.

É daqui a pouco, às 20h, no Centro de Cultura Adonias Filho, a apresentação da peça teatral Os Javalis, de Gil Vicente, encenado por Marcelo Praddo e o itabunense Carlos Betão, do Teatro Nu.

Além da qualidade da peça, outro atrativo: o espetáculo é gratuito, faz parte de uma estratégia de formação de plateia no interior. A próxima apresentação de Os Javalis será em Camacan, no domingo, às 18h, no Centro Sócio-Cultural Stélio Pereira Andrade.

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