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28 de setembro de 2020 | 05:48 pm

EXPORTAÇÕES BAIANAS EM JULHO CRESCEM 1% NA COMPARAÇÃO COM 2019

Vendas externas baianas apresentaram crescimento de 1% em julho
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As exportações baianas cresceram 1% em julho deste ano, quando comparado a igual período de 2019, aponta levantamento da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) divulgado nesta tarde de segunda (10). As vendas externas baianas alcançaram US$ 652,8 milhões no mês passado, conforme a autarquia ligada à Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan).

A resposta rápida da China, que entrou primeiro na crise e começa a sair dela antes dos demais países, a desvalorização cambial e a demanda global por commodities, mesmo com preços em queda – até julho houve desvalorização média de 32,4% nos preços dos produtos exportados, sustentaram os resultados obtidos pelas vendas externas da Bahia. Após cair 8,8% no primeiro semestre, sobre o mesmo período de 2019, as exportações voltaram a acusar crescimento em julho.

“Vale ressaltar que a participação da China na pauta de exportações baianas cresceu de 24,6%, no período de janeiro a julho de 2019, para 28% no mesmo intervalo de 2020. Também cresceram os embarques físicos de produtos da Bahia para a exportação em julho e no acumulado do ano”, destacou o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro.

Os embarques físicos de produtos baianos (quantum) cresceram 58,5% em julho e 40,6% nos sete meses de 2020 em relação a igual período do ano anterior, o que, de acordo com a SEI, corrobora com a tese da resiliência do setor à crise pandêmica, principalmente de produtos básicos como soja, celulose, minerais, petróleo e algodão. Só para a China, em julho, eles aumentaram 102% ou o equivalente a 588,5 mil toneladas, resultando em receitas que somaram US$ 214 milhões, 47% superiores ao mesmo mês de 2019. No ano, até julho, as exportações baianas atingiram US$ 4,31 bilhões, o que representa uma queda de 5% em relação ao mesmo período de 2019.

IMPORTAÇÕES

A queda das importações baianas se aprofundou em julho, com recuo de 66%, em relação a igual mês do ano passado. Com o desempenho, a queda acumulada, ampliou-se para 37,3% até julho. Além da queda acentuada da demanda interna, a forte desvalorização do real também atuou para conter os desembarques no período. As projeções apontam para a ampliação do superávit comercial do estado que até julho atingiu US$ 1,68 bilhão, 376,4% superior a igual período de 2019.

PRODUÇÃO INDUSTRIAL BAIANA CRESCE 10,3% EM JANEIRO, APONTA IBGE

Indústria baiana tem alta de 10,3% em janeiro || Foto Carol Garcia/GovBA
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A produção industrial da Bahia, ajustada sazonalmente, cresceu 10,3% em janeiro deste ano no comparativo com dezembro de 2019, conforme a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas nesta quinta-feira (12). As informações foram sistematizadas e analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).

Na comparação de janeiro de 2020 com igual mês do ano anterior, a indústria baiana apresentou crescimento de 8,3%, com cinco das 12 atividades pesquisadas assinalando avanço da produção. O segmento Derivados de petróleo (40,7%) registrou a maior contribuição positiva devido ao aumento na produção óleo combustível, óleo diesel e nafta para petroquímica. Outros segmentos que registraram acréscimo foram Celulose, papel e produtos de papel (31,6%), Veículos (8,6%), Bebidas (5,2%) e Extrativa (8,3%).

“Este resultado expressivo coloca a Bahia na liderança nacional, muito superior ao índice nacional, que ficou em apenas 0,9%. Vale destacar que o Produto interno Bruto da Bahia em 2019 também ficou acima do nacional e que nosso estado também liderou a geração de empregos no Nordeste no ano passado, com 30.858 novos postos de trabalho de saldo. Tudo isso é fruto das políticas acertadas do Governo da Bahia, frente a um cenário econômico nacional desfavorável”, ressaltou o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro.

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ESTUDO DA SEI APONTA CRESCIMENTO DE 1,1% DA ECONOMIA BAIANA EM 2018

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Pinheiro: resultado projeta o que deve ser feito nos próximos 4 anos

O Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia encerrou 2018 com crescimento de 1,1%, aponta a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais (SEI), órgão da Secretaria Estadual de Planejamento. O percentual é o mesmo registrado pela economia nacional em igual período, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado positivo é resultado direto da recuperação de dois dos principais setores da economia baiana. A agropecuária cresceu 12,5% e o setor de serviços 0,9%. “No caso do setor de serviços, essa alta deve-se a expansão em volume do comércio (1,4%); das atividades Imobiliárias (1,2%) e da Administração Pública (1,0%)”, aponta o estudo.

O secretário estadual de Planejamento, Walter Pinheiro, considera o dado como uma obrigação de “repensar determinados passos daqui para frente, do ponto de vista do planejamento e ao mesmo tempo uma busca para atração de novos investimentos”.

Para o secretário, é importante olhar o PIB de 2018 numa projeção para o que deverá ser feito nos próximos quatro anos, “a partir do Plano Plurianual, olhando o Plano de Desenvolvimento Integrado Bahia 2035 que está ficando pronto e, ao mesmo tempo, chamando as Secretarias para a gente começar a trabalhar de forma muito integrada”.

GABRIELLI NA UESC

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Gabrielli falará do novo aeroporto em Ilhéus.

O secretário de Planejamento do Estado, José Sérgio Gabrielli, vai proferir palestra sobre o desempenho da economia brasileira e baiana, nesta segunda, 3, às 19h, no auditório principal da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC).

Gabrielli também falará das obras de logística e infraestrutura no sul da Bahia, a exemplo da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e o Porto Sul. A palestra do economista e ex-presidente da Petrobras será aberta à comunidade regional.

NA BAHIA, 74 MIL SAEM DA INFORMALIDADE

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Na terra da informalidade e do desemprego formal, os trabalhadores que tentam ganhar a vida por conta própria conseguiram um alento no Sebrae e conseguiram sair da informalidade. Até esta quarta-feira (8), a Bahia registrou 74.297 empreendedores individuais, superando a meta do Sebrae Bahia que era de 73 mil até o final do ano.
Os números registrados pelo Serpro também mostram que a Bahia permanece em terceiro lugar no país. O estado é o segundo do Brasil em formalizações. Mas ainda há muito a fazer: na Bahia, o número de estabelecimentos informais ainda é de superior a  860 mil. Informações do Bahia Notícias.

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