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11 de julho de 2020 | 09:13 am

PIB BAIANO CRESCE 4% NO SEGUNDO TRIMESTRE

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O Produto Interno Bruto (PIB) baiano cresceu 4% no segundo trimestre, quando comparado com igual período de 2012, superando o índice nacional (3,3%), conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quando a comparação é feita com o primeiro trimestre do ano, o crescimento é de 2,2%. Já o PIB nacional cresceu 1,5%. Os dados foram divulgados hoje (30) pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).

Geraldo Reis, diretor da SEI, diz que a evolução do segundo trimestre teve uma grande influência do setor industrial, puxado pela expansão da indústria de transformação. Este setor, segundo Reis, registrou crescimento de 6,5% em comparação ao mesmo período do ano passado.

GOVERNO PROPÕE SALÁRIO MÍNIMO DE R$ 722,90 EM 2014

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dinheiroBrasília – O novo valor do salário mínimo deverá ser R$ 722,90. O anúncio foi feito há pouco pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Ela esteve no Congresso para entregar ao presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), a peça orçamentária de 2014. O texto deve ser votado pela Câmara e pelo Senado até o fim do ano. O reajuste passa a valer em 1º de janeiro de 2014.

“O novo valor incorpora a regra de valorização do salário mínimo que tem sido uma política importante de alavancagem da renda das famílias no Brasil, que tem nos levado a patamares de qualidade de vida muito superiores”, disse Belchior. Informações da Agência Brasil.

APÓS CONFLITOS, BUERAREMA PERDE CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO DA CESTA DO POVO

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Central da Ebal em Buerarema foi alvo de saqueadores por duas vezes (Foto Blog do Tom).

Central da Ebal em Buerarema foi alvo de saqueadores por duas vezes (Foto Blog do Tom).

Vereador quer que central da Ebal continue em Buerarema.

Vereador está preocupado com decisão da Ebal e quer mudança.

A Empresa Baiana de Alimentos (Ebal) decidiu transferir de Buerarema para Itabuna a sua central regional de distribuição. A central abastece 63 lojas da Cesta do Povo em 61 municípios do sul e do sudoeste da Bahia, conforme apurado pelo PIMENTA, e possui 150 funcionários.

A decisão provocou reações no meio político do município que vive conflito entre produtores rurais e índios tupinambás. A empresa foi alvo de saqueadores nos dias 16 e 24, durante protestos contra tupinambás.

O vereador Elio Almeida Júnior (Elinho), do PDT, disse que vai buscar reunião ainda nesta terça (27) com o diretor de operações da Ebal, Ricardo Bricídio . “A empresa é quem mais gera empregos no município. São 150 empregos diretos, fora os indiretos”, observa. “Vão parar tudo e colocar em Itabuna. Por que não investe em mais segurança na central?”.

Segundo Elinho, haverá forte reação política e popular, caso a Ebal insista em retirar a central de distribuição de Buerarema. “Estão tirando tudo [mercadoria] com cuidado para não ficar evidente a transferência [da central] para Itabuna”, disse.

A decisão da Ebal representaria, na opinião do parlamentar, um desastre para a economia de Buerarema. “Pela Central, são mais de 60 carretas semanais e abastecimento para 63 lojas Cesta do Povo. Ela movimenta do trapicheiro a restaurantes e lanchonetes no município. Por que uma decisão dessas, quando Buerarema mais precisa do Governo do Estado?”, questiona. “Se for confirmada a mudança, nós vamos acionar o governador Jaques Wagner para revertê-la”.

ESTADO OFERECE VANTAGEM PARA QUITAÇÃO DE ICMS ATRASADO

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Secretário diz que o Refis ajudará a melhorar a receita e a aquecer economia

Secretário afirma que Refis ajudará a melhorar receita e a aquecer economia

Como forma de oxigenar os cofres do Estado, o governo da Bahia encaminhou à Assembleia Legislativa nesta quinta-feira, 22, o projeto que institui o Programa de Recuperação Fiscal (Refis 2013). Ele prevê descontos de até 100% nas multas e juros para quem pagar à vista o ICMS atrasado.

A expectativa do governo é de que sejam alcançados 45 mil contribuintes. Além da quitação à vista, o desconto de 100% nos acréscimos devidos vale apenas para aqueles que já estiverem com parcelamento do débito em curso. Os demais, também pagando de uma só vez, terão desconto de 95%. Caso a opção seja por quitar a dívida em seis vezes, o abatimento será de 80%.

O Refis vale para imposto com fato gerador ocorrido até junho de 2013, mesmo no caso de contribuintes que tenham cobrança ajuizada. O secretário da Fazenda, Manoel Vitório, diz que o programa “é parte do esforço para melhorar a arrecadação do Estado, mas também deverá ajudar a impulsionar a economia baiana em um momento de dificuldades financeiras que ainda refletem, em todos os estados brasileiros, a crise de 2009”.

REUNIÃO DE CÚPULA

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Coluna Tempo Presente (A Tarde)

Jaques Wagner convocou os líderes dos partidos políticos aliados para uma reunião amanhã à tarde. Pauta: avaliação do momento político e da situação financeira do Estado.

No bojo, a necessidade de cortar gastos demitindo ocupantes de cargos comissionados, a parte mais dolorosa do caso.

GOVERNO DETERMINA EXONERAÇÃO DE COMISSIONADOS

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apertando-o-cinto

A ordem no Governo da Bahia passou a ser a de apertar o cinto. Nesta quinta-feira, 15, quando um novo secretário assume a pasta da Fazenda (Manoel Vitório, que deixou a Administração e substitui Luiz Alberto Petitinga), o Estado divulga novo contingenciamento nos gastos.

As medidas, publicadas na edição de hoje Diário Oficial do Estado, complementam outras que foram anunciadas há 15 dias, novamente poupando apenas as Secretarias da Educação e da Saúde. Faz paz parte do remédio amargo a determinação para que todas as pastas exonerem 10% dos ocupantes de cargos de confiança.

Outras determinações do decreto publicado nesta quinta-feira são: redução de 20% da frota de veículos e de 50% nas autorizações de viagem. Também está suspensa a contratação de empresas de consultoria e a locação de veículos e imóveis, além de ter sido estabelecida restrição a medidas que impliquem na elevação das despesas com pessoal.

O governo não divulgou quanto espera economizar com mais esse enxugamento. Nos cortes determinados há 15 dias, a economia estimada foi de R$ 250 milhões.

INSTITUIÇÕES PREVEEM INFLAÇÃO MENOR

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inflacaoKelly Oliveira | Agência Brasil

A projeção de instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu tanto para este ano quanto para 2014. Para 2013, a projeção passou de 5,75% para 5,74%. No próximo ano, a expectativa é que a inflação fique em 5,85%, contra 5,87% previstos na semana passada.

Essas estimativas são resultado de pesquisa do Banco Central (BC) com instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. As estimativas estão distantes do centro da meta de inflação, de 4,5%, e abaixo do limite superior de 6,5%. É função do BC fazer com que a inflação convirja para o centro da meta.

Um dos instrumentos usados pelo BC para influenciar a atividade econômica e, por consequência, a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic. Para as instituições financeiras, ao final deste ano, essa taxa estará em 9,25% ao ano. Essa é a mesma expectativa para o fim de 2014. Atualmente, a Selic está em 8,5% ao ano. A próxima reunião do Copom será nos dias 27 e 28 deste mês.

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NOVO SHOPPING EM ITABUNA

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Itabuna poderá ganhar novo shopping em breve. Grupo de investidores trabalha na prospecção de empresas-âncora para o empreendimento que deverá ser construído nas proximidades do entroncamento das BRs 415 e 101.

Os investidores apostam no impacto positivo na economia local com a construção do Porto Sul e da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba). Empresa de Salvador presta consultoria aos investidores. Por enquanto, os personagens envolvidos no investimento são mantidos em sigilo. “Estamos na fase inicial do negócio”, explica consultor. A área para o empreendimento já está definida.

O negócio envolve investimentos de R$ 50 milhões. Consultores do empreendimento devem ter audiência com o prefeito Claudevane Leite nas próximas semanas. Antes, fecham captação de lojas-âncora para o novo centro de compras.

MEIA VOLTA, VOLVER!

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ricardo artigosRicardo Ribeiro | ricardo_rb10@hotmail.com

 

O governo precisa melhorar, e muito, mas não se furta ao diálogo com a sociedade. Um contato que os opositores mais destacados têm dificuldade para estabelecer, ainda mais quando demonstram torcer pelo pior cenário, sobretudo na área econômica, para dar a volta por cima.

 

Eis que a presidenta Dilma Rousseff, após período de tormenta, começa a enxergar a bonança. Não o céu de brigadeiro que tinha antes do navio encontrar-se perto de adernar, mas já lhe é possível ter perspectivas otimistas.

Em junho, com as ruas no meio do fogaréu, a governanta despencou de quase 60% de aprovação para 30%, o menor índice de seu mandato. Já os números de agosto apontam recuperação, chegando a 36% os que veem o governo como bom ou ótimo. Vá lá que não seja uma coisa nem outra, mas muito provavelmente o brasileiro tem se perguntado sobre quais seriam as alternativas.

Refém de uma base parlamentar venal e traiçoeira, Dilma viu rapidamente sua queda nas pesquisas se transformar em inferno político. Os apoios já não estariam assegurados pelos partidos que se aperfeiçoaram em sobreviver na aba do mandatário de plantão, não importa quem seja. Com a presidenta cambaleante, iniciaram-se as tramoias e conchavos, com direito a piscadelas para a oposição.

As inclinações dos oportunistas era alimentada pelas sombrias projeções para o cenário econômico, antevendo-se inflação galopante, crescimento do desemprego, “Pibinho”, fuga de investimentos e um 2014 de penúria. Ou seja, chance de reeleição próxima de zero.

O Brasil que foi para as ruas viu a cambada de políticos que se mexeu com a astúcia de sempre, manjadíssima, tentando se locupletar dos protestos. Gente sem vergonha, que já mandou e principalmente desmandou no país, posando de indignada, como se tivesse acabado de chegar de outro planeta com a solução para todos os nossos problemas. Até poderia funcionar, mas só se viessem em outro corpo, mudassem a identidade e a filiação partidária, além de apagar todos os registros biográficos.

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EMPREGO: ILHÉUS E ITABUNA FECHAM SEMESTRE “NO VERMELHO”

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Os números divulgados nesta terça (23) pelo Ministério do Trabalho e Emprego revelam um semestre perdido no quesito geração de emprego com carteira assinada em Ilhéus e Itabuna. Os dois municípios fecharam os primeiros 180 dias de 2013 cortando 457 empregos.

Pior para Ilhéus. Entre 1º de janeiro e 30 de junho, a economia ilheense cortou 291 empregos formais.

No período, o comércio eliminou 173 vagas, seguido por agropecuária (89 vagas a menos) e serviços (menos 71). Apenas o setor da construção civil apresentou saldo positivo: abriu 79 novas vagas.

Quando analisados os números por mês, junho revela-se o pior do semestre, quando foram eliminados 217 empregos. Os setores de serviços e comércio cortaram, respectivamente, 92 e 58 vagas.

ITABUNA

Itabuna fechou o semestre com 166 demissões. Ao contrário de Ilhéus, o setor da construção civil admitiu 523 trabalhadores nos seis primeiros meses do ano, mas registrou 661 desligamentos, resultando em corte de 138 vagas.

A indústria seguiu pelo mesmo caminho e cortou 134 postos de trabalho no período, sendo 102 deles somente em junho. O comércio eliminou outras 42 vagas.

O alívio veio de um dos principais setores da economia itabunense. O setor de serviços abriu 179 vagas, 36 delas em junho.

BAHIA

A Bahia conseguiu gerar mais de 26.640 empregos com carteira assinada no período, mas apenas 1.436 no mês passado. Com 10.751 vagas, o setor de serviços foi o destaque do semestre.

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