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24 de maio de 2020 | 06:27 pm

JACKSON MOREIRA ASSUME DIREÇÃO DO INSTITUTO BIOFÁBRICA

Jackson Moreira assume direção da Biofábrica
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O administrador de empresas Jackson Moreira vai dirigir o Instituto Biofábrica da Bahia. Ele foi escolhido pelo Conselho Deliberativo, por unanimidade, e vai substituir o engenheiro agrônomo Lanns Almeida. A Biofábrica é responsável pela fabricação e distribuição, em escala industrial, de mudas clonadas de cacau, mandioca, banana, cítricos entre outros.

Jackson Moreira, servidor aposentado da Ceplac, diz que assume o órgão com a expectativa de ajudar os demais atores a impulsionar a agricultura na Bahia, especialmente a familiar e a agricultura de subsistência, pensando na reconstrução da economia rural no pós-pandemia do coronavírus.

“Quero ajudar a fortalecer as relações políticas e institucionais da Biofábrica, a fim de melhorar a captação de recursos para fomentar uma expansão da produção, visando não apenas números, mas garantindo uma vida melhor para as famílias do campo e das cidades, pensando no pós-pandemia”.

Jackson afirma que o presidente do Conselho Deliberativo, Deraldo Alves Carlos foi extremamente simpático, assim como todo os membros, que aproveitaram para garantir apoio à nova direção, especialmente as secretarias da Agricultura, do Desenvolvimento Econômico e a de Desenvolvimento Rural, bem como a Ceplac, Embrapa, Uesc e UFSB, dentre outras instituições.

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‘LIVE’ ABORDA HISTÓRIA DO CACAU NO BRASIL E SUA EXPANSÃO PELO MUNDO

Fernando Mendes participará da live e contará a história do cacau no Brasil e no mundo
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A história do cacau no Brasil e a importância de Portugal e Espanha para sua expansão no mundo. É sobre esse tema que o empresário Marco Lessa conversa com o pesquisador Fernando Mendes, chefe de pesquisa e extensão rural no Pará e no Amazonas. O bate-papo será nesta quinta-feira (14), às 17h, durante live (transmissão ao vivo) no perfil do Chocolat Festival no Instagram.

Idealizador do Chocolat Festival, o maior do segmento no Brasil, Marco Lessa brinca. “É fundamental para quem trabalha com cacau e chocolate, e muito interessante para quem gosta, portanto 99% das pessoas (1% faz charme), conhecer a incrível história do fruto de ouro e alimento dos Deuses, o cacau, principalmente em nosso país e na América Latina”, diz Marco Lessa, idealizador do Chocolat Festival, maior evento do segmento no Brasil.

As lives do Chocolat Festival são sempre às quintas-feiras e trazem temas variados e curiosos sobre o universo do cacau e do chocolate.

GESTÕES INOVADORAS PARA CIDADES REAIS

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Cabe a todos, inclusive ao eleitor, a valorização de um novo modo de administrar, rompendo com os vícios que nos aprisionam ao longo das décadas.

 

Rosivaldo Pinheiro || rpmvida@yahoo.com.br

As necessidades apresentadas pelos munícipes derivam de longos ciclos de gestores que administram nossos territórios como se estivessem gerindo uma propriedade que herdaram e que, portanto, supostamente, deveria servir aos interesses pessoais. O passar do tempo demonstra que a administração pública vem sofrendo transformações e seguindo rumo a um melhor controle social, impondo a necessidade de se desenvolver gestões inovadoras.

Essas mudanças são impostas pelas legislações e atuação mais sistematizada dos órgãos de controle. É visível a melhoria da consciência crítica. Essa constatação é perceptível de forma crescente e tem como uma das variáveis mais importantes o amplo acesso às informações por parte de camadas cada vez maiores da população.

Esse novo tempo obriga aos gestores se esforçarem para reduzir os conflitos existentes na espacialidade urbana, afinal, parafraseando o geógrafo Milton Santos, a cidade é o espaço dos conflitos onde os fixos determinam os fluxos.

Assim sendo, cabe aos gestores adotarem ferramentas que reduzam a distância entre a cidade virtual e a cidade real. A cidade virtual é aquela que se apresenta nos mapas de arquivo e que, quase sempre, norteiam as decisões nos “quadrados do poder”, enquanto a cidade real se apresenta no ir e vir dos cidadãos, na ocupação do espaço urbano e na sua funcionalidade, influenciando diretamente na qualidade de vida de todos.

É ponto passivo a necessidade de enfrentamento dos problemas na cidade real, buscando superar as dificuldades que se apresentam. Esse esforço precisa ser exercido cotidianamente pelos que gerenciam as “engrenagens públicas”, por meio da otimização dos recursos existentes e captação de novos e da apresentação de ações que dotem as cidades de mecanismos de controle capazes de melhorar o seu modelo, por consequência, o nível de vida da sua população.

Temos em Itabuna e Ilhéus um conjunto de células de conhecimento que podem ajudar as cidades-pólo e, por conseguinte, o conjunto regional. Essas células precisam ser chamadas para dentro das administrações públicas, com o propósito de, a partir do tripé ensino, pesquisa e extensão, ajudarem o desenvolvimento regional: Universidade Federal do Sul da Bahia, Universidade Estadual de Santa Cruz, faculdades privadas, Institutos de Educação, Sistema S (Sebrae, Sest Senat, Senac), CEPLAC, Instituto Biofábrica da Bahia e ONGs – com especial destaque para o “Sul da Bahia em Ação”.

Enfim, pelo elenco de instituições, podemos presumir os mecanismos que podem ser desenvolvidos para a construção dos “saberes” que podem ajudar as administrações municipais, possibilitando expertise para alterarmos qualitativamente as características, como diria o saudoso Eduardo Anunciação, do nosso “Planeta Cacau”. A sociedade regional exige essa mudança de olhar e direção na busca por melhor condição de vida. Cabe a todos, inclusive ao eleitor, a valorização de um novo modo de administrar, rompendo com os vícios que nos aprisionam ao longo das décadas.

Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades (Uesc).

CEPLAC 62 X 61 INSTITUTO DE CACAU

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Tyrone Perrucho

 

Hoje, quando a Ceplac ultrapassa em um ano a idade com que foi sepultado o coirmão Instituto de Cacau, estaria ela em vias de desencarnar, vítima de falência múltipla em seu já debilitado corpo?

 

 

Outrora um órgão moderno e pujante, a esvaziada Ceplac dos últimos tempos carrega nas costas, já cambaleante, o peso dos seus 62 anos de vida, criada que foi em 1957.

Criado em 1931, o Instituto de Cacau da Bahia foi também, em seus primeiros tempos, um eficiente órgão prestador de serviços à região, e que terminou extinto em 1992, aos 61 anos de existência.

Então, ao tempo em que vivenciamos os 62 anos da Ceplac, vêm à memória lembranças do falecido Instituto de Cacau, sepultado aos 61 anos. Vem daí, o título deste artiguete.

Pode ele ser tomado como um textinho insólito, ou descabido, mas que não passa em verdade de uma simplista elucubração sobre os dois instrumentos de governo que permearam os últimos 88 anos desta região (1931-2019).

Quando se emitiu o atestado de óbito do Instituto de Cacau em 1992, ele já era, há tempos, uma espécie de zumbi, um organismo morto com a aparência de vivo, sinais vitais irremediavelmente comprometidos.

Hoje, quando a Ceplac ultrapassa em um ano a idade com que foi sepultado o coirmão Instituto de Cacau, estaria ela em vias de desencarnar, vítima de falência múltipla em seu já debilitado corpo?

Sei de ceplaqueanos que já lavaram as mãos, dizendo-se desiludidos com o rumo das coisas. Sei também de outros que, ainda na ativa, têm esperanças de reversão dessa marcha batida para o fim.

Num e noutro grupo há gente capacitada para conceber uma nova Ceplac, afinada aos novos tempos. Mas seria mesmo o caso, nesses tempos bicudos de hoje, de se propor uma nova Ceplac? Ou de se fazer o que já se fez com boa parte de seu quadro de pessoal, acoplá-lo a outros órgãos? E aí esses outros órgãos, que já atuam Brasil afora, incorporariam nossa região às suas jurisdições?

Por que vejo hoje a Ceplac capengando nos seus 62 anos é que me ocorre que foi, aos 61 anos, que se fez o funeral do saudoso Instituto de Cacau.

Uma coisa tem a ver com a outra? Ou não tem?

Em tempo: Me desliguei da Ceplac por aposentadoria após 30 anos de trabalho. Isso já faz 25 anos e até hoje, não poderia ser diferente, ela está presente em mim. Confesso que sinto saudades daquele tempo e abatimento com o que vejo, sinto e sofro hoje.

Tyrone Perrucho é ceplaqueano e jornalista aposentado.

GOVERNO TRANSFERE 611 FUNCIONÁRIOS E “ANIQUILA PESQUISA E EXTENSÃO” NA CEPLAC

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Impacto de despacho do Governo Federal é ainda mais danoso para a Ceplac

A decisão da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), do Ministério da Agricultura (MAPA), de recompor quadro de fiscais federais e agentes agropecuários não terá efeitos apenas sobre a área de extensão rural da Ceplac. Também toda a área de pesquisa e os trabalhos desenvolvidos pelo órgão federal até aqui estão sob ameaça, de acordo com Nota Explicativa divulgada por pesquisadores e técnicos da própria Ceplac. Ontem, o PIMENTA havia antecipado os efeitos da decisão do governo federal (relembre aqui).

A medida, resultado de um despacho interno, atinge 611 profissionais da Ceplac das áreas de pesquisa e de extensão rural. O órgão é vinculado à Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação (SDI). A Nota Explicativa traduz o impacto real à decisão do Ministério da Agricultura:

– [O despacho de transferência de profissionais] aniquilaria de imediato todos os serviços de PESQUISA e EXTENSÃO do órgão que provê Ciência e Tecnologia aos produtores de Cacau de seis estados do Brasil, justamente no momento em que a Instituição deflagra um grande e valoroso programa de elevação da produtividade e da melhoria da qualidade do cacau brasileiro que está motivando a adesão de milhares de produtores, atraindo investimento e gerando empregos na área rural, mas não obtém compreensão – observa a nota.

Embora sem assinatura, o documento foi elaborado dentro da Ceplac e convoca as lideranças regionais dos estados produtores de cacau a lutar contra a decisão do Governo Federal, expondo “as consequências de tal decisão e a busca de solução em que não sejam penalizados os Cacauicultores e os Estados produtores de todo o Brasil com a consequente e iminente extinção da CEPLAC”. Confira o inteiro teor da nota explicativa abaixo:

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BRASIL DEVE OBTER CERTIFICADO DE PAÍS EXPORTADOR DE CACAU FINO

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Brasil deve obter certificado de exportador de cacau fino

O Brasil deve ser reconhecido como um país produtor e exportador de cacau fino e de aroma pela Organização Internacional do Cacau (ICCO). A inclusão no rol de países certificados no Acordo Internacional do Cacau deve ocorrer durante a reunião do Conselho Internacional da ICCO, na Costa do Marfim, no período de 9 a 13 de setembro.

A certificação que dá status diferenciado para países que exportam cacau fino e de aroma é feita desde 1972 pela ICCO. A última atualização da lista, que atualmente conta com 23 países, ocorreu em 2015.

A aprovação definitiva do Brasil deve ser homologada pelos membros do Conselho no próximo mês.  O Brasil é um dos 52 membros da ICCO, mas é o único País da América do Sul que ainda não integra a lista do cacau fino e de aroma.

O dossiê brasileiro sobre a produção nacional de cacau fino apresentado ao ICCO foi elaborado por técnicos da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento responsável por impulsionar a cacauicultura no país.

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NOVA GERAÇÃO DE PRODUTORES DE CACAU DO SUL DA BAHIA DIVERSIFICA E GANHA MERCADO

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Diversificação garante um novo momento na cacauicultora do sul da Bahia|| Foto Aguido Ferreira/Ceplac

Jovens fabricantes de chocolate do sul da Bahia definem o momento atual da cadeia produtiva de cacau no sul da Bahia como uma fase de recomeço e renovação. Atualmente, o estado já tem mais de 70 marcas de chocolates. Depois de já ter sido o maior produtor de cacau do Brasil, a Bahia também quer se consolidar como referência na produção de chocolate de qualidade.

O sul do estado já possui Indicação Geográfica de procedência do cacau. Aumentar produtividade e agregar valor são expressões que têm sido cada vez mais usados pelos especialistas e produtores da Bahia e dos outros estados que desenvolvem a cacauicultura.

O movimento focado na diversificação e verticalização da cadeia produtiva de cacau se intensificou a partir de 2009. “É um nicho que há algum tempo vem se descobrindo. Das 70 marcas de chocolate da região, 95% saíram daqui da Ceplac e a gente percebe uma mudança no perfil de quem produz e no consumidor”, comenta Carlos Alexandre Silva, superintendente da principalmente depois do incentivo dado por pesquisadores da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) na Bahia.

NOVO NICHO

Sob o olhar atento do cacauicultor, desde a colheita até o processo de fermentação, secagem, torra e a transformação na indústria, o chocolate fino ganha forma e fama na região sul da Bahia. Seguindo o movimento de produção “da amêndoa para o chocolate” (bean to bar) ou “da árvore para o chocolate” (tree to bar), produtores locais estão diversificando os negócios e impulsionando a produção de cacau com objetivo de atender um novo nicho de mercado.

Irmãos fazem parte da nova geração de produtores do sul da Bahia|| Foto Aguido Ferreira/Ceplac Bahia

Entre eles, os irmãos Antônio e Leonor Lavigne, proprietários da Fazenda Alegrias, situada entre Ilhéus e Itabuna e uma das produtoras de cacau mais antigas da região. “Nós somos a sexta geração plantando cacau, nossa família planta cacau há duzentos anos. Meu pai foi um eterno crente do cacau”, relata Leonor.

Mantendo a paixão do pai, há pouco mais de 10 anos, a família decidiu investir na etapa pós-colheita do cacau e produzir mais do que o fruto. Aproveitando a proximidade com a Superintendência da Ceplac em Ilhéus e com as principais universidades da região, Antônio Lavigne começou a fazer cursos de capacitação em beneficiamento do cacau para aperfeiçoar o conhecimento nos processos de fermentação das amêndoas, secagem, classificação, torra até a transformação final do chocolate.

“A cultura do cacau vive hoje um momento animador de reconstrução. Estimula que a região saia dessa linha commodity e fortalece com produção, beneficiamento, novos produtos e toda essa linha de derivados do cacau”, destaca Antônio.

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BRASIL PODE SER RECONHECIDO COMO PAÍS PRODUTOR E EXPORTADOR DE CACAU FINO

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Brasil espera ter cacau reconhecido como fino por organização internacional

O Brasil pode ser reconhecido como país produtor e exportador de cacau fino ou de aroma pelo Conselho da Organização Internacional do Cacau (ICCO, sigla em inglês), com sede em Abidjã, na Costa do Marfim.

O reconhecimento poderá sair até setembro, de acordo com o técnico da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa),  Fernando Mendes, que neste mês participou de reunião no país africano.

Para Fernando Mendes, trabalho do Grupo OICACAU, constituído por representantes da Ceplac e da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI/Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE), contemplou todas as demandas da ICCO sobre a qualidade das amêndoas de cacau exportadas pelo Brasil em recorte temporal até 2017.

O procedimento de reconhecimento internacional dos países está descrito no texto do Acordo Internacional do Cacau, de 2010, e prevê que os conselheiros da ICCO se reúnam a cada dois anos para finalizar análises e julgar os pleitos encaminhados em um dossiê técnico dos exportadores. No caso do Brasil, o dossiê com as informações requeridas foi elaborado pelo Grupo OICACAU do governo brasileiro.

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PORTARIA DA CABRUCA BENEFICIARÁ 20 MIL PRODUTORES DE CACAU, AFIRMA JOÃO CARLOS OLIVEIRA

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João Carlos: 20 mil cacauicultores beneficiados com Portaria da Cabruca

Publicada na edição de ontem (17) do Diário Oficial do Estado, a Portaria Conjunta 03/2019 da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) beneficiará cerca de 20 mil produtores de cacau, na avaliação do titular da Sema, João Carlos Oliveira.

– Nós vamos sair de uma média atual de 300, para uma expectativa de 700 pés de cacau por hectare, preservando a Mata Atlântica. Isso nos leva ao aumento da produção e da produtividade, viabilizando a cabruca como uma atividade positiva no contexto econômico, social, ambiental e cultural, beneficiando mais de 20 mil produtores de cacau – afirma o secretário de Meio Ambiente da Bahia.

A Portaria da Cabruca atende a uma reivindicação dos produtores e atualiza portaria de 2015 sobre a concessão de Autorização de Manejo da Cabruca (AMC). De acordo com o Estado, o documento “reflete ampla discussão com os atores interessados”.

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AOS 85 ANOS, MORRE JOÃO HYGINO FILHO

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Morre o acadêmico, jornalista e advogado João Hygino Filho

Ex-procurador do Estado, jornalista e advogado, João Hygino Filho faleceu, na madrugada desta sexta-feira (8), no Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna, aos 85 anos. João Hygino ocupava a cadeira número 1 da Academia de Letras de Ilhéus (ALI), conforme a própria instituição.

Nascido em Porto Seguro, partiu ainda novo para o Rio de Janeiro, de onde retornou e formou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Ilhéus, que deu origem à Fespi, hoje Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Trabalhou no jornalismo na Ceplac, em Ilhéus, e foi vice-presidente da subseção ilheense da OAB, além de servidor da Secretaria de Agricultura da Bahia. O acadêmico deixa sete filhos.

O corpo de João Hygino está sendo velado no SAF de Ilhéus, na Conquista, e o enterro está previsto para as 16h desta sexta, no Cemitério São João Batista, na zona sul de Ilhéus. Nas redes sociais, amigos lamentam a perda.

Secretário de Turismo e Esporte de Ilhéus, o professor Alcides Kruschewsky assim se expressou numa rede social. “Hygino foi um dos melhores amigos de meu pai e da nossa família; seu companheiro de jornalismo e universidade, intelectual, correto e amável. Deixa um rastro de dignidade na sua trilha e um sentimento de perda irreparável”.

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