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25 de outubro de 2020 | 02:44 am

MORADORES DO FÁTIMA E MONTE CRISTO DENUNCIAM CRIADOUROS DA DENGUE

Quintal abandonado causa preocupação no Fátima e Monte Cristo
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Moradores dos bairros Monte Cristo e Fátima estão revoltados com o descaso de um proprietário de um imóvel nas imediações do número 60 no limite das Rua I com a Quintino de Menezes. O quintal da casa está tomado pelo mato, resto de construção, fogão velho, geladeira e outros eletrodomésticos.

De acordo com vizinhos do imóvel, no terreno também existem dois enormes buracos cheios de água parada, potenciais criadouros do Aedes Aegypti, mosquito transmissor de doenças como dengue, chikungunya e zica. Os buracos foram abertos em um trecho onde deveria ser parte da rua.

Os vizinhos relatam que o proprietário desistiu, por enquanto, de construir uma casa no “meio da rua”, mas a cerca de arame farpado segue instalada em um trecho da área pública. Eles relatam que a obra foi suspensa por fiscais da Prefeitura de Itabuna, mas nenhuma medida foi adotada para que a cerca fosse colocada no lugar correto.

Aedes aegypti põe seus ovos em recipientes como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d’água descobertas, pratos sob vasos de plantas ou qualquer outro objeto que possa armazenar água da chuva. O mosquito pode procurar ainda criadouro naturais, como bromélias, bambus e buracos em árvores.

VITÓRIA DA CONQUISTA JÁ REGISTRA 2.350 CASOS DE DENGUE

Número de casos de dengue dispara em Vitória da Conquista
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O Centro de Controle de Endemias da Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, registrou 4.775 casos notificados de dengue. Destes, 2.351 tiveram diagnóstico confirmado para a doença, 622 foram descartados e 1.264 apresentam diagnóstico inconclusivo.

De acordo com a Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista, 536 pacientes aguardam resultado laboratorial e duas mulheres foram a óbito por dengue grave hemorrágica no município.

ZICA E CHIKUNGUNYA

O número de casos suspeitos de zika também vem aumentando. São 854 notificações, com 10 casos confirmados, 212 aguardam resultado, 564 apresentam diagnóstico inconclusivo e 68 foram descartados.

Vitória da Conquista registra também 481 notificações de pessoas com os sintomas de chikungunya, sendo 23 casos confirmados e 458 pacientes seguem aguardando o resultado laboratorial.

As localidades com mais casos notificados e confirmados de contaminação por dengue, zika e chikungunya são Cruzeiro (759 notificados e 284 confirmados), Patagônia (320/137 confirmados), Alto Maron (298/148 ), Centro (242/101) e Vila América (339/83).

VITÓRIA DA CONQUISTA TEM 712 CASOS DE DENGUE CONFIRMADOS E TRÊS MORTES

Vitória da Conquista tem mais de 700 casos confirmados de dengue
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Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, registra 712 casos confirmados de dengue, do total de 3.284 pessoas notificadas com suspeita. O município tem 1.562 pessoas aguardando resultado de exame, 121 tiveram resultados descartados e 886 apresentaram diagnóstico inconclusivo em relação à doença. Além disso, três pessoas morreram por dengue grave hemorrágica.

ZIKA E CHIKUNGUNYA

De acordo com a Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista, foram feitas 521 notificações de pessoas com suspeita de zika. Na última semana o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) não divulgou nenhum novo resultado laboratorial dos casos suspeitos da doença.

São sete pessoas que testaram positivo, 37 que tiveram resultados negativos e 103 apresentaram diagnóstico inconclusivo em relação à doença. Outras 374 pessoas seguem aguardando resultado laboratorial.

O município também registra 346 casos suspeitos de chikungunya, além de 14 casos confirmados para esta doença. Existem 332 pacientes aguardando o resultado laboratorial.

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VITÓRIA DA CONQUISTA TEM 2,5 MIL NOTIFICAÇÕES E 300 CASOS CONFIRMADOS DE DENGUE

Vitória da Conquista tem mais de 700 casos confirmados de dengue
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A Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, confirmou, nesta segunda-feira (25), a notificação 3.342 casos suspeitos de Dengue, Zika e Chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.  Foram confirmados 319 casos de dengue e duas mortes causadas pela doença, no período de 1º de janeiro a 22 de maio.

Até o momento, além dos 319 casos confirmados de dengue, 61 foram descartados, 416 apresentaram diagnóstico inconclusivo em relação à doença e duas moradores do município morreram. Elas tiveram dengue hemorrágica. Já foram notificados, até agora, 2.560 casos suspeitos de dengue no município e 1.762 pacientes ainda aguardam resultado laboratorial.

CHIKUNGUNYA E ZICA

Com relação a Zica, dos 481 casos suspeitos notificados, três pessoas tiveram resultados confirmados laboratorialmente, 38 foram descartados e 71 apresentaram diagnóstico inconclusivo. Outras 369 pessoas notificadas com suspeita aguardam resultado laboratorial.

No caso da Chikungunya, foram notificados 301 casos suspeitos, sendo três casos confirmados laboratorialmente e 298 que ainda aguardam resultado de exames.

Em caso de sintomas de febre, dores articulares, dores abdominais e ao redor dos olhos, diarreia ou a presença de manchas avermelhadas pelo corpo, a pessoa deve procurar atendimento médico na unidade de saúde mais próxima de casa, onde será feita a notificação, orientações de cuidado e solicitação de exames de sangue específicos para detecção da Dengue, Zika ou Chikungunya.

A amostra é enviada ao Lacen Estadual, em Salvador, que realiza o exame laboratorial e dá um prazo de, no mínimo, 30 dias para divulgação do resultado – a demora na análise é justificada pelo atual cenário de pandemia do novo coronavírus que tem sobrecarregado o serviço.

HOSPITAL MANOEL NOVAES ALERTA PARA AUMENTO DE CASOS DE DENGUE

Hospital Manoel Novaes é referência em atendimento pediátrico
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Números divulgados nesta sexta (22) pelo Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, revelam aumento dos casos de dengue entre crianças, o que revela a necessidade de não descuidar em relação ao transmissor da doença, o mosquito Aedes aegypti. O hospital pediátrico aponta uma corrida pelo atendimento médico e crescimento da doença em abril.

De acordo com dados do Manoel Novaes, ocorreram 18 atendimentos de pacientes com dengue em abril, 5 deles do quadro mais grave da doença, a hemorrágica. Segundo a diretora técnica, Fabiana Ferreira Chávez, foram apenas dois pacientes com sintomas da doença. “A maior parte dos pacientes precisou ser internada”, revela a médica em relação aos casos de 2020.

Fabiana Chávez acredita que as pessoas estejam se descuidando de todas as outras doenças, principalmente as que são mais comuns no público pediátrico, devido à tensão gerada pelo novo coronavírus. Ela avalia que, como mais pessoas estão ficando em casa, aumentou a produção e acúmulo de lixo. Isso facilita o surgimento de criadouros de larvas do Aedes aegypti. “Parece que as pessoas não estão cuidando bem dos locais que servem para a reprodução do mosquito”, observa.

SINTOMAS DIFERENTES

Ela esclarece que a febre em casos do novo coronavírus não é tão insidiosa, persistente e, em boa parte das ocorrências, o paciente não apresenta febre alta. Já com a dengue, nas primeiras 48 horas, a febre é muito alta e, em certos casos, não passa mesmo com o uso de medicamentos. “A mialgia (dores musculares), é mais intensa. Na dengue, o paciente não apresenta anosmia (perda de capacidade olfativa) nem dores de garganta, por exemplo”, destaca a profissional.

A médica alerta também que a pessoa, em caso suspeito do novo coronavírus, só deve ser levada para a emergência se estiver passando mal, com dificuldade de respirar. Caso contrário, deve procurar o atendimento na rede básica de saúde e informar os sintomas para Vigilância Epidemiológica de seu município. Em Itabuna, esse atendimento é feito na UPA 24h do Monte Cristo, definida como Centro de Triagem local.

Fabiana acrescenta que nesse período de pandemia do novo coronavírus, ainda que não estejam saindo de casa, os pais devem evitar beijos e abraços nos bebês. Para a população em geral, a recomendação são aquelas já amplamente divulgadas, como só sair à rua em caso de necessidade, mas sem se esquecer do uso de máscara e lavar as mãos com sabão sempre que possível ou fazer uso de álcool em gel.

CASOS SUSPEITOS DE DENGUE EM VITÓRIA DA CONQUISTA AUMENTAM 11 VEZES

Vitória da Conquista tem 2,5 casos notificados de dengue
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O morador de Vitória da Conquista não deve ficar em alerta máxima somente contra o novo coronavírus, que já causou a primeira morte no município. Outra doença, a dengue, velha conhecida dos brasileiros, está preocupando as autoridades de saúde do município do sudoeste da Bahia.

De acordo com dados do Programa de Controle de Endemias, do início de janeiro deste ano, até essa segunda-feira (13), já foram notificados 679 casos suspeitos de dengue no município, com 71 confirmados. Um aumento alarmante, se comparado com o mesmo período do ano anterior, que registrou apenas no primeiro trimestre, 63 casos notificados com suspeita de dengue, com  seis positivos.

Esse aumento no número de ocorrências de casos já era algo previsto pelo Ministério da Saúde desde 2019, como explica Eliezer Silveira, coordenador do Programa de Controle de Endemias.

“Já estava sinalizado que no Nordeste e nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, teriam um aumento significativo de ocorrência de notificações de dengue, zika e chikungunya neste ano, por conta do vírus que está circulando nessas regiões que é o tipo 2. Esse é um tipo que ainda não tinha circulado aqui, então as pessoas não tinham tido contato com esse vírus até então. Por isso, a possibilidade de disseminar na população é muito grande”.

Aliado a isso, está o acúmulo desse período chuvoso que condiciona mais locais para reprodução do mosquito. Com a chuva, qualquer pequeno recipiente que esteja jogado em vias públicas, quintais, terrenos baldios, em cima de uma laje ou em qualquer outro ambiente, proporciona as condições ideais para que o mosquito coloque seus ovos e conclua o ciclo de reprodução no período de 7 a 10 dias, enquanto que numa temperatura mais baixa, ele pode levar de 10 a 12 dias.

Ainda de acordo com o coordenador do Programa, o fator determinante é a colaboração da população no combate ao mosquito. “A gente tem encontrado em torno de 89% de caixas d’água destampadas ou tampadas parcialmente, dando condições para os mosquitos reproduzirem. Então isso é um fator muito determinante, porque quando a gente faz o levantamento de índice, que chamamos de LIRAa, a gente encontra esse percentual nos depósitos que são caixas d’água nível de solo”, explica Eliezer.

O índice de infestação geral do município é 6,6%, de acordo com o último Levantamento Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) feito pelo Programa no mês de fevereiro.

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COVID-19 NÃO É A ÚNICA AMEAÇA EM JEQUIÉ; MUNICÍPIO TEM 150 CASOS DE DENGUE

Índice de curados da Covid-19 chega a 85%
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A Secretaria de Saúde de Jequié, no sudoeste da Bahia, confirmou, nesta quarta-feira (8), o registro de 150 casos de dengue no município, nos primeiros três meses deste ano. Os bairros com maior quantidade de casos da doença são Jequiezinho, Joaquim Romão e Espírito Santo.

Segundo a Secretaria de Saúde,  desde o início do ano que 309 casos de dengue foram notificados, com teste positivo para 150. Há casos confirmados de outras duas doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. São duas ocorrências de chikungunya e três do zika vírus.

O primeiro Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) apontou  5,3% de infestação do mosquito transmissor das três doenças.  O índice de criadouros aceitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de menos de 1%. Por isso, Jequié está classificado como alto risco de enfrentar um surto.

De acordo com o boletim epidemiológico, não há registro de mortes pela dengue, chikungunya nem zika vírus, que neste ano ganharam a companhia do perigoso novo coronavírus. Até a tarde desta quarta-feira, o município tinha confirmado um caso da Covid-2019.

CIENTISTAS BAIANOS CRIAM ARMADILHA ELÉTRICA PARA COMBATER MOSQUITOS

Equipe criou armadilha elétrica para combater mosquitos
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Uma equipe de cientistas baianos trabalha com uma solução tecnológica no combate aos mosquitos, uma armadilha elétrica sustentável, principalmente em tempos de zika, dengue e chikungunya. A novidade é que o protótipo, feito em impressão 3D com composição plástica biodegradável, funciona por meio de um sistema solar, que reduz o uso de energia elétrica e pode ser utilizado em qualquer lugar atingido com a infestação de mosquitos.

“Nossa armadilha apresenta um design inédito, ao mesmo tempo decorativo e eficaz. Com amplitude de atração de 360 graus, tanto na vertical e horizontal, além de um duplo mecanismo de atração, um sonoro e outro por iluminação pulsada, os mosquitos ficam presos ao entrar e lá dentro desidratam e morrem”, explicou um dos responsáveis pela invenção, Arthur Ribeiro, estudante de engenharia elétrica do Instituto Federal da Bahia (Ifba), da cidade de Paulo Afonso.

SEM AGREDIR MEIO AMBIENTE

Ele se uniu a outros estudantes – Ana Clara, Thaís Caires e Fábio Filho, orientados pelo professor Weber Miranda, e tiveram a inspiração para criar o projeto durante um programa de fomento do Instituto. “Nosso orientador mostrou um protótipo da ideia e formamos uma equipe para desenvolvê-la. Fomos aprovados no Edital do Hotel de Projetos e estamos nessa pesquisa desde então”, disse o estudante.

As três principais estratégias de combate aos mosquitos, atualmente, são os inseticidas, repelentes e as armadilhas. “Queremos combater as doenças que são transmitidas através dos insetos sem agredir o meio ambiente ou a saúde das pessoas, sem necessidade de produtos químicos. Soluções como inseticidas podem causar efeitos como náuseas, dores de cabeça e alergias, então a armadilha sustentável pode ser a melhor solução para atender a diversas populações”, destacou.

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PESQUISADORA BAIANA É PREMIADA EM LONDRES POR TESE DE DOUTORADO SOBRE DENGUE NA GRAVIDEZ

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A pesquisadora Enny Paixão, premiada em Londres, Inglaterra

“Ter dengue durante a gestação aumenta o risco de óbitos fetais e maternos”, afirma a pesquisadora Enny Paixão, que desenvolveu sua tese de doutorado para investigar os riscos ocasionados pela doença ao longo da gravidez. O projeto, que tomou como base os dados do Ministério da Saúde, permite conhecer os principais indicadores de riscos e visa alertar a população, além de servir de base para a criação de políticas adequadas para minimizar esses riscos.

O doutorado foi realizado sob a orientação da professora Laura Rodrigues, uma das parceiras do Centro de Integração de Dados e Conhecimento para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia), sediado no Parque Tecnológico da Bahia, espaço administrado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). Segundo a pesquisadora, o estudo só foi possível de ser concebido devido às grandes bases de dados que viabilizou estudar eventos raros, como por exemplo o óbito fetal. “Conhecer fatores de risco durante a gravidez é importante para alertar a população a buscar novos meios de prevenção”, ponderou.

Enny conta que investigar os fatores de risco da doença entre este público alvo já era um desejo antigo de todo o grupo de pesquisa com o qual ela trabalha. “O empecilho era que para realizar esses estudos precisaríamos de amostras grandes que só seriam possíveis utilizando dados administrativos e técnicas de vinculação probabilística de dados”, afirmou.

Ao tornar o estudo viável, a pesquisadora constatou que mulheres grávidas que contraem a dengue possuem mais riscos de ir à óbito, assim como de também perder o bebê. “Esse risco é ainda maior entre as mulheres que tiveram a forma grave da doença, como a dengue hemorrágica”, ressaltou.

A pesquisa foi concluída em 2019 e recebeu o prêmio de melhor tese da London School of Hygiene and Tropical Medicine no The Bradford-Hill Prize. “Agora estou iniciando outros projetos ainda utilizando dados administrativos”, disse Enny. A tese recebeu apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Saúde que cedeu os dados para a investigação dos indicadores de risco.

11 CIDADES DO SUL DA BAHIA PODEM TER SURTO DE DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA

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Itabuna e outros 10 municípios podem enfrentar surto de dengue

Dados divulgados nesta terça-feira (30) pelo Ministério da Saúde indicam que pelos menos 11 cidades do sul da Bahia correm sério risco de enfrentar surto das doenças dengue, zika e chikungunya. O PIMENTA verificou que são localidades com índices de infestação do Aedes aegypti  que variam de 4,3% a 10,7%, considerandos preocupantes pelas autoridades de saúde.

O primeiro Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2019 indica que a pior situação no sul da Bahia foi verificada em Ibicaraí. Lá, de cada 100 imóveis visitados pelos agentes de combate às endemias, 10,7 estavam infestados com larvas do mosquito transmissor das três doenças.

O levantamento apontou altos índices de criadouros do mosquito e situação preocupante também nas cidades de Barro Preto (5,1%), Coaraci (5%), Floresta Azul (5%), Gongogi (7,7%), Ilhéus (10%), Itabuna (8,3%), Itororó (4,3%), Mascote (4,4%), Santa Luzia (5,7%) e Uruçuca (5,5%).

Entre as cidades com bons resultados estão Almadina (zero), Camacan (0,3%), Dário Meira (0,5%), Itaju do Colônia (0,9%), Pau Brasil (0,4%) e Una (0,8%). Para o Ministério da Saúde, índice de infestação predial inferior a 1% é considerado satisfatório. Os dados, aos quais o PIMENTA teve acesso, mostram que cerca de 30 cidades do sul da Bahia estão em situação de alerta, com índices variando de 1% a 3,9%.

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