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8 de abril de 2020 | 07:45 pm

ITABUNA DEFINE ESTRATÉGIA PARA CONTROLE DA MICROCEFALIA

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Com 15 notificações de microcefalia oficialmente registradas, Itabuna busca implementar mecanismos para controlar o surto desta doença, além do zika vírus, dengue e chikungunya, todos relacionados ao mosquito Aedes aegypti.

As ações reúnem técnicos do estado e do município, que atuam na Sala de Coordenação e Controle da Microcefalia, instalada na sede do Núcleo Regional Sul de Saúde (antiga 7ª Dires).

Além de monitorar as medidas de combate, o grupo tem como foco a mobilização social, envolvendo a comunidade e instituições no controle de focos do Aedes. A equipe também se propõe a prestar assistência a gestantes, haja vista a possível relação entre o zika e a microcefalia em bebês.

ZIKA ULTRAPASSA DENGUE EM ITABUNA. SECRETARIA FARÁ MAPEAMENTO DIÁRIO

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População deve evitar os focos de reprodução do mosquito, como tanques descobertos

População deve evitar os focos de reprodução do mosquito, como tanques descobertos

Há algum tempo já se sabe que o Aedes aegypti não é mais o “mosquito da dengue”, mas um infernal e versátil inseto que transmite ao menos três doenças: dengue, chikungunya e zika, sendo que esta é apontada como responsável pelo nascimento de bebês com microcefalia.

Em Itabuna, o mosquito faz vítimas no atacado. De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, o número de notificações relacionadas ao Aedes a cada semana  chega a 500. E a novidade é que a zika não chegou para ser coadjuvante.

Com mais de 2 mil casos registrados, a doença ultrapassou a dengue em Itabuna. A cidade também contabiliza 15 bebês com suspeita de microcefalia, sendo quatro confirmados.

Já a chikungunya tem seis notificações, quatro delas confirmadas.

ESTATÍSTICA – Na tentativa de frear a epidemia, a Secretaria Municipal da Saúde pretende intensificar as ações de controle com base no mapeamento das ocorrências. Um QG na Avenida Cinquentenário, no centro da cidade, vai abrigar técnicos do setor de epidemiologia do órgão, que fará levantamentos e produzirá estatísticas diárias sobre os casos.

Por enquanto, o que se sabe é que o bairro São Caetano lidera com 600 notificações, mas na última semana o Santo Antônio apresentou uma explosão de novos casos, principalmente de zika. O município tem trabalhado com número de ocorrências suspeitas, já que as confirmações são feitas pela Sesab (exceto no caso da dengue).

“Como se trata de uma epidemia, não dá para esperar as confirmações, pois precisamos agir com rapidez”, afirma o secretário Paulo Bicalho.

“QG” ATENDERÁ VÍTIMAS DE EPIDEMIA CAUSADA PELO AEDES AEGYPTI EM ITABUNA

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Central para atendimento a pacientes funcionará próximo ao Jardim do Ó.

Central para atendimento a pacientes funcionará próximo ao Jardim do Ó (Imagem em perspectiva).

Itabuna registra média diária superior a 300 casos suspeitos de doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti, principalmente a zika. O Hospital de Base está lotado e a rede ainda se prepara para atender a pacientes vítimas de zika, dengue e chikungunya. A perspectiva é ainda mais preocupante para o período que vai de março a maio.

A Secretaria de Saúde de Itabuna informou hoje (2) que os atendimentos a pacientes com sintomas destas viroses serão centralizados em uma unidade na Avenida do Cinquentenário. Apelidado de “QG”, a unidade funcionará na antiga Oduque Veículos, próximo ao Jardim do Ó.

O espaço, de acordo com o secretário Paulo Bicalho, terá capacidade para até mil atendimentos diários. Visa, também, desafogar unidades como o Hospital de Base. Dentre os sintomas causados pela dengue, chikungunya e zika estão febre, dor de cabeça, mal estar e erupções na pele. Quando o QG estiver funcionando, somente os casos graves serão atendidos na rede hospitalar.

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