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11 de maio de 2021 | 02:23 am

ELA SÓ QUER, SÓ PENSA EM SOMAR…

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Se no plano estadual tá difícil uma união entre PT e DEM, o mesmo não se pode dizer da situação nem tão sui generis de Itororó, no sudoeste baiano.

Por lá, o prefeito Adroaldo Almeida, do PT, tem o apoio seguro de dois vereadores do Democratas. Robélia Barros, suplente na coligação do DEM e PP no município, em 2008, assumiu a vaga do colega Walter Marques, que agora responde pela secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente.

Robélia, a Bela, é do DEM, e assim justificou a sua aliança com o prefeito petista:

– Meu objetivo é somar.

O DEM E A SUCESSÃO

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Marco Wense

O caminho natural do DEM, ex-Partido da Frente Liberal, o antigo PFL do mandonismo e do chicote na mão, é se unir ao PSDB em todos os Estados que a coligação for possível.

O comando nacional das duas legendas já mandou avisar que pode destituir os diretórios rebeldes. O PSDB e o DEM são os mais importantes partidos de oposição ao governo do presidente Lula.

Aqui na Bahia, a aliança dos democratas com os tucanos é, sem dúvida, a mais harmoniosa de todas. Chega a ser um exemplo para outras unidades federativas. A unanimidade em torno da necessária junção não é burra.

Os tucanos, na sucessão estadual de 2006, diziam que a recondução de Paulo Souto, então candidato (reeleição) ao Palácio de Ondina, depois de 16 anos de carlismo, seria uma catástrofe para a Bahia. Um retrocesso.

Agora, sem nenhum tipo de constrangimento, defendem a volta do ex-governador, achando que ele é a solução de todos os problemas, inclusive da própria herança maldita deixada para o governador Jaques Wagner (PT).

O DEM e o PSDB, com suas respectivas lideranças, estão conduzindo o processo sucessório com muita inteligência. Sabem que a união é condição indispensável para impedir a reeleição do governador Jaques Wagner.

A possibilidade de um prefeito democrata trair o partido, apoiando Wagner ou o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), em detrimento do pré-candidato Paulo Souto, é muito remota.

A posição de Souto nas pesquisas de intenção de votos cria uma perspectiva de vitória, impedindo que prefeitos do DEM passem para o lado de Wagner. Se o candidato do DEM estivesse na mesma situação de Geddel, a debandada seria inevitável.

A composição da chapa majoritária, encabeçada pelo ex-governador Paulo Souto, salvo algum acidente de percurso, já está quase definida, não em termos de nomes, mas dos partidos.

A vaga de vice-governador e uma das duas vagas para o Senado da República cabe ao PSDB. A outra vaga fica com o DEM, com ACM Júnior buscando sua permanência na Casa.

O PSDB, no entanto, cederia a vaga do Senado para o democrata José Ronaldo, ex-prefeito de Feira de Santana. Se o senador César Borges ficar com Souto, ACM Júnior deixa de ser candidato.

Enquanto a oposição busca o consenso, evitando qualquer tipo de atrito entre seus pares, os governistas se engalfinham.

E mais: o Partido dos Trabalhadores, além de não abrir mão da disputa pelo Senado, quer também um petista como candidato a vice-governador na chapa da reeleição.

A defesa de uma chapa puro sangue é a prova inconteste de que o bom governador Jaques Wagner tem dois obstáculos pela frente: a oposição, que é inerente ao sistema democrático, e o próprio PT, que pensa que pode tudo sozinho.

Paulo Souto, pré-candidato do DEM ao cobiçado Palácio de Ondina, que não tem nada a ver com a vaidade e a burrice política dos adversários, agradece penhoradamente.

Nos bastidores, em conversas reservadas, restritas a poucos correligionários, Paulo Souto tem confessado que alguns governistas são os melhores “cabo eleitorais” da sua campanha.

Quando alguém pergunta por que são os melhores cabos eleitorais, o democrata, sem pestanejar, responde: “Eles azucrinam o governador Jaques Wagner”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

INDECISO?

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Criticado por seu jogo duplo no cenário político, Capitão Azevedo (DEM) parece se divertir com a situação. No lançamento da campanha natalina da CDL, ele falou da situação. “Esses dias, criei uma confusão política danada, porque sou de um partido e tenho aliança com deputados de outros [partidos]“.

Por Azevedo, a confusão vai continuar. Ele afirma que o “partido de Itabuna” é aquele que ajudar a cidade. No caso, colaborar com o governo dele. E se é assim e pelo andar da carruagem, Paulo Souto (DEM) pode dar adeus ao pretenso apoio de Azevedo na campanha a governador. O prefeito pende mais para o ministro peemedebista Geddel Vieira Lima

SARGENTO NO COMANDO

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Gilson assume o PTB (Fotomontagem A Região).

Gilson assume o PTB (Montagem A Região).

Para quem negava pretensões político-partidárias, aí vai: além de ser o prefeito de fato de Itabuna, o secretário municipal de Administração, Gilson Nascimento, teve dois dedos de prosa com a direção estadual do PTB.

Fonte com livre trânsito afirma que a entrada do militar no partido tem a aprovação do prefeito Capitão Azevedo (DEM), que cada vez mais dá claras demonstrações de quem vai apoiar em 2010 para governador, o ministro peemedebista Geddel Vieira Lima.

Não está definido se Gilson assumirá a presidência do  diretório local do PTB, mas ele é quem ditará os rumos da legenda por aqui. Nos bastidores, a informação é de que articula projeto para dar “uma lição” em Maria Alice, a presidente do DEM, sobre como dirigir uma legenda.

ELEITOR BAIANO IMPÔS “FÉRIAS” A PAULO SOUTO

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Do Política Etc

Eleitor baiano deu "férias" a Souto.

Souto: férias prolongadas.

A turma do Democratas está tão certa da vitória do ex-governador Paulo Souto para governador em 2010, que se saiu com essa durante a visita do político a Itajuípe, na última sexta-feira: Paulo Souto é “o único governador de férias no Brasil”.

Pensaram nessa “brincadeira” para parecer algo espontâneo, mas é um discurso que parece incorporado ao receituário do DEM. Há menos de um mês, quando da inauguração da nova sede do Democratas em Itabuna, quem surgiu com essa história de que estava de férias foi o ex-prefeito Fernando Gomes, o mesmo que antes havia declarado sua aposentadoria da vida pública.

Com relação a Souto, é bom esclarecer que férias é prêmio para quem trabalha, tanto que se apresenta como um dolce far niente remunerado e, salvo exceções, com retorno garantido ao trabalho após um período de descanso. Já quem perde uma eleição não entra em férias, pois assume a posição de derrotado, com direito apenas a sonhar com a possibilidade de retorno ao posto do qual foi apeado.

Quanto ao nobre FG, ele havia demonstrado admirável lucidez ao declarar-se aposentado da vida pública, após três mandatos de deputado federal e quatro de prefeito. Agora, tal qual Paulo Souto, afirma que está de férias. Para Gomes, uma compulsória cairia bem melhor.

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PP X DEM

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Do Política ETC

Se em Itabuna o prefeito Capitão Azevedo, do DEM, se achega para o lado do PP, em Itajuípe o prefeito Marcos Dantas, do PP, faz o movimento totalmente inverso e está todo todo para o lado do DEM.

Na útima sexta-feira, 02, o ex-governador e presidente do DEM na Bahia foi a Itajuípe participar do lançamento da Juventude Democrata na cidade. Estavam lá  o senador César Borges (PR) e o ex-prefeito de Salvador, Antônio Imbassahy (PSDB).

Porém, o mais animado de todos era Marcos Dantas, que não esconde sua paixão por Paulo Souto. Algo fora do comum…

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PSDB NEGA APOIO A GEDDEL

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O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra, negou ao jornal A Tarde que haja algum plano do seu partido de união e apoio ao projeto eleitoral do ministro Geddel Vieira Lima, que é um dos nomes postos para a sucessão estadual na Bahia.

Segundo o senador, quem decide sobre aliança eleitoral do grupo na Bahia é o ex-governador Paulo Souto (DEM). Assim como Geddel, Souto é pré-candidato ao governo do estado. “Quem decide as ações da chapa PSDB-DEM na Bahia é Paulo Souto”, disse, rechaçando a possibilidade de os tucanos darem apoio a Geddel em detrimento do ex-governador.

PT EXPULSA FILIADA QUE OCUPA CARGO NO GOVERNO DO DEM

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ex-petista

Lembra da petista que trocou uma vida de ideologias por um baita emprego no governo do Capitão Azevedo (DEM)? Pois é. Agora é ex-petista. Sua desfiliação foi sumária, atendendo a artigo específico do Estatuto do Partido dos Trabalhadores (leia aqui e entenda o caso).

A ex-filiada Cristiane Araújo Bittencourt chegou a apresentar uma carta pedindo a suspensão temporária de sua filiação, alegando motivos de ordem pessoal. Não teve jeito. A suspensão da filiação só em casos específicos, que impeçam a atividade partidária, mas isso não contempla cargos de confiança nos governos do DEM.

“É expressamente vedado a nós, filiados ao PT, assumir cargos de confiança em governos do DEM. Se o caso for referente a um governo do PSDB, deve ser autorizado pela direção nacional do partido”, diz um membro do Diretório Municipal do PT.

O Artigo 209, inciso XI, do estatuto petista fala que constitui infração ética o apoio a governos que contrariem os princípios programáticos do Partido, principalmente quando em proveito pessoal, ou o exercício de cargo em governos não apoiados pelo PT, salvo autorização expressa das instâncias partidárias.

REPORTAGEM DO CORREIO DESAGRADA PAULO SOUTO

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Prisão de Ravengar teria detonado movimento do 7 de Setembro, diz Correio.

Prisão de Ravengar seria origem de movimento do 7 de Setembro, diz Correio.

A ala do DEM baiano mais próxima do ex-governador Paulo Souto não gostou nem um pouco da reportagem publicada neste domingo pelo jornal Correio da Bahia que falava das origens do crime organizado em Salvador, segundo revelou fonte do partido que, por motivos óbvios, não quer se identificar.

A matéria explica que criminosos como Cláudio Campanha, Val Bandeira, César Lobão, Aladim e Perna começaram ainda jovens no crime fazendo trabalhos menores no esquema até então dominado por Raimundo Alves de Souza, o Raimundão, preso em 2004. Presos pela polícia, especializaram-se no tráfico de drogas e na organização de quadrilhas nos corredores do sistema prisional baiano, ainda no governo de Paulo Souto.

A fonte diz que nomes ligados ao ex-governador acham que a matéria do Correio tem um importante propósito paralelo: consolidar a idéia de que os atuais líderes do crime foram forjados no péssimo estado das unidades carcerárias do governo passado.”Sem querer, a ação deflagraria nos anos seguintes [ao de 2004] uma ruptura no aparente ordenamento do comércio de drogas na capital, culminando no terror iniciado em pleno feriado de Sete de Setembro”, diz a reportagem.

Como se sabe, o jornal Correio da Bahia é controlado pela família do deputado federal ACM Neto, e para este não é interessante a eleição de Paulo Souto para o governo em 2010. O melhor dos mundos para Neto seria a reeleição de Jaques Wagner porque, desta forma, o deputado surgiria como candidato natural ao governo do estado pelo DEM, em 2014.

E, para isso, ele estaria usando o jornal da família para tentar solapar a candidatura de Souto, mesmo que de forma dissimulada. A fissura entre as alas carlista e soutista do DEM já estava evidenciada. A matéria do Correio serviu para ampliar um pouco mais esse vão. Um dos ‘demos’ via “sacanagem” com Souto na abordagem do jornal carlista. Não é pra tanto, né?

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