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24 de setembro de 2020 | 06:11 am

DIA MUNDIAL SEM TABACO: OMS DEFENDE EMBALAGENS PADRONIZADAS

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Fumar causa diversos prejuízos à saúde (foto Marcelo Camargo / Agência Brasil)

Fumar causa diversos prejuízos à saúde (foto Marcelo Camargo / Agência Brasil)

No Dia Mundial sem Tabaco, lembrado hoje (31), a Organização Mundial da Saúde (OMS) defendeu a adoção por países-membros de embalagens padronizadas de cigarro e correlatos. A ideia é que todas as embalagens desse tipo de produto passem a ser iguais, seguindo um padrão definido e que determine forma, tamanho, modo de abertura, cor e fonte, mantendo-se apenas o nome da marca.

Ainda de acordo com a proposta, as embalagens padronizadas de cigarro e derivados do tabaco não devem conter logotipos, cores e imagens específicas, designcaracterístico ou textos promocionais. Seriam mantidas, no país, apenas as advertências sanitárias que tratam dos malefícios provocados pelo tabagismo – atualmente exigidas no Brasil pelo Ministério da Saúde – e o selo da Receita Federal.

Em nota, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) definiu as embalagens de cigarro como um grande instrumento de publicidade utilizado pela indústria, que investe em seu aprimoramento visual, formato e localização estratégica em pontos de venda. “Lançadas em edições limitadas, com brindes, em diferentes formatos, as embalagens de produtos de tabaco estão cada vez mais sedutoras”, destacou o órgão. Da Agência Brasil

LEI ANTIFUMO ENTRA EM VIGOR E PREVÊ ATÉ R$ 1,5 MILHÃO DE MULTA

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Lei antifumo entra em vigor nesta quarta, 3 (Foto Marcelo Camargo/ABr).

Lei antifumo entra em vigor nesta quarta, 3 (Foto Marcelo Camargo/ABr).

A partir de hoje (3), passa a valer em todo o país a chamada Lei Antifumo que proíbe, entre outras coisas, fumar em ambientes fechados públicos e privados. A estimativa é que as novas regras influenciem os hábitos de 11% da população brasileira, composta por fumantes.
Aprovada em 2011, mas regulamentada em 2014, a Lei 12.546 proíbe o ato de fumar cigarrilhas, charutos, cachimbos, narguilés e outros produtos em locais de uso coletivo, públicos ou privados, como halls e corredores de condomínios, restaurantes e clubes – mesmo que o ambiente esteja parcialmente fechado por uma parede, divisória, teto ou toldo.
Em caso de desrespeito à norma, os estabelecimentos comerciais podem ser multados e até perder a licença de funcionamento. A multa a estabelecimentos comerciais poderá variar de R$ 2 mil até R$ 1,5 milhão, estando prevista, ainda, a suspensão da licença de funcionamento. Redação com informações da Agência Brasil.
lei antifumo

POLÍCIA APREENDE CARRETA COM R$ 1,3 MILHÃO EM CIGARRO CONTRABANDEADO

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Carga foi apreendida em Nova Viçosa, na Bahia (Fotos PRF).

Carga foi apreendida em Nova Viçosa, na Bahia (Fotos PRF).

Uma carreta com carga contrabandeada avaliada em R$ 1,3 milhão foi apreendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e fiscais da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) em Nova Viçosa, no Extremo-Sul da Bahia, no sábado (15).
De acordo com a polícia, o caminhoneiro tentou despistar a fiscalização informando que a carga era de milho. Ao retirar a lona, percebeu-se que era cigarro contrabandeado.
O caminhão carregava 11 mil caixas de cigarro Bill Light contrabandeado do Paraguai. Para completar, o veículo tinha chassi e certificado de registro de licenciamento de veículo (CRLV) adulterados. O motorista conseguiu fugir antes que a polícia chegasse.

CONSUMIDOR GASTA MAIS COM CIGARRO DO QUE COM ARROZ E FEIJÃO

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cigarroCristina Índio do Brasil | Agência Brasil
Os gastos da população com cigarros têm se mantido nos últimos anos e o peso dessas despesas no orçamento mensal dos consumidores “é relevante”, disse o  economista André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da  Fundação Getúlio Vargas (FGV).
No Dia Mundial sem Tabaco, comemorado hoje (31), o economista comentou as implicações do consumo de cigarro para o orçamento doméstico. Segundo ele, os consumidores gastam com o cigarro o dobro do que usam para comprar arroz e feijão. “1,20% da renda média é gasta com cigarro. É um número representativo se se olhar o gasto com arroz e feijão, que é a metade disso, só 0,60%”, disse.
Segundo dados da Souza Cruz, em 2012, a empresa atingiu 74,9% do mercado brasileiro de cigarros, confirmando a primeira posição no setor. No quarto trimestre a participação teve um crescimento de 1,2 ponto percentual no ano, chegando à participação recorde na sua história, de 76.6%. Ainda de acordo com a empresa, o lucro operacional ficou em R$ 2.37 bilhões, que representa aumento de  9% em relação a 2011. O desempenho incluí os resultados com exportação de tabaco, que no mesmo período de comparação, conforme a companhia, teve crescimento de 106%.
O valor médio em reais dos gastos dos consumidores, no entanto, não é calculado, segundo o economista da FVG, porque varia conforme a quantidade de fumo por família e o número de integrantes de cada uma.
André Braz explicou que os gastos sempre tiveram peso relevante (acima de 1%), mas ficaram estáveis nos últimos dez anos por que quem gosta de fumar não abre mão do cigarro. Braz esclareceu que, apesar da queda no número de fumantes, o peso dos gastos permanece em destaque por causa da elevação do preço do produto. “O governo implementou uma política de aumento de imposto do produto para desestimular, então ainda que o número de fumantes seja em menor grupo, sustenta o vício a um preço maior”, disse.
De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), na população com mais de 15 anos de idade, o consumo de cigarros no Brasil caiu de 32 %, em 1989, para 17% em 2008. Os 17% correspondem a 25 milhões de fumantes.

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TST DECIDE QUE SOUZA CRUZ PODE MANTER PROVADORES DE CIGARRO

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cigarro-original-em-www-portal-alternativabrasil-bDo site Última Instância
Julgando um caso iniciado há dez anos, o TST (Tribunal Superior do Trabalho) decidiu permitir que a Souza Cruz S.A. mantenha em seu quadro de funcionários os provadores de cigarro. Em um placar apertado — e que apresentou mudança de votos de alguns ministros —, a Corte acolheu o recurso da fabricante e reformou a decisão anterior, que havia proibido a contratação de trabalhadores no chamado “painel sensorial” de avaliação de cigarros. A indenização de R$ 1 milhão por dano moral coletivo, no entanto, foi mantida.
A maioria dos ministros da SDI-1 (Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais) seguiu a divergência aberta por Ives Gandra Martins Filho. Para o ministro, a atividade não pode ser proibida, já que é lícita e regulamentada.
Para o MPT (Ministério Público do Trabalho), o termo “painel sensorial” é apenas um “nome fantasia” para o que, na prática, seria “uma brigada de provadores de tabaco”, que provam cigarros da Souza Cruz e dos concorrentes com a finalidade de aprimorar o produto comercialmente.
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PF APREENDE SEIS MIL MAÇOS DE CIGARRO CONTRABANDEADO EM ITABUNA

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Carga de contrabando paraguaio foi apreendida no Bairro Santo Antônio, em Itabuna.

Carga de contrabando paraguaio foi apreendida no Bairro Santo Antônio, em Itabuna.

Agentes da Polícia Federal apreenderam cerca de seis mil maços de cigarro em uma operação no Bairro Santo Antônio, em Itabuna, hoje, 30. Um homem de 51 anos, identificado pelas iniciais O.R.M., foi preso pelo crime de contrabando. A pena é de até quatro anos de prisão.
A carga foi apreendida em um veículo furgão e seria comercializada, segundo a Polícia Federal, em Itabuna e em outros municípios do sul da Bahia. A carga era oriunda do Paraguai e foi encaminhada para a sede regional da PF, em Ilhéus. A polícia já havia feito apreensão de 500 caixas de cigarro contrabandeado, em novembro, no sul da Bahia.

PESQUISA REVELA QUEDA DO NÚMERO DE FUMANTES NO BRASIL

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O aumento do preço do cigarro é o principal motivo para a redução em quase 50% no número de fumantes no Brasil. É o que apontam  pesquisadores do Centro de Câncer Lombardi Comprehensive, da Universidade Georgetown, em Washington, Estados Unidos, e do Instituto Nacional de Câncer (Inca). O estudo foi publicado no final de outubro, na edição mensal da revista científica PLOS Medicine, e mostrou que, de 1989 a 2010, a proporção de fumantes na população adulta brasileira caiu de 35,4% para 16,8%.

A coordenadora de pesquisas do Instituto Nacional de Câncer, Liz Maria de Almeida, afirma que o enfrentamento mais efetivo ao tabagismo no mundo é o aumento dos preços e das taxas ligadas ao setor do fumo. Os pesquisadores utilizaram o modelo matemático SimSmoke, desenvolvido pelo americano e coautor do estudo David Levy.

Eles descobriram que quase metade dessa redução de fumantes (46%) veio do aumento de preços, 14% das leis antifumo, 14% das restrições de propaganda, 8% das advertências à saúde, 6% das campanhas antitabagismo promovidas na mídia e 12% dos programas de tratamentos que ajudam o paciente a deixar o fumo.

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O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: PREÇO DO CIGARRO FAZ MAL À SAÚDE

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Nem câncer, enfisema pulmonar, problemas cardíacos ou impotência. Um estudo assinado por pesquisadores do Brasil e Estados Unidos atesta que a redução do número de fumantes nas últimas duas décadas está associada não ao medo de ficar doente, mas à elevação do preço do cigarro.

O estudo, publicado na revista PLOS Medicine aponta queda superior a 50% do número de fumantes no Brasil entre os anos de 1989 e 2010. Há 23 anos, os usuários de cigarro representavam 35,4% da população adulta, enquanto hoje são 16,8%. Metade desse decréscimo é atribuída ao custo do produto, pressionado por uma maior taxação.

A coordenadora da pesquisa, Liz Maria de Almeida, do Instituto Nacional do Câncer (Inca), afirma que a influência do aumento do preço sobre a redução do tabagismo é observada também em outros países.  Com informações do Uol

NÚMERO DE FUMANTES DIMINUI 45%

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O número, divulgado hoje pelo jornal Follha de São Paulo, parece sob medida para fazer propaganda subliminar da campanha do tucano José Serra, mas é digno de ser comemorado ainda que contenha intenções sub-reptícias (é momento de desconfiar).
Em 1989, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), 33% dos brasileiros com mais de 18 anos eram fumantes. Hoje, apenas 18% dos adultos no País têm o hábito de fumar.
As mulheres são minoria entre os fumantes, mas – de acordo com a pesquisa – começam mais cedo.

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