skip to Main Content
20 de fevereiro de 2020 | 07:03 pm

RUI COSTA DIZ QUE BRASIL NÃO PRECISA DE GOLPE E RECOMENDA “PACIÊNCIA” À OPOSIÇÃO

Tempo de leitura: 2 minutos
Rui recomenda à oposição ganhar poder no voto (Foto Daniel Thame).

Rui recomenda à oposição ganhar poder no voto (Foto Daniel Thame).

A oposição ao governo de Dilma Rousseff tenta jogar o Brasil em uma aventura e levar o país a um abismo social com a proposta de impeachment da presidente da República, na opinião do governador baiano, Rui Costa. Ao responder a um questionamento do Pimenta, Rui disse que o país já viveu um golpe e é necessário respeitar a escolha do eleitor.

– Vivemos um golpe em 64. O povo brasileiro não precisa de golpe, mas de respeito ao voto. Quem está fora do poder e quer chegar lá um dia novamente, terá que ter, acima de tudo, responsabilidade com o Brasil e não jogar o país numa aventura ou abismo – disse ele em uma entrevista logo após entregar trecho de 19 quilômetros pavimentados da BA-654, em Itacaré, no sul da Bahia.

Para Rui, o povo pobre será quem mais sofrerá por uma aventura da oposição, caso ocorra impeachment. “O Brasil não pode passar por isso, por que quem vai pagar o preço alto de um abismo social e político é o povo mais simples, mais pobre”.

Por fim, o governador baiano recomendou paciência aos opositores da presidente Dilma. “O que eu digo à oposição é que tenha paciência, cative o povo, apresente proposta e respeite o voto. Esperem a próxima eleição, para ganhar [o poder] no voto”, disse ele ao ser questionado se a base aliada teria forças para impedir a cogitada queda da presidente.

DILMA SANCIONA ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

Tempo de leitura: 2 minutos
Presidente discursa em cerimônia da sanção do Estatuto (Foto Wilson Dias/Agência Brasil).

Presidente discursa em cerimônia da sanção do Estatuto (Foto Wilson Dias/Agência Brasil).

A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta segunda (6) a Lei Brasileira de Inclusão – Estatuto da Pessoa com Deficiência, espécie de marco legal para pessoas com algum tipo de limitação intelectual ou física. O texto, aprovado em junho pelo Congresso Nacional, classifica o que é deficiência, prevê atendimento prioritário em órgãos públicos e dá ênfase às políticas públicas em áreas como educação, saúde, trabalho, infraestrutura urbana, cultura e esporte para as pessoas com deficiência.

O ministro de Direitos Humanos, Pepe Vargas, disse que o estatuto vai consolidar e fortalecer o conjunto de medidas do governo direcionadas às pessoas com deficiência, mas disse que o cumprimento da lei também será responsabilidade de estados e municípios.

“Agora, com o estatuto, temos uma legislação que precisa ser implementada na sua integralidade. Não é só uma responsabilidade da União, é também [responsabilidade] dos estados, municípios e da sociedade zelar pelo cumprimento do estatuto”, avaliou. “O Brasil se insere entre os países que têm legislação avançada e importante na afirmação dos direitos da pessoa com deficiência”, acrescentou.

O presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), Flávio Henrique de Souza, lembrou que o Brasil tem 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência e disse que a entidade vai cobrar e fiscalizar o cumprimento do estatuto.

– O Conade estará atento a todas as questões, porque essa é uma etapa que conquistamos junto com o governo. Essa conquista não é boa somente para as pessoas,  para o Brasil, porque o Brasil mostra que tem discussão, tem acesso, tem parceria e que essa pauta coloca as pessoas com deficiência, de uma vez por todas, dentro do tema dos direitos humanos.

Entre as inovações da lei, está o auxílio-inclusão, que será pago às pessoas com deficiência moderada ou grave que entrarem no mercado de trabalho; a definição de pena de reclusão de um a três anos para quem discriminar pessoas com deficiência; e ainda a reserva de 10% de vagas nos processos seletivos de curso de ensino superior, técnico e tecnológico para este público.

Para garantir a acessibilidade, a lei também prevê mudanças no Estatuto da Cidade para que a União seja corresponsável, junto aos estados e municípios, pela melhoria de condições de calçadas, passeios e locais públicos para garantir o acesso de pessoas com deficiência.

MINISTRA PEDE AO MPF PUNIÇÃO A AUTORES DE ADESIVOS OFENSIVOS A DILMA

Tempo de leitura: 2 minutos
Adesivos ofensivos têm a presidente Dilma Rousseff como alvo (Foto Reprodução).

Adesivos ofensivos têm a presidente Dilma Rousseff como alvo (Foto Reprodução).

A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci, pediu ao Ministério Público Federal (MPF), à Advocacia-Geral da União (AGU) e ao Ministério da Justiça uma investigação para descobrir e responsabilizar quem produz, divulga e comercializa adesivos para carros ofensivos à imagem da presidenta Dilma Rousseff.

O pedido veio depois que a secretaria recebeu denúncias de que uma página de compras na internet começou a vender adesivos com montagens de conotação sexual, envolvendo a figura da presidenta Dilma. “[O adesivo] fere a Constituição, ao desrespeitar a dignidade de uma cidadã brasileira e da instituição que ela representa, para a qual foi eleita e reeleita democraticamente”, disse a ministra em nota.

Nas redes sociais, grupos criticaram o adesivo com mensagens do tipo: ”Não gosto da Dilma, mas isso é um exemplo clássico de machismo. Se fosse o Lula ninguém ia fazer adesivo”; “Esse adesivo da Dilma só mostra pra mim o quanto a sociedade brasileira é desrespeitosa e machista”; “Que deus não permita que eu me apaixone por um cara que colocou aquele adesivo da Dilma no carro, ou que pelo menos achou graça”; “É falta de respeito com o ser humano”.

Na nota, Menicucci ressaltou que recebeu as denúncias com indignação e disse que é intolerável esse tipo de violência. A ministra solicitou que os órgãos adotem providências para impedir a produção, veiculação, divulgação, comercialização e utilização do referido material, e que apurem  responsabilidades civis e penais dos autores.

DILMA DESMENTE BOATO DE INTERNAÇÃO

Tempo de leitura: < 1 minuto
Dilma desmente boato (Foto Reprodução).

Dilma desmente boato (Foto Reprodução).

A presidente Dilma Roussseff desmentiu hoje (22) o boato que circulou ontem pela rede de mensagens WhatsApp de que estivesse internada em um hospital. Após o lançamento do Plano Nacional de Agricultura Familiar, a presidente fez questão de se aproximar dos jornalistas para negar as informações.

“Eu vim falar com vocês hoje, apesar de não ter tempo, porque me disseram, há pouco, que corria o boato de que eu estava internada. Vocês acham que eu estava?”, perguntou Dilma, que concluiu a conversa mandando um beijo para os jornalistas.

Dilma disse que não daria entrevista porque tinha um telefonema internacional para fazer. Informações da Agência Brasil.

DATAFOLHA: REPROVAÇÃO AO GOVERNO DILMA ATINGE 65%

Tempo de leitura: 2 minutos
Dilma: reprovação bate nos 65%.

Dilma: reprovação bate nos 65%.

Da Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff encerrou os seis primeiros meses do segundo mandato com a maior rejeição desde que assumiu o governo, em 2011. Segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada neste sábado (20), 65% dos brasileiros avaliam o governo como ruim ou péssimo, três pontos percentuais a mais que o levantamento anterior, divulgado em março.

De acordo com o instituto, o índice de rejeição é o maior para um presidente da República desde setembro de 1992, a poucos dias do impeachment de Fernando Collor de Mello. Conforme a pesquisa, 10% dos entrevistados classificaram o governo como bom ou ótimo, queda de três pontos percentuais em relação a março; 24% consideram regular e 1% não soube responder.

A rejeição está em níveis similares em todos os níveis de renda. Na parcela da população que ganha até dois salários mínimos, a aprovação da presidenta está em 11%, contra 62% de rejeição. Entre os eleitores de alta renda, que recebem acima de dez salários mínimos, Dilma é aprovada por 12% e rejeitada por 66%. Segundo o Datafolha, resultados parecidos são observados conforme o sexo, a idade e a escolaridade.

Entre as regiões do país, a pesquisa apresentou alguma variação. A presidenta tem menor índice de aprovação no Sudeste, com 7%. A avaliação menos baixa está no Nordeste, onde 14% dos entrevistados consideraram o governo bom ou ótimo. O levantamento ouviu 2.840 pessoas em 184 municípios na última quarta-feira (17) e quinta-feira (18).

APENAS 12% APROVAM GOVERNO DILMA

Tempo de leitura: 2 minutos
Dilma tem percentual de aprovação em queda desde dezembro (Foto Roberto Stuckert Filho).

Dilma tem percentual de aprovação em queda desde dezembro (Foto Roberto Stuckert Filho).

Pesquisa encomendada ao Ibope pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada hoje (1º) indica que o percentual de pessoas que avaliam o governo da presidenta Dilma Rousseff como ótimo ou bom caiu 28 pontos percentuais, passando de 40% em dezembro de 2014 para 12% em março deste ano.

De acordo com os dados, o percentual daqueles que avaliam o governo como ruim ou péssimo subiu de 27% para 64%, uma diferença de 37 pontos percentuais.

A pesquisa foi feita entre os dias 21 e 25 de março, com 2.002 entrevistados maiores de 16 anos em 142 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O grau de confiança é 95%.

Em comparação a outros governos, o de Dilma registra, no início deste mandato, a menor porcentagem (12%) de pessoas que avaliam a administração como ótima ou boa desde 1995. Em 2011, ela registrou 56%. A aprovação da gestão de Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 49% em 2007 e 51% em 2003. O governo Fernando Henrique Cardoso obteve 22% em 1999 e 41% em 1995.

Também foi o menor percentual (19%) de aprovação da maneira de governar. Em 2011, Dilma registrou 73%. Lula teve 65% em 2007 e 75% em 2003. Fernando Henrique atingiu 35% em 1999 e 63% em 1995.

Em março, o percentual de pessoas que avaliaram o governo como regular chegou a 23%. Em dezembro, foi a 32%. Tanto em dezembro quanto em março, 1% não sabiam ou não responderam à pesquisa.

A pesquisa mostra que 78% desaprovam a maneira de governar de Dilma, enquanto 19% aprovam. A avaliação negativa subiu 37 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, enquanto a positiva caiu 33. Os dados indicam que 4% não sabem ou não responderam. O percentual dos que desaprovam o governo é o maior desde o início de 2011. Em março daquele ano,  73% aprovavam o governo da presidenta.

Leia Mais

FILÓSOFO RENATO JANINE ASSUMIRÁ MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

Tempo de leitura: 2 minutos
Renato Janine Ribeiro assume Educação.

Renato Janine Ribeiro assume Educação.

Presidência da República anunciou hoje (27) que o filósofo e professor Renato Janine Ribeiro será o novo ministro da Educação. Ribeiro ocupará a vaga deixada por Cid Gomes na semana passada, depois que o então ministro acusou deputados de serem achacadores e oportunistas.

O novo ministro da Educação é professor titular de ética e filosofia política da Universidade de São Paulo (USP) e especialista na obra do filósofo inglês Thomas Hobbes, sobre quem focou suas pesquisas de mestrado e doutorado. Sobre o filósofo, Ribeiro publicou os livros A Marca do Leviatã e Ao Leitor Sem Medo.

Ribeiro escreveu ainda ensaios sobre filosofia política focando a realidade brasileira. Ele venceu o Prêmio Jabuti em 2001 com a obra A Sociedade Contra o Social: O Alto Custo da Vida Pública no Brasil. O filósofo tem ainda publicações que tratam de democracia, da relação da universidade com a sociedade e sobre a forma de fazer política em geral. Ao todo Ribeiro tem 18 livros editados, além de ensaios e artigos em publicações científicas.

No serviço público, além de ter sido aprovado no concurso para professor da USP, Janine atuou como membro do Conselho Deliberativo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) (1993-1997), do conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) (1997-1999), secretário da SBPC (1999-2001) e diretor de avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) (2004-2008).

Além disso, foi membro do Conselho Deliberativo do Instituto de Estudos Avançados da USP e é membro do Conselho Superior de Estudos Avançados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), segundo informações do Palácio do Planalto.

Ribeiro fez mestrado na Université Paris 1 Pantheon-Sorbonne, doutorado pela USP e pós-doutorado pela British Library. O novo ministro foi convidado hoje pela presidenta Dilma Rousseff para assumir o cargo e tomará posse no dia 6 de abril.

ENTIDADES PEDEM QUE O MEC NÃO SEJA USADO COMO MOEDA DE TROCA

Tempo de leitura: 2 minutos
Cid deixou MEC ao criticar "achacadores" (Foto ABr).

Cid deixou MEC ao criticar “achacadores” (Foto ABr).

Entidades ligadas à educação pedem à presidenta Dilma Rousseff que o Ministério da Educação (MEC) não seja usado como moeda de troca e que o novo ministro esteja comprometido com o cumprimento do Plano Nacional de Educação (PNE) e com o fortalecimento da educação pública, com o diálogo permanente com a sociedade.

Esta semana, o ex-ministro Cid Gomes deixou a pasta, após embate com parlamentares na Câmara dos Deputados. O secretário-executivo, Luiz Cláudio Costa, assumiu interinamente o MEC.

Na quinta-feira (19), a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped) informou, por meio de manifesto, que o MEC “não pode ser balcão de negócios ou moeda de troca para assegurar a governabilidade”.

A associação sugere que o novo ministro assuma o compromisso de cumprir o PNE, em consonância com as deliberações aprovadas no documento final da Conferência Nacional de Educação (Conae) 2014.

A Anped defende o fortalecimento da educação pública e manifesta “preocupação com os rumos do Ministério da Educação, que, desde o início de 2015, evidencia um descompasso entre sua agenda política e o fortalecimento da educação pública, laica, gratuita, democrática e de qualidade socialmente referenciada”.

A Campanha Nacional pelo Direito à Educação, rede que articula mais de 200 grupos e entidades distribuídas por todo o país, divulgou ontem (20) carta aberta à Dilma Rousseff, na qual sugere que a chefia da pasta “seja ocupada por pessoa que goze da necessária legitimidade política e também de amplo reconhecimento na comunidade educacional, especialmente de trabalhadores(as) em educação, gestores(as) públicos, conselheiros(as) educacionais, ativistas e pesquisadores(as)”.

O documento ressalta a necessidade de um “esforço irrevogável de cumprimento do PNE”, além do fortalecimento da Conae, Fórum Nacional de Educação (FNE) e outros canais efetivos de participação social. Pede também compromisso com a repactuação federativa no compartilhamento dos custos das políticas educacionais.

Também ontem, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) encaminhou carta à presidenta da República elogiando a declaração de que a escolha do novo ministro será a partir de critérios técnicos.

“Sabemos que o nome escolhido deverá carregar legitimidade política para implementar uma profícua gestão frente ao MEC e articular as ações necessárias junto ao Congresso Nacional. Esta decisão firme e acertada provocará resultados capazes de efetivar os avanços necessários na educação brasileira”, acrescenta a carta.

Leia Mais

CID GOMES, O INCENDIÁRIO!

Tempo de leitura: < 1 minuto
Cid Gomes incendiou plenário da Câmara (Foto ABr).

Cid incendiou Brasília (Foto ABr).

Agência Brasil

A exoneração de Cid Gomes do cargo de ministro da Educação está publicada na edição de hoje (19) do Diário Oficial da União. Gomes pediu demissão ontem (18) à presidente Dilma Rousseff, após embate com deputados e com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no plenário da Casa.

Cid Gomes foi ontem (18) à Câmara, convocado em comissão-geral, para explicar declarações que deu em um evento na Universidade Federal do Pará, no dia 27 de fevereiro, de que há no Congresso Nacional “400 ou 300 achacadores”, que se aproveitam da fraqueza do governo para levar vantagens.

Em sua defesa na comissão, ele pediu desculpas pela declaração, mas apontando para Eduardo Cunha disse: “Prefiro ser acusado por ele de mal-educado do que ser acusado como ele, de achaque, como diz a capa da Folha de S.Paulo”.

Líderes partidários da base governista e da oposição criticaram duramente as declarações e a postura do ministro Cid Gomes no plenário da Câmara e pediram a saída dele do cargo. Ao deixar a Câmara, o então ministro da Educação seguiu para o Palácio do Planalto e apresentou o pedido de demissão à presidente.

DATAFOLHA: DILMA TEM SÓ 13% DE APROVAÇÃO

Tempo de leitura: < 1 minuto
Dilma: reprovação recorde.

Dilma: reprovação recorde.

Pesquisa Datafolha feita no calor das manifestações do final de semana em todo o país aponta a mais baixa aprovação de um governo federal nos últimos 23 anos. De acordo com o instituto, apenas 13% dos entrevistados consideram o governo ótimo ou bom.

A reprovação é recorde para o período: 63% classificam o governo como ruim ou péssimo. Para 24%, o governo é regular.

A pesquisa foi feita na segunda e terça (dias 16 e 17) e tem margem de erro de 2 pontos percentuais e ouviu 2.842 eleitores. Os números foram divulgados hoje (18).

Segundo o Datafolha, desde a redemocratização do país, o presidente que teve reprovação mais alta foi Fernando Collor de Mello, om 68% em setembro de 1992, quando foi cassado pelo Congresso.

A forma como a população vê o governo central deteriorou-se até mesmo em regiões onde a presidente obtinha ótimos índices (Norte e Nordeste). No Norte brasileiro, 21% avaliam o governo como ótimo ou bom, enquanto no Nordeste este índice atinge apenas 16%.

No Sudeste, o índice cai para 10%, assim como no Centro-Oeste. No sul, 13%. O maior índice de rejeição ao governo ocorre no Centro-Oeste: 75% reprovam a gestão.

Back To Top