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20 de setembro de 2020 | 03:09 pm

SERPA FORA DA CIRETRAN EM ILHÉUS

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Serpa deixou comando da 13ª Ciretran

O coronel Valcir Serpa deixou o comando da 13ª Ciretran em Ilhéus. Por meio de nota pública, o policial militar apontou ações consideradas exitosas por ele e informou que retorna à PM.
Ainda em nota, Valcir aponta que as razões para deixar o cargo foram de ordem pessoal. O cargo foi entregue ao comando do Detran no último dia 13 e a exoneração saiu um dia depois.

SERPA É O ESCOLHIDO PARA VICE DE GERALDO

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Serpa é o escolhido para a vice de Geraldo Simões pelo PSL.

Serpa é o escolhido para a vice pelo PSL (Foto Pimenta).

Tenente-coronel Valci Serpa foi o escolhido para ser o vice de Geraldo Simões (PT) na disputa pela Prefeitura de Itabuna. Os dois concederam entrevista coletiva, por volta das 15h40min, no Príncipe Hotel. Serpa será candidato pelo PSL, hoje presidido por Thiago Simões, filho de Geraldo.

Geraldo disse ter escolhido Serpa para cuidar de um dos temas mais caros a Itabuna na atualidade, o avanço da criminalidade. “O combate à violência tem duas frentes, uma são as políticas sociais e a outra é enfrentamento [com efetivo policial]. E o craque para esse enfrentamento é o Serpa”, disse. “Vamos ter que combater esse desastre que é o tráfico de drogas no município”.

Vestido de camisa amarela, o candidato a prefeito acrescentou que o candidato a vice-prefeito é “uma categoria” em segurança pública. Serpa afirmou ter ficado feliz ao receber o convite. “O tipo de visão de Geraldo (em segurança pública) coaduna com meu pensamento”, disse, acrescentando que, assim como o candidato a prefeito, ele acredita que reduzir a violência passa pela educação.

Serpa, que já figurou como pré-candidato em 2012, disse que a segurança é um dos principais problemas de Itabuna, além da falta de água. “Vamos tirar [resolver esse problema da água] de letra”, acrescentou. Disse ter conhecimento de causa na questão segurança (é tenente-coronel da Polícia Militar) e defende que soluções podem ser encontradas com o engajamento da sociedade. “Não vai ser resolvido em um dia, um mês, mas vamos atacar a questão de mãos dadas, de forma intersetorial”.

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