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9 de julho de 2020 | 12:02 pm

OPOSIÇÕES DESENCONTRADAS

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Em artigo que assina neste domingo, 22, no jornal A Tarde, o jornalista Samuel Celestino faz uma análise do momento difícil em que se encontram as oposições, não apenas na Bahia, mas também no cenário nacional. Aliás, o que acontece em âmbito estadual é reflexo da política mais ampla e isso não escapa ao articulista.
Celestino complementa a análise abordando a situação de Salvador, em que PMDB, DEM e PSDB ensaiam, mas não conseguem efetivamente criar um projeto comum para a sucessão municipal.
Corretamente, Celestino observa que as eleições deste ano praticamente antecipam a disputa de 2014 na troca de comando do governo da Bahia. E o cenário atual favorece a continuidade.
Clique aqui para ler o artigo, publicado também no Bahia Notícias.

A SUCESSÃO NA ABI

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A Tarde:

Samuel Celestino está fazendo reforma total no prédio da ABI, na Praça da Sé (vai gastar R$ 700 mil). No bojo, guaribada geral na Biblioteca Jorge Calmon (a única especializada em comunicação da Bahia) e o Museu da Imprensa, para despedir-se da presidência, onde está desde 1986. Dia 14 de abril fará assembleia geral para prestar contas e reunir a diretoria, quando deflagrará o processo sucessório.

– Eu sempre quis sair, Dr. Jorge Calmon não deixava. Já estou com 67 anos, é a hora, diz o jornalista.

(…) Três nomes estão cogitados para suceder Samuel na ABI: Walter Pinheiro (o diretor da Tribuna da Bahia, não o senador), o jornalista Ernesto Marques (assessor do governador Jaques Wagner) e o publicitário Jorge Randam.

Samuel diz que só faz uma exigência: a de que não haja disputa, e sim o consenso.

Na história da ABI (de 1930), só houve uma disputa, em 1984, quando Afonso Maciel ganhou de Jairo Simões.

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