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16 de janeiro de 2021 | 09:40 am

ITABUNA REGISTRA FORTE AUMENTO DO DESEMPREGO EM AGOSTO; ILHÉUS TEM SALDO POSITIVO

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Agosto é marcado por demissões em Itabuna e contratações em Ilhéus

Agosto é marcado por demissões em Itabuna e contratações em Ilhéus

Itabuna encerrou agosto com o fechamento de 341 postos de trabalho, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Foi um dos piores resultados mensais de 2017 para o município sul-baiano. Itabuna registrou 692 contratações no período, porém atingiu 1.033 demissões no período. No acumulado dos oito primeiros meses do ano, o saldo é negativo (-332).

Ilhéus seguiu a tendência nacional. Como poucas vezes nos últimos dois anos, gerou empregos. Abriu 38 novos postos de trabalho no mês passado, saldo das 525 contratações ante 487 desligamentos.

A economia da Terra de Gabriela, porém registra saldo negativo quando analisado o período de 1º de janeiro a 31 de agosto. Ilhéus fechou 415 postos de trabalho no acumulado de 2017, segundo cruzamento feito pelo PIMENTA a partir de dados do Caged.

O CACAU E A PRESSÃO DAS INDÚSTRIAS EM ILHÉUS

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Indústrias instaladas em Ilhéus importaram volumes mensais de cacau de Gana.

Indústrias instaladas em Ilhéus importaram volumes mensais de cacau de Gana.

As indústrias moageiras de cacau instaladas em Ilhéus importaram 53 mil toneladas de cacau nos últimos cinco meses. Todo o cacau é oriundo de Gana, na África. Produtores e instâncias sanitárias estadual e federal não escondem temor de que, com as amêndoas, as indústrias “importem” pragas para a lavoura sul-baiana. Parte da carga importada desde dezembro está em armazéns do Porto Internacional ilheense.

Se há pressão do mercado baiano contra a importação, o pool das moageiras em Ilhéus (Barry Callebaut, Olam e Cargill) fala em riscos à planta industrial instalada no município sul-baiano. Para eles, é real a ameaça de o sul da Bahia perder uma das quatro grandes indústrias, caso haja maior entrave ao aproveitamento (e mais importação, se necessário) do cacau de Gana. E reforçam que, embora a perspectiva para a nova safra seja boa, a produção interna é insuficiente para atender a demanda.

De acordo com fontes ouvidas pelo PIMENTA, caso o entrave persista, as indústrias poderão importar o cacau por outro terminal portuário, fora da Bahia. Até pensaram em Aratu, na Região Metropolitana de Salvador, mas este não teria as condições ideais para amêndoas e grãos.

SESSÃO DEBATE CRISE NA CEPLAC

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Sede regional da Ceplac, na rodovia Ilhéus-Itabuna (Foto Divulgação).

Sede regional da Ceplac, na rodovia Ilhéus-Itabuna (Foto Divulgação).

A queda no orçamento da Ceplac para 2017, o rebaixamento institucional do órgão – que virou departamento do Ministério da Agricultura – e o enxugamento dos setores de pesquisa e extensão serão abordados, na próxima quinta (23), durante sessão especial na Câmara de Vereadores de Ilhéus.

O evento deverá contar com representações da Câmara dos Deputados e da Assembleia Legislativa, além de vereadores e prefeitos sul-baiano. A sessão deverá começar às 14h, no Plenário Gilberto Fialho. A crise na Ceplac aprofundou-se nos últimos anos e o decreto de rebaixamento veio junto com a queda orçamentária.

"VIDAS CRUZADAS" É ESTREIA DE WALDENY ANDRADE NA LITERATURA

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literaturaO jornalista Waldeny Andrade prepara o lançamento do seu primeiro livro, Vidas Cruzadas, ambientado na Ilhéus dos anos 50 e 60 e passagens em Itabuna. A obra relata uma trama narrada na terceira pessoa com “dramas humanos e absolutamente verdadeiros”. A ficção é recurso utilizado, afirma, para apenas preservar a identificação de descendentes de algumas famílias.
Vidas Cruzadas também enfoca aspectos considerados positivos e negativos do Golpe de 1964, a exemplo do surgimento do Ensino Superior na região, construção da ponte Ilhéus-Pontal e reformas infraestruturais.
Do período, o autor também assinala “a criação de um clima de medo e de apreensão nos meios políticos e culturais da cidade”. A obra está em fase de revisão final e retrata período de turbulências na economia cacaueira e revela dramas humanos e narra uma época de truculência e romantismo.
Amores frustrados, suicídios, traições conjugais, estupros, sequestros e humor são os ingredientes da obra. O jornalista diz que tudo converge “para um final surpreendente”. Waldeny, que trabalhava na Rádio Jornal de Itabuna e no Diário de Itabuna, tinha entre 21 e 36 anos no período histórico ambientado em Vidas Cruzadas.
O personagem principal da obra, Altamirando Gouveia da Silva, é quem “traz” toda a história, narrada em terceira pessoa. Altamirando fica 64 dias internado em um hospital de Salvador devido a problemas cardíacos. No período, o protagonista de Vidas Cruzadas revive ou revela fatos verdadeiros em flashback. O jornalista diz que muitos destes fatos não foram registrados na memória da cidade.

PIB DE ITABUNA SOBE. E O DE ILHÉUS, CAI

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Avenida do Cinquentenário, coração financeiro de Itabuna.

O PIB per capita itabunense aumentou em 2008 e o ilheense, caiu. É o que revela estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta sexta-feira, 10, pelo órgão federal.

Itabuna apresentou em 2008 PIB de R$ 1,945 bilhão (R$ 1.945.413.897,00). No ano anterior, era R$ 1.789.782.514,00. O PIB per capita por habitante – soma das riquezas divida pelo número de moradores – ficou em R$ 9.165,89, segundo o IBGE.
O município de Ilhéus caminhou em sentido contrário, registrando queda no PIB. Era R$ 1.704.985.264,00 e caiu para R$ 1.632.810.483,00.  O PIB per capita caiu para R$ 7.431,66.
Salvador tem o maior PIB da Bahia, alcançando R$ 29,6 bilhões. O segundo é Camaçari, com R$ 10 bilhões. Feira de Santana tem PIB de R$ 5 bilhões, e Conquista, R$ 2,6 bilhões. O município que tem o maior PIB per capita do Brasil é baiano: São Francisco do Conde tem PIB de R$ 288.370,81 por habitante.

As explicações para a queda de Ilhéus em 2008 podem estar no enfraquecimento do Polo de Informática, que respondia por grande parte das riquezas do município sul-baiano, que também opera com um aeroporto “meia-boca”.
No mesmo período, Itabuna ganhou novos empreendimentos e buscou consolidar a sua posição de polo de ensino superior. O fator negativo foi o enfraquecimento da rede de atendimento em saúde do município.

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