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13 de abril de 2021 | 05:29 pm

SEMINÁRIO EM ITABUNA DISCUTE COMPETITIVIDADE E INOVAÇÃO NAS EMPRESAS

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valdir ribeiroA Associação das Micro e Pequenas Empresas da Bahia (Ampesba) promove no dia 5 de setembro o III Seminário Empresarial “Inovação e Competitividade”, no auditório da FTC/Itabuna. O professor Danilo Reis abre o seminário, às 14h, com a palestra “Crédito, Inovação e Capacitação”.

O seminário também contará com palestras que abordam desenvolvimento sustentável e transformação de ideias em ações e resultados, esta última a ser proferida pelo professor João Carlos Oliveira. “É uma palestra fantástica”, define o presidente da Ampesba, Valdir Ribeiro.

O seminário também abordará o marketing digital, com o professor Ary Melo Mariano Filho, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Valdir ressalta o conhecimento e a atualização como diferenciais em tempos cada vez mais competitivos.

São parceiros do Seminário Empresarial a Cia. Júnior (Empresa de Consultoria da Uesc), ADM Júnior, FTC, Prefeitura de Itabuna e Sebrae. As inscrições já estão abertas e custam R$ 25,00. Mais informações pelos telefones (73) 8825-5181 e 9178-3094.

BRASIL É UM DOS PIORES EM COMPETITIVIDADE

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Carga tributária elevada é um dos fatores que afetam a competitividade

Da Agência Brasil

Dados divulgados hoje (26) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelam que o Brasil ficou em 37º lugar no Índice de Competitividade da instituição (IC-Fiesp). O levantamento compara 43 países no ano de 2011, a partir do desempenho de oito fatores: economia doméstica, abertura econômica, eficiência de governo, facilidade na obtenção de capital, infraestrutura, tecnologia, produtividade e capital humano.

Os Estados Unidos ficaram em primeiro lugar na classificação, com 91,8 pontos; Hong Kong, na segunda colocação, ficou com 75,3 pontos. A China foi classificada em 22º lugar (53,9 pontos); a Rússia, em 24º (50 pontos); a África do Sul, 36º (24 pontos) e a Índia, 43º (8,9 pontos).

O Brasil figura no grupo de competitividade baixa, com 22,5 pontos e está abaixo de países como México, que aparece no ranking em 34º lugar, com 28,3 pontos, e Tailândia, em 35º lugar, com 26,3 pontos. “[No Brasil,] elevados juros e spread [diferença entre a taxa de captação do dinheiro pelo banco e a taxa cobrada do cliente] limitam o crédito, o que, combinado com a alta e crescente carga tributária, desestimulam o investimento”, diz a entidade, em nota.

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