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8 de março de 2021 | 09:14 am

FAMOSA NAS REDES SOCIAIS, PM É MORTA PELO COMPANHEIRO E COLEGA DE FARDA

PM foi assassinada nesta segunda-feira
Tempo de leitura: < 1 minuto

A policial militar Sylvia Rafaella Gonçalves Pereira, de 38 anos, foi assassinada, a tiros, no início da tarde desta segunda-feira (5), no município de Ibotirama, no oeste da Bahia. Ela foi morta pelo próprio companheiro, o também PM Edson Salvador Ferreira de Carvalho, de 33 anos.

Lotado na Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE), o soldado da PM teria atirado na mulher e cometido suicídio. A PM Sylvia Rafaella, que também era “digital influencer”, estava lotada na 28ª Companhia Independente de Polícia, em Ibotirama. Ela era seguida por 67 mil pessoas no Instagram.

O casal estaria em processo de separação e o soldado Carvalho não aceitava. O crime ocorreu no bairro Morada Real. Eles tinham duas filhas pequenas. Os corpos de Rafaella e Edson foram levados para perícia no Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Bom Jesus da Lapa.

DONO DE CARRO DE LUXO, INFLUENCER BAIANO RECEBE AUXÍLIO EMERGENCIAL

Baiano rico recebe auxílio emergencial de R$ 600
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Com 2,8 milhões de seguidores no Instagram e ostentando um alto padrão de vida, com direito a carro de luxo, o influencer baiano Abner Pinheiro solicitou, e recebeu, o auxílio emergencial de R$ 600 pago pelo governo federal às pessoas com dificuldades de se manter financeiramente durante a pandemia.

O próprio infuencer revelou que foi agraciado com o benefício na tarde da última terça-feira (19). “Eu estava aqui de boa e fui consultar meu auxílio emergencial e deu aprovado”, diz ele em um vídeo publicado no Instagram. Após o anúncio, alguns internautas se revoltaram afirmando que Abner não precisava do dinheiro.

Para se defender, o baiano disse que irá comprar cestas básicas com o valor recebido. “Eu vou pegar esse dinheiro e converter em cestas básicas. Acho que tem muita gente precisando muito mais que eu. Para continuar aquela obra que comecei no meu bairro, não foi suficiente. Eu ajudei, mas tem muita gente precisada”, afirmou Abner.

TEM QUE DEVOLVER DINHEIRO RECEBIDO INDEVIDAMENTE

Especialista em Direito do Trabalho e professora da Faculdade Batista Brasileira, a advogada Juliana Costa Pinto explica que toda pessoa que solicita um benefício do governo federal e o recebe de forma indevida pode ser cobrada a devolver os valores. Essa prática ilegal, inclusive, é recorrente e muito vista no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e em outros meios assistenciais como o Bolsa Família.

Quando o governo detecta um recebimento indevido, ele envia uma denúncia para a Receita Federal, que é encarregada de cobrar o devolvimento. No caso do auxílio emergencial, as pessoas que estão habilitadas a receber são desempregados, microemprendedores endividuais (MEI), autônomos, entre outros.

Se a pessoa não solicitou o benefício, mas recebeu mesmo não sendo o público-alvo da assistência, a avogada explica que o correto é informar imediatamente o recebimento indevido ao órgão e disponibilizar a devolução do valor. Caso não faça isso, pode responder por falsidade ideológica se uma queixa-crime for registrada. Do Correio 24h.

MAS, AFINAL, O QUE DIFERENCIOU IVETE SANGALO DE GABRIELA PUGLIESI NO SÁBADO, SE AMBAS ESTAVAM EM CASA?

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Duas mulheres, em casa, com uma arma potente nas mãos, usada de forma completamente distinta: o poder de influência.

Manuela Berbert || manuelaberbert@yahoo.com.br

Sábado à noite, live de uma das maiores cantoras nacionais da atualidade, Ivete Sangalo. No meio de uma pandemia, quando os estados brasileiros começam a sinalizar um possível colapso na saúde: Atenção, Nação! O número de leitos disponíveis pode não conseguir atender à população! E o mais grave: Nosso profissionais (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas etc) estão adoecendo! É grave, e isolamento social é imprescindível!

De um lado, a cantora, na cozinha da sua casa de praia, de pijama de bolinhas, tentando levar ao país um momento de alegria, mas produzido com muito pouco: marido e filho, descalços, amendoim com casca e um prato, e um público lúdico presente, armado com brinquedos simples. Ivete é artista de massa e sabe disso. Tem a real noção de que é seguida e assistida por todas as classes, e incorporou isso majestosamente com simplicidade.

Do outro lado, uma das maiores influenciadoras digitais do país, Gabriela Pugliesi, sem noção alguma. Salvo engano, Gabriela foi uma das primeiras mulheres a postar sua rotina (lifestyle) no instagram, aqui no Brasil. Recentemente, uma das primeiras pessoas públicas a testar positivo para a Covid-19 (após o casamento de sua irmã, em um resort de luxo em Itacaré) e a divulgar. Manteve o isolamento social até a cura, mas sábado protagonizou um verdadeiro desserviço ao país: recebeu amigos em casa para uma festa e postou nas redes sociais vídeos em que os brindes eram regados a frases como “Foda-se a vida!”, que soou para todos como um “Fodam-se vocês, estou imune!”.

Ainda que a sua carreira e visibilidade não sejam comparadas à de Ivete, vê-se claramente a importância da RESPONSABILIDADE SOCIAL de cada uma em um momento tão delicado como este. Gabriela é seguida por milhares, de todas as classes sociais, e serve de inspiração para muitas empresas também, afinal é bem comum inclusive vermos marcas apresentando produtos similares aos que ela consome, mais baratos, com campanhas que abusam de frases como “baseado no produto X que a Pugliesi usa”. Não é bacana, nós sabemos, mas é a realidade da nossa população consumista, pelo menos até esta crise atual. (Depois disso, muita coisa pode e deve mudar, mas aí é pauta para outro texto.)

Duas mulheres, em casa, com uma arma potente nas mãos, usada de forma completamente distinta: o poder de influência. De um lado, a ironia e a soberba de quem vive a sua própria bolha e no fundo está pouco se importando com quem está do outro lado da tela. Na contramão e com muito bom senso, uma cantora que ainda brincou com o tamanho da “calçola” que estava usando, com empatia a quem está em casa alternando entre dias bons e ruins, instabilidade econômica e com medo do Sistema Único de Saúde, que ainda salva, mas que não sabemos até quando…

Manuela Berbert é publicitária.

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