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13 de julho de 2020 | 06:36 pm

ESTADOS E PREFEITURAS RECEBEM R$ 15 BILHÕES DE AUXÍLIO EMERGENCIAL; VALOR JÁ ESTÁ NA CONTA

Prefeitura de Ilhéus obtém melhor pontuação em ranking do INS || Foto Divulgação
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O Banco do Brasil creditou hoje (9) a primeira parcela de R$ 15,036 bilhões do auxílio financeiro da União aos estados, Distrito Federal e municípios, informou a Secretaria do Tesouro Nacional. O valor é referente ao auxílio financeiro de que trata a Lei Complementar 173, sancionada no fim do mês passado para o combate aos efeitos da pandemia do novo coronavírus.

Segundo o Tesouro Nacional, serão repassados R$ 9,25 bilhões para os estados, R$ 5,748 bilhões para os municípios e R$ 38,6 milhões para o Distrito Federal, totalizando R$ 15,036 bilhões.

O dinheiro será creditado nas contas do Fundo de Participação dos Estados e do Fundo de Participação dos Municípios. No total, foram aprovados pelo Congresso Nacional R$ 60 bilhões, divididos em quatro parcelas mensais. As próximas parcelas desse auxílio serão creditadas em 13 de julho, 12 de agosto e 11 de setembro de 2020.

QUEDA DO PIB BRASILEIRO EM 2020 PODE SUPERAR 5%, DIZ PRESIDENTE DO BC

Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto prevê queda superior a 5% || Foto Marcello Casal Jr./Agência Brasil
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A economia brasileira pode apresentar queda de 5% ou mais neste ano, e o desemprego deve aumentar muito, previu hoje (29) o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. Para Campos Neto, o tamanho da queda do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) vai depender da extensão das medidas de isolamento social.

“É difícil prever, depende da extensão do isolamento social adotado em diferentes locais. O desemprego vai ser alto. Alguns agentes do mercado falam que o crescimento [do desemprego] será de provavelmente 15% ou um pouco mais”, disse em transmissão organizada pelo Valor Capital Group, fundo de investimentos americano.

Hoje (29), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o PIB teve queda de 1,5% no primeiro trimestre, na comparação com último trimestre de 2019. Na comparação com o primeiro trimestre de 2019, o PIB caiu 0,3%. Em 12 meses, o PIB acumula alta de 0,9%.

SOLUÇÃO NA CRISE

Campos Neto afirmou que mesmo quando as medidas de isolamento social chegarem ao fim, por um fator psicológico as pessoas não voltarão a hábitos anteriores imediatamente. Ele acredita que esse fator do medo deve permanecer, pelo menos, até a metade do próximo ano.

O presidente do BC disse ainda que se os bancos foram o problema na crise de 2008, agora fazem parte da solução. “Temos que garantir que as pessoas e empresas tenham recursos e uma forma de eficiente de acesso aos recursos é por meio do sistema financeiro”, disse, acrescentando que é preciso garantir liquidez para os bancos, mas também manter as medidas de inclusão e educação financeira.

UESC CRIA PROJETO PARA ORIENTAR PEQUENOS EMPREENDEDORES NA CRISE

Uesc lança plataforma para ajudar pequenos negócios
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Preocupado com os rumos da economia, principalmente após a chegada do novo coronavírus no sul da Bahia, especialmente em Ilhéus e Itabuna, um grupo de professoras e estudantes  da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) lançou projeto para ajudar os pequenos empreendedores a atravessar este momento de suspensão temporária das atividades comerciais não essenciais.

Eles desenvolveram o Projeto Enpathos como medida de enfrentamento a esse impacto econômico. Trata-se de uma plataforma que disponibiliza formulários para quem quer ajudar – profissionais de diversas áreas, professores, mentores e voluntários – e para aqueles que precisam de ajuda, sobretudo empreendedores sociais, associações de cunho social e grupos de economia solidária. Os formulários podem ser acessados no endereço www.enphatos.wixsite.com/uesc e no Instagram: @enactusuesc.

Ao receber as respostas, a equipe faz uma análise minuciosa e manual, para conectar as duas partes dessa rede de solidariedade. Efetivado o primeiro contato, os cadastrados são contatados e orientados sobre como levar a efeito a ajuda em questão, inclusive observadas às recomendações de isolamento social.

“A prioridade do Enpathos é conseguir mapear o público das duas pontas e incentivar o senso de responsabilidade social localmente. Para cumprir esse propósito, o Projeto está sempre ativo no próprio website e nas redes sociais,” explica professora Katianny Gomes Santana Estival, conselheira do projeto.

Como o próprio nome  sugere, o objetivo do projeto é despertar a empatia. Não por outro motivo, ele surge da junção do termo latim – En (entrar) com – Pathos (emoção), significando experienciar os sentimentos do outro como se fossem seus.

O PROJETO

O projeto começou em meados de abril com a divulgação no perfil @enactusuesc. Embora a pretensão inicial fosse abarcar apenas as cidades circunvizinhas à Uesc, a publicidade levou o Enpathos a ultrapassar os limites do Estado. Já no primeiro dia contava com cadastros do Espírito Santo, Pará e Minas Gerais.

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TEMPOS DIFÍCEIS PARA O BOM SENSO!

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Manuela Berbert |manuelaberbert@yahoo.com.br
 
 

Na contramão da expectativa de melhora, elegemos, aos montes, nomes midiáticos sem noção da sua real função. Uma baderna coletiva, lamentavelmente. Onde vamos parar?

 
Estamos em crise! Todos nós! E eu não estou falando de crise financeira, mas de um desequilíbrio e instabilidade de bom senso e sabedoria. Das regras e dos costumes. Um colapso ético e moral que envolve inúmeros governantes, boa parte da imprensa, redes sociais massificadoras de inverdades (e holofotes), e a população em geral. Uma confusão generalizada, com começo e meio, mas aparentemente sem fim.
Fala-se em milhões nas volumosas denúncias envolvendo cargos políticos. Os mais leigos desconhecem os números e até os termos técnicos usados pela mídia. A realidade da grande massa brasileira, e ela é vasta, contabiliza míseros centavos no final do dia para bancar a condução e chegar em “casa”. Se o troco der, para comprar o pão na padaria mais próxima. Muitos com ruas deterioradas e esgotos a céu aberto, inclusive. Sem condição básica de saúde, implorando em filas quilométricas por tratamentos, quando o coerente seria o investimento na prevenção. Sem condições de educação também, mais um direito básico de sobrevivência humana com o mínimo de dignidade, extorquido de todos. Porém, fingimos nos importar, compartilhando nas redes socais uma ou outra denúncia de vez em quando.
São tempos obscuros, meus caros! De egos da direita e da esquerda ainda inflamados pela quantidade de prisões nas Lava-Jatos da vida, sem resolutividade. “Cadê o dinheiro que estava aqui?” Ninguém sabe, ninguém viu, ninguém anda colocando no lugar. Debatemos partidos, volume de correligionários, conjuntura de campanhas milionárias, mas jamais propostas efetivas de avanço. Quando mais tivemos voz, meios e canais de comunicação, aparentemente, regredimos.
A cada dois anos surgem mais e mais nomes, e poucos projetos. Quase nada palpável. Superlotam as bancadas do poder com discursos tão enfadonhos que os mesmos não se escutam. Gritam e não se ouvem. Basta presenciar uma sessão, ou assistir nas telas da TV, para ser tomado por um sentimento de decepção imenso. Mas, na contramão da expectativa de melhora, elegemos, aos montes, nomes midiáticos sem noção da sua real função. Uma baderna coletiva, lamentavelmente. Onde vamos parar?
Manuela Berbert é publicitária e colunista do Diário Bahia.

NA CRISE, BRASILEIRO ESTÁ APOSTANDO MENOS EM LOTERIAS DA CAIXA

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Loterias da Caixa são afetadas pela crise.

Loterias da Caixa são afetadas pela crise.

A arrecadação com as loterias federais totalizou R$ 12,8 bilhões no ano passado, queda de 13,8% em relação ao valor recorde de R$ 14,9 bilhões registrado em 2015. Os números foram divulgados neste final de semana pela Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (Seae), órgão que regula as loterias no país.

Em nota, a Seae atribuiu a queda nas receitas de loteria à retração na atividade econômica. O órgão também divulgou a destinação social das loterias federais, que distribuiu R$ 5,03 bilhões a investimentos em áreas como esportes, educação, cultura e seguridade social no ano passado.

A maior fatia dos investimentos ficou com a seguridade social (Previdência Social, assistência social e saúde), que recebeu R$ 2,1 bilhões. Em seguida veio o Programa de Financiamento Estudantil do Ensino Superior (Fies), com R$ 1,2 bilhão.

Na área de esporte, foram investidos R$ 950 milhões. O dinheiro foi destinado ao Ministério do Esporte, aos comitês Olímpico e Paralímpico brasileiros, à Confederação Brasileira de Clubes (CBC, entidade que investe em formação de atletas) e aos clubes de futebol.

Foram aplicados R$ 359 milhões no Fundo Nacional de Cultura (FNC), R$ 385 milhões no Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) e R$ 8,9 milhões na Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e na Cruz Vermelha.

Além das destinações sociais, o governo brasileiro arrecadou R$ 1,07 bilhão diretamente do Imposto de Renda sobre os prêmios pagos. Dessa forma, quase metade da arrecadação com as loterias federais, R$ 6,1 bilhões, foi revertida para o governo. Com informações da Agência Brasil.

CRISE HÍDRICA: AÇÃO DO HOMEM E DESCASO DOS GOVERNOS

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rpmRosivaldo Pinheiro | rpmvida@yahoo.com.br

 

A discussão sobre o saneamento inevitavelmente será contaminada pelo debate político eleitoral.

 

Os problemas de saneamento básico em Itabuna ganharam amplo debate na nossa cidade, especialmente no que diz respeito ao fornecimento de água potável. É fato que o fenômeno El Niño tem influência direta no ciclo das chuvas, mas o modo de vida do homem faz piorar esse processo, através do desmatamento das matas ciliares, descaso com as nascentes dos rios e poluição do ar, entre outras ações humanas. Uma das reações da natureza a essa agressão é a redução da precipitação pluviométrica.

Itabuna tem uma população estimada de 219.680 habitantes (IBGE), sem contar a população flutuante diária, e é polo de comércio, serviços e educação, além de ter uma posição de destaque na saúde em alta e média complexidade. A cidade já tem 106 anos de fundação e já viveu o mesmo drama em outros momentos. Falta de água e água salgada não são novidades para os moradores… Enfrentamos episódios semelhantes com água salgada em meados da década de 1990. Outro velho problema nosso é que, ao longo dos 27 anos de existência da Emasa, a reservação de água nunca foi de fato uma prioridade local.

Ao mesmo tempo, não podemos isentar a falta de liderança dos governos locais e a insensibilidade dos governos estaduais. Destaco que no segundo mandato de Jaques Wagner foi feita a licitação da barragem do Rio Colônia, mas questões burocráticas e desentendimentos entre a empresa vencedora do certame e o governo do estado interromperam a obra. O governador Rui Costa assumiu com disposição e refez a licitação, cuja obra está prevista para ser concluída até novembro de 2017. Notícia boa, mas ainda com um prazo sofrível para nós.

A barragem significará para Itabuna e outros municípios da região uma tranquilidade no abastecimento por até 30 anos, além de proporcionar a atração de novas atividades produtivas, especialmente unidades fabris. Enquanto isso não acontece, a escassez de água segue reduzindo a nossa atividade econômica e impactando negativamente em nossa qualidade de vida. A discussão sobre o saneamento inevitavelmente será contaminada pelo debate político eleitoral; nesse contexto, as opiniões em grande maioria deixam em segundo plano o viés técnico-científico, não possibilitando ao conjunto da sociedade local respostas que apontem soluções viáveis para superarmos os problemas de saneamento.

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EM ITABUNA, ÁGUA POTÁVEL É PARA QUEM PODE

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Itabuna tem a tribo dos "Bate balde"...

Itabuna tem a tribo dos Batebalde…

... e a privilegiada casta dos que podem receber água potável em casa

… e a privilegiada casta dos que podem receber água potável em casa

Nessa crise hídrica enfrentada por Itabuna, nem todos podem gozar do privilégio de receber água potável em casa. A que chega pela rede da Emasa é salobra, e a Embasa (empresa estadual) utiliza carros-pipa para encher tanques comunitários e reservatórios de hospitais, escolas, creches e… dos chegados!

Este último grupo de beneficiários não aparece nas divulgações oficiais, mas ele existe. Na manhã de domingo(5), um cidadão da tribo dos Batebalde ficou indignado ao descobrir que alguns nessa seca têm tratamento especial.

O referido cidadão passava pela Rua Carlos Eduardo Guimarães, no bairro Zildolândia, quando flagrou dois veículos da Embasa fornecendo água em uma residência. Não era escola nem creche e muito menos hospital, mas a casa de um “ser superior”.

Ao perguntar ao motorista de um dos veículos o porquê daquela entrega de água em domicílio, o batedor de balde foi informado de que  se tratava de “favor” prestado a um funcionário da própria Embasa. Resta saber se o serviço diferenciado tem autorização da empresa.

O representante da tribo dos Batebalde registrou reclamação na Ouvidoria Geral do Estado. O PIMENTA tem a identificação dos veículos, caso a Embasa queira apurar o fato.

PROTESTO NA CAIXA D’ÁGUA

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Moradores queimaram objetos, interditando a rua (foto Pimenta)

Moradores queimaram objetos, interditando a rua (foto Pimenta)

Moradores da Rua José Alves Franco, na comunidade popularmente conhecida como Caixa D’Água, em Itabuna, fizeram um protesto contra a Emasa na noite de hoje (18). Sem abastecimento há quase um mês, eles reivindicam a instalação de um tanque comunitário no local.

No protesto, os manifestantes queimaram objetos e deixaram a rua interditada. A Polícia Militar esteve no local e solicitou o apoio do Corpo de Bombeiros para desbloquear a via. Não houve resistência, mas os moradores avisaram que voltarão a se mobilizar se a Prefeitura não instalar o reservatório.

Ouvidos pelo PIMENTA, moradores disseram que enfrentam dificuldade para conseguir água em um tanque instalado pela Prefeitura em outra parte do bairro São Roque, que abrange a Caixa D’Água. Além da distância, eles muitas vezes são impedidos por quem mora mais perto do reservatório improvisado.

Segundo os manifestantes, nem a Prefeitura nem a Emasa enviaram representantes para ouvir suas reivindicações.

PREFEITURA DIZ QUE CRISE IMPEDE REAJUSTE

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Em crise, Prefeitura diz que não tem como reajustar salários

Em crise, Prefeitura diz que não tem como reajustar salários

A Prefeitura de Itabuna divulgou nota na qual reitera a impossibilidade de conceder reajuste salarial neste momento, em razão da crise financeira e política. Segundo o governo municipal, tem sido registrada queda na receita tributária e de repasses constitucionais.

Na nota, o governo diz que está aberto ao diálogo e que mantém o compromisso de pagar salários em dia, mas sem poder autorizar reposição este ano.

O Sindicato dos Servidores recusou a proposta de reajuste zero e diz que tentará obter a reposição de perdas pela via judicial (confira).

WALDIR MARANHÃO RECUA E REVOGA DECISÃO CONTRA IMPEACHMENT

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Maranhão volta atrás, depois de anular votação do impeachment na Câmara (Foto Gustavo Lima/Agência Brasil).

Maranhão volta atrás, depois de anular votação do impeachment na Câmara (Foto Gustavo Lima/Agência Brasil).

O presidente em exercício da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA) revogou, na madrugada de hoje (10) decisão tomada ontem (9) de manhã, de anular as sessões plenárias da Câmara em que foi aprovada a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

“Revogo a decisão por mim proferida em 9 de maio de 2016 por meio da qual foram anuladas as sessões do plenário da Câmara dos Deputados ocorridas dias 15, 16 e 17 de abril de 2016, nas quais se deliberou sobre a Denúncia por Crime de Responsabilidade nº 1/2015”, diz o texto do ofício assinado por Maranhão.

Em outro ofício, Waldir Maranhão comunicou a decisão ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Da Agência Brasil

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