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12 de julho de 2020 | 08:35 pm

CANDIDATOS AO GOVERNO DA BAHIA DEBATEM NA BAND NA QUINTA

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Célia, João Henrique, João Santana, Ronaldo, Marcos Mendes e Rui Costa disputam governo

O primeiro debate na TV entre os candidatos ao Governo da Bahia já está marcado. Será na próxima quinta-feira (16), na Band, às 22h. Líder nas pesquisas, o governador Rui Costa (PT) confirmou participação, assim como José Ronaldo (DEM).
O democrata registrou candidatura na última sexta (10). Zé Ronaldo terá na vice a tucana Mônica Bahia e Jutahy Magalhães (PSDB) e Irmão Lázaro (PSC) candidato ao Senado Federal.
Rui escolheu esta segunda-feira (13), número de legenda do PT, para fazer o registro de toda a chapa, com 14 partidos. Terá João Leão (PP) na vice e Jaques Wagner (PT) e Angelo Coronel (PSD) como candidatos ao Senado Federal.
A disputa ao governo baiano deverá ter sete nomes. Além de Zé Ronaldo e Rui Costa, Célia Sacramento (Rede), João Henrique (PRTB), João Santana (MDB), Marcos Mendes (PSOL) e Orlando Andrade (PCO).

DESMONTE DA CEPLAC É DEBATIDO NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

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Audiência na Assembleia Legislativa debateu desmonte da Ceplac.

Audiência na Assembleia Legislativa debateu desmonte da Ceplac.

A crise e o desmonte institucional da Ceplac foram debatidos na Assembleia Legislativa, na manhã desta quinta-feira (6). A redução em quase 50% do orçamento para este ano, o rebaixamento institucional, tornando o órgão departamento da Secretaria de Mobilidade Social do Produtor Rural e Cooperativismo do Ministério da Agricultura e o enxugamento dos setores de pesquisa e extensão estão entre os problemas apontados como centrais no desmonte promovido pelo governo federal, a partir de abril de 2016.

Os assuntos foram debatidos em audiência pública proposta pelo coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista da Bahia, Marcelino Galo (PT). Ainda como causas do desmonte estão, na análise de parlamentares e ceplaqueanos, a não realização de concurso público há 30 anos. Isto, observam, contribui com o agravamento do quadro da instituição dedicada à pesquisa, assistência técnica e extensão rural da lavoura cacaueira no país, que já teve 4 mil funcionários, mas atualmente conta com 1.722 servidores, sendo que 65% já estão aptos a se aposentar.

Para o deputado Marcelino Galo, a Ceplac tem sido tratada de forma desrespeitosa por quem não compreende o papel desenvolvido pelo órgão na assistência, na pesquisa, no desenvolvimento regional e na proteção da biodiversidade do bioma Mata Atlântica, que engloba a maior parte do território Litoral sul da Bahia.

“Ouvimos relatos de pessoas que se empenharam e contribuíram ao longo de sua vida com a construção desse patrimônio que deve ser preservado, revitalizado e fortalecido por ser fundamental para o desenvolvimento regional da Bahia. Para além da estrutura física, a Ceplac tem o patrimônio científico, intelectual e cultural que tem que ser preservado e potencializado”, disse o deputado Marcelino Galo.

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O DEBATE DA DIFUSORA

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Debate reuniu seis dos pré-candidatos a prefeito de Itabuna.

Debate reuniu seis dos pré-candidatos a prefeito de Itabuna.

Seis pré-candidatos a prefeito de Itabuna participaram de debate, no sábado (18), na Rádio Difusora. Antônio Mangabeira (PDT), Augusto Castro (PSDB), Davidson Magalhães (PCdoB), Fernando Vita (PMDB), Geraldo Simões (PT) e Roberto José (PR) discutiram temas como saúde, falta d´água, educação e segurança pública.

O áudio do debate foi disponibilizado pelo site Plantão Itabuna, do jornalista Oziel Aragão, que atuou como mediador do encontro entre candidatos. O modelo do debate não permitiu réplicas e tréplicas, mas houve confronto indireto, quando Geraldo Simões e Davidson Magalhães abordaram o tema crise hídrica. O leitor-ouvinte que não acompanhou pode conferir como foi clicando aqui, na íntegra. Deixe, na seção comentários, sua avaliação sobre o desempenho dos pré-candidatos.

DIFUSORA BARRA FERNANDO, AZEVEDO E GERALDO EM DEBATE

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Geraldo, Fernando e Azevedo: barrados no debate da Difusora

Geraldo, Fernando e Azevedo: barrados no debate da Difusora

A rádio Difusora de Itabuna anuncia debate entre os pré-candidatos à eleições municipais para este sábado, às 9 horas. De acordo com a emissora, a discussão será travada entre Antônio Mangabeira (PDT), Augusto Castro (PSDB), Davidson Magalhães (PCdoB), Fernando Vita (PMDB) e Roberto José (PR).

Se você sentiu falta de três pré-candidatos relevantes nesse debate, não é por acaso. A rádio, utilizando um critério de certa forma questionável, excluiu os ex-prefeitos Fernando Gomes (DEM), Geraldo Simões (PT) e Capitão Azevedo (PTB). Segundo informações, o argumento da emissora é de que os três estarão fora por serem “ficha suja”. O PIMENTA procurou a rádio para confirmar essa justificativa e ainda aguarda resposta.

Sem querer defender nenhum dos excluídos, o problema é que a definição de ficha suja somente pode ser aplicada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que até o momento não se pronunciou. Nem mesmo Fernando Gomes, que tem quatro condenações no TCU, está oficialmente fora do páreo, pois é a instância eleitoral que deverá se pronunciar.

A seletividade da Difusora, sob critério tão questionável, poderá implicar em problemas para a rádio e até o cancelamento do anunciado debate. Ainda não se ouviu o grito dos excluídos.

DILMA E AÉCIO DEBATEM HOJE NA RECORD

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Aécio e Dilma devem protagonizar mais um debate tenso, agora na Record (Montagem R7).

Aécio e Dilma devem protagonizar mais um debate tenso, agora na Record (Montagem R7).

Do R7
Depois que os ânimos de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) se acirraram na última semana, com trocas de acusações que envolveram até os irmãos dos candidatos e a divulgação das pesquisas eleitorais Ibope e Datafolha, que mostram empate técnico entre os dois, o debate à Presidência da República da TV Record deverá ser decisivo para a escolha do eleitor.
O embate será neste domingo (19) a partir das 22h (21h na Bahia) e terá a apresentação dos âncoras do Jornal da Record, Adriana Araújo e Celso Freitas. A partir das 20:30h, a R7 TV transmite um programa exclusivo com a preparação e os bastidores do encontro.
O debate terá quatro blocos e, portanto, três intervalos comerciais. No primeiro bloco, haverá oito rodadas de confronto direto entre os candidatos. O formato será de pergunta de livre escolha, resposta, réplica e tréplica.
O segundo bloco exibirá quatro rodadas de confronto direto. O formato será de pergunta de livre escolha, resposta, réplica e tréplica. O terceiro bloco terá mais duas rodadas de confronto direto e no último os candidatos farão as considerações finais.
A ordem do início do confronto direto foi definida por sorteio com a participação dos assessores do PT e PSDB.  Dilma Rousseff inicia o primeiro, o terceiro bloco e as considerações finais. Aécio Neves abre o segundo bloco e encerra as considerações finais.
O debate deverá ser encerrado aproximadamente à meia-noite. Do R7

"EU NÃO TÔ ME SENTINDO BEM"

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A presidente Dilma Rousseff (PT) passou mal após o debate do SBT, ontem à noite. A uma repórter da rede de televisão, a candidata à reeleição disse ter sentido uma queda de pressão (confira vídeo abaixo).
http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=GuTYBAYeWL8#t=25
O debate do SBT foi histórico, não pela qualidade do seu conteúdo, mas por causa do baixo nível – de ambos os lados. Tanto Dilma Rousseff quanto Aécio Neves (PSDB) avançaram até em questões familiares.
Sem provas, Aécio disse que o irmão da petista, Igor Rousseff, era funcionário fantasma na Prefeitura de Belo Horizonte, o que foi desmentido pelo prefeito à época e hoje governador eleito de Minas Gerais, Fernando Pimentel.
Por outro lado, Dilma insistiu no nepotismo praticado por Aécio, que empregou uma irmã, vários tios e primos no governo de Minas no mesmo período em que ele esteve à frente do comando do Estado. O conteúdo completo do debate está acessível no portal Uol, parceiro do SBT nesta empreitada.
Após passar mal, Dilma gravou mensagem para dizer que estava bem e iria comer um feijãozinho com arroz. Confira a mensagem.

Após o debate, o tucano Aécio Neves fez troça da petista. Disse que ela entrou em desespero. “Viu que ela passou mal?”, questionou Marina, por telefone.

A DESCONSTRUÇÃO DE AÉCIO NEVES

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ricardo bikeRicardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com

 

Hoje, Aécio afirma a disposição de manter “tudo o que deu certo” nos governos petistas; amanhã ele terá que aplicar o receituário tucano e muito do que deu certo começará a dar errado.

 
A dinâmica imprime a essas eleições presidenciais um nível de emoção inédito. São reviravoltas e ultrapassagens no último instante, fazendo com que em momento algum a fotografia possa ser vista como o quadro definitivo.
No primeiro turno, Aécio Neves (PSDB) chegou a ser descartado. Até mesmo a imprensa que lhe serve passou a tratá-lo como carta fora do baralho, diante do crescimento de Marina Silva (PSB). As incoerências e inconsistências da ex-ministra do Meio Ambiente, exaustivamente apontadas tanto por tucanos como por petistas, desconstruíram a candidata e Aécio recuperou espaço. Acabou no segundo turno.
Aécio cresceu porque ficou em uma zona de conforto na primeira etapa da disputa, quando a artilharia pesada se voltou contra Marina. Já no segundo tempo, a situação é bem diferente e são as inconsistências do tucano que se encontram em evidência. A hora é de desconstruir o ex-governador de Minas Gerais, cujo telhado é de vidro.
A fragilidade tucana ficou evidente com o resultado do primeiro turno em Minas, onde Dilma venceu, assim como o candidato do PT ao governo estadual, Fernando Pimentel, liquidou a fatura sem necessidade de tira-teima. Por que Aécio perdeu no Estado que governou? Essa é uma pergunta que mexe com a imaginação de indecisos e até de gente que, sem maiores reflexões, já optou pelo candidato do PSDB.
Desvio de recursos da saúde, política fiscal de baixo desempenho (segundo números apresentados pela Folha de São Paulo), abusos detectados em obras feitas para beneficiar a parentela, e por aí vai. Isto sem falar em outras informações desabonadoras que constam no histórico do candidato, como a de que, aos 17 anos, ele começou a vida pública como fantasminha camarada. Enquanto curtia seu “dolce far niente” de jovem playboy na belíssima orla carioca, era empregado em Brasília, no gabinete do pai, Aécio Cunha, que foi deputado da Arena e do PDS (partidos que deram sustentação aos militares). E viva o dom da ubiquidade!
O governador da Bahia, Jaques Wagner, já disse que não vê em Aécio a menor condição moral para dar lições de ética a quem quer que seja. A biografia do tucano corrobora essa posição. Ontem, no debate da Band, todos perceberam o desconforto do candidato quando Dilma perguntou sobre a Lei Maria da Penha e o combate à violência contra as mulheres. Nas entrelinhas, havia a referência subliminar a outro episódio desabonador no histórico do adversário.
Aécio se apresenta como um caminho para a mudança, apostando no poder de sedução que a palavra incorpora. Entretanto, na cartilha da direita, o verbete significa priorizar o capital em detrimento do social e reduzir o papel dos bancos oficiais como instrumento de políticas públicas. Hoje, Aécio afirma a disposição de manter “tudo o que deu certo” nos governos petistas; amanhã ele terá que aplicar o receituário tucano e muito do que deu certo começará a dar errado.
Percebe-se claramente que as diferenças entre os nomes que se apresentam para governar o Brasil vão além das biografias. Elas têm a ver com o modelo de país que se propõe.
Ricardo Ribeiro é advogado e blogueiro.
P.S. –  Antes que alguém reclame de que o texto é tendencioso, vai aqui um esclarecimento: um artigo assinado representa o ponto de vista de quem assina e é de sua natureza ser “tendencioso” (no sentido cristalino de apontar para uma tendência). Não se trata de notícia, mas da opinião. Caso não tenha ficado claro, o que é improvável, o autor salienta que vota na candidata do PT.

CORRUPÇÃO, NEPOTISMO E VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER DOMINAM DEBATE NA BAND

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Dilma e Aécio se enfrentaram no primeiro debate do 2º turno (Foto Site Band)

Dilma e Aécio se enfrentaram no primeiro debate do 2º turno (Foto Site Band)

Da Redação
A Band promoveu um dos mais tensos debates presidenciais da história. Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) confrontaram-se por mais de 1h20min. Corrupção, violência contra a mulher, Petrobras, programas sociais, economia e nepotismo foram assuntos mais presentes no debate.
O momento mais tenso ocorreu no terceiro bloco, quando Dilma Rousseff perguntou a Aécio as suas políticas de combate à violência contra a mulher. O tucano, sempre irônico até ali, mudou a fisionomia e abrandou mais a voz em quase todo o bloco. Recuperou-se no seguinte.
No questionamento sobre ações de proteção à mulher, ficou implícita mensagem de Dilma para Aécio, acusado de agredir a sua acompanhante, em 2009, com um empurrão e um tapa em evento da Calvin Klein, no Hotel Fasano, no Rio de Janeiro.
A história da agressão é contada pelo jornalista Juca Kfouri, da Folha de São Paulo e do portal Uol. A assessoria do candidato desmentiu a agressão à época, mas Kfouri disse que manteria a notícia (relembre aqui). À época, Aécio era governador de Minas Gerais.
Outros assuntos incômodos foram o Aeroporto de Cláudio (MG), construído em terras de um tio de Aécio e o emprego de famílias do candidato no governo mineiro. Aécio acusou a adversária de ser “leviana”.
CORRUPÇÃO
Dilma Rousseff abusou do tema Pronatec e foi “prensada” por Aécio em temas como a corrupção na Petrobras. O tucano repetiu gesto de debates anteriores e sacou da cartola uma ata da demissão de Paulo Roberto Costa da Petrobras, homem que terá que devolver mais de 25 milhões de dólares aos cofres públicos, dinheiro desviado da companhia petrolífera. Dilma defendeu-se dizendo que Costa foi demitido pelo seu governo, no início de 2012, e os fatos de corrupção vieram à tona dois anos depois.
O clima de tensão, aliás, permitiu à Band, segundo dados da própria emissora ficar por dois terços do tempo do debate na liderança da audiência em São Paulo. Os números, no entanto, não foram divulgados. A audiência é aferida por um instituto, o Ibope.
Dilma ainda retrucou afirmando que, diferentemente dos tempos petistas, os escândalos do período do Governo Fernando Henrique, do PSDB, não foram investigados. A presidente e candidata à reeleição teve desempenho titubeante nos blocos iniciais e melhorou a partir do terceiro bloco, quando citou os casos de nepotismo e a violência contra a mulher.

DEBATE NA BAND

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Como reza a tradição, a Band abre hoje a temporada de debates – agora no segundo turno. O confronto entre Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) está programado para começar às 22 horas.
A promessa dos promotores do evento é de um debate eletrizante.
A julgar pelo tiroteio e os programas eleitorais, ninguém duvida disso…

DEBATE NA RECORD TEM ATAQUES AOS GOVERNOS DO DEM E DO PT

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Debate promovido pela Record Bahia reuniu os seis candidatos (Reprodução).

Debate promovido pela Record Bahia reuniu os seis candidatos (Reprodução).

As gestões do PT e do DEM na Bahia foram os principais alvos de críticas dos candidatos ao governo baiano no debate do final da noite de ontem na TV Itapoan/Rede Record. Sobrou até para as gestões de ACM Neto (Salvador) e José Ronaldo (Feira de Santana) por causa da alta de até 1.000% do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).
O debate começou com críticas centradas em Paulo Souto (DEM), desferidas por Marcos Mendes (PSOL), ao lembrar das privatizações feitas pelo DEM (ex-PFL), dentre elas Coelba e Baneb, além da tentativa contra a Embasa. “Os candidatos deveriam se preocupar com as altas tarifas da Embasa”, respondeu Souto.
Mendes voltou a mirar Souto ao perguntar se o democrata iria pagar a correção da URV aos servidores, caso assumisse o governo. O candidato do DEM disse que seguiria Rui Costa e pagaria após o Supremo Tribunal Federal (STF) se posicionar quanto ao pagamento. “A questão da URV é muito simples. Concordo até com o Rui Costa. É ver a decisão do Supremo”.
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