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12 de agosto de 2020 | 12:29 am

SHOPPINGS PREVEEM AUMENTO DE 6% NAS VENDAS PARA O DIA DAS CRIANÇAS

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Shoppings esperam aumento de 6% nas vendas para o Dia das Crianças || Foto Ilheus24h

Pesquisa da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) aponta uma expectativa de crescimento de 6% nas vendas para o Dia das Crianças neste ano em relação ao apurado em 2018. O otimismo do setor durante a semana que antecede a data comemorativa é de 83%, o que demostra também a confiança dos lojistas.

Para a maioria dos shoppings, o fluxo de visitantes deverá aumentar até 10% no dia 12 de outubro. Os empreendimentos investirão em atrações de recreação infantil, brinquedos e apresentações musicais e teatrais.

Brinquedos, roupas e calçados continuam sendo os produtos com maior expectativa de venda. Por outro lado, em comparação com 2018, os empreendimentos também esperam alta em itens de informática (17 pontos percentuais a mais), de cultura, como livros, CDs e DVDs (9 p.p) e telefonia (8 p.p). Outro destaque é com relação ao ticket médio, que deve ser entre R$ 100 e R$ 200, o que confirma o otimismo do setor.

Para o presidente da Abrasce, Glauco Humai, a expectativa é positiva e acompanha o desempenho dos últimos meses. “A queda nos preços, que contribui para a melhora do poder de compra das famílias, ao lado do aumento, ainda que discreto, da geração de novas vagas de trabalho e um maior volume de crédito afetam positivamente a decisão de compra do consumidor”, apontando eventos de lazer e entretenimento para a data como atrativos para reforçar as vendas.

MOURÃO AFIRMA QUE BOLSONARO É QUEM DECIDIRÁ CRIAÇÃO DE NOVO IMPOSTO

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Mourão diz que Bolsonaro é quem definirá criação de novo imposto || Foto Antônio Cruz/AB

Da Agência Brasil

O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, afirmou hoje (10) que Jair Bolsonaro é quem vai tomar a decisão sobre a proposta de um novo imposto sobre transações financeiras, que vem sendo comparado à antiga Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF), criada no governo de Fernando Henrique Cardoso e posteriormente extinta.

“É uma ideia que o governo tem, eu conversei com o professor Marcos Cintra [secretário especial da Receita Federal], mas não foi apresentado ao presidente ainda, e quem decide é o presidente”, disse Mourão

Se a ideia for acolhida por Bolsonaro, o novo imposto seria incluído no projeto de reforma tributária que o governo encaminhará em breve ao Congresso Nacional. Como contrapartida, seria proposta a redução na tributação sobre a folha de pagamentos, como forma de estimular maior geração de empregos, já que as contratações poderiam ser barateadas. Apesar de ter registrado queda nos últimos meses, a taxa de desemprego no Brasil ainda é de 11,8%, atingindo cerca de 12,6 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

ORÇAMENTO

Hamilton Mourão também comentou os impactos da redução do orçamento para 2020. Segundo ele, apesar da redução, haverá maior previsibilidade de recursos. “Ano que vem não haverá contingenciamento porque o financeiro vai acompanhar a dotação. Nós vamos ter menos recursos, mas a gente já sabe que, desde o começo do ano, vai ter aquele recurso”, disse.

Para Mourão, o país viverá dois anos de ajuste fiscal para organizar as contas públicas. “Esses dois primeiros anos de governo é para reorganizar a crise fiscal que o Brasil passa. Essa crise, ela tem características muito claras, porque nós temos uma quantidade de despesa obrigatória muito grande e a gente tem que tentar reverter isso daí”, acrescentou.

GRIPEN

O vice-presidente, que comanda o governo até a próxima quinta (12), também comentou a entrega, hoje, do primeiro dos 36 caças Gripen comprados pelo governo brasileiro em 2014 para reequipar a frota da Aeronáutica. As aeronaves foram adquiridas da empresa sueca Saab e contam com uma parceria de transferência de tecnologia entre os dois países.

“É um modelo que tem características nossas, que nós colocamos, inclusive com isso os suecos também evoluíram um modelo deles. É um modelo para dois pilotos, esse modelo F, que vai o piloto e o bombardeiro, então é um grande avanço para a nossa Força Aérea”, disse.

PIB DA BAHIA CRESCE 1,3% NO SEGUNDO TRIMESTRE, APONTA SEI

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PIB baiano mostra evolução no segundo trimestre || Foto Manu Dias/GovBA

O Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia cresceu 1,3% no segundo trimestre de 2019, aponta a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). A comparação foi feita com o primeiro trimestre deste ano. Se comparado ao primeiro trimestre do ano passado, o crescimento fica em apenas 0,3%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no estado e serve para medir a evolução da economia.

“Este resultado aponta para uma evolução da economia baiana neste segundo trimestre, inclusive com o desempenho acima do nacional para este período, quando o PIB do país apontou crescimento de apenas 0,4% na comparação com o primeiro trimestre do ano”, destacou o secretário do Planejamento do Estado, Walter Pinheiro.

Em valores correntes, o PIB da Bahia no segundo trimestre de 2019 totalizou R$ 71,7 bilhões, sendo R$ 62,9 bilhões referentes ao Valor Adicionado (VA) a preços básicos – o que representa 88% do PIB – e R$ 8,8 bilhões aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. No que diz respeito aos grandes setores, a Agropecuária apresentou valor adicionado de R$ 11,5 bilhões, a Indústria R$ 15,5 bilhões e os Serviços R$ 35,9 bilhões.

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PENALTY JUSTIFICA DEMISSÕES EM ITABUNA, MAS GARANTE FÁBRICAS NO SUL DA BAHIA

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Penalty justifica demissões, mas garante continuidade de fábricas no sul da Bahia

A Cambuci, detentora da marca Penalty, informou que as demissões na fábrica de Itabuna, no sul da Bahia, no último final de semana, ocorreram em virtude de “adequação momentânea” e se comprometeu a fazer novas contratações. Como informou o PIMENTA em primeira mão, ontem (19), as mais de 100 demissões foram justificadas pelo cenário econômico e baixo faturamento da empresa (“alto estoque e baixas vendas”).

A Cambuci tem incentivos fiscais até 2020 nas unidades de Itabuna e de Itajuípe e a prorrogação por mais 10 anos está sendo negociada. No diálogo com o sindicato da categoria, no entanto a empresa informou que os incentivos já tinham sido prorrogados, o que não foi confirmado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE-BA).

A Penalty se comprometeu com o governo baiano a manter os 450 empregos em Itabuna e os 250 em Itajuípe, onde, segundo sinalizou à SDE-BA, não haverá demissões. A empresa fabrica materiais esportivos nas duas fábricas instaladas no sul da Bahia

Em nota, a SDE informou que “a permanência da Penalty na Bahia é estratégica para os municípios de Itabuna e Itajuípe e para a geração de emprego e renda em benefício de todo o povo baiano”. A Cambuci informou ter investido cerca de R$ 5,6 milhões no sul da Bahia nos últimos cinco anos.

REAGE, ITABUNA. VAI QUE DÁ!

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Manoel Chaves Neto

 

 

Não minimizo a importância do setor industrial. Pelo contrário, vejo como uma grande oportunidade de crescimento, através de objetivos estratégicos para que Itabuna e região se tornem um ambiente atrativo para o setor industrial.

 

Nestlé, vai fechar… Morte anunciada já há muito tempo… Perda lastimável para nossa cidade e região. Lá se vão 240 empregos diretos, um canal de vendas para escoamento do cacau, uma perda para os steakholders e uma boa referência, quando falamos de Itabuna, num grande centro: “Lá em Itabuna, tem a fábrica da Nestlé”.

Não é consolo, mas o setor industrial em Itabuna representa 11% da locação da mão de obra municipal, enquanto os setores do Comércio e de Serviços representam acima de 70%, onde, na sua maioria, são gerados por empreendedores e empresários locais que não têm incentivos, regalias e pagam todos os tributos federais, estaduais e municipais.

Vamos nos aguerrir, unir e focar pelo melhoramento da estrutura do nosso comércio, através de uma boa segurança, iluminação, monitoramento CFTV, serviços públicos, pelo aeroporto, novo teatro, hospitais, shopping, policlínicas, faculdades e – o essencial – elevação do nível do nosso time, através cursos técnicos, treinamentos, treinamentos e muitos treinamentos para nossos vendedores, taxistas, agentes públicos, etc… tendo como objetivo, tornar Itabuna cada vez mais forte na sua principal característica de cidade comercial e prestadora de serviço.

Precisamos comunicar melhor Itabuna, torná-la atrativa.

Não minimizo a importância do setor industrial. Pelo contrário, vejo como uma grande oportunidade de crescimento, através de objetivos estratégicos para que Itabuna e região se tornem um ambiente atrativo para o setor industrial. Por fim, peço desculpa pela minha ausência e omissão nas reuniões da ACI, MESB, etc…. Procurarei remediar, me tornando mais presente junto com vocês para discutir e agir Itabuna!!!

Enquanto escrevi, vejo que já tem interessados para a área da Nestlé.

Manoel Chaves Neto é diretor-presidente do Grupo Chaves.

CIRO GOMES PARTICIPA DE ENCONTRO DE ECONOMIA NA UESC

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Ciro Gomes participa de evento na Uesc nesta terça (16)

O ex-ministro e ex-candidato a presidente da República pelo PDT, Ciro Gomes, visitará o sul da Bahia nesta terça-feira (16) para participar do 45º Encontro Nacional dos Estudantes de Economia (Eneco). O evento está sendo realizado na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) desde ontem (14).

Ciro fará palestra magna do evento na noite desta terça (16), às 19h30min, no auditório do Centro de Arte e Cultura da Uesc. O ex-ministro deverá desembarcar no Aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus, por volta das 12h50min desta terça (16), onde deverá conceder entrevista coletiva.

CADASTRO POSITIVO COMPULSÓRIO ENTRA EM VIGOR NESTA TERÇA

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Consumidores terão agora o cadastro positivo compulsório || Foto Tânia Rêgo/Agência Brasil

Entra em vigor amanhã (9) o cadastro positivo compulsório. O sistema, instituído na Lei Complementar 166, de abril deste ano, prevê a adesão automática no repasse, sem consentimento, de informações de histórico de pagamento de cidadãos a birôs de crédito (como Serasa e SPC – Centralização de Serviços dos Bancos e Serviço de Proteção ao Crédito).

Eles servirão de base para atribuição de notas de crédito a cada cidadão, que serão utilizadas como referência na tomada de empréstimos e realização de crediários, entre outras operações. O cadastro positivo já existe no país. Contudo, dependia da autorização do indivíduo para que fosse incluído na lista.

A diferença da nova modalidade consiste na adesão automática, sem que a pessoa tenha de dar qualquer permissão para que informações de histórico de pagamento possam ser avaliadas pelos bureaus de crédito para formar as notas.

Serão avaliados os “dados financeiros e de pagamentos, relativos a operações de crédito e obrigações de pagamento adimplidas ou em andamento”, conforme descrito na lei.

Entram aí, por exemplo, o quanto uma pessoa atrasou pagamentos de contas ou de cartão de crédito, que dívidas ela tem, com que empresas e sua capacidade financeira de arcar com compromissos adquiridos. Podem, inclusive, ser consideradas informações de desempenho também dos familiares de primeiro grau.

A lei vetou o uso de algumas informações pessoais dos cidadãos para a formação da nota, como as que “não estiverem vinculadas à análise de risco de crédito e aquelas relacionadas à origem social e étnica, à saúde, à informação genética, ao sexo e às convicções políticas, religiosas e filosóficas”.

Essas notas (ou score, no termo em inglês utilizado entre as empresas) podem ser empregadas por empresas e instituições financeiras para determinados tipos de transação.

Cada empresa vai definir a forma de adotar as notas e que tipo de restrição determinados índices podem trazer, como na diferenciação de condições, taxas de juros ou de acesso a serviços.

RECUSA

Os consumidores que não quiserem ter seus dados incluídos no cadastro positivo podem solicitar a retirada. Essa requisição deve ser feita juntamente aos bureaus de crédito, como Serasa, SPC e Boa Vista Serviços.

Caso a pessoa desista da saída do sistema, pode pedir o retorno ao cadastro. Esses procedimentos podem ser realizados presencialmente ou por meio dos sites dessas empresas.

A diretora de Operação de Dados da Serasa Experian, Leila Martins, disse que o consumidor também pode requisitar aos bureaus a disponibilização das informações sobre ele e cobrar a correção em caso de dados errados.

“Se ele entende que tem algum dado que não considera correto, pode contestar. A fonte que deu origem tem que responder”, explicou.

BENEFÍCIOS

Para o presidente da Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC), Elias Sfeir, o novo sistema pode gerar benefícios aos consumidores. “Com o cadastro positivo você tem uma pontuação mais próxima realmente do seu comportamento. Tendo essa pontuação mais próxima, os agentes de crédito podem fazer melhor avaliação e dar uma taxa melhor de juros, considerando o seu perfil”.

A promessa do novo cadastro positivo é que com tais informações, bancos, fintechs e outras instituições reduzam taxas e juros. Segundo Sfeir, em países que adotaram esse modelo houve queda de 45% da inadimplência, o que causou impacto na redução de spreads bancários. Com isso, haverá espaço para incluir pessoas no sistema de crédito, beneficiar micro e pequenas empresas e aumentar a arrecadação.

RISCOS

Na avaliação do coordenador de direito digital do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Diogo Moyses, além do cadastro positivo violar a privacidade dos consumidores, há problemas a serem resolvidos na sua implementação.

O primeiro é o fato de a legislação apontar a possibilidade de uso de alguns dados não expressos, o que abriria espaço para abusos. Por isso, acrescenta, é importante que o Banco Central e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (aprovada em lei neste ano, mas ainda não criada pelo governo) regulamentem de forma detalhada os registros dos consumidores que podem ser utilizados para a formação da nota.

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EMPRESA INAUGURA NOVA LINHA DE PRODUÇÃO DE REFRIGERANTES NA BAHIA

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Grupo inaugura nova unidade de produção em Alagoinhas

O Grupo Petrópolis inaugurou, na quarta-feira (26), uma nova linha de produção de refrigerantes It no município de Alagoinhas, no nordeste da Bahia. Com o funcionamento da nova unidade, a empresa prevê a geração de 150 empregos diretos no município baiano.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE), são gerados mais 4 mil empregos diretos e 16 mil indiretos a partir das unidades de distribuição no estado. No últimos seis anos, o grupo investiu mais de R$ 1,2 bilhão, gerando 470 empregos diretos e 2,6 mil indiretos somente na unidade de produção no município baiano.

Empresa inaugura unidade e amplia produção na Bahia

O presidente do Grupo Petrópolis, Walter Pires, anunciou que haverá mais investimentos em território baiano nos próximos anos . “Já solicitei da nossa equipe mais estudos para viabilizar novas ampliações na Bahia. Agradeço aos baianos por abraçar nossa empresa. Com o público e o privado caminhado juntos, a Bahia avança”, ressaltou.

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QUASE 40% DOS USUÁRIOS DE CARTÃO TIVERAM LIMITE DE CRÉDITO AMPLIADO SEM SOLICITAR

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CNDL alerta para perigo do uso do crédito liberado com facilidade

Um levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que é comum o recebimento de propostas espontâneas de ampliação do limite de crédito por parte de bancos, instituições financeiras e lojas que operam com sistema próprio de crediário.

De acordo com a pesquisa, nos últimos 12 meses, quatro em cada 10 usuários de cartão de crédito (38%) receberam alguma oferta de aumento do limite sem que tenham solicitado. O mesmo ocorreu com usuários de outras modalidades, que tiveram aumento do limite de empréstimos e de crédito pré-aprovado (34%), aumento do limite de cartão de lojas (28%) e expansão do limite disponível no cheque especial (24%).

Entre os que receberam esse tipo de oferta, mais da metade (53%) achou a proposta interessante, por considerar positivo ter crédito à sua disposição. Outros 21% contestaram a oferta porque não viam necessidade no uso. Outros 18% usaram o crédito disponível, seja por estarem precisando do dinheiro naquele momento (13%) ou até mesmo sem que houvesse necessidade (5%).

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EM 12 MESES, MAIS DE 2,6 MILHÕES DE DOMICÍLIOS PERDERAM O TELEFONE FIXO

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Telefonia fixa registra queda nos últimos 12 meses

O serviço de telefonia fixa deixou de ser prestado em 2,69 milhões de domicílios nos últimos 12 meses (-6,88%), segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No total, 36,36 milhões de domicílios brasileiros possuíam telefone fixo em abril deste ano.

Em abril de 2019, a Vivo registrou 12,29 milhões de domicílios atendidos com linhas fixas (33,80% de mercado), a Oi teve 11,36 milhões (31,24%) e a Claro teve 10,12 milhões (27,84%). Nos últimos 12 meses, a Vivo apresentou redução de 1,08 milhão de linhas (-8,05%), a Oi menos 1,17 milhão (-9,33%) e a Claro menos 660,46 mil (-6,12%).

Na outra ponta, as Prestadoras de Pequeno Porte (PPPs) registraram aumento de 16,93 mil domicílios na prestação da telefonia fixa (+1,04%). A PPP é uma empresa que detém menos de 5% de cada mercado de varejo de telecomunicações em que atua.

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